Luiz Caldas passeia por hits nacionais em “Playlist Brasileira 1”

O cantor e compositor baiano Luiz Caldas escolheu revisitar algumas de suas canções favoritas fazendo uma homenagem carinhosa e trazendo seu olhar peculiar para cada obra. Tudo começou no início da quarentena. Sem poder fazer shows, Luiz Caldas teve a ideia de cantar e tocar violão na sua casa e postar nas redes sociais. Daí veio o convite de Rafael Ramos, diretor artístico da gravadora Deck, para registrar as gravações em estúdio. O próprio Luiz Caldas produziu e tocou essas versões intimistas para músicas que fazem parte de seu universo afetivo. “Tudo é baseado no que eu gosto de cantar. Há muita verdade nessas interpretações justamente por isso”, disse ele. Assim sendo, o álbum Playlist Brasileira 1 traz compositores diversos, como Fábio Jr., Cassiano, Ronaldo Bastos, Beto Guedes, Marcos Sabino, João Ricardo, Paulo Diniz e outros. Algumas das canções são do tempo em que o multi-instrumentista tocava em bailes, atividade que exerceu dos 7 aos 16 anos, como A Lua e Eu (Cassiano/ Paulinho Motoka). “Cassiano é um compositor maravilhoso, a música brasileira deve demais a ele. Desde que começou tendo suas canções gravadas por Tim Maia, ele espalha sucessos. E essa música é um clássico, eu sempre tocava nos bailes e quem não estava apaixonado se apaixonava”, relembra Luiz Caldas. Reluz (Marcos Sabino), que fez muito sucesso nos anos 80, também remete a esses tempos. “Quando eu estava gravando meus primeiros discos, essa música era um hit em todo o país. O Marcos Sabino é um artista incrível, uma voz suave. Para mim foi muito legal revivê-la porque ela remete muito ao baile, à pista de dança. Me traz recordações maravilhosas”. Dos anos 70, Luiz Caldas pinçou Sangue Latino (João Ricardo/ Paulinho Mendonça). “Quando essa música foi lançada, deixou todo mundo de boca aberta. A interpretação de Ney e o surgimento do Secos & Molhados abriram a cabeça e a forma de se enxergar um artista no palco, a forma de se vestir, a performance, a voz aguda de Ney. Foi um marco. Acho essa canção belíssima e por isso fiz questão de incluir no disco”. Além dessas, fazem parte do álbum A Força do Amor (Cleberson Horsth/ Ronaldo Bastos), Deslizes (Michael Sullivan/ Paulo Massadas), Caçador de Mim (Luiz Carlos Sá/ Sérgio Magrão), O Que É Que Há? (Fábio Jr./ Sérgio Sá), Pingos de Amor (Paulo Diniz/ Odibar), Sol de Primavera (Beto Guedes/ Ronaldo Bastos), Frisson (Sérgio Natureza/ Tunai), Caminhos de Sol (Herman Torres/ Salgado Magrão) e Espanhola (Flávio Venturini/ Guarabyra). As 12 faixas do álbum, que estreou hoje nos aplicativos de música, são um passeio não só pelos afetos musicais de Luiz Caldas, como também pelas memórias que o público tem dessas canções e pelas lembranças que elas despertam em cada um. Playlist Brasileira 1 é o 137º álbum gravado por Luiz Caldas ao longo dos seus mais de 50 anos de carreira, número este que não para de crescer, uma vez que o cantor e compositor lança, desde 2013, um álbum a cada mês, passeando pelos mais diversos estilos musicais. Um dos lançados no primeiro semestre de 2021, Sambadeiras, rendeu ao artista a indicação ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa. O disco é um mergulho no samba de roda do recôncavo baiano, reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, e homenageia os artistas da região, em especial o cantor, compositor, violonista e grande conhecedor da cultura popular da Bahia, Roberto Mendes. Todos os álbuns do projeto de lançamentos mensais estão disponíveis para download gratuito no site.

