Tribulation traz fase mais gótica da carreira para show único em São Paulo

A banda sueca Tribulation retorna ao Brasil para uma apresentação única em São Paulo no dia 14 de fevereiro de 2026. O show acontece na Burning House e integra a turnê latino-americana de divulgação de Sub Rosa In Æternum, álbum que marca a fase mais ousada e conceitual da carreira do grupo. A abertura da casa está marcada para 19h. Formado em 2004, o Tribulation construiu uma trajetória singular dentro do metal europeu, marcada por mudanças estéticas e sonoras progressivas. Após um início fortemente ligado ao death metal, a banda passou a incorporar referências de heavy metal setentista, rock gótico e psicodelia, ampliando seu alcance artístico e de público. Esse processo de transição se consolidou com o lançamento de The Children of the Night, em 2015, trabalho que redefiniu a identidade do grupo e abriu caminho para uma sonoridade mais atmosférica e melódica. A partir daí, o Tribulation lançou álbuns que reforçaram essa abordagem híbrida, como Down Below (2018) e Where the Gloom Becomes Sound (2021), ambos vencedores do Grammis, principal prêmio da indústria fonográfica sueca, na categoria rock/metal. O mais recente Sub Rosa In Æternum, lançado em 2024, aprofunda o viés gótico da banda, com vocais limpos, composições mais longas e arranjos voltados à construção de clima e progressão narrativa. As letras recorrem a imagens ligadas à espiritualidade, ao ocultismo e a temas existenciais, refletindo a fase atual do grupo. Ao vivo, o Tribulation é conhecido por apresentações que combinam performance, ambientação visual e um repertório que percorre diferentes momentos de sua discografia. A produção do show em São Paulo é assinada por Xaninho Discos, Solid Music e Caveira Velha. SERVIÇOTribulation em São PauloData: 14 de fevereiro de 2026Horário: 19h (abertura da casa)Local: Burning HouseEndereço: avenida Santa Maria, 247, São Paulo/SPIngressos: 101tickets.com.br/events/details/Tribulation-em-Sao-Paulo

MIS anuncia exposição inédita de Janis Joplin no dia em que ela faria 83 anos

Hoje, 19 de janeiro, é uma data especial para a história do rock. A lendária Janis Joplin completaria exatos 83 anos se estivesse viva. Para celebrar esse legado, o Museu da Imagem e do Som (MIS) de São Paulo escolheu o dia para anunciar a data de abertura da exposição inédita Janis. A mostra abrirá as portas para o público geral no dia 16 de abril de 2026. Com curadoria de André Sturm, diretor-geral do museu, a exposição promete uma imersão completa na vida da artista. Acervo exclusivo de Janis vindo de Los Angeles O público brasileiro terá uma oportunidade única. A exposição trará mais de 300 itens pessoais da cantora, cedidos diretamente pela família da artista em Los Angeles. Pela primeira vez no Brasil, os fãs poderão ver de perto figurinos icônicos, fotografias raras, manuscritos de letras e instrumentos. É a chance de conhecer a intimidade da mulher por trás da voz rouca que mudou o rock mundial. Acesso VIP e Clube MIS Para os fãs mais ansiosos, o MIS preparou uma ação especial. A partir desta quarta-feira (21), o museu abre uma campanha exclusiva válida até 8 de fevereiro. As primeiras 100 pessoas que assinarem o Clube MIS (programa de sócios da instituição) garantirão acesso VIP à exposição. O valor da adesão é de R$ 192,00. O pacote VIP inclui: Serviço Exposição “Janis” no MIS

The Bombers revira o baú e lança Achados e Perdidos Volume 2 com pérolas de 2007

Após celebrar três décadas de dedicação ao punk rock em 2025, a banda The Bombers decidiu começar o novo ciclo olhando para o passado, mas com a maturidade do presente. O grupo acaba de disponibilizar nas plataformas de streaming o EP Achados e Perdidos Volume 2, que completa um ciclo iniciado há quase 20 anos. O novo trabalho reúne quatro faixas que, até então, estavam guardadas nos arquivos da banda. Elas são sobras de estúdio das gravações do aclamado álbum Democracia Chinesa (2007) e complementam o primeiro volume de Achados e Perdidos, lançado em 2019. Arqueologia punk em Achados e Perdidos Volume 2 Para entender o lançamento, é preciso voltar a 2019. Naquele ano, o The Bombers lançou o primeiro volume desta coletânea de raridades, revelando cinco músicas que não entraram na tracklist final do disco de 2007. Porém, a “arqueologia” não estava completa. “Essas músicas são as que ficaram de fora do Achados & Perdidos, de 2019. Ficaram quatro de fora e agora resolvemos liberar elas no Volume 2”, explica o vocalista, Matheus Krempel. A decisão de lançar o material agora vem de um senso de justiça com a própria obra. Segundo o grupo, independentemente dos motivos que deixaram essas faixas na gaveta anteriormente, era fundamental que elas estivessem disponíveis para o público, fechando o quebra-cabeça daquela era. Maturidade e mudanças nas letras O lançamento de Achados e Perdidos Vol. 2 também traz uma reflexão interessante sobre o passar do tempo. Revisitar músicas compostas por jovens músicos no meio dos anos 2000 exigiu um olhar crítico dos integrantes atuais. Na época, a banda buscava ser um contraponto à “enxurrada de bandas com letras de amor” que dominava o cenário, apostando em temas diferentes. No entanto, ao ouvir o material hoje, o grupo reconhece a ingenuidade de algumas passagens. Essa autocrítica resultou em uma intervenção artística curiosa na faixa Sempre Assim. O grupo optou por alterar a gravação original. “As letras são bem mais ingênuas do que gostaríamos que fossem, mas isso retrata quem éramos naquela época”, pontua Krempel, reforçando a honestidade do lançamento. O que esperar de 2026? Se o início do ano é marcado por esse resgate histórico, o restante de 2026 promete celebrar a energia da banda no palco. Os planos para a temporada envolvem o lançamento do aguardado disco Ao Vivo de 30 Anos, cujo registro foi gravado em outubro do ano passado, em São Paulo. O projeto é ambicioso: além do álbum nas plataformas, haverá uma versão em vídeo e o lançamento em formato físico.

