“Man on the Run”: documentário explora o renascimento de Paul McCartney com os Wings

O que acontece na manhã seguinte ao dia em que você deixa a maior banda de todos os tempos? Essa é a premissa de Paul McCartney: Man on the Run, novo documentário dirigido pelo vencedor do Oscar Morgan Neville, que ganha detalhes de lançamento nesta segunda-feira (2). O filme foca na década transformadora de 1970, cobrindo desde o lançamento do álbum solo McCartney (1970) até a ascensão global de sua nova banda, os Wings. É um olhar sobre o momento em que o único plano do ex-Beatle era, em suas próprias palavras, “crescer”. Entrevistas e arquivos inéditos em Man On The Run A produção promete uma perspectiva vulnerável desse período, utilizando fotografias tiradas por Linda McCartney e imagens de arquivo raras. Além da família McCartney (Paul, Linda, Mary e Stella), o documentário traz depoimentos de figuras de peso, como Sean Ono Lennon, Mick Jagger, Chrissie Hynde e ex-integrantes dos Wings. Cinemas e streaming A estratégia de lançamento é híbrida. O filme chegará aos cinemas de países selecionados por tempo limitado. Quem assistir na tela grande terá acesso a um conteúdo bônus exclusivo: uma conversa especial entre Paul e o diretor Morgan Neville. Renascimento dos Wings O filme coroa uma série de lançamentos recentes focados na reavaliação crítica dos Wings. Em 2025, o mercado recebeu o livro Wings: The Story of a Band on the Run, a antologia musical WINGS e edições comemorativas do álbum Venus and Mars, solidificando a importância do grupo na trajetória de McCartney.
Emicida anuncia turnê imersiva “Racional MCMV” com homenagem aos Racionais

Tem coisas que só um fã faz pelo ídolo, e Emicida decidiu elevar essa máxima à potência máxima. Após lançar o disco onde dialoga com a obra dos Racionais MC’s, o rapper paulista prepara-se para levar essa experiência aos palcos de forma imersiva. Nesta segunda-feira (2), foram anunciadas as datas e locais da Emicida Racional MCMV Tour. Realizada pela 30e, a turnê tem estreia marcada para 30 de abril, em São Paulo, e passará também por Rio de Janeiro, Curitiba, Recife e Belo Horizonte. Einstein e a relatividade do rap O conceito do show vai além da música. A sigla da turnê (MCMV) refere-se ao álbum Mesmas Cores & Mesmos Valores, mas também faz alusão ao ano de 1905 em algarismos romanos — o ano em que Albert Einstein publicou a Teoria da Relatividade. A ideia de Emicida é propor que tempo e espaço são relativos, criando um show que redefine o conceito de apresentação de rap (ou rep, como ele prefere, enfatizando Ritmo e Poesia). “O que pretendemos fazer com esse espetáculo é levar ao palco esse nível de emoção… queremos que essa equação seja parâmetro para alcançar o máximo que um MC pode ser no palco e elevar isso ao quadrado. É igual a um MC ao quadrado”, explica o artista. O repertório, com direção musical do próprio rapper e produção de Fejuca, mesclará faixas novas como “Finado Neguim Memo?” com clássicos que vão da primeira mixtape (2009) ao aclamado AmarElo (2019). Ingressos A venda de ingressos será dividida em duas etapas no site da Eventim. Agenda da turnê Confira abaixo as datas e locais confirmados: São Paulo (estreia) Rio de Janeiro Curitiba Recife Belo Horizonte
Entrevista | D.R.I. – “Nunca pensamos em abandonar o punk. Só queríamos usar todas as nossas influências juntas”

