Robbie Williams confirma show único no Allianz Parque em outubro

O astro pop britânico Robbie Williams está de malas prontas para retornar ao Brasil. Após atrair mais de 1,2 milhão de pessoas em 24 países desde o início de sua atual excursão na Escócia, o cantor confirmou uma apresentação única em São Paulo, no Allianz Parque, no dia 13 de outubro de 2026. O anúncio consolida um ano histórico para o artista. Em janeiro, ele lançou o seu 13º álbum de estúdio, batizado apropriadamente de Britpop. O disco não apenas alcançou o topo das paradas, mas transformou Williams no artista solo com o maior número de álbuns número #1 na história do Reino Unido (superando inclusive o recorde anterior de Elvis Presley). Álbum de colaborações inusitadas Diferente de seus trabalhos anteriores mais focados no pop tradicional, o novo disco Britpop é um caldeirão de parcerias. No setlist e na produção, Robbie recrutou: Voz da Copa do Mundo Além da turnê, Robbie Williams ocupa atualmente o cargo de Embaixador Oficial da Música da FIFA. Ao lado de Laura Pausini, ele gravou Desire, o hino oficial que acompanhará todos os torneios da entidade, incluindo a Copa do Mundo de 2026. O cantor deve realizar uma performance de grande escala na abertura do Mundial, na Cidade do México, em junho, meses antes de desembarcar em solo paulista. * Ingressos A venda geral começa no dia 9 de abril, ao meio-dia, exclusivamente pela plataforma Ingresse. Setor Inteira Meia-Entrada Pista Premium R$ 690,00 R$ 345,00 Cadeira Inferior R$ 590,00 R$ 295,00 Pista R$ 450,00 R$ 225,00 Cadeira Superior R$ 390,00 R$ 195,00
“Reality Awaits”: The Strokes confirmam título e estética do novo álbum em teaser retrô

A espera de seis anos por material inédito dos The Strokes está prestes a acabar. Através de um teaser curto e carregado de nostalgia, a banda liderada por Julian Casablancas confirmou que seu sétimo álbum de estúdio se chamará Reality Awaits e tem lançamento previsto para o verão do hemisfério norte (entre junho e agosto de 2026). O vídeo de anúncio aposta em uma estética oitentista, apresentando um clássico Nissan 300ZX e a frase provocativa: “In the Flesh, it’s Even Sexier” (Pessoalmente, é ainda mais sexy). O clima visual sugere que a banda pode estar mergulhando ainda mais nos sintetizadores e na sonoridade new wave que marcou o disco anterior. Sucessor de um vencedor do Grammy Reality Awaits é o primeiro trabalho completo do grupo desde The New Abnormal (2020), álbum que rendeu aos Strokes o seu primeiro Grammy de Melhor Álbum de Rock. Durante o hiato da banda principal, Julian Casablancas manteve-se ativo com o The Voidz, lançando o disco Like All Before You em 2024. O anúncio do novo álbum chega em um momento estratégico: os Strokes são um dos headliners do Coachella neste final de semana e já têm datas confirmadas em outros gigantes como o Bonnaroo e o Outside Lands. O que esperar? Embora a tracklist ainda não tenha sido revelada, a expectativa é de que a produção continue refinando a mistura entre as guitarras garageiras do início dos anos 2000 e a sofisticação pop-eletrônica que Casablancas vem explorando. * Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por The Strokes (@thestrokes) Serviço: The Strokes – “Reality Awaits”
Fenômeno britânico EsDeeKid estreia no Brasil em maio

Uma balaclava, um sotaque carregado de Liverpool e mais de 1 bilhão de streams. Esse é o cartão de visitas de EsDeeKid, a mais nova sensação do rap underground do Reino Unido, que acaba de confirmar sua primeira apresentação no Brasil. O show acontece no dia 12 de maio, na Audio, em São Paulo, como parte da aclamada The Rebel Tour. Com pouco mais de um ano de carreira, o artista, cuja identidade permanece um segredo bem guardado, redefiniu a estética do rap britânico ao fundir a crueza do drill com melodias de trap e uma energia de palco que flerta abertamente com o punk rock. Ascensão do “scouse” rap EsDeeKid furou a bolha de Londres e colocou o sotaque “scouse” (típico de Liverpool) no topo das paradas globais. Seu primeiro álbum, Rebel (2025), alcançou o Top 10 no Reino Unido impulsionado por hits virais como LV Sandals e Phantom. A crítica internacional, incluindo a Pitchfork, já apontava o rapper como um dos nomes mais interessantes da cena urbana atual desde o single “Bally”. Agora, após passar pelos EUA e Europa, ele chega ao Brasil em um momento de pico criativo, prometendo uma apresentação marcada por atmosfera intensa e muitos mosh pits. Ingressos e pré-venda A realização do show é da 30e e conta com o suporte do Itaú Live. Clientes do banco terão acesso a uma pré-venda exclusiva com início nesta terça-feira (7). Confira o cronograma: Serviço: EsDeeKid em São Paulo
Jack White lança dois singles e prepara nova turnê mundial

