Documentário “Iron Maiden: Burning Ambition” chega aos cinemas mundiais em maio

Um novo documentário recontando as cinco décadas de carreira do Iron Maiden chegará aos cinemas de todo o mundo no mês de maio. A estreia cinematográfica está marcada para o dia 7 de maio. Para os fãs ansiosos, as vendas de ingressos terão início no dia 18 de março. Arquivos oficiais e convidados de peso no documentário do Iron Dirigido por Malcolm Venville, o filme Iron Maiden: Burning Ambition conta com a participação dos próprios membros da banda e de seu co-empresário, Rod Smallwood. A produção também traz depoimentos de fãs famosos de diversas áreas, incluindo o ator Javier Bardem, o baterista do Metallica Lars Ulrich e o frontman do Public Enemy, Chuck D. A sinopse oficial destaca que o filme teve um acesso sem precedentes aos arquivos oficiais da banda. O documentário mapeia as cinco décadas da jornada do grupo, oferecendo um olhar íntimo sobre a sua visão e sobre a conexão inabalável com o seu exército global de fãs. Vale lembrar que o Iron Maiden foi formado no leste de Londres em 1975 e lançou seu álbum de estreia cinco anos depois. Ao longo de sua história gloriosa, o grupo gravou 17 álbuns de estúdio (sendo o mais recente Senjutsu, de 2021) e realizou quase 2.500 shows pelo mundo afora. Turnê e festivais O lançamento do filme coincide com a atual turnê da banda, a aguardada Run For Your Lives. A rota europeia inclui a celebração única do EddFest, que acontecerá no Knebworth Park no dia 11 de julho. O festival, cujo nome homenageia o famoso mascote Eddie, acontecerá quase duas décadas após a banda ter sido a atração principal de uma versão anterior do evento em Bangalore, na Índia. O evento promete ser uma verdadeira celebração do heavy metal: Além da Europa, as lendas do metal também foram anunciadas como a atração principal do primeiro dia do festival Louder Than Life, que acontecerá em Louisville, Kentucky, no mês de setembro. Eles dividirão a escalação do festival de rock e metal com nomes de peso como My Chemical Romance, Tool e Limp Bizkit.

Conheça os indicados ao Rock & Roll Hall of Fame 2026

A fundação do Rock & Roll Hall of Fame revelou oficialmente a sua lista de indicados para a classe de 2026, e a seleção deste ano é um verdadeiro peso-pesado que abraça o rock, o rap, o R&B e o pop. A seleção traz nomes lendários que já vinham batendo na porta da instituição há algum tempo, além de estreantes fortíssimos que finalmente se tornaram elegíveis. Veteranos e os estreantes do Rock & Roll Hall of Fame 2026 Para ser elegível ao Hall da Fama, o artista ou banda precisa ter lançado sua primeira gravação comercial há pelo menos 25 anos. Na lista de veteranos e nomes que retornam à disputa, o rock marca presença forte com os gigantes do heavy metal Iron Maiden, os irmãos encrenqueiros do Oasis, o marco do pós-punk Joy Division and New Order, além de The Black Crowes e Billy Idol. A lista também traz as estrelas Sade, Phil Collins e Mariah Carey. Mas o grande destaque vai para a chuva de talentos sendo indicados pela primeira vez. Representando o peso do hip-hop, o lendário Wu-Tang Clan faz sua estreia na lista ao lado de ícones do rock alternativo como Jeff Buckley e INXS. O grupo de estreantes é completado por Lauryn Hill, Melissa Etheridge, Luther Vandross, New Edition, Shakira e P!NK. “Esquecidos” e o calendário Como em todo ano, as ausências (os famosos snubs) também geram muito debate. Mesmo já sendo elegíveis, nomes fortes do indie rock que despontaram na virada do milênio, como The Strokes e Yeah Yeah Yeahs, ficaram de fora da lista desta vez, assim como a cantora Alicia Keys. A organização revelará os grandes vencedores e induzidos em abril, enquanto a tradicional e estrelada cerimônia oficial de introdução acontecerá no outono norte-americano (entre setembro e novembro). Vale lembrar que a badalada classe de 2025 do Rock Hall eternizou os nomes de Cyndi Lauper, Outkast, Salt-N-Pepa e The White Stripes. 🎸 Resumo dos indicados ao Rock & Roll Hall of Fame Rock e alternativo Rap, R&B e Pop:

