Doyle, guitarrista do Misfits, volta ao Brasil em show único no Cine Joia

O guitarrista Doyle Wolfgang von Frankenstein, conhecido por sua passagem marcante pelo Misfits, retorna a São Paulo para uma apresentação exclusiva no dia 30 de abril, no Cine Joia. O evento é realizado pelas produtoras ND Productions e Powerline Music & Books, duas das mais ativas no circuito independente. Figura central na construção da linguagem sonora e visual do horror punk, Doyle, nome artístico de Wolfgang von Frankenstein, ganhou notoriedade ao integrar o Misfits no início dos anos 1980. Irmão de Jerry Only, cofundador da banda, ele recebeu os primeiros ensinamentos de guitarra do próprio baixista e do vocalista Glenn Danzig. O guitarrista entrou oficialmente no Misfits em 1980 após atuar como roadie do grupo. Ele substituiu Bobby Steele e ajudou a consolidar a sonoridade crua e percussiva que se tornaria marca registrada da banda. Doyle participou de registros associados ao período clássico do grupo, incluindo o álbum Walk Among Us e o EP 3 Hits from Hell. Mesmo décadas depois, o músico segue ativo. Além de aparições esporádicas com o Original Misfits, mantém carreira própria marcada por riffs diretos e pesados, presentes em faixas como “Headhunter” e “Land of the Dead”. Doyle também passou por projetos como Kryst the Conqueror e Gorgeous Frankenstein. Em seu trabalho solo, o guitarrista explora diferentes nuances dentro do rock pesado. Em músicas como “Dreamingdeadgirls” e “Love Like Murder”, incorpora elementos de blues e deixa evidente a influência do Black Sabbath. Já em “Blood Stains”, a guitarra mergulha em uma abordagem mais crua e primitiva, próxima de um thrash metal propositalmente desajustado. Doyle nunca se posicionou como um guitarrista exibicionista. Seu estilo é marcado por impacto físico, timbre encorpado e riffs diretos, priorizando peso e textura sonora em vez de virtuosismo técnico. Na vida pessoal, Doyle também chama atenção por seu relacionamento com Alissa White-Gluz, conhecida por ter integrado o Arch Enemy. Sob seu próprio nome artístico, o guitarrista lançou dois álbuns de estúdio: Abominator, de 2013, e Doyle II: As We Die, de 2017. Nos dois trabalhos, dividiu a linha de frente com o vocalista Alex Story, que permanece como a voz da banda em sua fase atual. Ingressos: DOYLE (Misfits) em São Paulo | FasTix

The Adicts fazem Meet & Greet com fãs em São Paulo na véspera de show

Os fãs da lendária banda inglesa The Adicts terão a chance de um encontro especial com o grupo em São Paulo. Na próxima segunda-feira (17), a banda participa de um meet & greet com o público no Goela Bar, na Vila Madalena, um dia antes da apresentação do grupo na capital paulista. O evento acontece das 19h às 21h e inclui sessão de autógrafos e uma pop-up store com produtos oficiais da banda disponíveis para venda. O acesso será garantido aos fãs que adquirirem um dos 100 pôsteres oficiais disponibilizados para a ação, que serão autografados pelos integrantes durante o encontro. A retirada do pôster será feita exclusivamente no local do evento. A iniciativa também funcionará como uma venda antecipada de merchandising oficial da banda, reunindo itens que estarão disponíveis para o público presente. Os pôsteres são limitados e a compra pode ser feita pelo link disponível na bio da Heart Merch, responsável pela ação especial com os fãs.

