Yungblud lança “Idols II” e celebra a vida no novo capítulo de sua saga

O dia finalmente chegou. Coroando a semana mais vitoriosa de sua carreira após fazer história no Grammy, Yungblud liberou nesta sexta-feira (20) a aguardada segunda parte de seu formidável álbum conceitual. Idols II já está disponível em todas as plataformas via Island Records/Locomotion. Para acompanhar a chegada do disco, o britânico também lançou um poderoso visualizer animado para a faixa-foco do projeto, Suburban Requiem. Celebração da sobrevivência em Idols II Se a primeira parte do projeto (lançada em junho de 2025) serviu para que o artista de 28 anos recuperasse sua identidade no momento mais sombrio de sua vida, o novo disco é o oposto: é uma injeção de adrenalina pura. “A Parte 2 é sobre perceber que estou vivo, que sou real, que essa jornada em que estive não me matou”, compartilhou Yungblud. “É sobre perceber que você pode se sentir invencível quando realmente sente a si mesmo. É sobre compreender que meu coração está batendo e que meus pulmões estão se enchendo de ar.” Além de Suburban Requiem, o disco traz outras cinco faixas inéditas e, claro, a já celebrada e indicada ao Grammy Zombie, que conta com a colaboração monumental do The Smashing Pumpkins. Ano de ouro do “Príncipe do Rock” O lançamento de Idols II consolida uma era de ouro para o artista de Yorkshire: Para os colecionadores de plantão, uma edição física definitiva chamada Idols (Complete) (com vinil duplo de 180g e CD reunindo as 19 faixas de ambas as partes) já está em pré-venda, assim como uma versão em vinil transparente prateado exclusiva de Idols II.
Leigh-Anne lança o álbum de estreia “My Ego Told Me To”

A cantora britânica Leigh-Anne coroa sua nova fase artística com a chegada de My Ego Told Me To, seu álbum solo de estreia. Lançado de forma 100% independente pelo seu próprio selo, Made In The 90s, o trabalho é um verdadeiro grito de libertação criativa. Após acumular mais de 120 milhões de streams globais e emplacar hits no Top 40 do Reino Unido, a artista assume agora o controle total de sua narrativa, estética e, principalmente, do seu som. Sonoridade caribenha e time de peso para acompanhar Leigh-Anne Com 15 faixas, o disco mergulha fundo nas raízes caribenhas de Leigh-Anne. O resultado é uma fusão deliciosa e autêntica de pop, R&B, dancehall e reggae. Para construir essa identidade sonora, ela colaborou com um time de produtores e compositores de elite, incluindo: Entre os destaques do tracklist estão os singles Been A Minute, Dead & Gone, Most Wanted (com Valiant e Rvssian) e a emocionante Heaven, que conta com os backing vocals das próprias filhas da cantora. “Este álbum é a representação mais verdadeira de quem eu sou. É pessoal e impossível de rotular. Você vai ouvir meu mundo ali, minhas filhas, meu casamento, minha luta por poder e o momento em que abracei minha força mais incendiária e disse: chega. Agora o show é meu”, declara a artista. Conexão especial com o Brasil Para o público brasileiro, o lançamento tem um sabor ainda mais especial. Leigh-Anne escolheu o Brasil para viver os momentos que antecederam a chegada do disco. A cantora esteve no país curtindo o Carnaval de 2026, repetindo a dose de sua visita no ano anterior. Durante sua estadia em São Paulo, ela promoveu uma audição exclusiva e gratuita do álbum na casa noturna ZIG, proporcionando um momento de aproximação direta e calorosa com uma de suas maiores bases de fãs no mundo. My Ego Told Me To não é apenas um álbum; é a consolidação de uma era de independência artística e protagonismo absoluto para Leigh-Anne.
Conheça a Alem do Front, o peso do nu-metal e hardcore que pulsa em São Paulo