Social Distortion quebra hiato de 15 anos com o álbum “Born To Kill”

Para os órfãos do punk rock de Orange County, a espera finalmente acabou, e a notícia vem com gosto de superação. O Social Distortion anunciou seu oitavo álbum de estúdio, batizado de Born To Kill. Com lançamento marcado para o dia 8 de maio via Epitaph Records, o disco encerra um doloroso hiato de 15 anos sem material inédito. Mais do que isso: é o primeiro trabalho da banda desde que o icônico frontman Mike Ness passou por um bem-sucedido tratamento contra o câncer. Boogie rock, lendas e arte de peso em Born To Kill, som novo do Social Distortion A faixa-título já está entre nós e ganhou um videoclipe oficial. A música é um boogie rocker turbinado com a energia punk clássica da banda, trazendo referências líricas diretas a gigantes como Iggy Pop, David Bowie e Lou Reed. E para quem estava com saudade, a voz de Mike Ness continua tão inconfundível e áspera quanto antes. Para garantir que o retorno fosse histórico, Ness co-produziu o disco ao lado do veterano Dave Sardy. O álbum é recheado de participações de peso, incluindo a lenda do country/folk Lucinda Williams e Benmont Tench (tecladista do The Heartbreakers, de Tom Petty). A estética visual não ficou para trás: a arte da capa foi assinada pelo próprio Mike Ness em colaboração com o renomado artista Shepard Fairey (famoso pela campanha Hope e pela marca Obey). Turnê explosiva (por enquanto, só nos EUA) Para celebrar a nova era, a banda anunciou uma turnê massiva pela América do Norte que é um verdadeiro sonho para qualquer fã do gênero. O Social Distortion cairá na estrada acompanhado pelos veteranos californianos do Descendents e pelos punks australianos do The Chats. A rota começa no fim de agosto no Arizona e cruza os Estados Unidos até outubro. Os ingressos para os shows começam a ser vendidos nesta sexta-feira (27 de fevereiro), às 10h (horário local). Aos fãs brasileiros, resta torcer para que o sucesso do retorno traga os caras de volta aos palcos da América do Sul em um futuro próximo. Curiosidade bônus: Aproveitando o embalo, o Descendents também anunciou a reedição em vinil bubblegum (chiclete) do seu clássico álbum Enjoy! (1986).

Blink-182 faz seu único show de 2026 e deixa fãs em alerta

Após passarem boa parte dos últimos anos na estrada promovendo o excelente disco de reunião One More Time… (2023), as lendas do pop-punk do Blink-182 parecem estar prontas para sair dos holofotes (pelo menos dos palcos) pelo resto deste ano. No último domingo, dia 22 de fevereiro, o trio subiu ao palco para ser a atração principal do Innings Festival, no Tempe Beach Park, nos Estados Unidos. O que o público não sabia com antecedência era o peso daquela noite. Logo após a quinta música do setlist, pouco antes de tocarem Dance With Me, o baixista e vocalista Mark Hoppus pegou o microfone e mandou a real para a plateia: “Este é o nosso único show deste ano inteiro, então sejam bem-vindos a ele.” Férias merecidas ou disco novo a caminho? A declaração de Mark deixou uma pulga atrás da orelha dos fãs: será que Mark, Tom e Travis estão apenas tirando um merecido descanso após a turnê mundial massiva, ou vão se trancar no estúdio para trabalhar em músicas inéditas? As pistas apontam para o estúdio. Em julho do ano passado (2025), o guitarrista e vocalista Tom DeLonge deixou escapar em uma entrevista à revista Kerrang! que os planos de gravação já estavam no radar: “Eu provavelmente começarei a fazer algumas demos para o blink em breve. Tenho que começar a trabalhar na gravação de algumas coisas agora, porque estarei fora por um tempo quando normalmente começaria no ano que vem…” Independentemente do que o futuro reserva para o resto de 2026, a apresentação no Innings Festival entregou tudo o que os fãs queriam ouvir, mesclando os clássicos absolutos com a energia do último disco. 🎸 Setlist: Blink-182 no Innings Festival (22/02/2026)