O D.R.I. está de volta ao Brasil. Formado no início dos anos 1980, no Texas, a banda é uma das bandas mais influentes da história do hardcore punk e do thrash metal. Inicialmente associado ao hardcore rápido e direto, o grupo acabou se tornando referência mundial ao fundir esse estilo com elementos mais pesados do metal, ajudando a definir o que viria a ser conhecido como crossover. Ao longo de mais de quatro décadas, o D.R.I. construiu uma trajetória marcada por turnês incessantes, letras críticas e uma ética independente que influenciou gerações de músicos ao redor do mundo. Em entrevista ao Blog N’Roll, o vocalista Kurt Brecht fala sobre a evolução musical do grupo, a criação do termo crossover, a forma como a tecnologia transformou a vida em turnê e o impacto contínuo do D.R.I. tanto nas cenas punk e metal quanto em novas gerações de bandas que ainda hoje se inspiram em sua postura e agressividade, além dos shows no Brasil. O D.R.I. se apresenta no Brasil nas seguintes datas e cidades:São Paulo – 22/03 com o Ratos de Porão no Cine JoiaPorto Alegre/RS – 17/03/2026 no OcidenteCuritiba/PR – 19/03 no Tork n’ RollRio de Janeiro/RJ – 20/03 no Circo VoadorBelo Horizonte/MG – 21/03 no Mister Rock O D.R.I. nasceu de um senso de urgência criativa muito forte nos anos 80. O que daquele pensamento inicial da sua juventude ainda guia a banda hoje? A diferença é que, quando você é jovem, tudo é diferente. Com o tempo, aprendemos muitas coisas sobre turnês, sobre o negócio da música e sobre como tudo funciona. Hoje é muito mais fácil divulgar seus próprios shows usando a internet. Antigamente, para montar uma turnê pelos Estados Unidos ou para vir ao Brasil, era tudo feito por telefone ou cartas, esperando que alguém divulgasse o show e que as pessoas ficassem sabendo. Hoje você consegue garantir que o público tenha informação, e isso facilita muito. O Brasil tem uma relação longa com o D.R.I. O que você mais lembra da primeira vez que tocou aqui? A incerteza, eram outros tempos. Você nunca sabe se tudo vai funcionar, se vai receber pagamento, se o show vai ser bom. Existe muita incerteza quando você toca pela primeira vez em outro país, especialmente. O Brasil tem uma cena punk muito forte. Como você percebe a energia do público brasileiro em comparação com outros países? A América do Sul, em geral, sempre rende shows muito bons e muito enérgicos, e o Brasil está incluído nisso. É sempre muito divertido. Nessa mesma viagem, também tocamos na América Central. Existe algum show do D.R.I. no Brasil que se destaca como o mais intenso ou inesquecível? Existem muitos, mas para destacar um, tocamos uma vez em Belo Horizonte com o Misfits e o Sepultura. Foi em um estádio ao ar livre, fazia muito calor, mas foi um show enorme e muito divertido. Falando sobre a conexão com o Ratos de Porão, em que momento você percebeu que essa relação foi além de apenas dividir o palco? Nós simplesmente nos conectamos com eles. Tocamos muitos shows juntos e continuamos tocando. É sempre a mesma coisa: eles trazem um ótimo público, nós também trazemos pessoas, e juntos funciona muito bem. Acho que os fãs realmente gostam de ver a gente tocando juntos. E depois de tantas visitas ao Brasil, ainda existe algo que te surpreende sempre que você volta? Eu gostaria de tocar aqui todo ano, mas nosso agente prefere que a gente venha uma vez a cada três anos. Às vezes tocamos em cidades diferentes, ou em lugares onde não tocávamos há muito tempo. Mas São Paulo é uma cidade que sempre parece fazer parte da rota. É uma cidade grande, com um grande show, algo que sempre fica marcado na memória. É sempre um show insano. Como surgiu o rótulo “crossover” e como foi a recepção do álbum de mesmo nome quando foi lançado? Na verdade, foram os fãs que começaram a chamar nossa música de crossover por conta da mistura de punk e metal. A gente ouviu as pessoas usando esse termo, e foi assim que soubemos. Não fomos nós que criamos o nome, apenas usamos no álbum. Quando Crossover saiu, alguns punks não gostaram, porque as músicas eram mais lentas e tinham mais influência de metal. Por outro lado, ganhamos muitos fãs do metal. Perdemos alguns fãs e ganhamos outros. Em que ponto você percebeu que era possível evoluir musicalmente sem perder a agressividade e a identidade da banda? Acho que isso acontece com qualquer banda. Você escreve músicas que gosta, e se todo mundo na banda gosta, espera que o resto do mundo goste também. Às vezes funciona, às vezes não. Nós crescemos ouvindo metal pesado, então nunca foi uma questão de abandonar