Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler completam lineup do Monsters of Rock

O Monsters of Rock confirma as atrações que completam o lineup de sua nona edição: Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme e Halestorm se unem a Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler. Com eles, a edição 2026 se consolida como um dos mais grandiosos lineups da história do mais importante festival de rock do país. O evento acontece em 4 de abril de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo, e os ingressos já estão à venda exclusivamente pelo site Eventim. Em 2026, o Monsters of Rock celebra alguns dos maiores guitarristas do rock mundial: Slash, do Guns N’ Roses; Nuno Bettencourt, do Extreme — considerado um dos maiores virtuoses de sua geração; Yngwie Malmsteen, ícone máximo do metal neoclássico; e a lendária trinca de guitarras do Lynyrd Skynyrd – Rickey Medlocke, Mark “Sparky” Matejka e Damon Johnson -, um dos símbolos mais duradouros da história do rock. Um encontro de gerações que transformará o palco do festival em um verdadeiro templo da guitarra. Ao mesmo tempo, o festival celebra o talento, o carisma e a energia da geração que está moldando o futuro do hard rock: Halestorm, uma das bandas mais poderosas da atualidade; Dirty Honey, já consolidada como uma das maiores revelações globais do gênero; e Jayler, o novo fenômeno britânico que promete dominar a cena mundial, representam a renovação e a potência da nova safra do rock.

TBT – Dez anos sem Scott Weiland: relembre o show do Velvet Revolver em São Paulo

Scott Weiland, de 48 anos, ex-vocalista do Stone Temple Pilots e do Velvet Revolver, foi encontrado morto em 3 de dezembro de 2015, dentro do ônibus de sua banda, a Scott Weiland & the Wildabouts, no estado de Minnesota, nos Estados Unidos. A causa da morte foi overdose. Hoje, dez anos após a morte do vocalista, relembramos o histórico show do Velvet Revolver no estádio do Morumbi, em São Paulo, quando abriu para o Aerosmith. A apresentação rolou em 12 de outubro de 2007. Velvet Revolver prova que supergrupos podem ter alma Quando as luzes do Morumbi se apagaram para a abertura, a sensação não era de um “show de aquecimento”, mas de um evento principal paralelo. O Velvet Revolver subiu ao palco trazendo a mística de ser a “banda mais perigosa do mundo” naquele momento. Scott Weiland, magro e com movimentos serpentinos que lembravam um lagarto elétrico, comandava a frente, enquanto a silhueta inconfundível de cartola e Gibson Les Paul à esquerda arrancava gritos de “Slash” da plateia. A chuva que caía não esfriou a recepção. A abertura com Let It Roll e a pesada Do It for the Kids mostrou que, apesar da acústica do Morumbi engolir um pouco a guitarra base de Dave Kushner, o entrosamento entre baixo (Duff) e bateria (Matt Sorum) continuava sendo uma parede de concreto. A banda sabia o que o público queria. Embora as músicas autorais como Sucker Train Blues fossem bem recebidas, o estádio veio abaixo quando o passado foi invocado. Os covers do Stone Temple Pilots, Vasoline e Interstate Love Song, serviram para lembrar a todos que Weiland era uma das maiores vozes dos anos 90. Sua performance era errática e hipnótica, contrastando com a solidez da banda instrumental. Mas foi o legado do Guns N’ Roses que gerou a catarse. It’s So Easy (com Duff nos vocais rasgados) e Mr. Brownstone transformaram o Morumbi em uma máquina do tempo. Ver Slash tocando esses riffs ao lado de Duff novamente foi, para muitos, o fechamento de um ciclo aberto desde 1993. Além da nostalgia O mérito do show, no entanto, foi provar que o Velvet Revolver tinha vida própria. Fall to Pieces foi o momento “isqueiros para o alto” (ou celulares, na época começando a dominar). O solo melódico de Slash sob a garoa fina foi uma daquelas cenas cinematográficas que só estádios proporcionam. A banda também testou material novo com She Builds Quick Machines (do disco Libertad, que sairia meses depois), mostrando que ainda havia gasolina no tanque criativo. O encerramento com Slither foi a prova definitiva de força. Com seu riff arrastado e refrão explosivo, a música já soava como um clássico instantâneo, equiparando-se aos covers tocados anteriormente. Scott Weiland, regendo a massa com seu megafone, saiu de cena deixando a impressão de que tínhamos visto uma das últimas grandes encarnações do rock and roll perigoso e visceral. O Aerosmith, que veio na sequência, teve trabalho para superar aquela energia. Edit this setlist | More Velvet Revolver setlists

Lollapalooza Brasil anuncia sideshows de TV Girl, Blood Orange, Interpol e Viagra Boys