Foo Fighters estreia a inédita “Of All People” em show intimista

O novo álbum do Foo Fighters, Your Favorite Toy, não será lançado até abril, mas Dave Grohl e sua banda já compartilharam vários teasers, seja na forma de um single oficial ou de uma série de breves trechos no Instagram. O grupo está atualmente na Irlanda, onde tocou a faixa inédita Of All People ao vivo pela primeira vez. A apresentação carrega um peso histórico e emocional gigantesco para os fãs da banda e do Nirvana. Luto por Kurt Cobain No último domingo, o Foo Fighters estreou Of All People em uma pequena igreja durante a gravação da série de TV irlandesa Other Voices. Como um bônus especial para os fãs mais antigos, eles também tocaram a música A320 (da trilha sonora de Godzilla) pela primeira vez em 26 anos. O público terá que esperar o episódio ir ao ar para conferir a gravação, mas o programa tem um significado poderoso para Grohl, pois é filmado em Dingle, West Kerry. A história conta que, após a morte de Kurt Cobain em 1994, Grohl viajou para Kerry para vivenciar o luto e acabou passando de carro por um garoto que usava uma camiseta do Nirvana. Esse momento o motivou a voltar aos EUA e iniciar uma outra banda. Shows pop-up e substituição nas guitarras Além da gravação na igreja, o grupo anunciou uma série de shows pop-up de última hora no Reino Unido e na Irlanda durante o fim de semana. Na noite passada, o Foo Fighters tocou para um pequeno público em Dublin, onde executaram Of All People novamente. Uma mudança temporária, mas importante na formação: o músico Jason Falkner está substituindo o guitarrista Pat Smear, que se encontra lesionado. A banda retornará ao Reino Unido e à União Europeia em junho para tocar em estádios. Como o próprio Dave Grohl declarou no programa de Graham Norton na última sexta-feira: “O Reino Unido ama música rock ’n’ roll, simplesmente ama”.

American Football lança “Bad Moons” e detalha o novo álbum LP4

O American Football surpreendeu os fãs com o lançamento de Bad Moons, um single monumental de oito minutos de duração. A faixa é o primeiro gostinho do aguardado quarto álbum de estúdio da banda, American Football (LP4), que tem lançamento marcado para o dia 1º de maio via Polyvinyl Record Co. Com produção assinada por Sonny DiPerri, a música foi originalmente concebida como duas ideias distintas. A versão final permite que toda a intensidade emocional transborde: a canção se constrói sobre um sample repetitivo de uma suave harpa dedilhada, evoluindo com as guitarras intricadas clássicas da banda até explodir em uma jam intensa e pulsante na segunda metade. Duas crianças em um sobretudo O vocalista Mike Kinsella descreveu Bad Moons como um verdadeiro Frankenstein sonoro, que une o lado lúdico de instrumentos de brinquedo com o desespero de guitarras estridentes. “O maior desafio foi criar uma ponte temática entre a inocência e a leveza do primeiro ato e o desespero profundo do segundo”, explica Kinsella. “Decidi começar a música como uma criança. Ou melhor… duas. Empilhadas dentro de um único sobretudo; secretamente, relutantemente vivendo a vida de um homem adulto, acumulando seus erros e culpas ao longo do caminho. Uma confissão catártica.” A tradução visual dessa carga emocional ficou nas mãos dos diretores Alex Acy e Rémi Belleville. O videoclipe de Bad Moons traz uma montagem belíssima em câmera lenta que escancara a fragilidade do amadurecimento. Segundo Alex Acy, o clipe foi ancorado no Canadá rural por um motivo muito específico: “Rémi e eu crescemos juntos em Quebec, e a região e o Meio-Oeste dos EUA são muito parecidos em vários aspectos. Meninos costumam ter dificuldade em entender a empatia, o que leva a muitas atitudes tolas e arrependidas. Sentimos que podíamos nos conectar a esse conceito de um ponto de vista honesto”. Peso do LP4 e o ativismo na turnê A nova música pavimenta o caminho para um LP4 denso, dissonante e confrontacional. O álbum promete encarar de frente as realidades mais duras da vida, como luto, concessões e a desorientação da meia-idade. Para divulgar o trabalho, a banda cairá na estrada a partir de maio para uma extensa turnê mundial pela América do Norte, Europa e Ásia. Reforçando o caráter ativista que sempre permeou a cena punk e emo, o American Football não fechou os olhos para o cenário político. Em resposta à violência e intimidação relacionadas às ações do ICE (Immigration and Customs Enforcement) nos Estados Unidos, o grupo firmou uma parceria com a PLUS1. A banda doará US$ 1 / £ 1 / € 1 de cada ingresso vendido na turnê para a Safe Passage International e a Illinois Coalition for Immigration & Refugee Rights, apoiando a defesa dos direitos de imigrantes e refugiados.