Se alguém ainda ousa dizer que o rock está perdendo a força nas ruas, é porque ainda não cruzou com o som da Alem do Front. Nascida em 2023 no ABC Paulista e com integrantes vindos das Zonas Sul e Leste de São Paulo, a banda é a prova viva de que a música pesada continua pulsando e se reinventando nas metrópoles. Carregando diferentes histórias e vivências, o grupo encontra sua voz em riffs pesados, letras intensas e uma energia que não pede licença para entrar, ela simplesmente invade. DNA: nu-metal, hardcore e rap A sonoridade da Alem do Front bebe diretamente da fonte do nu-metal, mas as influências não param por aí. É nítida a presença do hardcore e do rap na espinha dorsal da banda. O resultado é um som visceral, com uma pegada própria e sem nenhum medo de experimentar. Mas a Alem do Front vai além da música: é um manifesto. Cada composição funciona como um grito de resistência e liberdade. Nos palcos, eles entregam shows explosivos, abordando temas do cotidiano, autoconhecimento e uma forte crítica social. A missão é ser verdadeiro, autêntico e sem filtros, conectando fãs que acreditam na força transformadora da música. Formação O peso sonoro e a presença de palco são garantidos por um quinteto de peso: Discografia Desde a sua fundação, a banda vem construindo um catálogo sólido que já conquistou espaço em playlists e rádios independentes. Confira os lançamentos e assista aos clipes: 1. A Cicatriz é Uma Dádiva (2023): a faixa de estreia já ditou o ritmo do que a banda veio fazer na cena. 2. Poesia Bélica (2024): com rimas afiadas e guitarras pesadas, a faixa é um verdadeiro soco no estômago. 3. Simples Ato (2024): mantendo a constância, a música aprofunda a identidade do grupo. 4. Primeiro Aplauda (2025): o lançamento mais recente consolida a evolução técnica e lírica do quinteto.
Depois das Dunas lança o single “Tempo” e anuncia novo EP

A banda Depois das Dunas acaba de lançar o single Tempo, faixa que abre os caminhos para o aguardado EP Memória de Tempos Perdidos. Se você curte guitarras densas, camadas melódicas envolventes e aquela dose de melancolia urbana típica do indie rock nacional, essa é a pedida ideal para a sua playlist de fim de semana. Peso das lembranças Sonoramente, Tempo transita entre o indie atmosférico e a intensidade emocional. A letra propõe uma jornada introspectiva sobre a passagem dos dias, as marcas que o relógio deixa em nós e o peso inevitável das lembranças. É uma faixa sensível, que mostra o amadurecimento das composições do grupo. De Osasco para a cena Formada em Osasco, a Depois das Dunas conta com Denis Scapin (vocal e guitarra), Wesley Santana (vocal e bateria), Paulo Brito (vocal e guitarra) e Arthur Pasini (vocal e baixo). A estética do quarteto bebe direto da fonte de grandes nomes do rock alternativo e do emo nacional atual. Entre as principais influências, eles citam Molho Negro, Terno Rei, Jovens Ateus e Menores Atos — uma mistura que garante autenticidade, energia e reflexão na mesma medida. Caminho até o novo EP O single se junta a lançamentos anteriores que já vinham desenhando a identidade do novo EP. Entre eles, estão Anseio (que ganhou um clipe imerso na atmosfera da cidade) e Marcela (que explora o despertar de um amor com a participação especial do saxofonista Rômulo Luis). Com mais três canções previstas para completar Memória de Tempos Perdidos, o projeto consolida a maturidade da Depois das Dunas e crava o nome da banda como uma das grandes promessas da nova geração independente.
Party On Wacken 2026: maior festival de metal do mundo ganha esquenta oficial no Brasil