o punk. Queríamos usar todas as nossas influências e juntar tudo em músicas que todos nós gostássemos. As letras do D.R.I. sempre foram diretas e críticas. Como você vê essa abordagem hoje? Acho que minhas letras envelheceram bem. Não escrevo todas as letras da banda, mas recentemente lancei um livro com todas as letras que escrevi, organizado de A a Z, além de poesias. Muitas bandas dizem que fomos uma influência musical e lírica, e até os filhos dessas pessoas estão tentando escrever músicas como o D.R.I., o que é um grande elogio. O hardcore e o metal mudaram muito desde os anos 80. O que ainda chama sua atenção nas bandas mais novas? Muitas bandas novas abrem shows para a gente, e eu vou assistir. Às vezes são bandas de death metal ou misturas estranhas de estilos. Se eu gosto, eu gosto. Gosto de bandas que não param, que vêm com tudo. É isso que me chama a atenção. Existe alguma fase da discografia do D.R.I. que você acha que merece ser redescoberta pelos mais novos? Talvez Crossover, mas Dealing With It! também é muito popular e já mostrava um pouco dessa mistura. O D.R.I. sempre soou um pouco diferente das outras bandas,
Bad Religion confirma show único em São Paulo; ingressos à venda nesta terça

Com mais de quatro décadas de serviços prestados ao punk rock e ao pensamento crítico, o Bad Religion tem um novo encontro marcado com os brasileiros. E dessa vez, a oportunidade é exclusiva. A Live Nation Brasil confirmou nesta segunda-feira (2) que a banda californiana fará uma apresentação única no país. O show acontece no dia 28 de abril, no Espaço Unimed, em São Paulo. Ingressos para o Bad Religion em São Paulo Para os fãs que pretendem garantir presença, a ação precisa ser rápida. A venda de ingressos começa já nesta terça-feira, 3 de fevereiro. O parcelamento pode ser feito em até 3x sem juros. 45 anos de razão e melodia Donos de hinos como American Jesus, 21st Century (Digital Boy) e Sorrow, o grupo liderado por Greg Graffin (que também é doutor em história da ciência) mantém sua relevância ao unir velocidade melódica com letras que defendem o humanismo e a razão. O trabalho de estúdio mais recente, Age of Unreason, serve como base para o discurso atual da banda, abordando o declínio de valores iluministas e a ascensão da intolerância política. “A banda sempre defendeu os valores do Iluminismo. Hoje, esses valores de verdade, liberdade, igualdade, tolerância e ciência estão em sério perigo. Este disco é a nossa resposta”, explica o guitarrista Brett Gurewitz. Esta será a enésima visita do grupo ao país, que já tocou em festivais como The Town, Primavera Sound e Lollapalooza, mas o formato de show solo promete um setlist mais extenso e focado nos clássicos da carreira. Serviço: Bad Religion em São Paulo PREÇOS Pista: R$ 220,00 (meia) e R$ 440,00 (inteira) Pista premium: R$ 325,00 (meia) e R$ 650,00 (inteira) Mezanino: R$ 340,00 (meia) e R$ 680,00 (inteira) Camarote A/B: R$ 360,00 (meia) e R$ 720,00 (inteira)
Chapterhouse anuncia show inédito no Brasil com abertura da terraplana

Dizem que o Chapterhouse sempre teve o talento de estar no lugar certo na hora errada: psicodélicos na era acid house, shoegazers na germinação do grunge. Mas a retrospectiva fez justiça e, 35 anos após o lançamento de seu álbum de estreia, o “tempo certo” finalmente chegou para os fãs brasileiros. Nesta segunda-feira (2), a Balaclava Records anunciou a vinda inédita da banda inglesa ao país. A apresentação única acontece no dia 29 de setembro, no Cine Joia, em São Paulo. Para tornar a noite uma celebração completa do gênero, a abertura ficará a cargo dos curitibanos da terraplana, um dos nomes mais vitais do rock alternativo nacional atual. Lendas de Reading Formado em 1987, o Chapterhouse é frequentemente citado na trindade sagrada do shoegaze/dream pop noventista, ao lado de RIDE e Slowdive. O álbum de estreia, Whirlpool (1991), é um marco que conta com a colaboração de Robin Guthrie (Cocteau Twins) e