Unstoppable, de James Blunt, ganha vídeo divertido

James Blunt lançou na sexta-feira (29) o divertido vídeo do single Unstoppable. A faixa integra o próximo álbum de grandes sucessos do artista, The Stars Beneath My Feet (2004-2021). Aliás, o álbum sai no dia 19 de novembro pela Atlantic Records. Para o Brasil, a música sai em um momento de grande destaque para o artista, que ganhou espaço nas redes sociais e imprensa depois de publicar um vídeo no TikTok brincando com a faixa nacional Coração Cachorro. Completando 17 anos de uma prolífica carreira, Unstoppable traz James entregando um single fenomenal para a era do pós-Covid. Conduzido por um refrão que sem dúvida vai tomar os estádios em na próxima turnê, vai rapidamente se tornar um dos favoritos dos fãs. “It’s coming, it’s coming!” (“Está chegando!”), grita um homem na abertura do vídeo em que James aparece como um one man band. Como uma cena de um filme B de horror dos anos 50, as pessoas correm para suas vidas, apavoradas por sua música, com James, ainda bem, sem perceber o caos que está causando. Indicativo de sua carreira triunfante, ele logo ganha o mundo e o vídeo, dirigido pelo ilustre roteirista Jamie Thraves, ganha um alegre e comemorativo final. “Be afraid…I am UNSTOPPABLE!”, diz James – e quem somos nós para duvidar? James vai embarcar numa turnê pelo Reino Unido por estádios em 2022 que inclui nove datas. Em resumo, ele vai celebrar as canções de seus 17 anos de carreira que conquistaram mais de 23 milhões de álbuns vendidos. Aliás, isso inclui o esmagador hit You’re Beautiful. Entre essa coleção de sucessos, The Stars Beneath My Feet (2004-2021) vai incluir também quatro novas canções (Love Under Pressure, Unstoppable, Adrenaline e I Came For Love), assim como quatro performances exclusivas ao redor do mundo, incluindo o Glastonbury Festival.

Com várias referências pop e amigo do BBB, Projota retorna com Volta

Projota retornou à cena musical com o primeiro single inédito do ano, Volta, que acaba de ser lançado. Aliás, a faixa foi escolhida para iniciar os trabalhos de seu novo álbum que, ainda este ano, também ganha as todas as plataformas digitais. A nova faixa ainda chega acompanhada de videoclipe. Com muitas referências ao BBB21 e com a participação de seu amigo no programa, Arthur Picoli, o audiovisual mostra e fala sobre como o mundo das redes sociais, inclusive o cancelamento, é refletido ao público e encarado pelos mesmos. “Essa música é como colocar alguns pingos nos ‘is’ sobre tudo o que aconteceu comigo esse ano e colocar o último ‘pingo’, que é o ponto final dessa história”, declara Projota. Volta é uma resposta ao público e aponta sua direção, pois traz à tona uma nova fase da vida do artista depois de ter passado por um reality show e de ter tido uma grande perda familiar, sua avó materna, Lourdes. O cantor, como sempre faz com maestria, pinça suas experiências para compor suas canções. Em Volta, ele deixa explícito algo que antes ele acreditava que não estava tão evidente para as pessoas. “Sinto eu sempre pude abrir diálogos com meus fãs por meio da minha música, sempre expus muitas de minhas fraquezas, mas sinto que isso foi algo que não ficou tão claro. Acho que esse novo trabalho vem pra que eu possa me abrir um pouco mais sobre isso”, pontua o artista. No clipe, dirigido por Rafael Carvalho, do Studio Curva, que tem direção de arte de Arthur Carratu e direção de fotografia de Rui Mendes, Projota passeia por vários cenários, imerso numa realidade fictícia esperando a hora de acordar e escapar desse lugar e se reconectar com o que há de melhor em sua essência. O vídeo traz ainda um punhado de referências muito familiares, seja a inspiração em obras cinematográficas como os filmes O Show de Truman e Matrix e a série Black Mirror, na presença dos “dummies” (personagens do BBB), na cozinha em alusão à xepa, o amigo de confinamento Arthur Picoli e muito mais. “Tanto o clipe como a letra são absolutamente biográficos, bastante claros, retos e literais. Além de muito visceral, Volta contém algumas dores que eu precisava por pra fora, mas também o relato de alguém que passou pelo olho do furacão, mas está bem e segue atrás de seus sonhos”, finaliza o rapper.

