Jim Parsons é escalado para série de Ryan Murphy na Netflix

Protagonista de The Big Bang Theory, Jim Parsons se junta a um elenco de peso para novo seriado da Netflix. Hollywood, novo projeto de Ryan Murphy, tem escalação completa. O escritor está com vários projetos em alta na televisão, como American Horror Story e The Politician. Juntam-se a Parsons os atores Dylan McDermott, Samara Weaving, Maude Apatow, Joe Mantello, Laura Harrier e Jack Picking. Eles se unem ao elenco já confirmado, que reúne Jeremy Pope, David Corenswet, Patti LuPone e Holland Taylor. Outro destaque é Darren Criss, conhecido por seu papel em Glee. Segundo Murphy, a série se passará na década de 1940, mostrando a velha Hollywood e sua indústria sexualizada. Será “uma carta de amor à Era de Ouro” da fábrica de sonhos. O criador adotou uma perspectiva cética: mostrará como tudo mudou e mesmo assim, nada mudou. Jim Parsons viverá Henry Wilson, mas os papéis ainda não tiveram detalhes confirmados. Com filmagens iniciadas neste mês, o projeto tem estreia prevista para maio de 2020. Mesmo assim, Ryan Murphy está com mais projetos em andamento, que incluem a adaptação de dois musicais para as telonas e um documentário.
Black Pantera prepara disco novo para 2020

Fenômeno dos festivais, o Black Pantera é uma das surpresas no rock nacional. O power trio dá um passo importante na carreira ao assinar com a gravadora Deck para encaminhar seu novo álbum. Mesclando thrash metal, punk e hardcore, o trio mineiro é explosão pura. Com agenda cheia até o fim de novembro, a banda deve começar suas gravações no começo de 2020. Ainda não há informações sobre o disco, além da expectativa de arranjos criativos e letras desafiadoras. Comemorando cinco anos de banda em show no Circo Voador, junto de bandas como Dead Fish e Surra, o ano do Black Pantera tem sido cercado de sucesso.
Bad to You traz Normani e Nicki Minaj na trilha de As Panteras

Sob curadoria de Ariana, que fará cinco músicas da trilha de As Panteras, a nova faixa se chamará Bad to You. O lançamento da canção está previsto para 1º de novembro. Depois da tríade pop formada com Ariana Grande, Miley Cyrus e Lana Del Rey, agora é a vez de Normani e Nicki Minaj embarcarem no jogo. A novidade foi divulgada pela cantora em seu perfil no Instagram. Além de Bad to You, Ariana também divulgou a tracklist completa do filme. “Animada e honrada de ter tantas mulheres fenomenais envolvidas nesse projeto incrivelmente especial. Estamos todos tão ansiosos para vocês ouvirem essa trilha sonora dos sonhos”, conta a cantora. Ariana Grande também já anunciou a abertura de pré-venda da trilha sonora. Com 11 canções, a trilha também contará com Kash Doll, Anitta, Kim Petras e outras. A música-tema, Don’t Call Me Angel, já está disponível em todas as plataformas digitais.
Slash, Ozzy e mais contribuem em filme anti-bullying

O músico Andrew Cole irá lançar #NoJoke, um documentário anti-bullying, em 22 de outubro. Além de detalhar suas experiências pessoais com bullying, o músico contou com a ajuda de alguns amigos para criar uma canção que transmitisse essa mensagem. Entre eles, Slash, Ozzy Osbourne, Steve Vai, Jeff Goldblum, Chad Smith, Meat Loaf… Até Lemmy Kilmister, falecido vocalista do Motorhead, embarcou no projeto. O documentarista convenceu seus ídolos a ajudá-lo por meio de sua música. Alguns atores e atrizes também participaram com depoimentos. Jane Lynch e Patrick Stewart estão entre eles, aparecendo no trailer com depoimentos emocionados. A jornada de Andrew para entender o bullying o levou aos fantasmas de seu passado. Para chamar a atenção de todas essas celebridades, embarcou na raiz do problema, levantando uma campanha para refletir sobre o assunto. Confira o trailer de #NoJoke:
Refused lança clipe às vésperas do novo álbum

Prestes a lançar War Music, que estreia em 18 de outubro, a Refused divulgou mais um single. Economy Of Death também veio acompanhada de videoclipe, assim como os demais singles do álbum. O primeiro clipe divulgado pela banda foi de Blood Red, seguido por Rev 001. Ambas as faixas seguem a mesma estética visual de Economy Of Death. Com uma abordagem mais sólida, focada no hardcore melódico, a nova faixa traz um novo estilo para a Refused. Em entrevista à Spin, o frontman Dennis Lyxzén comentou que essa mudança não foi intencional. “Nunca foi deliberado. Nós nos ajeitamos para criar música – boa música – com suas variações. As pessoas nos chamaram de ‘experimental’, mas esse nunca foi nosso plano. É tudo sobre a arte e seguir a música que permanece verdadeira aos nossos ideais. Com War Music, nós concordamos em fazer 34 minutos de música pura, crua, na-sua-cara”. É tudo sobre a arte, e como conclui o frontman, “no fim do dia, você cria a arte que te satisfaz”. Em nova fase, a banda pode trazer muitas surpresas para os fãs. Confira o clipe de Economy Of Death:
YUNGBLUD e Dan Reynolds lançam clipe de original me

A colaboração entre Yungblud e Dan Reynolds, vocalista do Imagine Dragons, tomou forma nesta semana. A dupla lançou um clipe cheio de energia para a faixa original me, lançada no EP underrated youth, último lançamento de Yungblud. Em original me, ambos os vocalistas cantam num ferro-velho e sofrem constantemente acidentes graves. Sempre desafiando a morte, o clipe serve como metáfora sobre se reerguer sempre que a vida tenta te derrubar. Confira o vídeo de original me: O clipe, filmado em Las Vegas, foi dirigido pelo premiado cineasta Jordan Bahat, que trabalhou anteriormente com o Twenty One Pilots no clipe Holding On To You.
Evento traz empoderamento feminino na música para Santos

No Dia Internacional da Menina, o Cocine-Miss exibe o documentário TODAS AS MENINAS REUNIDAS, VAMOS LÁ!, que segue as ações do Girls Rock Camp Brasil. O projeto constitui um acampamento musical só para meninas, que acontece anualmente em Sorocaba, São Paulo. A missão do acampamento é empoderar e promover a autoestima das meninas. Contando com atividades que envolvem desde educação musical e exercício criativo até reflexões sobre feminismo, o projeto incentiva o conhecimento e aprendizado prático. O filme acompanha a trajetória das visitantes, que aprendem a tocar instrumentos, formam bandas e se apresentam ao vivo. Lançado nos cinemas brasileiros em dezembro de 2017, ano em que o GRCBR fazia cinco anos, o documentário conta com 70 minutos. Confira o trailer de TODAS AS MENINAS REUNIDAS, VAMOS LÁ!: Além da exibição do documentário, a exposição também conta com fotos do acampamento, registradas pela fotógrafa voluntária Marcela Mattos. Após o filme, o evento contará com um pocket show de Marina Dias e Os Dias, que também é voluntária do acampamento. Marina passou 14 anos entre projetos musicais como baterista. Compositora e multi-instrumentista, ela traz material novo para a apresentação. Em 2019, lançou seu primeiro EP, Até Aqui, que traz experiências pessoais associáveis ao projeto. O evento acontece a partir das 19h30 no Cocine-Miss – Museu da Imagem e do Som de Santos. Ele está localizado na Av. Senador Pinheiro Machado, 48, na Vila Matias. A entrada é gratuita.
Muse anima fãs com clima futurístico em São Paulo

A mudança de lugar não foi suficiente para conter a imensa produção do Muse. Com estilo retrô-futurista, a banda agradou os oito mil presentes no Ginásio do Ibirapuera com sua Simulation Theory World Tour. Semelhante ao concerto apresentado no Rock in Rio, que encerrou o festival no último domingo (6), a apresentação fluiu bem. O enredo do show se dividiu em duas partes: uma fase conceitual e performática de Simulation Theory; outra agitada e popular, resgatando os principais hits do Muse. Com 24 canções, o repertório do show foi equilibrado, contemplando vários momentos de sua discografia. Não delimitadas, as duas fases se intercalavam pelo set, portanto muitas vezes quebravam a narrativa principal da tour. Entre os álbuns em destaque, estão Absolution (2003), Black Holes and Revelations (2006) e The 2nd Law (2012). Megaprodução O principal acerto da Simulation Theory World Tour está na estrutura de palco. Os disparos de luzes coloridas, sempre constantes, sustentam a atmosfera futurista. Câmeras espalhadas pelo palco faziam takes imediatos do show, que então apareciam no telão com efeitos visuais e insertes geométricos. O palco em T com elevador permitiu ao vocalista Matt Bellamy surpreender o público, viajando de uma ponta a outra durante a apresentação. O frontman se movimentou bastante, percorrendo todos os cantos do palco, enquanto seus colegas de banda ficaram mais tímidos. Contudo, um único trânsito do trio em conjunto aconteceu próximo ao fim do show. Inspirações no Eddie gigante do Iron Maiden? Talvez. Mas o fato é que o enorme esqueleto tentando capturar Bellamy durante o mashup final de hits é um espetáculo. A sequência Stockholm Syndrome / Assassin / Reapers / The Handler / New Born ganhou força com uma mãozinha do esqueleto (ou melhor, com uma mãozona). Balões, chuva de papéis coloridos e serpentinas, fumaça… Todos os efeitos possíveis foram aproveitados. Não por falta de espaço, o Muse trouxe seu maquinário completo para uma performance visual que excede as expectativas. Simulation Theory A apresentação da tour começa com Algorithm, num clima de realidade alternativa com direito a dançarinos. As coreografias se voltam às músicas do novo álbum, pontuando quais momentos fazem parte da nova fase. Sempre com figurinos temáticos, os performers trazem robôs, armas de gelo seco e até um futuro pós-apocalíptico ao palco. Propaganda e Plug in Baby são a combinação mais explosiva, com riffs velozes. Matt Bellamy desacelera o ritmo ao entoar Pray (High Valyrian), sua canção solo que serviu de trilha durante a parte final de Game of Thrones. Outro momento mais leve é com Dig Down, que tem uma pegada synth mais teatral. Na volta ao palco após uma breve pausa, trazem Madness, uma das canções mais mornas do álbum. Mesmo assim, ela rende um momento introspectivo movido a danças lentas. Algorithm também encerra o ciclo de Simulation Theory, sendo a penúltima música tocada. Em performance num “Bellamy-verso”, imagens ao vivo do show convergem com uma realidade alternativa de fotos distorcidas do vocalista. Tudo é orientado à máquina arcade no centro do palco, que quando desplugada por Bellamy, encerra as luzes do palco e dá fim às sequências temáticas. Muse foca nos graves O grande segredo da banda está no peso. Com fortes marcações de ritmo na bateria e riffs icônicos no baixo, o grave se destaca constantemente. A guitarra de Bellamy é apagada em muitos momentos, até quando decide embalar efeitos à la Tom Morello. Mesmo que Christopher Wolstenholme não seja o mais simpático dos baixistas, sua presença é crucial para que a magia aconteça. Com trocas de instrumento a cada canção, ele atrai o público, mas não corresponde. Na introdução dedilhada de Hysteria, gera uma verdadeira histeria entre os fãs, e mesmo assim mantém-se firme à sua postura. Outros hits da banda, como Supermassive Black Hole e Knights of Cydonia, concentram toda sua energia no baixista. Old school Muse A sinergia com o público só acontece de fato com os singles mais antigos. Mercy e Time Is Running Out, por exemplo, emendam um momento brilhante junto a Prelude e Starlight, sendo a última a canção mais próxima de uma balada romântica. A agitação realmente acontece com Psycho e Uprising. O momento mais surpreendente vem então com Showbiz, parte do disco homônimo de estreia da banda, de 1999, que não constava no setlist do Rio. Durante a canção, o Muse tem seu momento mais rock n’ roll, apresentando uma performance mais crua e carregada. O último bloco é composto por um mashup de riffs mais conhecidos: Stockholm Syndrome / Assassin / Reapers / The Handler / New Born. Nesse momento, o público dança sem parar a cada minuto. No entanto, o ápice da apresentação é Knights of Cydonia, single icônico que nunca perde seu charme. Confira o setlist completo do show: Algorithm (Alternate Reality Version) Pressure Psycho Break It to Me Uprising Propaganda Plug In Baby Pray (High Valyrian) The Dark Side Supermassive Black Hole Thought Contagion Interlude Hysteria Showbiz (com riff de Ashamed) The 2nd Law: Unsustainable Dig Down (Acoustic Gospel Version) Madness Mercy Time Is Running Out Prelude Starlight Algorithm Stockholm Syndrome / Assassin / Reapers / The Handler / New Born Knights of Cydonia
Kaiser Chiefs faz set animado e conquista público em SP

A abertura do Muse em São Paulo contou com o charme do Kaiser Chiefs. Em um breve set de 10 músicas, a banda deu todo o gás em sua apresentação. Mesmo tímidos, moveram um show com alto astral, marcado pela presença de palco de seu vocalista. Com pontualidade britânica, o Kaiser Chiefs subiu ao palco às 19h45. A recepção foi branda, mas aos poucos conseguiram aquecer o público. O ginásio não demorou para se render às brincadeiras do frontman, respondendo às canções e entoando junto os principais hits do grupo. Ruby, I Predict a Riot e Oh my God foram os pontos mais altos. Mas mesmo nas canções não tão populares, a banda conseguiu bons aplausos. Com atitude, o grupo também conquistou pontos com sua qualidade técnica e atenção às escolhas do set. Boa parte desse sucesso se deve à performance calorosa do vocalista Ricky Wilson, cuja forte presença de palco emana energia. Contudo, sem o frontman, a banda não teria o mesmo sucesso. E quem sabe, não teria aquecido tão bem uma noite de tanta energia e música. Confira o setlist do Kaiser Chiefs: People Know How to Love One Another Everyday I Love You Less and Less The Factory Gates Ruby Hole in My Soul Record Collection Never Miss a Beat I Predict a Riot The Angry Mob Oh My God