Kauan Calazans e Docontra lançam “De Cabeça no Planeta”

Algumas músicas chegam como novidade, outras como um reencontro. É exatamente esse o espírito de De Cabeça no Planeta, o novo single de Kauan Calazans em parceria com o projeto Docontra, idealizado pelo músico e produtor Koe Willy. Disponível em todas as plataformas, a faixa é um ska solar, vibrante e carregado daquela personalidade carioca que transforma situações cotidianas em celebração. Reencontro com a essência na parceria de Kauan Calazans e Docontra Kauan Calazans é conhecido por sua caminhada autoral que transita entre a psicodelia, a canção popular e a poesia urbana. No entanto, De Cabeça no Planeta revela uma faceta que muitos fãs podem não conhecer de perto: a formação moldada pelo universo do punk rock, do hardcore e do ska. O convite de Koe Willy para colaborar foi o estopim para Kauan revisitar a energia musical que moldou sua visão artística no início da carreira. O resultado é um ska contagiante, com guitarras pulsantes e uma letra que, embora soe leve e espontânea, carrega a intensidade emocional de quem decide “mergulhar de cabeça” sem excesso de cálculo, abraçando as surpresas da vida. Identidade do Docontra O projeto Docontra, comandado por Koe Willy, tem se destacado pela mistura orgânica de ska, reggae e punk rock. A parceria com Kauan fluiu de forma natural, unindo a força emocional do projeto de Koe com a experiência e o refinamento poético de Kauan. A capa do single ilustra bem essa proposta: uma figura mergulhando entre prédios, fios e coqueiros, uma metáfora para a decisão de abandonar o controle e aceitar o movimento incontrolável da própria vida.

Alabama Shakes anuncia retorno e álbum “I Must Be Dreaming”

O hiato de mais de uma década foi quebrado. O Alabama Shakes, uma das bandas mais marcantes e premiadas dos últimos anos, confirmou o lançamento de seu terceiro álbum de estúdio, I Must Be Dreaming, que chegará às lojas e plataformas no dia 28 de agosto pela Island Records. Para aguçar a curiosidade dos fãs, o grupo também liberou nesta sexta-feira (10) o single I Feel Hope Coming. O disco foi produzido pela própria banda em parceria com Shawn Everett, seis vezes vencedor do Grammy, e marca uma exploração profunda no soul psicodélico. Gravado nos estúdios Sound Emporium e Blackbird, em Nashville, o trabalho expande a paleta sonora do grupo com texturas de flauta, cravo e cítara, sem perder a essência que os consagrou. Significado da esperança O primeiro single, I Feel Hope Coming, é uma injeção de otimismo discreto, mas potente. Composta a partir de harmonias vocais ricas e uma produção luminosa, a faixa é um convite para resistir aos tempos incertos através da conexão coletiva. “Essa geração mais jovem me dá esperança porque consegue enxergar além de todas as mentiras políticas; esta música fala de se agarrar a essa esperança e se recusar a desistir”, comenta Brittany Howard sobre a mensagem por trás do lançamento. Dualidade do título O nome do álbum, I Must Be Dreaming, carrega uma ambivalência proposital, como explica Brittany: “Pode estar dizendo: ‘Eu devo estar sonhando, porque o mundo está tão louco agora’. Mas também pode significar: ‘Eu devo estar sonhando, porque o mundo é tão incrivelmente bonito’. Ambas as coisas podem ser verdadeiras ao mesmo tempo.” A banda, que se reuniu de forma orgânica no final de 2024, abraçou a espontaneidade no estúdio, deixando que as composições evoluíssem em tempo real, uma química que, segundo o guitarrista Heath Fogg, foi o que tornou o renascimento do grupo tão especial.

Of Monsters and Men confirma data extra em São Paulo

Após esgotar rapidamente os ingressos para a primeira apresentação, o Of Monsters and Men confirmou o que os fãs estavam pedindo, uma data extra em São Paulo. O grupo sobe ao palco da Audio também no dia 25 de novembro de 2026, garantindo que mais gente possa conferir de perto o show de um dos nomes mais cativantes do folk global das últimas décadas. A banda, que marcou uma geração com o hino Little Talks, traz para esta turnê o espírito de All Is Love and Pain in the Mouse Parade, um álbum que a banda descreve como uma tapeçaria de histórias sobre como a dor e o amor coexistem. É o som de uma banda que, após 15 anos de estrada e projetos solo, reencontrou a essência de sua colaboração. 15 anos de uma jornada cinematográfica Desde que estouraram em 2011 com My Head Is an Animal, o Of Monsters and Men construiu uma reputação de ser uma das bandas ao vivo mais consistentes da cena global. Passando por palcos gigantes como Glastonbury e Coachella, eles nunca perderam a escala “intimista” de suas composições. Seja na expansividade de Beneath the Skin ou nas texturas oníricas de Fever Dream, o grupo sempre priorizou a narrativa, algo que explica o porquê de suas músicas serem tão recorrentes em produções como Game of Thrones, A Vida Secreta de Walter Mitty e Jogos Vorazes. Serviço: Of Monsters and Men – Data extra em São Paulo

Maior banda da história, Rolling Stones lança álbum Foreign Tongues

O Rolling Stones segue desafiando o tempo com uma vitalidade que poucos artistas na história da música conseguiram manter. A banda acaba de lançar Foreign Tongues, um álbum que chega para consolidar o momento criativo explosivo que o grupo vive desde o sucesso de Hackney Diamonds. O álbum traz singles revelados antes como In The Stars, Jealous Lover e Rough And Twisted, além de uma bela versão para You Know I’m No Good, de Amy Winehouse. Gravado em uma maratona de apenas um mês no histórico Metropolis Studios, em Londres, o disco marca o reencontro de Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood com o produtor vencedor do Grammy Andrew Watt. O resultado é um trabalho dinâmico, voltado para o futuro e que, ao mesmo tempo, preserva o DNA inconfundível que transformou a banda na maior instituição do rock mundial. Elenco estelar em Foreign Tongues A produção conta com o núcleo de confiança da banda, Darryl Jones, Matt Clifford e Steve Jordan, mas Foreign Tongues ganha contornos épicos com uma lista de convidados de peso. Além da participação especial de Charlie Watts, gravada em uma de suas últimas sessões de estúdio, o álbum traz contribuições de Steve Winwood, Paul McCartney, Robert Smith (The Cure) e Chad Smith (Red Hot Chili Peppers). A presença desses nomes reflete o respeito que os Stones impõem na indústria, servindo como uma ponte entre o rock clássico e as novas gerações.