Maneva dá nova cara para hits de 1 Kilo e Gaab

O Maneva se prepara para mais uma série de lançamentos. Na última sexta-feira (29), os músicos apresentaram o medley de Deixe-me ir e Tem café, sucessos do selo 1 Kilo e do cantor Gaab, respectivamente. Aliás, a faixa é apenas uma prévia do que os fãs podem esperar de Tudo Vira Reggae2, novo álbum da banda, com lançamento previsto para o início de dezembro deste ano. “A música tem disso. É essa mistura maravilhosa de instrumentos e influências capaz de criar uma nova proposta para o que já é consagrado. Trazer o hit da 1 Kilo com esse fenômeno que é o Gaab é uma das nossas apostas. Escolhemos apresentar uma versão extremamente dançante e com a nossa cara”, explica Tales de Polli, vocalista do Maneva. “Que versão linda! Como fiquei feliz em ouvir Deixe-me ir no reggae. O Maneva trouxe uma atmosfera para a música que traduz exatamente o que ela é. É uma canção de saudade, mas uma lembrança boa, de um tempo bom. Ficou maravilhosa na voz do Tales, nesse arranjo de sopro muito bonito que imprimiu essa fotografia da música, assim como eu a vejo. Eles deram mais cor para ela. Quando você ouve, pensa: era assim a música? Adorei”, disse Rasta, um dos sócios da 1 Kilo. “Que grata surpresa ouvir Tem Café nessa versão única e com a cara de vocês! Me senti honrado e, claro, muito feliz com a lembrança. Ter uma música gravada por mim e eternizada em um álbum do Maneva é motivo de orgulho. É uma baita homenagem! Arrebentaram!”, comemorou Gaab. O novo projeto do Maneva Em resumo, o projeto, com a assinatura da Base 4, GTS e Universal Music, tem a produção musical primorosa de Thiago Stancev. Julio Loureiro dirigiu as imagens captadas na Estância Alto da Serra, em São Paulo. Em um clima intimista, Tudo Vira Reggae nasceu a partir de uma live realizada durante a pandemia, apresentando canções conhecidas do público dentro dos mais diferentes gêneros. Todas elas receberam os arranjos do tradicional som jamaicano. Por fim, o sucesso foi tanto que a transmissão se transformou em álbum, que agora ganha um segundo volume.

Caetano Veloso lança vídeo da música Não Vou Deixar, do álbum Meu Coco

Caetano Veloso lançou, na última quinta-feira (28), o vídeo da canção Não Vou Deixar. Minimalista, o audiovisual traz a poderosa mensagem da música mais diretamente política de Meu Coco. O vídeo de Não Vou Deixar, que é uma das favoritas de Caetano, do novo álbum, foca apenas nas expressões faciais e movimentos do artista. “Com célula de base de rap criada no piano por Lucas e letra de rejeição da opressão política escrita em tom de conversa amorosa”. Em síntese, é assim que Caetano descreve a música. Aliás, completa: “Chegou a ser minha preferida, tanto por sua inventividade, quanto por seu potencial pop”. Não coincidentemente, o vídeo da canção chega exatamente três anos após o resultado das últimas eleições presidenciais. “O presidente que nós temos é o pior que poderíamos imaginar. Mas ele é parte da câimbra que nosso corpo histórico-social sofre. ´Não vou deixar´ é o que diz a voz de pessoas como Fernanda Montenegro”, finaliza. Um dos maiores nomes da cultura nacional, Caetano Veloso lançou, no último dia 21, o álbum Meu Coco, com 11 músicas, entre nove inéditas e duas regravações. Depois de quase dez anos do seu último disco solo de estúdio, ele retornou com o projeto que apresentou o que se passa em sua cabeça.

Jack White em dose dupla de Taking Me Back

O guitarrista Jack White retornou com suas primeiras faixas inéditas desde o álbum Boarding House Reach (2018). Antecipada em um trailer para o jogo Call of Duty: Vanguard, Taking Me Back traz o rock enérgico, hipnotizante e guiado por riffs blueseiros que se tornaram marca do artista. O lado B é uma versão intimista da faixa intitulada, de modo preciso, Taking Me Back (Gently). O single duplo é um lançamento da Third Man Records disponível em todas as plataformas de música e ganha vídeos no canal oficial de White no YouTube. Um dos artistas mais inquietos dos últimos 25 anos e vencedor de 12 Grammys, Jack White se tornou um ícone. Em resumo, ele se tornou um novo modelo de rockstar para o século 21. Aliás, foi assim com seu projeto solo, com o The White Stripes, The Dead Weather e The Raconteurs. Guitarrista com sonoridade icônica, White une os tons do rock de garagem com o espírito do começo do blues. Suas melodias são entoadas em coro tanto nos principais festivais de música quanto em estádios esportivos como cântico de torcida. Fundada por White em 2001 e baseada em Detroit, a Third Man Records se consolidou como um sinônimo de inovação e bom gosto ao buscar alternativas para experiências exclusivas e analógicas em um meio digital.

