A Guerra dos Tronos – A Casa do Dragão tem teaser revelado

A série A Guerra dos Tronos – A Casa do Dragão, que estreia em 21 de agosto na HBO Max e na HBO, teve um teaser revelado nesta quinta-feira (5). Baseada em Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, a série ambientada 200 anos antes dos eventos de Game of Thrones conta a história da Casa Targaryen. O elenco principal reúne Paddy Considine, Matt Smith, Olivia Cooke, Emma D’Arcy, Steve Toussaint, Eve Best, Sonoya Mizuno, Fabien Frankel e Rhys Ifans. Confira os principais personagens de A Guerra dos Tronos – A Casa do Dragão Paddy Considine como Rei Viserys Targaryen, escolhido pelos senhores de Westeros para suceder o Velho Rei, Jaehaerys Targaryen, no Grande Conselho em Harrenhal. Um homem caloroso, gentil e decente, Viserys deseja apenas levar adiante o legado de seu avô. Mas os bons homens não são necessariamente grandes reis. Matt Smith como Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei Viserys e herdeiro do trono. Um guerreiro incomparável e um domador de dragões. Daemon possui o verdadeiro sangue do dragão, mas dizem que sempre que um Targaryen nasce, os deuses jogam uma moeda para o alto. Olivia Cooke como Alicent Hightower, filha de Otto Hightower, a Mão do Rei, e a mulher mais bela dos Sete Reinos. Ela foi criada na Fortaleza Vermelha, perto do rei e de seu círculo mais interno; ela possui uma graça cortês e uma aguçada perspicácia política. Emma D’Arcy como Princesa Rhaenyra Targaryen, a primogênita do rei carrega o puro sangue Valiriano, e é uma domadora de dragões. Muitos diriam que Rhaenyra nasceu com tudo… mas ela só não nasceu um homem. Steve Toussaint como Lorde Corlys Velaryon, “A Serpente Marinha”. Lorde da Casa Velaryon, uma linhagem Valiriana tão antiga quanto a Casa Targaryen. Como o mais famoso aventureiro náutico da história de Westeros, Lorde Corlys transformou sua casa em uma sede poderosa que é ainda mais rica que os Lannisters, e afirma ter a maior estrutura marinha do mundo. Eve Best como Princesa Rhaenys Targaryen, domadora de dragões e esposa do Lorde Corlys Velaryon, “A Rainha que nunca foi” (“The Queen Who Never Was”) foi preterida como herdeira do trono no Grande Conselho porque o reino favoreceu seu primo, Viserys, simplesmente por ser homem. Fabien Frankel como Sr Criston Cole, descendente de Dornish e filho do mordomo do Senhor de Blackhaven. Cole não tem direito a terras ou títulos; tudo o que ele tem em seu nome é sua honra e sua habilidade excepcional com a espada. Sonoya Mizuno como Mysaria, que chegou a Westeros sem nada, vendeu mais vezes do que pode se lembrar. Ela poderia ter desistido, mas ao invés disso, se ergueu para se tornar a aliada mais confiável – e mais improvável – do Príncipe Daemon Targaryen, o herdeiro do trono. Rhys Ifans como Otto Hightower, que como “A Mão do Rei” serve fielmente tanto a seu rei como a seu reino. Para a Mão, a maior ameaça ao reino é o irmão do rei, Daemon, e sua posição como herdeiro ao trono.
CCXP abre venda de ingressos para público geral nesta quinta-feira

Com expectativa de receber mais de 300 mil pessoas em quatro dias de festival, a CCXP inicia nesta quinta-feira (5) a venda dos ingressos para o evento que acontecerá entre os dias 1 e 4 de dezembro. A abertura do primeiro lote acontece às 15h nas oito categorias de ingressos disponíveis, são elas, os ingressos diários (quinta, sexta, sábado e domingo), o pacote de quatro dias, o EPIC Experience, o FULL Experience e o UNLOCK – os dois últimos possuem uma quantidade reduzida de ingressos. Todas as modalidades de credenciais estão submetidas à disponibilidade durante a duração do lote. A organização destaca que para os possíveis próximos lotes, o valor será reajustado e não haverá cobrança de taxa de conveniência. Entre as formas de pagamentos para o público geral estão: Pix, boleto bancário (apenas à vista) e cartão de crédito (Visa ou Master). O parcelamento poderá ser feito em até 6x sem juros, porém para compras acima de R$1.000,00 poderão ser divididos em 10x sem juros, no cartão de crédito. Já tradicional na CCXP, a compra da credencial meia social acontece esse ano junto à troca por 1kg de alimento não perecível. Essa modalidade de ingresso é limitada. Os alimentos recolhidos serão distribuídos através de uma ou mais ONGs de assistência social. Em breve, as entidades escolhidas serão divulgadas pela organização do festival. Mesmo após o fechamento da venda antecipada do lote especial Santander (de 26/04 a 05/05), os portadores do cartão de crédito do banco (Visa ou Master) seguem com a oportunidade de adquirir entradas com desconto de 30% (exceto para os pacotes EPIC, FULL e Unlock) sob o preço da inteira. Nessa condição, a compra poderá ser feita em até 10x sem juros enquanto durar o lote. Caso seja aberto um novo lote no dia 2 de junho, o parcelamento passa a ser em até 6x sem juros, porém para compras acima de R$1.000,00 poderão ser divididas sem juros em 10x no cartão de crédito Santander. Serviço Datas: de 1º a 4 de dezembro. Local: São Paulo Expo Para outras informações, acesse o site do evento
The Kooks divulga segunda parte do novo álbum; ouça Beautiful World

