Banda sueca Avatar anuncia show único em São Paulo com a turnê Don’t Go In The Forest

A banda sueca de heavy metal Avatar confirmou sua volta ao Brasil com a turnê mundial Don’t Go In The Forest. O grupo de metal teatral fará uma apresentação única em São Paulo, marcada para o dia 10 de janeiro de 2027. A passagem pela América Latina coroa uma fase de grande projeção internacional para os suecos, impulsionada pelo lançamento de seu mais recente álbum de estúdio, Don’t Go In The Forest, e por uma temporada de shows ao lado do Metallica na Europa durante a M72 World Tour. Ingressos e datas de venda Os ingressos estarão disponíveis nas seguintes datas: Serviço: Avatar em São Paulo

Patrícia Ahmaral lança o EP Nem Musa Nem Pavão, seu primeiro trabalho inteiramente autoral

A cantora e compositora mineira Patrícia Ahmaral disponibilizou nas plataformas digitais o EP Nem Musa Nem Pavão (ouça aqui). Com mais de 30 anos de trajetória e cinco álbuns lançados como intérprete, este é o primeiro projeto de sua carreira dedicado exclusivamente a composições de sua própria autoria, unindo letra e música. Com produção musical assinada por Gigi Magno (Nômade Orquestra), o trabalho de seis faixas costura paisagens acústicas, com violões, percussão, piano e cordas, a programações eletrônicas e efeitos. O projeto também contou com colaborações na produção de Thiago Corrêa e do DJ Comum, além de parcerias e participações conceituais. Temas políticos e reflexões contemporâneas Nas letras, Patrícia adota um tom confessional sem deixar de lado uma forte atmosfera político-social. O repertório aborda a opressão e a objetificação feminina na faixa Uma Mulher (que traz um poema incidental de sua irmã, Valéria Batista Amaral), o impacto da pressão por performance nas redes sociais em Lálálálá Likes, e a propagação da mentira em Você (Mente), esta última marcada por um sample de Mentira (1998), de Manu Chao, e vozes de colaboradores de várias partes do mundo entoando a frase final em diferentes línguas. “Trazer a realidade à consciência, mergulhar em profundidade, observar e questionar, quando o convite é para permanecer na superfície, é o primeiro degrau para qualquer transformação”, reflete a artista. O EP encerra com a vinheta Reset And Dance, que traz scratches e bases rítmicas construídas em diálogo com a estética do hip-hop. O material serve como um aperitivo conceitual para um futuro álbum completo, que já possui repertório reunido.

Banda Manacá da Serra lança o álbum Déjà Vu unindo forró e conexões interestaduais

O grupo Manacá da Serra disponibilizou nas plataformas digitais o seu mais novo projeto de estúdio, intitulado Déjà Vu (ouça aqui). O álbum consolida a força do forró na musicalidade da banda, misturando referências afetivas, memórias e a sensação nostálgica que dá nome ao trabalho. O repertório é composto por nove faixas, sendo oito autorais (seis inéditas e duas regravações) e uma composição assinada por um parceiro de longa data da história musical do grupo. Nova ponte musical entre Minas Gerais e São Paulo O processo de gravação marcou uma nova fase na trajetória do Manacá da Serra, estabelecendo uma ponte criativa entre Belo Horizonte (MG), cidade de origem da banda, e Sorocaba (SP), base do produtor musical Gustavo Marques. O projeto conta ainda com a coprodução e direção artística de Theo Lustosa. Participações especiais e homenagens Para celebrar este momento, o álbum traz colaborações de grandes ídolos e parceiros da música brasileira:

Dance of Days celebra 25 anos do álbum A História Não Tem Fim com shows em São Paulo

A banda Dance of Days anunciou duas apresentações exclusivas para celebrar os 25 anos de lançamento de um dos discos mais marcantes do rock independente nacional: A História Não Tem Fim. Os shows acontecem nos dias 12 e 13 de setembro de 2026 na Jai Club, na Vila Mariana, em São Paulo, sendo as únicas oportunidades para o público conferir a execução do álbum clássico na íntegra. Lançado originalmente após uma gravação relâmpago de apenas 20 horas no Estúdio El Rocha, o trabalho representou uma virada na trajetória do grupo liderado por Nenê Alltro ao adotar letras em português e aprofundar temas políticos, existenciais e afetivos que moldaram o emocore e o hardcore brasileiro dos anos 2000, incluindo hinos inesquecíveis como Carro Bomba, Vinde a Mim e Se Essas Paredes Falassem. Programação dos shows Cada noite contará com formatos e convidados distintos: Serviço: Dance of Days em São Paulo