Midnight Oil retorna com recado urgente para COP26: “Rising Seas”

Every child put down your toys and come inside to sleep / We have to look you in the eye and say we sold you cheap / Let’s confess we did not act with serious urgency / So open up the floodgates to the Rising Seas Trecho de Rising Seas, do Midnight Oil Esta é a abertura do provocativo single do Midnight Oil, que chega às vésperas da conferência crucial das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26), da próxima semana. Os mantos de gelo estão derretendo com o ‘aumento da temperatura’ e, ainda assim, a Austrália está arrastando a cadeia global para uma ação real sobre metas significativas de emissão de carbono. A canção intransigente adiciona a voz da banda à bilhões de outras do mundo que buscam um futuro seguro e habitável para o planeta. Rising Seas continua uma história de orgulho de “campanha” de hinos do Oil – desde US Forces e Blue Sky Mine, até a recente Gadigal Land. A música também é a primeira amostra de um novo álbum de estúdio do Midnight Oil, que foi criado ao mesmo tempo que seu colaborativo Makarrata Project, que recentemente recebeu cinco indicações ao prêmio ARIA. Ambos os lançamentos foram gravados antes do covid com os agora falecidos baixista Bones Hillman e o produtor Warne Livesey. Rising Seas antecipa álbum atrasado Este novo LP deveria ter sido lançado no início deste mês, mas estreará no início do próximo ano. Em resumo, quando poderá ser acompanhado por shows ao vivo, incluindo uma aparição no Bluesfest, na Páscoa. No entanto, a banda decidiu lançar essa única música agora, dada sua relevância particular, na véspera da importante reunião em Glasgow. “Nós queremos muito lançar Rising Seas desde que começamos a criá-la, há dois anos”, explica o guitarrista e compositor Jim Moginie. “A crise climática exige um verdadeiro senso de urgência, então decidimos não esperar mais para compartilhá-la”. “O primeiro-ministro está brincando enquanto a Austrália literalmente arde. Scott Morrison pode ter aceitado relutantemente as emissões líquidas zero até 2050, mas isso está longe de ser o suficiente. Parar de utilizar carvão ou gás e um plano claro para reduzir a poluição de carbono em pelo menos 65% abaixo dos níveis de 2010 até 2030 é urgentemente necessário”, disse o vocalista do Midnight Oil, Peter Garrett. Rising Seas chega acompanhado por um vídeo intransigente com imagens colhidas de recentes campanhas climáticas e uma performance dinâmica da Midnight Oil. A obra de arte impressionante do single é do aclamado artista espanhol Juanjo Gasull. O vídeo foi filmado em Sydney, em setembro, e é dirigido por Cameron March, do Hype Republic, com Mac De Souza como produtor executivo. O clipe apresenta imagens incríveis fornecidas pelo Greenpeace.

Spoon anuncia álbum Lucifer on the Sofa; ouça primeiro single

O décimo álbum do Spoon, Lucifer on the Sofa, ganhou data de lançamento: 11 de fevereiro de 2022 via Matador Records. Em resumo, feito no Texas, é o primeiro conjunto de canções que o quinteto gravou em sua cidade natal, Austin, em mais de uma década. O álbum engarrafa a emoção física de uma banda destruindo uma sala lotada. Contudo, é um álbum de intensidade e intimidade, onde os contornos mais ásperos da música parecem tão vívidos quanto às direções murmuradas silenciosamente no microfone na primeira tomada. De acordo com o vocalista Britt Daniel, “é o som do rock clássico escrito por um cara que nunca entendeu Eric Clapton”. Nesta sexta-feira (29), a banda lançou o primeiro single, The Hardest Cut. Aliás, pesada e ancorada por guitarras desafinadas, The Hardest Cut foi a primeira música escrita por Daniel, que co-escreveu com Alex Fischel, para o novo álbum. “Passei boa parte de 2018 e 2019 ouvindo ZZ Top”, explica Daniel. Por fim, a arte do álbum foi criada pelo renomado artista Edel Rodriguez, lindamente apresentada em um formato de vinil que será apresentado em várias variantes de cores, incluindo um padrão exclusivo opaco laranja e preto disponível no site da banda ou da gravadora. Lucifer on the Sofa tracklist 1. Held2. The Hardest Cut3. The Devil & Mister Jones4. Wild5. My Babe6. Feels Alright7. On The Radio8. Astral Jacket9. Satellite10. Lucifer On The Sofa