Após sua turnê pelo Reino Unido celebrando os 15 anos de Inside In/Inside Out, os britânicos The Kooks lançaram o EP Beautiful World – Echo in the Dark Part II. Aliás, o EP veio acompanhado de um videoclipe para Beautiful World. O EP inclui três faixas: Closer, Beautiful World feat. Milky Chance e 25. O EP é o segundo lançamento do próximo álbum da banda e há uma nova abordagem para lançar o disco. Em resumo, o álbum será lançado em três partes, as duas primeiras consistindo em lançamentos de EP de três faixas e a parte final adicionando mais quatro faixas ao lançamento do álbum completo: 10 Tracks to Echo in the Dark será lançado em 22 de julho via Lonely Cat/AWAL Recordings. “Escrevi Beautiful World no dia em que descobri que El estava grávida. É um mundo louco, mas também é lindo e é incrível trazer uma nova vida para ele. Fiquei emocionado que os caras do Milky Chance se relacionaram com a música e se envolveram, eles trouxeram um novo som e sentimento para nós também. Muito animado para que todos ouçam”, comentou o vocalista e guitarrista, Luke Pritchard. Por fim, Milky Chance, que participa de um dos singles, também comentou Beautiful World. “Nós crescemos com os Kooks, então você provavelmente pode imaginar como estávamos felizes em trabalhar com eles. É uma ótima música e achamos que fala com muitas pessoas da nossa geração. Neste momento, estamos em um ponto de virada na história quando se trata de cuidar deste belo planeta Terra. E, infelizmente, há aquele forte sentimento de que realmente estragamos tudo e apenas esperando que não seja tarde demais”.
Crítica | Doutor Estranho no Multiverso da Loucura (Sem Spoilers)

Engenharia do Cinema Já não é novidade que “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” é um dos filmes mais aguardados na nova fase da Marvel, que engloba as séries do selo também. Tendo como base os desfechos de “WandaVision” e “Homem-Aranha Sem Volta Para Casa”, realmente o primeiro longa estrelado pelo mago Stephen Strange (vivido por Benedict Cumberbatch) acaba sendo apenas uma cobertura neste bolo preparado por Kevin Feige. Se tratando do primeiro grande filme de terror do estúdio (nos próximos parágrafos vocês entenderão melhor), foi certeira a escalação do diretor Sam Raimi (também responsável pela trilogia do “Homem-Aranha” com Tobey Maguire). A história tem início quando Stephen tem seu caminho cruzado com a adolescente America Chavez (Xochitl Gomez), que lhe alerta estar fugindo entre os vários multiversos, junto de uma então finada outra versão do próprio Stephen. Sem saber o que fazer, ele acaba indo recorrer à própria Wanda Maximoff (Elizabeth Olsen), que diz necessitar das habilidades de America para conseguir se estabelecer na sua vida dos sonhos. O roteiro de Michael Waldron (também responsável pela série “Loki“) procura estabelecer sua narrativa com o seguinte pretexto: nós sabemos que você já conhece estes personagens, então vamos colocar tudo isso dentro do seguinte princípio de que estamos no “multiverso da loucura” e quaisquer justificativas não farão sentido. Isso pode funcionar em um primeiro momento, mas à medida que a história vai avançando, percebemos que não há como comprar este discurso (já que alguns personagens tomam algumas atitudes que não fazem o menor sentido, dentro da cronologia do que já foi mostrado no Universo Cinematográfico da Marvel). Imagem: Marvel Studios (Divulgação) Como estes tópicos do roteiro vou deixar para a crítica com spoilers, vamos ao que interessa: o trabalho de direção de Sam Raimi. Ciente que ele exerceria uma homenagem ao clássico de horror trash “Evil Dead“, o mesmo usa e abusa das oportunidades que ele pode fazer nas cenas chaves. Seja por intermédio da violência gráfica em algumas horas (inclusive, irão chocar os fãs da Marvel) e até mesmo pelos vários momentos englobando enquadramentos e perseguições acompanhadas da trilha sonora de Danny Elfman (que nitidamente homenageia o trabalho de Joseph LoDuca, no primeiro “Evil Dead”). E digo com total segurança, que por mais do fato de várias pessoas esperarem várias participações especiais marcantes, o show acaba sendo de Elizabeth Olsen. Presente no UCM desde 2014, a mesma conseguiu fazer com que sua Wanda alcançasse uma grande desconstrução, à medida do avanço de sua narrativa, fazendo com que sua caracterização se transformasse na mais assustadora de todos os personagens da Marvel (deixando até Thanos no chinelo). Com auxílio da maquiagem, realmente ela muda o olhar de heroína para psicopata. Porém, isso acaba perdendo um pouco da magia quando Olsen ou qualquer outro nome do elenco tem cenas envolvendo uma grande quantidade de CGI. Como o recurso é responsável por fazer a maioria dos filmes da Marvel existirem (e aqui não é diferente), é perceptível que os atores estavam gravando em telas verdes de fundo e tudo foi feito às pressas na pós-produção. “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” não chega a ser uma obra-prima, muito menos um grande exemplar da Marvel. Mas é uma válida homenagem ao cinema de horror, pelos olhos do próprio Sam Raimi.