O Wacken Open Air, meca sagrada do heavy metal mundial, completará 35 anos de história em 2026 com uma iniciativa sem precedentes. Intitulado Party On Wacken 2026, o evento celebrará a data de forma simultânea em 35 países, e o Brasil, com sua legião apaixonada de metalheads, obviamente não ficaria de fora. A edição nacional vai acontecer no dia 18 de abril (sábado), na Audio, em São Paulo. A realização é do Bangers Open Air, com produção da HonorSounds, garantindo que o espírito do vilarejo alemão seja perfeitamente traduzido para o público brasileiro. Força do metal nacional Para representar o Brasil nessa celebração global, a organização montou um line-up que é uma verdadeira aula de peso e brutalidade. O palco da Audio receberá quatro instituições do metal extremo brasileiro, unindo diferentes gerações: Essa escolha reforça a relevância do nosso cenário no exterior. A relação do público brasileiro com o Wacken é histórica e vem sendo construída desde 2001, impulsionada pelo apoio da revista Roadie Crew, que atua como ponte oficial do festival no país há mais de duas décadas. Uma festa global Ao todo, a festa acontecerá em 35 nações, incluindo Estados Unidos, Japão, Reino Unido, Argentina, Chile e Austrália. O projeto promete shows ao vivo, ativações especiais, festas temáticas e conteúdos oficiais que conectam a comunidade global do heavy metal. É a chance de viver a energia de Wacken sem precisar atravessar o oceano. 🎫 Serviço: Party On Wacken 2026 | Edição Brasil Ingressos: Os ingressos já estão à venda online.
Dreko transforma queda em resiliência no single “Subir de Novo”

A cena do trap nacional ganha um lançamento que troca a ostentação vazia pela honestidade emocional. O cantor, compositor e produtor Dreko liberou o single Subir de Novo, uma faixa que funciona como um manifesto direto sobre queda, reconstrução e resiliência. Com a participação do artista Diih, a música antecipa o clima do aguardado álbum Metamorfose, chancelando a fase mais madura da carreira do produtor, com lançamento via Cósmica Records. Dor sem vitimismo A faixa inicia no território das lembranças, revisitando um amor do passado marcado por excessos e abandono. Dreko não tem medo de expor suas feridas e sua vulnerabilidade ao admitir: “Sinto falta, confesso que não sou tão forte assim”. O grande trunfo da composição é não romantizar a dor e nem cair no vitimismo. A frustração é transformada em movimento contínuo, culminando em um refrão que bate como um lema de sobrevivência: “Se eu cair de volta nessa merda, eu vou subir de novo”. Foco e lealdade de Dreko A virada narrativa acontece com a entrada de Diih. O artista de Teresina conduz a música para a importância do foco, da disciplina e de manter os pés no chão. Seus versos destacam que, por trás do sucesso, existe o peso de uma caminhada solitária, onde apenas as raízes importam: “No processo, tu tá sozinho / Só fica os irmão”. Rumo à “metamorfose” Dentro da narrativa do álbum Metamorfose, Subir de Novo representa o momento exato em que a dor deixa de ser uma prisão e vira impulso para o futuro. É o trap contemporâneo servindo de veículo para reflexões profundas sobre crescimento e propósito.
Mumford & Sons lança “Prizefighter” com Hozier e Chris Stapleton

A cera do aguardado álbum Rushmere mal teve tempo de secar e o Mumford & Sons já ataca novamente nesta sexta-feira (20). Chegando logo na sequência, Prizefighter é um disco que não pede licença e já chega quebrando expectativas logo nos primeiros segundos. Curiosamente, quando você dá o play, não é a voz familiar de Marcus Mumford que te recebe. Quem abre os trabalhos é o gigante vencedor de múltiplos Grammys, Chris Stapleton, que empresta seu peso country-blues à faixa de abertura, “Here”. Convidados de luxo em Prizefighter E os pesos-pesados não param por aí. Hozier espalha sua magia em Rubber Band Man, soando tão em sintonia com a banda que perfeitamente poderia ser um quarto irmão Mumford. O álbum também abre espaço para a nova geração: Gigi Perez (colega de gravadora) entrega uma performance maravilhosa em Icarus, enquanto a estrela pop-folk Gracie Abrams ilumina a faixa Badlands, criando uma mistura cultural que soa como um filme de Terrence Malick para o século 21. Mão de Aaron Dessner e a energia do estúdio Na cadeira de produtor, temos Aaron Dessner (The National), que já havia trabalhado com a banda no disco Wilder Mind. Aqui, ele captura de forma brilhante o caráter fluido e ágil das sessões de gravação. É possível sentir uma atmosfera de “poucos takes” e muita diversão transbordando em faixas como The Banjo Song e Run Together. Baladas cruas e euforia alt-rock No meio do disco, a dupla de baladas indie-folk Alleycat e a faixa-título Prizefighter se destacam por serem cruas, diretas e francamente honestas. Já Begin Again resgata aquele alt-rock eufórico que o Mumford & Sons faz com os pés nas costas. Para fechar a obra, Clover surge como uma ode pastoral ao contentamento e à serenidade da vida doméstica, trazendo os trabalhos para uma conclusão extremamente satisfatória. Ouça Prizefighter:
Como o All You Can Eat abriu as portas do hardcore internacional em Santos, em 1995