Astra Vaga explora os bastidores do álbum no clipe de “Ninguém me vê”

Após estrear com o elogiado disco Unção Honrosa logo no início deste ano, o projeto de pop alternativo português Astra Vaga, idealizado pelo músico Pedro Ledo, acaba de dar um novo presente visual aos fãs. O artista lançou o videoclipe da faixa Ninguém me vê, que foge do formato tradicional e assume a roupagem de um mini-documentário profundo e intimista sobre o nascimento do projeto e as dores do processo criativo. Estética analógica e o processo nu e cru O vídeo traz uma estética analógica nostálgica e funciona como um verdadeiro diário de bordo. A câmera acompanha de perto todas as etapas da jornada do músico, mostrando: Frustrações e a necessidade de existir A escolha de Ninguém me vê para guiar esse mini-documentário não foi por acaso. A música é um retrato fiel das frustrações, incertezas e dúvidas que assombram quem decide criar algo do zero. “O processo nunca é tão linear quanto se imagina, especialmente porque fui mudando de casa ao longo do tempo e tive que construir novamente um espaço para trabalhar”, desabafa o artista. “A música retrata exatamente as frustrações de quem está concebendo algo criativo. Existe a vontade constante de desistir e o questionamento se afinal tudo valerá a pena. A única resposta que encontrei até hoje é que não conheço outro jeito de viver a não ser através da expressão artística; por isso, não o fazer, seria deixar de existir.” Ledo também faz questão de usar o clipe para exaltar o trabalho coletivo: “Dá para entender que nada se faz sozinho e que só com uma equipe de amigos conseguimos fazer coisas grandes, sozinhos não vamos longe.” Dream pop, pós-punk e a essência do Astra Vaga Surgido em 2025, o Astra Vaga marca o momento em que Pedro Ledo, músico já conhecido na cena underground portuguesa por integrar as bandas The Miami Flu e Lululemon, assumiu integralmente sua própria criação artística. Lançado pelo selo Saliva Diva e produzido pelo próprio artista, o álbum Unção Honrosa cruza influências de dream pop, pós-punk e pop alternativo. Liricamente, o disco é um mergulho corajoso em temas espinhosos como depressão, saudade, desencanto amoroso e a dura reconciliação com o passado.

Review faixa a faixa: New Found Glory retorna com força em “Listen Up!” e reafirma legado no pop-punk