O ano de 2026 mal começou e Jack White já está ditando o ritmo do rock. O músico acaba de lançar as faixas G.O.D. and the Broken Ribs e Derecho Demonico, disponíveis em todas as plataformas digitais e em edições limitadas de vinil de 7 polegadas pela sua própria gravadora, a Third Man Records. As faixas foram produzidas pelo próprio White e contam com o apoio de sua afiada banda de apoio: Patrick Keeler (bateria), Dominic Davis (baixo) e Bobby Emmet (teclados). Este é o primeiro material inédito desde o aclamado No Name (2024), álbum que rendeu a White sua 46ª indicação ao Grammy. Do Palco do SNL para as livrarias Além do lançamento musical, White esteve sob os holofotes no último final de semana com sua sexta aparição no Saturday Night Live, dividindo o palco com o ator Jack Black. O momento celebra uma fase de ouro para o artista, que foi induzido ao Rock & Roll Hall of Fame em 2024. Para os fãs que gostam de mergulhar na escrita de White, foi lançada a antologia Jack White Collected Lyrics and Selected Writing Volume 1. O livro compila letras de sua carreira solo e de projetos como The White Stripes, The Raconteurs e The Dead Weather, além de poemas e fotos inéditas. Turnê e próximos passos Após rodar o mundo com a No Name Tour, Jack White já confirmou que retornará à estrada para apresentações em grandes festivais na Europa, Ásia e Estados Unidos ainda este ano. As datas para a América do Sul seguem em negociação, mas o ritmo frenético de lançamentos indica que um novo álbum completo pode estar no horizonte.
“Não vamos nos chamar de Iron Maiden”, debocha Geddy Lee sobre o retorno do Rush

Após anos de incerteza desde a partida do mestre Neil Peart em 2020, o Rush está oficialmente de volta. Geddy Lee e Alex Lifeson anunciaram a ambiciosa turnê mundial Fifty Something, prevista para 2026 e 2027, inclusive com datas no Brasil. A grande novidade, além do retorno, é a confirmação de Anika Nilles assumindo as baquetas, com a bênção oficial da família de Peart. A decisão de continuar usando o nome “Rush” foi alvo de debates internos, mas Geddy Lee foi direto ao ponto em entrevista recente à revista Classic Rock. Para ele, tentar esconder o nome da banda atrás de um projeto paralelo seria um “contorcionismo” desnecessário. “Quando a banda acabou, dissemos que o Rush só existia com Neil, o que é verdade. Mas neste show vamos tocar 40 músicas do Rush. O que diabos deveríamos chamar? Iron Maiden?”, disparou o vocalista e baixista. Honrando o professor Lee e Lifeson admitem que tocar sem Peart é “estranho” e que a ausência do amigo atinge a dupla em momentos específicos do setlist. No entanto, eles garantem que a turnê não será apenas um exercício de nostalgia, mas uma celebração da história que começou antes mesmo de Neil entrar no grupo em 1974. O show promete momentos de tributo direto ao “Professor”, mas o foco principal é a química entre Lee e Lifeson, que tocam juntos desde os tempos de escola no Canadá. A estreia da nova formação aconteceu na semana passada, durante o Juno Awards, e a performance de Anika Nilles já deixou claro que o nível técnico exigido pela discografia do Rush será mantido. O que esperar da turnê com Geddy Lee e Alex Lifeson? A turnê “Fifty Something” deve revisitar clássicos de todas as eras, incluindo as faixas do primeiro álbum (com John Rutsey) e a fase áurea do rock progressivo. A banda planeja tocar cerca de 40 canções em blocos rotativos, garantindo que cada cidade tenha uma experiência única. Os shows no Brasil acontecem em janeiro de 2027.
Cachorro Grande leva o rock gaúcho ao Cine Joia em abril

No dia 17 de abril, a Cachorro Grande ocupa o palco do Cine Joia, em São Paulo, para uma noite que promete revisitar clássicos e reafirmar por que o grupo se tornou a principal exportação do rock gaúcho no início dos anos 2000. Formada em Porto Alegre em 1999, a banda furou a bolha do sul com hits como Lunático, Sinceramente e Você Não Sabe o Que Perdeu. O retorno em 2026 traz um peso extra: a formação atual preserva quase todo o núcleo clássico, com Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (teclados). A trajetória da Cachorro Grande é marcada por escolhas estéticas fortes. Desde o início independente, como o lançamento do álbum As Próximas Horas Serão Muito Boas através da revista OutraCoisa de Lobão, até a sofisticação do disco Pista Livre, mixado no lendário Abbey Road, a banda sempre soube transitar entre a reverência aos anos 60 (Beatles, Rolling Stones) e o frescor do Britpop (Oasis, Primal Scream). A reputação de “banda de palco” foi consolidada com apresentações históricas na abertura de shows para Iggy Pop, Aerosmith e os próprios Rolling Stones. Serviço: Cachorro Grande no Cine Joia Promoção Elo: Na compra de 1 ingresso inteira com cartão Elo, o cliente ganha o segundo ingresso grátis (Válido para compras com cartão da bandeira).
Festival 5 Bandas e Bananada anunciam line-up completo em São Paulo