figura na lista dos melhores do gênero da Pitchfork. O setlist deve revisitar clássicos como Pearl, faixa que originalmente conta com backing vocals de Rachel Goswell (Slowdive) e sample de bateria inspirado em John Bonham. Após um hiato que durou de 1995 a 2008, o grupo retornou à ativa antes mesmo da onda de reuniões de seus contemporâneos. A formação que vem ao Brasil traz Stephen Patman, Andrew Sheriff, Robin Light, Ashley Bates e Michael Secker. O momento da terraplana A escolha da banda de abertura não foi aleatória. A terraplana vive um momento de ascensão, divulgando o álbum natural, lançado em março de 2025. O grupo mistura a nostalgia do shoegaze com post-hardcore e slowcore. A banda brasileira também está escalada para o Lollapalooza Brasil (em março) e para o festival americano Slide Away Fest (em maio), onde curiosamente também dividirá o line-up com o próprio Chapterhouse. Serviço: Balaclava apresenta Chapterhouse e terraplana Ingressos
Assista ao primeiro trailer de “Michael”, estrelado pelo sobrinho do astro

A história de um dos artistas mais influentes (e complexos) da cultura pop está prestes a ganhar as telas grandes com um toque de DNA familiar. A Universal Pictures divulgou nesta segunda-feira (2) o primeiro trailer e o cartaz de Michael, a aguardada cinebiografia de Michael Jackson. O filme tem estreia confirmada nos cinemas brasileiros para 23 de abril. Jaafar Jackson assume o manto O grande destaque da produção é a escalação de Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, para interpretar a fase adulta do Rei do Pop. A semelhança física e a capacidade de emular os movimentos icônicos do tio têm sido o foco da divulgação. Para a fase infantil, o papel ficou com o ator Juliano Valdi. Equipe por trás de “Bohemian Rhapsody” A produção carrega o peso de tentar repetir o sucesso de outras biografias musicais recentes. Para isso, o filme é produzido por Graham King, o mesmo nome por trás do oscarizado Bohemian Rhapsody (do Queen). A direção é de Antoine Fuqua, cineasta conhecido por dramas urbanos e de ação como Dia de Treinamento e Invasão à Casa Branca. Michael além dos palcos Segundo a sinopse oficial, o longa pretende ir além da música. A trama cobrirá desde a descoberta do talento no The Jackson 5 até a consolidação de sua carreira solo e a busca incansável para se tornar o maior artista do mundo. O filme promete mostrar “a vida de Michael fora do palco” e recriar performances históricas. O elenco de apoio traz nomes de peso: O filme será lançado inclusive em versões IMAX. Assista ao trailer abaixo
Supla e The 69 Eyes lançam a gótica “Trip Scene”

Há uma coincidência numérica, e sonora, que une o passado de Supla aos finlandeses do The 69 Eyes. Aproveitando a passagem da banda de rock gótico pela América Latina, o “Papito” reuniu seus Punks de Boutique para gravar uma colaboração inédita. Nesta segunda-feira (2), chegou às plataformas o single Trip Scene, faixa que conta com a participação de Jyrki 69 (voz) e Bazie (guitarra). Resgate de Nova York A música não é exatamente nova, mas sim um resgate dos arquivos pessoais de Supla. A faixa foi composta originalmente durante o período em que o músico morou em Nova York (1994-1999) e liderava a banda Psycho 69. A nova versão mantém a estrutura instrumental da original, mas ganha o peso das “vozes de catacumba” e o estilo dark dos convidados finlandeses. “Os Punks de Boutique fizeram um excelente trabalho junto com o guitarrista Bazie, que adicionou interessantes riffs no refrão. E nos vocais rolou algo diferente, onde eu acabo repetindo o que Jyrky cantava. Isso trouxe um plus inusitado para a canção: duas vozes graves saindo das catacumbas”, comenta Supla. Clipe com imagens de arquivo O lançamento é acompanhado de um videoclipe que mescla o presente e o passado. As cenas da gravação atual no estúdio em São Paulo são intercaladas com registros raros de performances do Psycho 69 nos palcos de Nova York nos anos 90.
Silibrina apresenta o espetáculo “Sonambulando” com Antônio Nóbrega

Esqueça a imagem do show instrumental estático e silencioso. Quando a Silibrina sobe ao palco, a proposta é transformar o jazz e a música brasileira em uma experiência feita para o corpo. Nesta quinta-feira (5), a banda liderada pelo pianista Gabriel Nóbrega ocupa a Casa Natura Musical, em São Paulo, para apresentar o espetáculo Sonambulando. O projeto, inspirado no terceiro álbum do grupo, expande o formato tradicional de concerto. Com bailarinos, alegorias e iluminação cênica, o show busca recriar a atmosfera coletiva das festividades juninas e dos bailes populares. Encontro de gerações A apresentação marca um momento especial de família e tradição no palco. O multiartista Antônio Nóbrega (pai de Gabriel) junta-se ao grupo como convidado especial, trazendo voz, violino e sua performance cênica característica. Além dele, a noite conta com a participação do bloco de maracatu das Marabrilhosas, reforçando a percussão e a energia de rua que a banda incorporou nesta nova fase. “Mais do que um show, esse evento será uma festa de celebração… vamos levar pro palco e pra pista toda a energia do raio da Silibrina”, comenta Gabriel Nóbrega. Nova fase da Silibrina Na estrada desde 2016 e com passagens por festivais na Europa e América do Norte, a banda vive um momento de amadurecimento. O novo repertório mantém a fusão de jazz, pop e eletrônica com ritmos como frevo e baião, mas aposta em uma sonoridade mais dançante. A formação atual destaca a presença de Oliver na percussão e Sintia no saxofone, trazendo novas dinâmicas aos arranjos. Serviço: Silibrina | ‘Sonambulando’ part. Antonio Nóbrega Valores (lote 1) Política de gratuidade: A Casa Natura Musical oferece ingressos gratuitos para pessoas trans, travestis e não-binárias. A retirada deve ser feita via Sympla (sujeito à lotação).
Grammy 2026: Bad Bunny faz história com Álbum do Ano; Caetano e Bethânia vencem

A 68ª edição do Grammy Awards quebrou barreiras linguísticas e celebrou o retorno de lendas, mas a manchete principal pertence a Porto Rico: Bad Bunny conquistou o prêmio mais cobiçado da noite, o de Álbum do Ano, com Debí Tirar Más Fotos. É a consagração definitiva da música urbana latina no palco mais conservador da indústria. O “Coelho Mau” superou concorrentes de peso como Beyoncé, Lady Gaga e Kendrick Lamar. Além do prêmio principal, ele também levou para casa o gramofone de Melhor Álbum de Música Urbana e Melhor Performance Global. Aliás, vale lembrar que Bad Bunny fará shows em São Paulo em fevereiro. Antes disso, no entanto, ele se apresenta no badalado show do intervalo do Super Bowl. Além de Bad Bunny, Kendrick, Billie e Lady Gaga também brilham Nas outras categorias principais (o chamado “Big Four”), a diversidade de gêneros imperou. Quem também teve uma noite de gala foi Lady Gaga. A artista dominou as categorias pop, levando Melhor Álbum Vocal Pop por Mayhem e Melhor Gravação Dance Pop por Abracadabra. Retorno do rock e alternativo A noite também foi de celebração para o The Cure. A lendária banda britânica venceu Melhor Álbum de Música Alternativa com Songs of a Lost World e Melhor Performance Alternativa. Já no rock pesado, o Turnstile confirmou sua ascensão, levando Melhor Álbum de Rock por Never Enough. Brasil no topo A música brasileira foi muito bem representada. Os irmãos Caetano Veloso e Maria Bethânia venceram a categoria Melhor Álbum de Música Global com o projeto Caetano e Bethânia Ao Vivo, superando nomes como Burna Boy e Anoushka Shankar. 