O Cine Joia recebe TV Girl e Blood Orange, nos dias 18 e 19 de março respectivamente, enquanto a Audio será palco do show do Interpol, com abertura da banda Viagra Boys, no dia 19 de março. As apresentações fazem parte da programação dos sideshows do Lollapalooza Brasil. Os shows no Cine Joia e na Audio estão marcados para às 22h nos dias de apresentação, com exceção do Viagra Boys, cujo início será às 20h30. Os ingressos para os sideshows já estão disponíveis no site oficial da Ticketmaster. Com mais de 70 atrações, o Lollapalooza Brasil 2026 acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, reunindo nomes como Sabrina Carpenter, Deftones, Doechii, Skrillex, Lorde, Tyler, The Creator, Lewis Capaldi, Chappell Roan, Kygo, Turnstile, entre outros grandes representantes da música mundial. Shows que estendem a experiência do festival por São Paulo A TV Girl, banda americana de indie pop, abre a sequência no Cine Joia no dia 18 de março. Com status cult, o grupo construiu uma assinatura que mistura samples, teclados e reverb, unindo indie pop, ecos de trip-hop e a estética que eles próprios descrevem como “hypnotic pop”. Suas criações por vezes sarcásticas, somam milhões de ouvintes mensais nas plataformas de streaming e nas redes sociais, como o TikTok. O britânico Dev Hynes, ora conhecido como Blood Orange, também sobe ao palco do Cine Joia, porém no dia 19 de março e com um show que mistura de indie, soul, R&B e pop experimental. Blood Orange soma cinco álbuns e um histórico extenso como compositor e produtor, com colaborações ao lado de Lorde, Turnstile, ambos também confirmados para o Lolla BR 2026, e nomes como A$AP Rocky, Mac Miller, Tinashe, entre muitos outros. Na Audio, também em 19 de março, o Interpol leva ao palco a sonoridade que marcou sua trajetória iniciada em Nova York, em 1997. Referência do post-punk revival dos anos 2000, a banda ficou conhecida pela combinação de linhas de baixo marcantes, guitarras entrelaçadas e letras aclamadas. A abertura do show fica por conta do grupo sueco Viagra Boys, que foi formado em 2015 e tem canções marcadas pelo pós-punk cru com sátira e humor. Lollapalooza Brasil 2026 – sideshows TV Girl – Cine Joia – 18/03, 22h. Abertura de portões – 20h Entrada Social: R$ 275,00Meia*: R$ 250,00 Inteira: R$ 500,00 Interpol + Viagra Boys – Audio – 19/03, show de abertura às 20h30. Abertura de portões – 19h Entrada Social: R$ 302,50Meia*: R$ 275,00 Inteira: R$ 550,00 Blood Orange – Cine Joia – 19/03, 22h. Abertura de portões – 19h Entrada Social: R$ 275,00Meia*: R$ 250,00 Inteira: R$ 500,00

Atração do C6 Fest, Robert Plant traz turnê mundial ao Rio de Janeiro e Porto Alegre

O Vivo Rio recebe, no dia 21 de maio, uma apresentação única de Robert Plant, cantor cuja carreira atravessa mais de cinco décadas e cuja voz permanece uma das mais reconhecíveis do século. O show integra a turnê mundial “Rugido de Outono”, concebida a partir do álbum Saving Grace with Suzi Dian, lançado em 2025. Antes de chegar ao Rio, Robert Plant se apresenta em Porto Alegre e segue depois para o C6 Fest, em São Paulo. Clientes Vivo terão pré-venda exclusiva em 3 de dezembro, às 11h, na Eventim, enquanto o público geral terá acesso a partir do dia seguinte, no mesmo horário. A apresentação tem patrocínio da Heineken e do C6 Bank. O projeto Saving Grace nasceu de forma despretensiosa pouco antes da pandemia, quando Plant começou a explorar com mais liberdade um repertório íntimo e pouco conhecido, guiado por influências profundas do folk, blues, gospel e country norte-americanos. A partir dessa pesquisa, buscou um formato de show acústico e artesanal para ressignificar tanto canções próprias quanto composições de artistas que o marcaram ao longo da carreira. Foi nesse contexto que se uniu a Suzi Dian (vocais), Tony Kelsey (mandola, guitarra e banjo), Matt Worley (banjo e guitarra) e Oli Jefferson (percussão), construindo uma sonoridade íntima, crua e sem artifícios. Embora Plant seja de longe o nome mais conhecido do grupo, ele vê o projeto como uma empreitada coletiva. “É um grupo impressionante. Não consigo expressar o quanto me sinto sortudo”, destacou Plant no release de divulgação da turnê.