Wrecked: Imagine Dragons revela novo single de Mercury-Act 1

O Imagine Dragons lançou nesta sexta-feira (2) o single Wrecked. A música chegou acompanhada de um lyric video. Anteriormente, na última terça-feira (30), o grupo norte-americano anunciou nas redes sociais, o lançamento de um novo álbum, intitulado Mercury-Act 1, no dia 3 de setembro deste ano. Este será o quinto disco do Imagine Dragons, que acumula hits como Demons e Radioactive. Eles se juntaram ao renomado produtor Rick Rubin para criar o novo álbum, um compilado sincero que abandona letras metaforicamente carregadas e, em vez disso, abraça extremidades emocionais. O título é inspirado na palavra “mercurial”. Wrecked foi escrita e produzida por todos os integrantes do grupo. A música é uma demonstração poderosa e crua sobre a dor, a perda e o avanço. Dan Reynolds, vocalista do Imagine Dragons, começou a escrever a faixa logo depois de perder sua cunhada, Alisha Durtschi Reynolds, para o câncer. Luto em forma de música A emocionante Wrecked revela a maneira como o cantor encarou a situação e qual é o seu desejo com ela. “Ela era a luz mais brilhante. Um farol de alegria e força para todos que ela conheceu. Seu falecimento repentino me abalou de maneiras que ainda não consigo expressar. Eu estava com ela e meu irmão quando ela faleceu, e foi a primeira vez na minha vida que testemunhei a morte dessa forma. Selou em minha mente a fragilidade da vida e a finalidade de tudo isso. Eu vi meu irmão enfrentar algo que ninguém deveria ter que fazer. Mas também vi sua fé trazer esperança para um futuro com ela. Eu só posso esperar pelo mesmo”, explica o vocalista. “Essa canção foi minha maneira de lidar com tudo isso, pois a música sempre foi meu refúgio. Não sendo mais um homem de fé fervorosa, só posso esperar que ela ouça em algum lugar onde ela está curada e não está mais com dor. Essa música é meu desejo por uma eternidade com aqueles que amo”. Dan Reynolds, vocalista do Imagine Dragons Em março, a banda fez seu retorno triunfal com um lançamento duplo dos singles Follow You e Cutthroat. As duas faixas marcaram a nova era do grupo, que não apresentava novos trabalhos desde Origins, álbum de 2018, e assim como a recém-lançada Wrecked, também farão parte do repertório do disco Mercury-Act 1.
Maria Sil canta o medo dos tempos sombrios em Medo Azul

A cantora Maria Sil lançou o single Medo Azul, canção que compôs em parceria com a cantora e compositora Socorro Lira. A música foi feita pelas artistas em junho do ano passado, sendo um blues de letra cortante que narra o cotidiano das pessoas durante a pandemia da covid-19 e indaga em seus versos ‘’quantos a mais?”. O título da música é inspirado na expressão francesa ”une peur bleue”, que significa um medo paralisante. A expressão surgiu na França no século 19, em decorrência da epidemia de cólera que assombrou a Europa nesta época. Medo Azul foi produzida por Amanda Gasparetto e conta com a participação de Juliana Souza nos vocais, Simone Sou na bateria e Stephanie Borgani no piano. Em cenário de vacinação lenta e a marca assustadora de mais de 500 mil mortes em decorrência da covid-19, além de um presidente que não usa máscaras e incentiva aglomerações, as artistas transformam em canção o medo paralisante desses tempos tristes e sombrios. O vídeo manifesto é dirigido por Eduardo Ferreira e produzido pela Orvalho Filmes. Para Maria Sil, é uma homenagem em memória de todas as vítimas da covid-19 no Brasil, em especial para sua mãe, a poeta Vani dos Santos, morta pela covid-19, em maio.
Seis anos após estreia, Não Há Mais Volta lança o álbum “Atrás de Emoção”