O Rollins Band pode ter sido o primeiro nome gringo punk ou de hardcore de peso a pisar em Santos, em 1994, mas o contexto era outro: um megafestival gratuito nas areias da praia. Quando falamos do verdadeiro “marco zero” do underground, do espírito do it yourself (faça você mesmo) operando na raça e inaugurando a rota das turnês independentes na Baixada Santista, a história aponta para o dia 4 de novembro de 1995. Nesta data, a banda californiana All You Can Eat desembarcou no Teatro de Arena (canal 1), para um show histórico com ingressos a módicos R$ 5. Com produção local encabeçada por Fabrício Souza, baixista do Garage Fuzz, e apoio do Safari Hamburguers e da Secretaria de Cultura, o evento foi a faísca que faltava. “Foi um dos meus primeiros shows como produtor de eventos”, relembra Fabrício. “Representou o potencial para o estilo que a região tinha, abrindo as portas da cidade para várias outras turnês de punk e hardcore que vieram a acontecer. Foi um divisor de águas”. Conexão do All You Can Eat com Santos: fanzines, Ratos de Porão e Fat Mike A vinda do All You Can Eat para o Brasil não envolveu grandes agências corporativas, mas sim selos postais e fanzines. Devon Morf, vocalista da banda, trabalhava com as icônicas publicações americanas Maximum Rocknroll e Flipside. “Eu lia muitas cartas deles e fiz muitos pen pals (amigos por correspondência) em todos os continentes”, conta Devon. A paixão pela cena nacional surgiu através do escambo. “Fiz conexão com um cara no Brasil e trocávamos discos de punk brasileiro por discos de metal dos EUA. Isso me tornou um grande fã das bandas brasileiras. Ratos de Porão, até hoje, é uma das minhas bandas favoritas”. Essa imersão no underground rendeu frutos históricos. Devon estudou com Fat Mike (do NOFX) em São Francisco e trabalhou na lendária gravadora Fat Wreck Chords quando ela ainda funcionava em uma casa. “Muitas pessoas no Brasil perguntavam quando o NOFX viria. Eu contei ao Mike o quão animados eram os fãs brasileiros”, revela o vocalista. Embora o NOFX só tenha conseguido descer para a América do Sul algum tempo depois, a semente californiana já estava plantada. Caos na Arena e a invasão do público O local escolhido para a gig santista foi o Teatro de Arena (hoje conhecido como Teatro Rosinha Mastrângelo). Segundo resenha da época publicada no fanzine Surfcore, de Marco Casado e Victor Martins, o espaço era “bem pequeno, mas com uma acústica incrível”. O local ficou completamente lotado, deixando muita gente do lado de fora. A escalação de peso contava com o Garage Fuzz, que, segundo o fanzine, foi “matador” e fez todo mundo pular. A outra banda local foi o Safari Hamburguers, que na opinião da publicação estreava uma formação “cabulosa” com Fabião nos vocais. Quando o All You Can Eat, formado por Devon (vocais), Danny (guitarra), Craig (baixo) e Seth (bateria), começou a tocar, a configuração do teatro em formato de arena (sem um palco elevado) garantiu uma proximidade perigosa e divertida. O Surfcore relatou a típica catarse da época: “Sempre aparecem aqueles atravessados que vão lá, abraçam o guitarrista e enchem o saco da banda, não deixando os caras tocarem direito”. Mas o caos era parte intrínseca do espetáculo. O fanzine descreve que o show foi maravilhoso, “com o vocalista subindo pelas colunas e fazendo macaquices, e o baterista que deixava o prato cair em cima de toda música que acabava, pulava com o bumbo, batia no prato”. Skates, Pelé, capoeira e a “Califórnia Brasileira” Fora do palco, a turnê sul-americana, que passou por cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis, Curitiba e Buenos Aires, teve momentos de turismo afetivo. O roadie da banda, Todd, era fanático por Pelé desde a infância e ficou maravilhado por estar na cidade onde seu herói viveu e reinou. A cultura urbana santista também impressionou os gringos. Antes da turnê, o baterista Seth visitou a redação da renomada revista Thrasher, que abasteceu a banda com camisetas e bonés para distribuírem no Brasil. “Ficamos maravilhados com todos os skatistas no Brasil”, recorda o vocalista. A performance insana no palco também rendeu histórias inusitadas nos bastidores. O curioso termo “macaquices”, usado pelo fanzine Surfcore para descrever os pulos de Devon no Teatro de Arena, foi confirmado pelo próprio músico em um relato recente. “Depois do show, uma mulher muito legal disse que gostou da apresentação e que eu me movia e pulava como um ‘Macaco’”, diverte-se. A conversa com a fã revelou uma conexão transcultural: “Ela disse que fazia capoeira, e acabou que eu estava fazendo aulas de capoeira na faculdade em San Francisco. Ela queria se encontrar para jogar na praia de manhã, mas o All You Can Eat ia partir para Curitiba naquela mesma noite”. A vontade de aproveitar a praia santista, no entanto, foi cobrada anos mais tarde. Devon retornou à cidade em uma turnê com a banda What Happens Next?. “O Boka nos disse que poderíamos surfar, mas acabou não tendo ondas. Estava um dia lindo e quente, e eu só tinha surfado com roupas de borracha na fria San Francisco. Infelizmente, perdi alguns momentos na Califórnia Brasileira!”, relembra o vocalista, citando o famoso apelido da região. O saldo da passagem do All You Can Eat em 1995 vai muito além dos 5 reais cobrados na porta do Teatro de Arena. O show provou que a Baixada Santista tinha força motriz, bandas de altíssimo nível para segurar um line-up e um público sedento por energia. Foi a noite em que Santos confirmou, com suor, fanzines e stage dives improvisados, que estava pronta para abraçar de vez a sua vocação underground.
Aquecimento Monsters of Rock 2026: transporte oficial, websérie documental e desafio para fãs