🏆 Lista completa de vencedores do Grammy 2026 Álbum do Ano Gravação do Ano Música do Ano (Prêmio aos Compositores) Artista Revelação Produtor do Ano, Não Clássico Compositor(a) do Ano, Não Clássico Melhor Performance Solo Pop Melhor Performance de Duo/Grupo Pop Melhor Álbum Vocal Pop Melhor Gravação de Dance/Eletrônica Melhor Gravação de Dance Pop Melhor Álbum de Dance/Eletrônica Melhor Gravação Remixada Melhor Performance de Rock Melhor Desempenho em Metal Melhor Música de Rock Melhor Álbum de Rock Melhor Performance de Música Alternativa Melhor Álbum de Música Alternativa Melhor Performance de R&B Melhor Performance de R&B Tradicional Melhor Música de R&B Melhor Álbum de R&B Progressivo Melhor Álbum de R&B Melhor Performance de Rap Melhor Performance de Rap Melódico Melhor Música de Rap Melhor Álbum de Rap Melhor Álbum de Poesia Falada Melhor Performance de Jazz Melhor Álbum Vocal de Jazz Melhor Álbum Instrumental de Jazz Melhor Álbum para Grande Conjunto de Jazz Melhor Álbum de Jazz Latino Melhor Álbum de Jazz Alternativo Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional Melhor Álbum Instrumental Contemporâneo Melhor Álbum de Teatro Musical Melhor Performance Solo de Música Country Melhor Performance Country em Dupla/Grupo Melhor Música Country Melhor Álbum de Música Country Tradicional Melhor Álbum de Música Country Contemporânea Melhor Performance de Música Tradicional Americana Melhor Performance Americana Melhor Canção de Raízes Americanas Melhor Álbum de Americana Melhor Álbum de Bluegrass Melhor Álbum de Blues Tradicional Melhor Álbum de Blues Contemporâneo Melhor Álbum de Folk Melhor Álbum de Música Regional de Raízes Melhor Performance/Canção Gospel Melhor Performance/Canção de Música Cristã Contemporânea Melhor Álbum Gospel Melhor Álbum de Música Cristã Contemporânea Melhor Álbum de Gospel Tradicional Melhor Álbum de Pop Latino Melhor Álbum de Música Urbana Melhor Album de Rock Latino ou Alternativo Melhor Álbum de Música Mexicana Melhor Álbum Tropical Latino Melhor Performance Musical Global Melhor Performance de Música Africana Melhor Álbum de Música Global Melhor Álbum de Reggae Melhor Álbum de New Age, Ambient ou Chant Melhor Álbum de Música Infantil Melhor Álbum de Comédia Melhor Gravação de Audiolivro Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual Melhor Trilha Sonora para Videogames Melhor Canção Escrita para Mídia Visual Melhor Videoclipe Melhor Filme Musical Melhor Pacote de Gravação Melhor Capa de Álbum Melhores Notas de Álbum Melhor Album Histórico Melhor Álbum de Engenharia de Som, Não Clássico Melhor Álbum de Engenharia de Som, Clássico Produtor do Ano, Música Clássica Melhor Álbum de Áudio Imersivo Melhor Composição Instrumental Melhor Arranjo, Instrumental ou A Cappella Melhor Arranjo, Instrumentos e Vocais Melhor Performance Orquestral Melhor Gravação de Ópera Melhor Performance Coral Melhor Performance de Música de Câmara Melhor Solo Instrumental Clássico Melhor Álbum de Música Clássica Solo Vocal Melhor Compêndio Clássico Melhor Composição Clássica Contemporânea