Com abertura do Jovens Ateus, New Order confirma segunda data no Espaço Unimed

Após esgotar rapidamente os ingressos para a apresentação do dia 25 de novembro, a Balaclava Records, em parceria com a Music On Events, confirmou uma data extra para o show da lendária banda inglesa New Order em São Paulo. O novo show acontece no Espaço Unimed no dia 23 de novembro de 2026. A noite contará com a abertura da banda paranaense Jovens Ateus, um dos grandes nomes da nova cena pós-punk nacional, que apresentará as faixas de seu aclamado álbum de estreia Vol. 1 (lançado pela Balaclava em 2025) e prévias de seu próximo material. Ingressos e vendas Os ingressos para a data extra estarão à venda para o público geral a partir desta quinta-feira, 13 de agosto de 2026, às 12h, exclusivamente pela Ticketmaster. Serviço: New Order em São Paulo (data extra)

Slaughter to Prevail é confirmado no Liberation Festival 2026 em São Paulo

O Slaughter to Prevail foi anunciado como atração do Liberation Festival 2026. Os gigantes russos do deathcore farão uma apresentação exclusiva no Brasil durante o evento, agendado para o dia 12 de dezembro de 2026 no Vibra, em São Paulo, marcando a reta final de sua turnê mundial e antecedendo uma pausa anunciada pelo vocalista Alex Terrible para os anos seguintes. Com este anúncio, o festival consolida um alinhamento histórico que já conta com Dimmu Borgir, Testament (com o set exclusivo Title Track Attack!) e Charlotte Wessels. O peso de Grizzly e a força ao vivo do Slaughter to Prevail O grupo retorna ao Brasil embalado pela repercussão de seu terceiro álbum de estúdio, Grizzly (Sumerian Records), lançado em julho de 2025. O disco aprofunda a mistura brutal de deathcore, groove metal, nu metal e elementos industriais, contando inclusive com a colaboração do Babymetal na faixa Song 3. Conhecidos por performances explosivas repletas de máscaras icônicas, walls of death e vocais extremos inconfundíveis, os russos chegam ao festival em seu momento de maior projeção internacional. Serviço: Liberation Festival 2026

Glue Trip anuncia o novo álbum Anemoia e turnê europeia com lançamento do single Psychedelic Friend

A banda paraibana Glue Trip anunciou seu quarto álbum de estúdio, intitulado Anemoia, com lançamento previsto para setembro de 2026. Quatro anos após o aclamado Nada Tropical, o grupo liderado por Lucas Moura retorna com uma imersão em sua assinatura sonora que une rock psicodélico, dream pop e música alternativa. Para abrir os caminhos do novo projeto, a banda disponibilizará nas plataformas digitais o single Psychedelic Friend no dia 16 de setembro de 2026, mesma data em que o grupo inicia sua nova turnê internacional pela Europa. Turnê europeia Anemoia Tour (setembro – outubro de 2026) Consolidando-se cada vez mais como uma banda de exportação com passagens por palcos de Londres e Paris, o Glue Trip levará a identidade e o sotaque paraibanos para 14 cidades europeias. A formação atual conta com Lucas Moura (guitarra e voz), Pedro Lacerda (bateria), João Boaventura (teclas) e Thiago Leal (baixo). “Viajar pela quarta vez pela Europa levando esse disco vai ser incrível. O público vai poder ter um gostinho do que vai vir por aí antes de todo mundo”, destaca Lucas Moura. Datas da Anemoia Tour – Euro 2026:

Papangu lança o álbum Celestial, explorando o “rock troncho” e a humanidade na era digital

A banda de rock progressivo e experimental Papangu lançou o seu terceiro álbum de estúdio, intitulado Celestial. Estreando pelo selo Deck, o trabalho se inspira em rituais de proteção do corpo e do espírito para refletir criticamente sobre a perda da essência humana diante do avanço da inteligência artificial, expandindo o imaginário nordestino por meio de elementos do cordel, da literatura modernista e do realismo mágico. “O homem entregue à máquina precisa reafirmar sua humanidade”, resume o tecladista e vocalista Rodolfo Salgueiro sobre o conceito central do disco. Processo analógico em Berlim e o “rock troncho” do Papangu Com uma sonoridade batizada bem-humoradamente pela banda de “rock troncho”, Celestial funde rock progressivo, MPB, metal extremo, zeuhl, ciranda e forró. Entre as principais influências do grupo estão nomes como King Crimson, Magma, Hermeto Pascoal, Mestre Ambrósio e Oranssi Pazuzu. Buscando resgatar a organicidade e o risco das performances ao vivo, o álbum foi gravado de forma 100% analógica em fita magnética de duas polegadas durante nove dias em Berlim, utilizando equipamentos vintage das décadas de 1960, 70 e 80. “O formato analógico permitiu que a gente gravasse aquilo que a gente sentia. É um processo que faz com que você já pense no resultado final na hora de gravar, e isso colabora muito para a criação”, destaca o guitarrista e vocalista Pedro Francisco. O baixista Marco Mayer complementa que o método exigiu da banda tomar decisões intensas e coletivas de interpretação no momento da execução. Identidade visual A atmosfera sonora de Celestial ganha complemento visual na capa do disco, um tríptico assinado pela artista plástica pernambucana Juliana Lapa, que explora formas e cores que dialogam diretamente com a paisagem sonora e os temas do álbum.