Supercombo faz noite especial hoje em São Paulo com shows dedicados aos álbuns Festa? e Adeus, Aurora

Enquanto finaliza os últimos detalhes para o lançamento da segunda parte do álbum Caranguejo, a Supercombo pausa brevemente o processo criativo para um encontro especial com os fãs nesta sexta-feira (13), em Casa Rockambole. A banda realiza duas apresentações na mesma noite, cada uma dedicada a um disco importante de sua trajetória. A primeira sessão acontece às 20h e será inteiramente dedicada ao álbum Festa?, trabalho que marcou o início da trajetória do grupo e apresentou as bases de sua identidade musical. Na sequência, às 22h30, o quarteto retorna ao palco para tocar na íntegra Adeus, Aurora, disco lançado em 2019 que ampliou o universo sonoro da banda com novas texturas e experimentações. Formada em 2007 em Vitória e atualmente radicada em São Paulo, a Supercombo construiu uma trajetória sólida dentro do rock alternativo nacional. Com mais de 1 milhão de inscritos no YouTube e uma base fiel de fãs espalhada pelo país, o grupo mantém uma agenda intensa de shows e costuma lotar casas por onde passa. Leia aqui a entrevista exclusiva sobre a Parte 1 de Caranguejo Lançado na fase inicial da carreira, Festa? apresentou o encontro entre rock alternativo, elementos eletrônicos e canções com forte apelo pop. As letras exploram inquietações pessoais com doses de ironia e leveza, características que se tornariam marcas da banda. Faixas como “À Deriva”, “O Calculista”, “Eu Poderia” e “Wallace” continuam presentes no repertório e seguem entre as favoritas do público. Já Adeus, Aurora chegou ao público em 29 de março de 2019 como sucessor de Rogério e representou uma expansão estética para o grupo. O álbum foi lançado junto de uma HQ homônima e trouxe guitarras em afinação mais baixa, sintetizadores e incursões por estilos como reggae e reggaeton, sem abandonar a base melódica característica da Supercombo. Após a maratona desta sexta-feira, a banda segue para o interior paulista. No sábado (14), o grupo se apresenta em Sorocaba, dando sequência à agenda de shows de 2026. Outro momento aguardado pelos fãs acontece em abril. No dia 26, a Supercombo sobe ao palco da Casa Natura Musical para lançar ao vivo a segunda parte do álbum Caranguejo. O show marcará a primeira execução das novas músicas que completam o projeto. A banda já havia apresentado a primeira parte do disco ao longo de 2025, em uma sequência de apresentações que passou por seis estados. Agora, o trabalho ganha sua conclusão com mais oito faixas inéditas, lançadas pelo selo Deckdisc. Segundo o grupo, a decisão de dividir o álbum nasceu da ideia de dar mais tempo de circulação às músicas, fugindo da lógica imediata dos lançamentos concentrados em singles. A segunda parte funciona como uma continuação direta do primeiro volume, conectada conceitualmente, mas com mudanças de clima e abordagem. Serviço Supercombo toca Festa? e Adeus, Aurora em São Paulo Data: 13 de março de 2026Local: Casa RockamboleEndereço: Rua Belmiro Braga, 119 – Pinheiros – São Paulo/SP 1ª sessão – 20hShow especial com repertório do Festa? 2ª sessão – 22h30Show especial com repertório do Adeus, Aurora Ingressos: meaple.com.br/rockambole/supercombo-festa-e-adeus-aurora Supercombo: lançamento de Caranguejo (Parte 2) Data: 26 de abril de 2026Horário: 19h (abertura da casa)Local: Casa Natura MusicalEndereço: Rua Artur de Azevedo, 2134 – Pinheiros – São Paulo/SP Ingressos: bileto.sympla.com.br/event/116342

Entrevista | Crazy Lixx – “Acho que o rock evoluiu na direção errada nos últimos vinte anos”

A banda sueca Crazy Lixx retorna ao Brasil para sua maior apresentação no Brasil no dia 26 de abril no Bangers Open Air, em São Paulo. O grupo é um dos principais nomes do revival do hard rock escandinavo e construiu sua reputação apostando em refrões marcantes, guitarras afiadas e uma forte estética inspirada na cultura pop de filmes de terror dos anos 80. A passagem pelo festival marca um momento especial para a banda, que já realizou shows em casas menores no país e agora terá a oportunidade de apresentar seu repertório para um público ainda maior. Formado em 2002 na cidade de Malmö, na Suécia, o Crazy Lixx ajudou a consolidar uma nova geração de bandas que resgatou o espírito do glam metal e do hard rock clássico. Ao longo de mais de duas décadas de carreira, o grupo liderado pelo vocalista Danny Rexon lançou uma série de álbuns que reforçam essa identidade sonora, mantendo viva a influência de bandas como Kiss, Def Leppard e Skid Row. A mistura entre nostalgia oitentista e produção moderna transformou o Crazy Lixx em um nome respeitado dentro da cena hard rock contemporânea. Em entrevista ao Blog N’ Roll, Danny Rexon falou sobre a relação da banda com os fãs brasileiros, o processo criativo por trás das novas músicas e a influência da cultura pop dos anos 80 em sua carreira. Não tinha melhor dia para falar contigo do que numa sexta-feira 13, né? Como você descreveria a relação do Crazy Lixx com os fãs brasileiros? É isso (risos), verdade. É um bom dia. Já estivemos no Brasil algumas vezes e fizemos alguns shows em casas menores. Até agora não tínhamos tocado em um festival por aí, então isso vai ser muito legal. Sempre nos divertimos muito no país. Acho que os fãs brasileiros são um público particularmente bom para tocar. Eles são muito receptivos, muito gratos e extremamente energéticos e entusiasmados durante os shows e também depois deles. Normalmente encontramos muitas pessoas querendo interagir com a banda, tirar fotos, pedir autógrafos e conversar. Então eu diria que temos lembranças muito positivas dos fãs brasileiros e das interações que tivemos até agora. Muitos artistas internacionais dizem que o público brasileiro é mais barulhento e apaixonado do que em qualquer outro lugar. O que mais te surpreendeu quando tocaram aqui? A primeira vez que tocamos aí fiquei surpreso com a quantidade de fãs que apareceram, não só no show, mas também em um evento de autógrafos que fizemos em uma loja de discos antes da apresentação. E depois do show também, com pessoas querendo tirar selfies, pegar autógrafos e conversar com a gente. Em muitos lugares você pode ter um bom público durante o show, mas as pessoas simplesmente vão embora quando termina. Já os fãs brasileiros querem interagir com a banda antes e depois da apresentação. Eles também compram bastante merchandising e demonstram muita paixão pelo evento como um todo. Isso é algo realmente muito legal. E o que passa pela sua mente quando sabe que vai tocar em um grande festival de rock como o Bangers Open Air? É uma grande oportunidade para nós. Como eu disse, só tocamos em clubes no Brasil até agora, então esse será nosso primeiro festival no país. Na verdade, já estávamos tentando conseguir um festival por aí há algum tempo, então estamos muito animados por finalmente ter dado certo. É um festival grande, com muita gente que naturalmente vai para ver outras bandas, então é uma ótima oportunidade de mostrar o que podemos fazer para pessoas que talvez não estejam lá especificamente para ver o Crazy Lixx. Vai ser um festival muito empolgante e também uma boa forma de ampliar nosso público. Espero conseguir aproveitar o evento antes e depois do nosso show também. Vi, por exemplo, que Rick Springfield toca no evento. Espero conseguir assistir antes de voltarmos para casa. Parece ser um festival muito legal e acho que o público vai se divertir bastante. Falando sobre o último álbum, Thrill of the Bite, ele mostra uma banda muito confiante. O que mudou no seu processo criativo ao longo dos anos? Eu diria que hoje trazemos muito mais da produção para dentro da própria banda. Não trabalhamos mais com produtores externos. Esse foi o primeiro álbum que eu mesmo mixei do começo ao fim. Também fazemos todas as gravações por conta própria. Acho que crescemos bastante como produtores e aprendemos melhor o que precisamos fazer para alcançar o resultado que queremos. Hoje em dia os músicos também precisam aprender esse tipo de habilidade, porque não existe mais tanto dinheiro na indústria como antigamente para contratar pessoas externas para fazer todo o trabalho. Além disso, a visão artística de quem está na banda costuma ser a melhor para definir onde você quer chegar. Então o melhor caminho é aprender as técnicas e desenvolver essas habilidades por conta própria. Essa é uma grande diferença em comparação com dez ou quinze anos atrás. Compor em casa em vez de compor em sala de ensaio teve um grande impacto nas novas músicas? E hoje você escreve grande parte das músicas da banda, isso traz mais liberdade criativa ou mais pressão? Eu diria que um pouco das duas coisas. Alguns anos atrás eu escrevia ainda mais músicas sozinho. No último álbum tivemos uma divisão um pouco melhor entre os compositores do que no passado. Eu ainda escrevo a maioria das músicas, mas há contribuições do nosso baixista Jens e do guitarrista Chrisse, além de duas colaborações com compositores externos. Então está um pouco mais equilibrado agora. Por um lado, isso é positivo, porque como produtor posso pensar no que o álbum precisa. Talvez falte uma balada ou algum tipo específico de música para deixar o disco mais equilibrado. Mas também existe pressão, porque esperam que eu entregue a maior parte das músicas. Quando chega o momento de reunir as demos para um álbum, existe naturalmente a expectativa de que eu apresente muitas ideias. E suas músicas têm refrões

Entrevista | The Sophs – “Percebi minha tendência a buscar validação e culpar o mundo”

O cenário indie rock norte-americano ganha um novo fôlego com a ascensão meteórica da banda The Sophs. O grupo, que recentemente chamou a atenção da lendária gravadora Rough Trade, carrega uma mistura audaciosa de pop punk, funk e blues, consolidando uma sonoridade que foge do óbvio. O que começou como demos caseiras enviadas despretensiosamente por Ethan Ramon, o frontman, transformou-se em um dos lançamentos mais aguardados do ano, provando que a convicção artística ainda é a melhor moeda de troca na indústria musical. O álbum de estreia, Goldstar, que chegou hoje às plataformas de música digital, gravado inteiramente antes mesmo da assinatura do contrato, preserva a urgência e a espontaneidade das primeiras tomadas. Essa energia crua é o fio condutor de um trabalho que explora temas profundos, como a busca incessante por validação externa e a linha tênue entre a bondade genuína e a encenada. Musicalmente, a banda não tem medo de “roubar” referências, indo de cânticos eslavos a estéticas country, criando um mosaico sonoro que soa coeso graças à narrativa afiada de suas letras. Experimentações no som do The Sophs Um dos grandes destaques do disco é a experimentação estética. Faixas como Goldstar revelam influências latinas inesperadas, bebendo da fonte do rock argentino de Pescado Rabioso e fundindo-as com a batida clássica dos Rolling Stones. Essa versatilidade técnica é fruto da paixão individual de cada membro por seus instrumentos, permitindo que a banda transite entre o silêncio contido e explosões sonoras que prometem dominar os palcos dos grandes festivais ao redor do mundo. Em entrevista ao Blog n’ Roll, os integrantes Ethan Ramon (vocalista), Sam Yuh (tecladista) e Cole Bobbitt (baixista) revelaram que a turnê de 2026 já está confirmada para a Europa e os Estados Unidos, mas os olhos (e o coração) estão voltados para o Hemisfério Sul. Demonstrando entusiasmo com a cultura brasileira, mencionaram desde as praias, Pelé até pontos icônicos como o Cristo Redentor. A curiosidade sobre o Brasil é evidente, e a banda parece pronta para levar sua performance intensa para o público sul-americano assim que a oportunidade surgir. Ethan, você enviou suas demos diretamente para os diretores da Rough Trade. De onde veio essa confiança e você realmente esperava uma resposta tão imediata para o The Sophs? Ethan: Eu simplesmente acreditava muito na minha música. Com a ajuda do meu diretor criativo, Eric, montamos um material completo: cinco músicas, fotos para a imprensa e um manual da marca com todas as referências. Enviei para 30 gravadoras independentes sem esperar nada, mas sabendo que o material era bom. Recebi a resposta da Rough Trade no dia seguinte. Tem sido surreal, mas não acho que seja desmerecido, temos trabalhado duro por muito tempo. Como o The Sophs conseguiu manter a urgência e a energia espontânea das demos ao gravar o álbum final em estúdio? Ethan: Na verdade, o álbum final foi gravado antes de assinarmos o contrato. A maior parte do que você ouve são gravações de primeira tomada, feitas no mesmo dia. Queríamos manter aquela energia impulsiva do começo ao fim, sem perder o frescor das ideias originais. A música Goldstar fala sobre a busca por validação externa. É uma crítica à necessidade moderna de aprovação ou algo mais pessoal? Ethan: É um pouco dos dois. É uma versão dramatizada de mim mesmo. Percebi minha tendência a buscar validação e culpar o mundo em vez de assumir a responsabilidade. Escrevi a partir dessa perspectiva, mas acho que acabo falando sobre a maioria das pessoas, porque no fundo não somos tão diferentes assim. Vocês mencionaram a ideia de “roubar” e plagiarizar artisticamente. Qual foi a coisa mais inusitada que vocês pegaram emprestado para este disco? Ethan: A estética country em Sweetiepie é bem singular, usamos até uma harpa de boca para criar aquele som. E o final de Blitzed Again tem um canto eslavo completo. Ter essas duas coisas no mesmo disco mostra a nossa versatilidade. O som de vocês varia do pop punk ao funk e blues. Qual é o segredo do The Sophs para essa mistura não parecer desconexa? Sam: O fator principal que une tudo é a narrativa das letras do Ethan. Como ela é consistente, nos permite explorar gêneros como o blues de 12 compassos ou melodias eslavas sem perder o foco. Além disso, somos nós que tocamos tudo, então cada música tem nosso toque pessoal, o que garante a coesão. De onde vieram as influências latinas e os toques de flamenco na faixa Goldstar? Ethan: Eu estava ouvindo muito o álbum Artaud, do Pescado Rabioso (projeto do argentino Luis Alberto Spinetta). Ao mesmo tempo, eu e o Sam estávamos ouvindo Paint It Black, dos Rolling Stones. Sam: Decidimos colocar aquele padrão de dedilhado em cima da batida dos Stones e criou algo dinâmico que nunca tínhamos ouvido antes. Como vocês traduzem a dinâmica entre o silêncio e a explosão para os palcos de grandes festivais? Ethan: Muito volume! (risos). Mas, sério, todos na banda têm um conhecimento profundo da parte técnica e de engenharia de som. Sabemos quais pedais e instrumentos funcionam melhor em cada contexto. É o resultado de sermos apaixonados pelos nossos instrumentos, o que nos permite ter bom gosto e criar o show perfeito. O álbum questiona se ser uma boa pessoa pelos motivos errados diminui nossa bondade. Você já encontrou essa resposta? Ethan: Ainda não. Escrevi um álbum inteiro sobre isso e não consegui uma resposta definitiva. Espero que, quando o mundo ouvir, talvez alguém me dê essa resposta. Com a turnê de 2026 confirmada, existem planos para o Brasil? E o que vem à mente quando pensam no país? Ethan: Adoraríamos ir ao Brasil! Assim que tivermos a oportunidade, ficaremos muito felizes em nos apresentar aí. Cole: Pensamos em praias bonitas, clima bom, futebol, Pelé, e, claro, o Cristo Redentor. Eu sou de Santos, a cidade onde o Pelé surgiu para o mundo. Aqui tem um museu dele, vocês precisam conhecer. Cole: Eu irei, com certeza! Para fechar, quais os três álbuns que mais influenciaram