Depois de longos seis anos, o Não Há Mais Volta está de volta com o álbum Atrás de Emoção. São oito músicas com a sonoridade marcante do álbum de estreia, mas com novas influências em suas composições. Formado por Fernando Lamb (voz), Ricardo Galano (guitarra e voz), Gustavo Rodrigues (baixo) e Zeca Barban (bateria), o NHMV tem um disco lançado (2015), além de três singles. A faixa Ansiedade, que abre o disco, é um som direto, rápido e fala sobre as crises de ansiedade passadas pelos integrantes. Aliás, algo cada vez mais recorrentes em nossa sociedade por conta da rotina de cobrança pesada, sem tempo para nada. O primeiro single, Guerra e Paz, é uma música escrita e composta pelo talentoso Johnny Monster. Em resumo, fala sobre como é difícil mantermos uma relação saudável com o próximo nos dias de hoje. Não Há Mágoas, voltada para os apaixonados, traz a primeira novidade em relação à sonoridade da banda, com um ska punk sing along. Mais emocionante do álbum, 22 de Março traz Ricardo Galano e Fernando Lamb dividindo as vozes. A letra bem profunda e pessoal foi dedicada ao avô materno do guitarrista. Vergonha Nacional é uma música com a pegada dos anos 1990 e retrata como os políticos se aproveitam da ignorância das pessoas para se elegerem e enganarem um povo. Bronca nos políticos Corruptos é um verdadeiro hardcore mais pesado, influenciado por bandas como o Sick Of It All e Good Riddance. Curta, direta e reta. Atrás de Emoção, faixa-título do álbum, que mostra o lado divertido e rueiro da banda, com uma linha de baixo marcante e fortes referências ao primeiro disco do grupo. Por fim, Comando encerra o álbum em grande estilo. Punk rock anti-militar e contra aqueles que apoiam a tortura, ditadura e membros das Forças Armadas no poder. Ademais, vale ressaltar que as oito faixas foram mixadas, masterizadas e produzidas por Tiago Hóspede na Guesthouse.
Bayside Kings inicia nova fase em português; ouça Existência

A banda santista Bayside Kings inicia uma nova etapa da carreira com o single Existência, que chega às plataformas digitais nesta sexta-feira (25). Aliás, a faixa é um lançamento da Olga Music, braço de distribuição da Warner Music. Esta é a primeira música com letra em português da BSK. Mais do que uma mudança no idioma, o objetivo é levar a mensagem de resistência e autoconhecimento de uma forma ainda mais direta e clara. Existência é sobre ter voz e um rosto, é sobre mostrar ao indivíduo que ele existe e faz parte de um grupo ou de uma ideia. Também aponta que todas as ações devem e trazem impacto na sua própria vida e das pessoas próximas. O vocalista Milton Aguiar amplia o contexto de Existência. “Existência é o tempo do agora – o ontem já passou e o amanhã não chegou. Por isso, precisamos sentir, fazer valer e perpetuar o aqui e o agora, dar o nosso melhor no momento para existir, como um tributo ao ontem e um pavimento ao amanhã”. A mudança a partir de Existência O cenário sócio-político nacional de 2018, conta Milton, foi o ponto de partida para a mudança na forma de levar a mensagem do Bayside Kings. “O agora e o futuro daquele tempo demandava à banda atingir nosso público e ir além de quem já nos conhece, e com uma mensagem uniforme”. As letras em português, portanto, são uma forma de conversa com outros públicos, outras culturas, além de estreitar a relação com os fãs. “Queremos abrir novos campos de diálogo”, revela o vocalista, que estudou as métricas do português para adequar a sua forma de cantar – bandas como Colligere e Mais que Palavras são algumas referências para este processo. O resultado está em Existência, em que cada palavra da música é entendida. “Um recomeço, com a experiência e maturidade de 10 anos. “Queremos coisas novas e esse é o momento ideal”, completa Milton.
“Cabeça Dinossauro”, do Titãs, ganha tiragem especial comemorativa de 35 anos

Nesta sexta-feira (25), a cena rock nacional celebra os 35 anos de lançamento do terceiro álbum de estúdio do Titãs, Cabeça Dinossauro. Projeto importante para a história da banda, o disco garantiu aos músicos a primeira certificação de Disco de Ouro da carreira deles, em dezembro do ano de estreia. Para comemorar mais este marco, uma tiragem especial em formato CD físico está disponível para venda. O material, que já tinha ganhado uma edição comemorativa em 2012 – quando o projeto completou 30 anos de lançamento, foi marcado pela gravação do single AA UU, faixa que já era tocada nos shows, mas, neste álbum, pela primeira vez, ganhava gravação em estúdio. Gravado e mixado em apenas um mês, com título Cabeça de Dinossauro fazendo alusão à dualidade entre racional (cabeça) e o primitivo (dinossauro), o disco ficou marcado por grandes sucessos da banda, como Família e Homem Primata – faixas que têm espaço cativo até hoje nas playlists dos fãs. Dando um toque especial ao projeto, as artes que embalam o disco e nesta edição comemorativa ganham selo de 35 anos, têm história pra contar. O pintor Leonardo da Vinci foi a grande inspiração para a capa de Cabeça de Dinossauro, baseada no esboço A Expressão de um Homem Urrando. A contracapa do disco também traz referências do italiano, com Cabeça Grotesca. Relembre a edição de 30 anos
The White Stripes celebra o 20º aniversário de White Blood Cells com versão deluxe

