Após canção inédita no RiR, Sepultura anuncia novo disco

Na sexta-feira (04), o Sepultura fez sua apresentação no Rock in Rio 2019. Todavia, a inédita Isolation, tocada pela banda durante o show, aumentou as expectativas para um novo álbum. Assim, a banda decidiu anunciar seu 15º disco em estúdio nesta segunda (7). Intitulado Quadra, ele chega no início de 2020. Em síntese, Andreas Kisser, guitarrista do grupo, falou um pouco sobre o significado do título. “Quadra, entre outros significados, é a palavra em português para ‘quadra esportiva’ que, por definição, é uma ‘área limitada de terra, com demarcações regulatórias, onde, de acordo com um conjunto de regras, o jogo ocorre’. Todos nós somos de quadras diferentes. Os países, todas as nações com suas fronteiras e tradições; cultura, religiões, leis, educação e um conjunto de regras onde a vida acontece. Nossas personalidades, o que acreditamos, como vivemos, como construímos sociedades e relacionamentos, tudo depende desse conjunto de regras com as quais crescemos. Conceitos de criação, deuses, morte e ética. Embora eles ainda não tenha divulgado a canção Isolation no streaming, a expectativa é de que ela apareça em breve.

Metallica faz mistério ao lançar site com contagem regressiva

O Metallica deixou a cabeça dos fãs com um grande ponto de interrogação neste domingo (06). Em conclusão, a banda divulgou um site com o título MetallicaXX. Nele, é possível ver apenas uma contagem regressiva que vai zerar ao meio-dia dessa quinta-feira (10). Contudo, detalhes adicionais não foram informados para o público. Com isso, alguns seguidores do grupo já começaram a teorizar. Uns dizem que o ‘XX’ é relacionado a marca de 20 anos do disco ao vivo S&M, que ganhará uma continuação. Embora, outros afirmam que é alguma notícia relacionada ao vocalista James Hetfield. Vale lembrar que o artista foi internado em uma clínica de reabilitação recentemente.

Morre Larry Junstrom, fundador do Lynyrd Skynyrd

Uma notícia triste para os fãs do Lynyrd Skynyrd, o fundador do grupo Larry Junstrom faleceu aos 70 anos. Aliás, ele também era baixista da banda .38 Special. A própria página do conjunto anunciou a morte do artista. “O grande homem por trás do grande baixo nos deixou. Ele tocou em arenas ao redor do mundo e viveu seu sonho. Ele era único (…) um homem gentil com um coração enorme. Nunca haverá outra pessoa como ele.” .38 em comunicado oficial Em síntese, Junstrom começou sua carreira fundando o Lynyrd Skynyrd em 1964, onde ficou por sete anos. Contudo, ele fez história no .38, onde participou de doze discos. Larry deixou a banda em 2014 após ter que operar sua mão. As causas da morte ainda não foram divulgadas.

The Raven Age enfrenta o ‘Tribunal do Maiden’ no Morumbi e prova que há vida além do sobrenome Harris

Abrir para o Iron Maiden no Brasil é jogar no modo “Hard”. Abrir para o Iron Maiden sendo a banda do filho de Steve Harris é jogar no modo “Expert”. Quando o The Raven Age subiu ao palco do Morumbi ainda sob a luz do fim de tarde, a desconfiança era palpável. Seria apenas nepotismo ou havia substância ali? George Harris (guitarra) e seus companheiros trouxeram para São Paulo a turnê do álbum Conspiracy, apostando em um metalcore melódico e moderno, uma sonoridade que, ironicamente, destoa bastante do heavy metal clássico que os 60 mil presentes foram consumir. Metal moderno A banda não se intimidou. Após a introdução mecânica de Bloom of the Poison Seed, entraram com os dois pés no peito com Betrayal of the Mind. O som estava surpreendentemente nítido e alto para uma banda de abertura, favorecendo os riffs graves e a bateria precisa. Diferente do galope “cavalgado” do Maiden, o The Raven Age aposta em grooves quebrados e refrões radiofônicos, estilo Alter Bridge ou Trivium. Faixas como The Day the World Stood Still e Fleur de Lis mostraram que a banda tem composições sólidas, mesmo que genéricas para o ouvido mais exigente. Recepção do público O vocalista Matt James se esforçou para conectar com a multidão, correndo pelas passarelas laterais que seriam usadas por Bruce Dickinson horas depois. A resposta do público foi respeitosa: não houve vaias, mas também não houve a catarse vista em outros shows. O momento de maior conexão veio com Grave of the Fireflies, uma balada mais cadenciada que permitiu ao estádio respirar e apreciar a técnica dos músicos. George Harris, discreto e focado, evitou os holofotes, deixando claro que ali ele era apenas o guitarrista, não o “filho do dono”. O encerramento com Angel in Disgrace trouxe um pouco mais de velocidade e peso, garantindo aplausos educados ao final. O The Raven Age cumpriu sua função: aqueceu o sistema de som, testou a paciência dos puristas e entregou um show profissional.