Chucky | Confira 12 curiosidades sobre a franquia Brinquedo Assassino

O Brinquedo Assassino mais famoso de todos os tempos chegará ao Star+ nesta quarta-feira (27) com a estreia exclusiva de Chucky, a nova série inspirada na icônica franquia cinematográfica de mesmo nome é desenvolvida, escrita e produzida por Don Mancini, criador da saga Chucky. Chucky é um dos vilões mais aterrorizantes e icônicos da telona. O boneco ruivo possuído pela alma do serial killer Charles Lee Ray, entrou na cultura pop em 1988 com a estreia de Brinquedo Assassino. A partir de então, a franquia teve seis sequências, todas escritas por Mancini. Veja abaixo 12 curiosidades sobre a franquia 1. Don escreveu Brinquedo Assassino quando ainda estava na escola de cinema da UCLA. O projeto original era diferente do que apareceu nas telas; 2. A perspectiva do vudu e canto de Damballa não estavam no roteiro original de Brinquedo Assassino, mas foram acrescentados mais tarde. 3. O nome Charles Lee Ray é um combinação dos nomes Charles Manson, o líder criminoso e cérebro por trás de diversos assassinatos cometidos durante 1959, Lee Harvey Oswald, o homem acusado de assassinar o presidente americano John F. Kennedy em 1963 e James Earl Ray, o homem que matou Martin Luther King em 1968. 4. No roteiro original de Brinquedo Assassino, Andy faz um pacto de sangue com o boneco Chucky, e é por isso que o roteiro foi intitulado originalmente de Blood Buddy (Amigo de Sangue). Outro título provisório foi Batteries Not Included (Não Inclui Baterias). 5. O slogan de Brinquedo Assassino 3, “Olha quem está à espreita”, foi inspirado no filme Olha Quem está Falando de 1989. 6. A Noiva de Chucky é o primeiro filme que nunca menciona a Play Pals, para mostrar que os filmes estão se afastando de seus comentários sobre a comercialização. 7. Segundo relatos, a cena da banheira em A Noiva de Chucky estava no rascunho original do roteiro de Mancini para Brinquedo Assassino, que é como a babá de Andy estava destinada a morrer pela primeira vez. 8. A Noiva de Chucky (1998) foi o filme da franquia com maior bilheteria até aquele momento na história do título. 9. A Semente de Chucky foi o primeiro filme de Chucky no qual Mancini atuou também na direção. 10. Inicialmente, Mancini queria Quentin Tarantino como o diretor de Semente de Chucky. 11. Em A Maldição de Chucky, Charles Lee Ray usa o mesmo estilo de faca que Chucky usa no primeiro filme. 12. Ao final de O Culto de Chucky, Nica caminha com Tiffany em uma homenagem ao filme com Jennifer Tilly, Ligadas Pelo Desejo (Bound). Chucky, a nova série exclusiva do Star+, chega nesta quarta-feira (27) com um episódio duplo e depois, toda quarta-feira, estreia um episódio inédito somente no Star+. Sinopse de Chucky A série conta com oito episódios de uma hora e foi desenvolvida, escrita e produzida por Don Mancini, criador da saga Chucky. A nova história se passa em uma tranquila cidade americana, onde o adolescente Jake Wheeler (Zachary Arthur) descobre um boneco antigo de Good Guy em uma venda de garagem. A partir de então, a vida no agradável subúrbio se transforma em um inferno, quando uma onda de assassinatos arrepiantes começam a revelar os segredos mais profundos e sombrios de todos. Enquanto Chucky (Brad Dourif) desencadeia o caos, rostos familiares de seu passado retornam e ameaçam revelar suas origens obscuras como um menino aparentemente comum que, de alguma forma, tornou-se o lendário boneco assassino. Completam o elenco da série Björgvin Arnarson (Devon), Alyvia Alyn Lind (Lexy), Teo Briones (Junior), Devon Sawas (Logan), Jennifer Tilly (Tiffany Valentine), Fiona Dourif (Nica/ Charles jovem) e Christine Elise McCarthy (Kyle).