Quase três décadas depois de surgir como um dos pilares do pop-punk moderno, o New Found Glory retorna com Listen Up!, um álbum que reafirma a identidade da banda ao mesmo tempo em que dialoga com maturidade, resistência e pertencimento. Em Listen Up!, o New Found Glory aposta naquilo que sempre soube fazer melhor: refrões explosivos, guitarras afiadas e letras que transformam conflitos pessoais em combustível emocional. O resultado é um disco que não reinventa o gênero, mas reforça por que o nome da banda ainda segue relevante em 2026. A abertura com Boom Roasted já deixa claro que Listen Up! não pretende ser discreto. O riff inicial é urgente, quase nostálgico, remetendo diretamente à fase clássica do NFG. A letra critica a espetacularização da dor e ironiza a cultura da exposição, enquanto o instrumental mantém a vibração crua que consolidou o grupo no início dos anos 2000. Em seguida, 100% mantém o ritmo acelerado e entrega um dos refrões mais grudentos do álbum. É pop-punk direto ao ponto, com versos rápidos e uma mensagem otimista e que imagino que funciona muito bem ao vivo. Laugh It Off desacelera levemente a tensão para apostar em dinâmica melódica e narrativa relacional. Há um equilíbrio interessante entre leveza e frustração, sustentado por uma estrutura que valoriza o contraste entre versos contidos e refrão expansivo. A Love Song, apesar do título simples, surge com guitarras firmes e energia consistente, reafirmando o compromisso com melodias acessíveis sem abrir mão da intensidade. Um dos momentos mais marcantes de Listen Up! aparece em Beer and Blood Stains. A faixa mergulha na nostalgia dos primeiros anos da banda, evocando memórias de clubes pequenos, turnês caóticas e noites marcadas por excessos. Musicalmente, é uma das composições mais sólidas do álbum, combinando peso e melodia com naturalidade. Medicine introduz um clima mais introspectivo, com linha de baixo destacada e atmosfera levemente mais sombria. A banda explora vulnerabilidade sem abandonar o formato pop-punk que define sua assinatura. Treat Yourself retoma a energia positiva com uma mensagem de autocuidado e resiliência. Ainda que a abordagem soe direta demais em alguns momentos, a música cumpre seu papel dentro da proposta do álbum ao reforçar a conexão emocional com o público. Dream Born Again funciona como um respiro melódico, trazendo um clima mais contemplativo e mostrando que o New Found Glory ainda sabe trabalhar nuances dentro de uma fórmula conhecida. Na reta final, You Got This aposta em um refrão feito sob medida para grandes coros. É simples, quase ingênua em sua mensagem motivacional, mas eficaz na construção de atmosfera coletiva. O encerramento com Frankenstein’s Monster adiciona peso emocional ao conjunto. A faixa aborda batalhas internas e desafios pessoais com intensidade sincera, transformando fragilidade em potência sonora. No panorama geral, Listen Up! reafirma o New Found Glory como um dos nomes mais consistentes do pop-punk. O álbum pode não apresentar rupturas radicais, mas demonstra confiança criativa e domínio da própria linguagem. Para fãs antigos, funciona como reencontro. Para novos ouvintes, é uma porta de entrada acessível para entender por que o NFG permanece como referência do gênero. Em tempos de revisitações constantes ao pop-punk, a banda mostra que não vive apenas de nostalgia, mas de continuidade consciente de seu legado.

Atração do Bangers Open Air, In Flames anuncia show solo em São Paulo

A escalação de side shows do Bangers Open Air continua rendendo excelentes notícias para os headbangers brasileiros. A organização do festival acaba de confirmar uma apresentação exclusiva da lenda sueca In Flames em São Paulo. O show acontecerá na Audio, no dia 23 de abril de 2026, trazendo toda a bagagem de uma das bandas mais influentes da história da música extrema. Arquitetos do death metal melódico Criado em 1990 na cidade de Gotemburgo, na Suécia, o In Flames começou como uma aposta ousada no underground. Idealizada pelo guitarrista Jesper Strömblad, a banda mesclou a agressividade brutal do death metal com as harmonias e os solos dobrados inspirados no heavy metal tradicional (como o do Iron Maiden). Essa fusão magistral se tornaria a pedra fundamental do chamado Gothenburg Sound, um estilo que definiria toda uma geração do metal melódico escandinavo e moldaria vertentes como o metalcore nos anos 2000. Evolução e o aclamado “Foregone” Com a entrada de Daniel Svensson na bateria e Björn Gelotte assumindo definitivamente as guitarras, a banda lançou clássicos absolutos como Colony (1999) e Clayman (2000). O grupo nunca teve medo de evoluir, incorporando elementos modernos e vocais limpos em discos de sucesso mundial como Reroute to Remain (2002) e Come Clarity (2006). Atualmente liderado pela dupla inseparável Anders Fridén (vocal) e Björn Gelotte (guitarra), o In Flames chega ao Brasil promovendo seu trabalho mais recente, Foregone (2023). O disco foi aclamado por público e crítica por resgatar o equilíbrio perfeito entre o peso esmagador e a melodia marcante que sempre ditaram a trajetória dos suecos. 🎫 Serviço: In Flames na Audio (SP)