As últimas adições ao line-up do Festival 5 Bandas e Bananada foram reveladas: os veteranos goianos do Black Drawing Chalks e o projeto carioca Vera Fischer Era Clubber. O evento será em 26 de abril na Casa Rockambole, na Vila Madalena, em São Paulo. O encontro promete ser uma vitrine do que há de mais relevante na cena contemporânea, misturando o peso das guitarras, o experimentalismo baiano e o deboche do eletro-punk. Retorno do peso e o novo underground A volta do Black Drawing Chalks aos palcos paulistas é um dos grandes atrativos. Com passagens por festivais como Lollapalooza e SXSW, o grupo traz seu hard rock clássico que já foi destaque até na revista inglesa Classic Rock. No outro extremo, a Vera Fischer Era Clubber chega como o nome mais quente do underground carioca atual. O som mistura post-punk, techno e letras ácidas em um formato spoken word que ironiza a vida urbana e a busca por autenticidade. Despedida e experimentalismo A noite ainda reserva momentos históricos: Serviço: 5 Bandas feat Bananada
Pedro Vitor une forças com Rick Bonadio e Bola (Zimbra) no EP “Sabe”

Aos 19 anos, o músico Pedro Vitor acaba de colocar o seu primeiro pé oficial na estrada com o EP Sabe. Natural de Ribeirão Preto, o artista não economizou nos aliados para a sua estreia: o trabalho foi gravado no lendário estúdio Midas Music, sob o olhar atento de Rick Bonadio, que não só produziu, como também assumiu as baquetas durante as sessões. O EP conta com três faixas que buscam resgatar a energia do pop rock nacional dos anos 2000. A faixa-título, Sabe, carrega uma assinatura familiar para os fãs de indie rock: foi composta por Bola, vocalista da banda santista Zimbra. Influências diversas de Pedro Vitor Embora o som final transite entre referências de Capital Inicial, Titãs e CPM 22, a base musical de Pedro Vitor é mais pesada. O multi-instrumentista cita Metallica, Iron Maiden e Linkin Park como influências diretas, algo que se reflete no vigor das guitarras e na estrutura das composições mixadas por Sergio Fouad (conhecido por seus trabalhos icônicos com os Titãs). O projeto é a evolução natural do seu primeiro single, Pra Onde Vou, e coloca o jovem artista como uma das novas apostas do selo Midas para renovar o gênero em 2026.
Morre Alvin L, o compositor de “Natasha” e “Não Sei Dançar”

Alvin L (Arnaldo José Lima Santos) faleceu no Rio de Janeiro, aos 67 anos, vítima de um ataque cardíaco. Nascido em Salvador, mas radicado na cena carioca desde os anos 70, Alvin foi o nome por trás de mais de 200 composições gravadas por gigantes da nossa música. Embora tenha lançado um disco solo em 1997, sua maior força residia na colaboração. Ele foi o parceiro fundamental de Marina Lima em fases cruciais, assinando o hino Não Sei Dançar (1991), e o braço direito de Dinho Ouro Preto na reconstrução do Capital Inicial nos anos 2000. Alvin L foi do punk aos Sex Beatles A trajetória de Alvin começou no final dos anos 70 com o grupo punk Vândalos. Nos anos 90, ele liderou os Sex Beatles, banda cult que misturava ironia e melodias pop perfeitas em álbuns como Automobilia (1994) e Mondo Passionale (1995). É dele a composição de Eu Nunca Te Amei, Idiota, um marco do rock alternativo daquela década. Arquiteto de hits Se você ligou o rádio nas últimas duas décadas, com certeza ouviu Alvin L. Ele é coautor de sucessos como: Sua capacidade de transitar entre a agressividade do punk e a sofisticação da MPB de Marina Lima ou Milton Nascimento fez dele uma figura única nos bastidores da indústria. Despedida dos parceiros Nas redes sociais, Dinho Ouro Preto expressou o choque com a notícia, definindo Alvin como seu “amigo mais querido” e destacando sua generosidade e gênio musical. Marina Lima também prestou uma breve homenagem, chamando o amigo de “único e genial”.