The White Stripes está celebrando o 20º aniversário de seu terceiro álbum de estúdio, White Blood Cells, com o lançamento da versão digital expandida. Aliás, White Blood Cells (Deluxe) inclui performances ao vivo bônus do álbum, gravadas em Detroit, no Gold Dollar, em 7 de junho de 2001. Além disso, um vídeo da eletrizante I’m Finding It Harder To Be A Gentleman, do mesmo show, foi ao ar no canal do YouTube. Em resumo, White Blood Cells retorna em todas as plataformas de streaming, com os áudios remasterizados em HD a partir dos tapes originais, utilizando o processo Plangent para oferecer a maior qualidade de áudio. Ademais, o álbum autointitulado de 1999 e o icônico Elephant também foram remasterizados, além de outros da discografia, que terão sua versão em HD lançadas ao longo do ano. Como parte da comemoração, ao utilizar uma das hashtags a seguir no Twitter, um emoji personalizado da Peppermint Swirl aparecerá: #TheWhiteStripes, #WhiteBloodCells20, #WhiteBloodCells, #FellInLoveWithAGirl, and #HotelYorba. Anteriormente, presenciamos o lançamento do remix underground The Glitch Mob do hino Seven Nation Army. Agora, todavia, Seven Nation Army (The Glitch Mob Remix) ganha um alucinante vídeo, dirigido pelos cineastas YoungBoy Never Broke Again & Lil Baby, Lil Skies. Ouça o álbum deluxe do White Stripes
Mark Hoppus, do Blink-182, revela tratamento contra câncer

O músico Mark Hoppus, 49, do Blink-182, disse nesta quarta (23) que está em tratamento contra um câncer há três meses. Em comunicado publicado no Twitter, ele afirmou que tem procurado se manter positivo e esperançoso. “Eu tenho câncer. É uma droga e estou assustado, mas ao mesmo tempo sou abençoado com médicos, família e amigos incríveis que me ajudam a passar por isso”, escreveu. No entanto, ele não detalhou o tipo de câncer que foi diagnosticado. “Ainda tenho meses de tratamento, mas estou tentando me manter com esperança e positivo. Mal posso esperar para estar livre do câncer e ver todos vocês em um show num futuro próximo. Amor para todos vocês”, concluiu ele, que é um dos fundadores do Blink-182
The Killers convoca Bruce Springsteen para nova versão de Dustland Fairytale

A icônica banda de Las Vegas, The Killers, está de volta com Dustland, uma nova versão de Dustland Fairytale, do álbum Day & Age, de 2008. O single conta com a participação de ninguém menos que The Boss, Bruce Springsteen. Anteriormente, em 2020, a banda lançou o aclamado álbum, Imploding The Mirage. Aliás, o disco foi produzido pela banda em parceria com Shawn Everett e Jonathan Rado, da Foxygen. O trabalho foi gravado em Los Angeles, Las Vegas e Park City, no estado de Utah, e traz as participações de Lindsey Buckingham, kd lang, Weves Blood, Adam Granduciel, Blake Mills e Lucius. Em resumo, o álbum trouxe alguns hits badalados, como Caution e My Own Soul’s Warning. Contudo, durante o período de divulgação do disco, o Killers realizou várias lives com versões distintas das canções.
Natalie Imbruglia anuncia álbum Firebird e libera primeiro single; ouça!

A cantora Natalie Imbruglia está de volta com o anúncio de seu mais novo álbum, Firebird, que será lançado em 24 de setembro. Dando início ao projeto, a artista disponibilizou em todas as plataformas digitais, o primeiro single Build It Better. Em resumo, se trata de um single atemporal e que te faz sentir bem. Natalie participou na composição e na produção da faixa. Aliás, a faixa vem acompanhada de um videoclipe eletrizante, que mostra com bastante cor e beleza a temática da canção. Ademais, Natalie falou sobre a faixa. “Rendendo-se ao caos e vendo o que há do outro lado é uma ótima lição de vida. Deixar algo desmoronar e ficar bem com isso é algo que eu tive que fazer na minha vida, e várias vezes”.