A ansiedade para a edição de 2026 do Monsters of Rock só aumenta. Após o anúncio do show de aquecimento (que acontece dia 2 de abril com Dirty Honey e Jayler, na Audio), a Mercury Concerts trouxe um pacote de novidades para mergulhar os fãs de vez no clima do festival. Além de garantir mais conforto com o anúncio do transporte oficial, a produtora lançou uma websérie documental e um desafio imperdível para os headbangers. Confira todos os detalhes: 🎬 Websérie Monsters 2026 Um dos festivais de rock mais icônicos do mundo ganhou sua própria série documental. Gravada em janeiro deste ano, a produção mergulha nos bastidores e na trajetória da edição brasileira, realizada desde 1994. A série conta com oito episódios transmitidos gratuitamente no canal oficial no YouTube (@monstersofrockbr). A estreia rolou no dia 13 de fevereiro, e toda sexta e terça-feira um novo episódio é lançado, cada um dedicado a uma das bandas do line-up de 2026. 🎸 Desafio Monsters (é amanhã!) Para quem gosta de provar que é fã de verdade, a Mercury Concerts lançou o Desafio Monsters. A edição virtual já foi um sucesso durante o Carnaval, com fãs exibindo tatuagens e criando monstros no Instagram. Mas a grande chance acontece amanhã, sábado (21), na versão presencial! O encontro será das 10h às 12h, na clássica Woodstock Rock Store. Haverá duas modalidades de competição: Os grandes campeões levarão para casa um Kit Exclusivo Monsters, recheado de itens especiais do evento. 🚌 Transporte oficial: conforto e segurança Pensando na comodidade (e na lei seca) do público, o festival anunciou seu serviço de transporte oficial, com pontos de embarque espalhados por diversos bairros da capital paulista e cidades vizinhas. Para garantir o lugar, basta acessar a Eventim, escolher o ponto e o horário. No dia do show, é só chegar com 15 minutos de antecedência e apresentar o QR Code. Confira os pontos de embarque disponíveis: