Com curadoria de Corey Taylor, Slipknot solta sua playlist de Halloween

Comandado por Corey Taylor, o Slipknot divulgou sua playlist para o Halloween. Em síntese, a lista conta com canções do Megadeth, Public Enemy, Ice Cube, Talking Heads, entre outros. Certamente, também vemos canções da banda entre as selecionadas. Nero Forte, Spiders e Scissors. Ademais, são 26 músicas na playlist, que já está em todas as plataformas digitais. “#HappyHalloween. Comece os rituais com a nossa lista de de Halloween, com curadoria de Corey Taylor”. Slipknot

Mais pop, Tame Impala divulga primeiro single de novo disco

Agora sim o Tame Impala está oficialmente de volta! Anteriormente, a banda havia lançado um teaser misterioso em seu site para apresentar o novo projeto. Agora, o grupo divulgou o single It Might Be Time. Ademais, a nova música muito mais voltada ao pop, é a quarta canção inédita do conjunto desde Currents (2015). Vale lembrar que ainda não temos informações sobre a data de lançamento do The Slow Rush.

Baco Exu do Blues lança primeiro vídeo de websérie sobre seu novo álbum

Recentemente, o cantor Baco Exu do Blues divulgou o primeiro episódio de uma série sobre a criação de seu próximo álbum. Com o nome L, o vídeo foi dirigido por OGreen. Em síntese, vemos o início das gravações do terceiro álbum do rapper. Ademais, o novo trabalho do músico terá o deus mitológico Dionísio como foco. Baco deve ter diversas participações nesta nova obra, como o instrumentista Hamilton de Holanda.

Kanye West surpreende mais uma vez com Jesus is King

Finalmente a espera acabou, Jesus Is King está entre nós. Visto que Kanye West adiou de todas as maneiras o disco, é curioso saber que temos ele em mãos agora. Aliás, fomos agraciados com outra preciosidade do rapper. Ademais, é evidente a influência de todos os trabalhos que o artista produziu. O Daytona de Pusha T na faixa Follow God é apenas um exemplo desta mescla. Contudo, não apenas dos álbuns que ele produziu, e sim também os que West lançou durante sua carreira. Jesus is King Em contrapartida, como o nome já insinua, o projeto é inteiramente focado em crenças cristãs. O que não tira sua beleza, pelo contrário, é certamente seu charme. Selah, abertura do conjunto, é uma boa amostra do que está por vir, ao juntar os beats pesados de Kanye com louvores. Contudo, o excesso de fé nas letras acaba sendo o ponto baixo. Não que sejam ruins, mas acabam soando rasas em algumas partes. A surpresa fica por conta das faixas mais leves. De fato, remetem muito ao 808s & Heartbreak, lançado em 2008. É o caso de Closed On Sunday, Water, e da mágica God Is. Em conclusão, o álbum marca mais uma inovação na carreira do artista. Assim como foi quando ele divulgou o My Beautiful Dark Twisted Fantasy (2010), onde fez uma boa mistura entre pop e hip-hop. Ou até em Yeezus (2013), que vemos um lado mais sombrio do rapper. Não sabemos quais passos virão depois de Jesus is King. A única coisa que precisamos admitir, gostando ou não, é que Kanye West está de parabéns mais uma vez.