Lollapalooza Brasil 2026 divulga esquema oficial de transportes com metrô 24h e transfer

A contagem regressiva para a 13ª edição do Lollapalooza Brasil está na reta final, e a organização do festival divulgou o guia definitivo para você planejar a sua ida e volta do Autódromo de Interlagos com tranquilidade. Como de costume, as ruas no entorno do Autódromo terão acesso rigorosamente restrito, com bloqueios para motos, carros particulares e até veículos de aplicativo. A regra de ouro é: use o transporte oficial ou público. Para garantir que o público não passe perrengue, o evento firmou uma megaoperação com a ViaMobilidade, ViaQuatro, TIC Trens, CPTM e Metrô. Confira abaixo as melhores opções para o seu trajeto: 🚇 Metrô e trem 24 horas A clássica e econômica Linha 9-Esmeralda segue como a rota principal de chegada, sem necessidade de compra antecipada de bilhetes especiais. O grande diferencial deste ano é o funcionamento em esquema 24 horas a partir de sexta-feira. 🚄 Trem Expresso (sem paradas) Quer fugir das baldeações e vagões lotados? O Trem Expresso da ViaMobilidade é a solução. O serviço terá partidas a cada 30 minutos das estações Pinheiros e Morumbi, indo direto (sem paradas) até a Estação Cidade Dutra, que fica a apenas 4 minutos de caminhada do Portão G do festival. 🚌 Lolla Transfer Para quem busca o máximo de conforto, o Lolla Transfer é o único serviço de ônibus executivo oficial que possui permissão para embarcar e desembarcar os fãs dentro do Autódromo de Interlagos. Os veículos são climatizados, possuem assentos reclináveis e banheiros. São oito pontos de embarque espalhados por pontos estratégicos de São Paulo, ABC e Campinas, incluindo hotéis da rede Ibis, Transamerica Congonhas, Holiday Inn Anhembi e Praça Armando de Sales Oliveira (Ibirapuera).

Arnaldo Antunes anuncia show com Marisa Monte, Ana Frango Elétrico e Vandal em SP

O ex-Titã Arnaldo Antunes anunciou um show inédito e histórico no Espaço Unimed, em São Paulo, marcado para o dia 22 de maio (sexta-feira). Para celebrar a turnê do seu disco mais recente, Novo Mundo (2025), o cantor e poeta convidou ninguém menos que Marisa Monte, Ana Frango Elétrico e Vandal para dividirem o palco. A noite será registrada para dar origem a um álbum ao vivo e um projeto audiovisual. Peso de “Novo Mundo” e o palco visual de Arnaldo Antunes Se nos últimos anos Arnaldo excursionou com o espetáculo intimista Lágrimas no Mar (ao lado do pianista Vitor Araújo), a fase Novo Mundo traz uma sonoridade muito mais pesada, dançante e urgente, refletindo as angústias dos tempos atuais. Acompanhado de uma banda espetacular, que conta com nomes como Curumin (bateria) e Kiko Dinucci (guitarras), Arnaldo traz um show com direção artística de Batman Zavareze. Esqueça os tradicionais painéis de LED: a cenografia aposta pesado em luzes e lasers como elementos narrativos, criando atmosferas e sombras que “dançam” com as canções. Setlist imprevisível “Poder celebrar esse momento juntando pela primeira vez no palco Marisa, Ana e Vandal, artistas que participaram do álbum, é motivo de imensa gratificação e alegria”, conta Arnaldo Antunes. * 🎫 Serviço

The Second Half of the Sun estreia com a hipnótica “Time’s Super Run”

Em uma era dominada pela urgência dos algoritmos e por músicas que entregam o refrão nos primeiros quinze segundos, estrear com uma faixa tensa, imersiva e de 7 minutos de duração é um ato de coragem e de resistência artística. É exatamente esse o convite que o duo The Second Half of the Sun faz ao público nesta quinta-feira (5) com o lançamento do seu primeiro single, Time’s Super Run. Encontro de duas mentes criativas do The Second Half of the Sun O projeto nasce da união de dois músicos já muito experientes e respeitados na cena paulista: Will Geraldo (Violent Attitude If Noticed, The Opposite of Hate) e Leandro TG Mendes (Do Culto ao Coma). A sonoridade da dupla não se prende a moldes fixos. A música passeia com fluidez pelo espaço que existe entre o pop eletrônico e o metal industrial, equilibrando ritmos programados de forma milimétrica com a performance humana das guitarras. O grande trunfo de Time’s Super Run é a sua construção baseada na repetição e no controle. Não espere por clímax evidentes ou viradas dramáticas fáceis; a música constrói uma atmosfera envolvente que hipnotiza os ouvidos mais atentos, desenvolvendo-se gradualmente. Composição como terapia Para a dupla, a criatividade e a execução caminham de mãos dadas com a reflexão existencial. O próprio nome da banda já carrega esse tom dilatado e contemplativo sobre a passagem do tempo, que é, inclusive, o tema central que guia as jornadas do projeto. “A ideia inicial era simplesmente exercitar nossa criatividade e dar forma a pensamentos musicais e existenciais por meio de algumas músicas, quase como uma oficina de composição”, revela Will. Leandro complementa a dinâmica do duo: “Costumamos brincar que nossas sessões de gravação também são sessões de terapia”. Muitas vezes, a dupla deixa a cama instrumental guiar os sentimentos primeiro, para só depois decidir onde e como as linhas vocais (e as mensagens) devem se encaixar nessa arquitetura sonora.

Lúcio Maia lança o imersivo clipe de “Fetish Motel”

Fundador da Nação Zumbi e um dos arquitetos do manguebeat, Lúcio Maia disponibilizou nesta quinta-feira (5) o seu novo single e videoclipe, Fetish Motel. O lançamento, que sai pelo selo Opium em parceria com a ForMusic Records, é a primeira grande amostra do seu segundo e homônimo disco solo, que tem data de chegada às plataformas marcada para o dia 16 de abril de 2026. Atmosfera cinematográfica Se você espera apenas riffs de guitarra tradicionais, prepare-se para ser surpreendido. “Fetish Motel” é uma viagem sensorial que mistura elementos de dark funk com sintetizadores marcantes. A atmosfera cinematográfica da faixa remete diretamente à estética dos clássicos filmes noir dos anos 1960. Segundo o próprio artista, a música serve como uma trilha sonora para os encontros com os seres que habitam o nosso interior, uma exploração profunda da fantasia individual e daquela linha tênue entre o real e o imaginário. A ficha técnica é de peso. Além da produção assinada pelo próprio Lúcio, a faixa conta com a mixagem do lendário Mario Caldato Jr. (conhecido por seus trabalhos geniais com os Beastie Boys e Marcelo D2). A banda de apoio traz Arquétipo Rafa na bateria, Marco Gerez no baixo e Pedro Regada nos synths, consolidando a música como um dos grandes destaques do pop alternativo instrumental deste ano. O clipe imersivo tem direção e produção de Miwa Shimosakai. 🎫 Lançamento ao vivo no Sesc Avenida Paulista Para celebrar a chegada de Fetish Motel e já preparar o terreno para o próximo single (Tábua das Horas), o guitarrista fará um show imperdível na capital paulista no sábado, dia 14 de março, às 19h30, no Sesc Avenida Paulista. As novas faixas do repertório flertam com o futurismo, movimento do início do século 20 que exaltava a modernidade, a velocidade e a tecnologia. O espetáculo visual ficará completo com as projeções operadas por Miwa Shimosakai e Julia Ro, além da iluminação de Cris Souto. * 🎫 Serviço: Lúcio Maia em São Paulo

Felipe Antunes lança samba urbano e reflexivo “Pode Apostar”

O cantor e compositor Felipe Antunes apresentou ao público o single Pode Apostar, um samba envolvente que inaugura os primeiros passos de seu próximo álbum de estúdio, Dança do Universo (com previsão de lançamento para abril). Com um olhar urbano e uma pulsação coletiva, a nova fase amplia a pesquisa do artista em torno das relações humanas. A proposta é uma travessia sensorial que busca no encontro e no movimento as respostas para as nossas mais profundas inquietações individuais. Do mar para o asfalto Se no seu aclamado trabalho anterior, Embarcação, Felipe usava um mar metafórico para falar de forças que tentam nos afundar e movimentos que nos mantêm à tona, agora o foco desce para o chão da cidade e para as conversas que nos atravessam diariamente. Pode Apostar nasce como um samba sofisticado, que entende o amor e as relações não como uma disputa de egos, mas como uma construção inteiramente compartilhada. A ética afetiva da canção propõe trocar a competição pela escuta, como o próprio artista canta de forma brilhante. “Não há quem perca, nem vai ganhar / Uma conversa sempre vai ser / Uma conversa, não pra vencer”. O samba sustenta lindamente a tensão entre a individualidade e o coletivo, reafirmando que amadurecer também é reaprender a dialogar em um mundo cada vez mais ruidoso. DNA criativo de Felipe Antunes Para quem acompanha a cena mais atenta da música nacional, o talento de Felipe Antunes não é novidade. Com uma trajetória marcada pelo diálogo fluido entre música, literatura e artes cênicas, ele consolida sua identidade autoral transitando entre os palcos, os estúdios e a dramaturgia. O currículo fala por si: o artista já foi indicado três vezes ao Grammy Latino com a excelente banda Vitrola Sintética. Além disso, assina trilhas premiadas para o teatro e projetos híbridos aclamados, como o Visão Noturna, ao lado do multiartista angolano Nástio Mosquito.

Venom anuncia o brutal álbum “Into Oblivion” e lança single inédito

A lendária banda britânica Venom anunciou o lançamento do seu 16º álbum de estúdio, Into Oblivion. O disco chegará ao mercado no dia 1º de maio de 2026, através da gravadora Noise/BMG. Para já dar um gosto do caos sonoro que está por vir, o trio liberou nas plataformas digitais o primeiro single do projeto, a explosiva Lay Down Your Soul. Legado e a formação mais duradoura do Venom Formado em Newcastle em 1979, o Venom dispensaria apresentações. O grupo é amplamente reconhecido como um dos mais influentes da história, tendo literalmente batizado e pavimentado o caminho para o desenvolvimento do black metal. Décadas depois, o legado da banda continua inspirando gerações dentro da música pesada. Into Oblivion marca o primeiro material inédito do grupo desde Storm The Gates (2018). O trabalho traz a formação consolidada por Cronos (baixo, vocais e membro fundador), Rage (guitarra) e Dante (bateria). A química do disco reflete a longevidade dessa line-up, que já soma impressionantes 17 anos juntos. “Passou num piscar de olhos! Tudo se resume à amizade e ao respeito mútuo”, resume o baterista Dante. Sangue, suor e “Lay Down Your Soul” O álbum reúne 13 faixas que carregam o DNA clássico do Venom: peso absoluto, atmosfera sombria e refrões marcantes feitos para berrar ao vivo. A produção mistura o espírito cru dos anos 80 com uma abordagem ligeiramente mais moderna e progressiva. O processo de criação levou anos, esbarrando na pandemia e na obsessão da banda em alcançar o resultado perfeito. “Este álbum realmente ultrapassou limites, mas se você quer fazer um disco matador, paga por isso com sangue, suor e lágrimas”, cravou o frontman Cronos. O guitarrista Rage endossa o peso da obra: “Estou extremamente orgulhoso deste álbum, é impressionante! Ele soa diferente, mas ao mesmo tempo familiar. A sonoridade deu um grande salto.” O single de estreia, Lay Down Your Soul, é a prova viva dessa evolução. Com uma energia que remete diretamente à clássica faixa “Black Metal”, a música promete se tornar um novo hino nos mosh pits. “Acho saudável reconhecer coisas do passado e trazê-las para um novo contexto. Os fãs vão enlouquecer com isso”, completa Cronos. Formatos Into Oblivion já está disponível em pré-venda e chegará aos fãs em formatos de colecionador. Atenção colecionadores: As pré-vendas das edições físicas feitas diretamente pela loja da Noise Records incluirão um photo card limitado assinado por Cronos, Dante e Rage (enquanto durarem os estoques). Tracklist de “Into Oblivion”:

Mariana Nolasco reúne 12 artistas na versão ao vivo de “Pra Todas as Mulheres”

Antecipando as reflexões e a força do Dia Internacional da Mulher, a cantora e compositora Mariana Nolasco entregou ao público um lançamento de arrepiar. Nesta quinta-feira (5), chegou às plataformas de streaming e ao YouTube a versão ao vivo e o videoclipe de Pra Todas as Mulheres. O lançamento, via Ditto Music, amplia de forma grandiosa o significado da canção original. O que nasceu inicialmente como um desabafo íntimo e pessoal de Mariana, hoje se consolida como um poderoso chamado coletivo de união e resistência. Set 100% feminino de Mariana Nolasco A letra, que diz “Abafaram nossa voz, mas se esqueceram de que não estamos sós”, ganha um contorno emocionante nessa releitura. Se antes Mariana cantava a faixa sozinha, agora a música se transforma em um verdadeiro coral de vozes e talentos. Ao todo, 12 mulheres ocupam a cena no videoclipe: E o engajamento foi além das câmeras. Todo o projeto, passando pela produção, fotografia, direção criativa e direção musical, foi realizado exclusivamente por mulheres. “Foi mágico olhar pro meu lado no set e ver tanta mulher incrível junta”, comemora a cantora. Fim de uma era irracional No foco central da canção está a busca incessante por respeito, cura e transformação estrutural. O trecho “diga sim para o fim de uma era irracional, patriarcal” funciona como um manifesto urgente. “É como se a gente tivesse chegado em um nível de estafa mental e cansaço tão grande, que representa um basta. É uma cura em finalmente conseguir se posicionar, dizer ‘não’ e não sentir culpa por isso”, reflete Mariana Nolasco.

Entrevista | Dirty Honey – “Se as músicas estiverem prontas, apresentaremos material inédito”

O rock and roll clássico encontrou um novo fôlego na última década, e o Dirty Honey é, sem dúvida, um dos protagonistas dessa revitalização. Liderada pelo carismático vocalista Marc LaBelle, a banda californiana finalmente desembarca no Brasil em abril para uma sequência de shows. A jornada começa em São Paulo, no dia 2 de abril, com um show íntimo na Audio ao lado da banda Jayler. Poucos dias depois, no dia 4, eles encaram a imensidão do Allianz Parque como uma das atrações do prestigiado festival Monsters of Rock, que terá o Guns n’ Roses como headliner. Para encerrar a passagem, o grupo desce para o Rio de Janeiro no dia 5 de abril, dividindo o palco do Qualistage com Jayler e as lendas do Lynyrd Skynyrd. Em conversa via Zoom com o Blog n’ Roll, Marc LaBelle não escondeu o entusiasmo. Direto da Califórnia, o vocalista revelou que a expectativa para tocar na América do Sul é antiga, alimentada por relatos de bandas amigas como Guns N’ Roses e Black Crowes sobre a energia surreal do público brasileiro. “Eles dizem que é um dos melhores do mundo”, afirmou Marc, que já está até tentando arriscar algumas palavras em português para as apresentações. Além da ansiedade pela estreia, a banda traz novidades na bagagem. Atualmente em estúdio trabalhando no sucessor do elogiado álbum Can’t Find the Brakes (2023), LaBelle sugeriu que o público brasileiro pode ser o primeiro no mundo a ouvir composições inéditas ao vivo. Para ele, o palco é o lugar onde a verdade da música aparece, longe da perfeição estéril dos computadores e da inteligência artificial. A paixão de Marc, no entanto, não se restringe apenas aos palcos. Durante a entrevista, o músico traçou paralelos interessantes entre a disciplina necessária no rock e sua dedicação aos esportes, como o hóquei no gelo e o surfe. Essa mentalidade de “atleta” se traduz em uma performance vigorosa e em um respeito profundo pelas instituições do gênero, como o próprio Lynyrd Skynyrd, com quem ele está ansioso para dividir a noite no Rio. Leia entrevista completa abaixo. Esta é a primeira vez do Dirty Honey no Brasil e vocês têm uma agenda cheia: Monsters of Rock, show solo em São Paulo e um show com o Lynyrd Skynyrd no Rio. O que você ouviu de bandas amigas, como Guns N’ Roses ou Black Crowes, sobre o público brasileiro? Que eles são incríveis e alguns dos melhores do mundo. Então, sim, estamos super empolgados para descer e vivenciar isso por nós mesmos e, finalmente, tocar na América do Sul. Demorou muito e estava na nossa lista de desejos há bastante tempo. Eles te deram alguma dica? Acabei de receber uma hoje cedo: começar a aprender um pouco de português. Tipo “olá, como vai você?”. Eu sei essas, claro. Preciso descobrir como apresentar algumas músicas em português ou dizer algo como “é um prazer estar aqui”, algo bom. Vamos bolar algo legal. E com três shows em formatos diferentes, um festival enorme e duas casas menores, como vocês planejam o setlist? Tem espaço para surpresas no show do Dirty Honey? Sim, bem, estamos trabalhando em um novo álbum desde que terminamos a turnê em outubro, então esperamos que as músicas estejam prontas quando chegarmos aí. Estaremos no estúdio praticamente todo esse tempo antes do festival. Se as músicas estiverem prontas e nos sentirmos confiantes para tocá-las, apresentaremos material inédito. Então os brasileiros podem ser os primeiros a ouvir? Pode ser, sim. Só espero que fiquem prontas a tempo. No Rio, vocês dividem o palco com o Lynyrd Skynyrd. Sendo o Dirty Honey uma banda que revitaliza o classic rock, como é dividir o cartaz com uma das maiores instituições do gênero? Já teve chance de falar com o Johnny Van Zant sobre essa parceria? Não, ainda não. Será a primeira vez que tocaremos especificamente com eles. Somos grandes fãs de Skynyrd, obviamente. É uma formação diferente da banda dos anos 70, mas acho que será incrível. Eles têm tantas músicas fundamentais do rock and roll. É louco pensar que tocaremos com dois gigantes (Skynyrd e Guns N’ Roses no Monsters). Estou animado para ver o show deles como fã. Vocês já abriram para KISS, Guns N’ Roses e Slash. Qual foi a lição mais valiosa que você aprendeu observando esses veteranos da lateral do palco todas as noites? Acho que todos esses caras são apaixonados pela carreira, pela música e pela performance. Se você faz pelas razões certas, porque ama, o sucesso te encontra. Vejo o mesmo nos esportes. Eu jogo muito hóquei aqui na Califórnia e surfo. O sucesso encontra os atletas que são mais apaixonados pelo jogo, eles não praticam incessantemente só porque amam praticar, mas porque querem melhorar no jogo que tanto amam. É o mesmo com a composição. Slash ama tocar guitarra, é o verdadeiro amor dele. Chris Robinson ama cantar e fazer turnê. Para ter longevidade, não dá para fingir. Gene Simmons ama ganhar dinheiro (risos), ele vai continuar lá enquanto puder. Já que mencionou esportes, vi nas redes sociais que você foi para Milano Cortina (Jogos Olímpicos de Inverno). Você gosta tanto de esportes quanto de música? Eu cresci em Nova York, perto de Montreal, e joguei hóquei a vida toda. Tenho amigos que jogaram nas Olimpíadas. Foi uma experiência única assistir ao jogo da medalha de ouro, que acabou sendo lendário. E eu amo a Itália, morei lá no passado e volto várias vezes por ano. Foi a união de duas paixões: hóquei e Itália. Meu empresário também é fã de hóquei e fomos juntos. Eu já fui aos EUA, mas nunca vi hóquei, apenas NBA, NFL, UFC e beisebol. Meus dois esportes favoritos de ver ao vivo são hóquei e futebol. Beisebol é um pouco lento. O futebol americano também é lento e muito interrompido pelos comerciais da TV. Acho que a cultura sul-americana e europeia gostaria muito de hóquei no gelo porque é muito rápido e agressivo. Tem semelhanças com o futebol