Hollow Coves inicia turnê inédita no Brasil hoje em Curitiba

O duo australiano Hollow Coves desembarcou no Brasil pela primeira vez e dá o pontapé inicial em sua turnê hoje (19). A estreia acontece em Curitiba, no palco do Tork n’ Roll. Matt Carins e Ryan Henderson trazem na bagagem uma sonoridade que mistura harmonias vocais etéreas e violões acústicos. O som deles evoca paisagens abertas e momentos de calmaria, algo que conquistou o mundo com o hit viral Coastline. Mensagem de esperança e gratidão do Hollow Coves Além dos sucessos antigos, o duo apresenta as canções do álbum Nothing To Lose (2024). O disco funciona como um chamado para valorizar o presente em meio à pressão da era digital. As letras exploram a gratidão, a simplicidade e a beleza natural. A imprensa mundial costuma destacar a capacidade da dupla de transformar temas complexos, como ansiedade e desafios pessoais, em simplicidade poética e esperança. >> LEIA ENTREVISTA COM O HOLLOW COVES Abertura nacional Para aquecer o público nas quatro datas, a produção escalou o talento brasileiro Rafael Witt. O cantor e multi-instrumentista gaúcho, natural de Caxias do Sul, tem se destacado no cenário do pop alternativo e fará a abertura de todos os shows. Depois de Curitiba, a banda segue para Belo Horizonte, Rio de Janeiro e encerra a passagem por aqui em São Paulo, no próximo sábado. Confira o roteiro completo abaixo e garanta os últimos ingressos. Serviço Ingressos: Disponíveis no site da Fastix. Curitiba/PR (HOJE – 19/01) Belo Horizonte/MG (21/01 – Quarta) Rio de Janeiro/RJ (23/01 – Sexta) São Paulo/SP (24/01 – Sábado)

Debrix lança “Brisa de Espelho” e consolida nova fase em português

O quinteto Debrix acaba de lançar nas plataformas digitais o single Brisa de Espelho. A faixa consolida a nova fase criativa da banda, que aposta em letras em português e em uma sonoridade cada vez mais robusta. Este lançamento sucede a dinâmica Nada pra Falar, apresentada em novembro de 2025. Agora, o grupo entrega uma mensagem de confronto interno necessária para os tempos atuais. Um grito de guerra contra a manipulação Brisa de Espelho funciona como um convite ao despertar. A letra mergulha na temática da manipulação e questiona como tentamos nos encaixar em “mundos mentirosos”. A música captura o exato momento em que a pessoa olha o próprio reflexo, enxerga sua essência e decide agir. Com um refrão direto (“Esperando o que aqui? Olha pra você!“), a Debrix deixa o abstrato de lado para entregar uma verdadeira pedrada. “É sobre refletir mesmo, enxergar sua verdade e se perguntar: agora que você entendeu, está esperando o que aqui? Vai pra cima!”, define a banda. Produção e evolução sonora da Debrix Musicalmente, a faixa mostra a evolução da identidade do grupo. Felippo entrega uma interpretação vocal visceral, sustentada pelos novos riffs de guitarra de Friggi e pelas camadas de baixo e teclado de Alisson Magno. A própria banda (Friggi e Alisson) assina a produção. Já a captação de bateria, mixagem e masterização ficaram a cargo de Felipe Rinke, do AS Estudio. Show gratuito em São Paulo Para celebrar este momento, a Debrix sobe ao palco no dia 28 de fevereiro (sábado). O show acontece no Burning House, em São Paulo. A apresentação faz parte do evento de lançamento do álbum Unleashed Fury, da banda Válvera. Ambas integram o cast da Vênus Concerts e a entrada será gratuita.