O Poderoso Chefinho 2: Negócios de Família tem trailer revelado

A animação O Poderoso Chefinho 2: Negócios de Família, sequência do longa de 2017, teve trailer e pôster revelados nesta terça-feira (24). O chefinho Ted está de volta e agora não está mais sozinho, já que a sua sobrinha Tina o ajudará em uma nova e perigosa missão. Com distribuição da Universal Pictures, o filme acompanha o poderoso chefinho e sua sobrinha, que acaba de entrar nos negócios da família. Em resumo, Ted e Tina irão atrás de um vilão que pretende transformar todos os bebês em crianças más. Aliás, o elenco de vozes, na versão original, tem Alec Baldwin (Ted), Amy Sedaris (Tina), Jimmy Kimmel (Ted Templeton), Lisa Kudrow (Janice) e Eva Longoria (Carol). Dos mesmos criadores das franquias de sucesso Madagascar e Kung Fu Panda, a produção da Dreamworks Animation é dirigida por Tom McGrath. Ademais, chega aos cinemas em março de 2021.

Um Príncipe em Nova York 2 ganha casa nova e data de estreia

Um Príncipe em Nova York 2 está de casa nova. A sequência do clássico da Sessão da Tarde teve seus direitos adquiridos pela Amazon Prime Video. Em suma, o longa estreia de forma exclusiva em 5 de março de 2021 via plataforma de streaming. O Príncipe Akeem (Eddie Murphy) retorna, agora Rei de Zamunda, com seu confidente Semmi (Arsenio Hall), para embarcar em uma nova aventura hilária que os levará ao redor do mundo: do exuberante e real país de Zamunda ao Queens, bairro de Nova York – onde tudo começou! O elenco original dos personagens favoritos de Um Príncipe em Nova York também está de volta. Em resumo, Rei Jaffe Joffer (James Earl Jones), Rainha Lisa (Shari Headley), Cleo McDowell (John Amos), Maurice (Louie Anderson) e a equipe heterogênea da barbearia. Ademais, juntando-se a este grupo repleto de estrelas estão Wesley Snipes, Leslie Jones, Tracy Morgan, Jermaine Fowler e Bella Murphy. Um Príncipe em Nova York 2 é dirigido por Craig Brewer, da Paramount Pictures em associação com a New Republic Pictures, e produzido pela Eddie Murphy Productions e Misher Films. O roteiro é de Kenya Barris, Barry W. Blaustein e David Sheffield, com história de Blaustein, Sheffield e Justin Kanew, baseada em personagens criados por Eddie Murphy.

Playmoboys reúne cantoras gringas em novo EP; Ouça Back to Streets

A banda carioca Playmoboys segue lançando novos projetos em ritmo acelerado. Após três singles divulgados em 2020 (Na Praia, Cores e Restos de Uma Noite), o grupo revelou o EP Back To Streets. Em resumo, são quatro canções que prometem surpreender o público. Dividindo os vocais com Conrado Muylaert, três cantoras internacionais que o vocalista da Playmoboys conheceu pelas redes sociais durante o tempo de isolamento social. Aliás, o projeto em formato de EP está sendo lançado pelo selo Caravela em parceria com a Warner Music, responsável pela distribuição. Faixa a faixa Abrindo o EP, o Playmoboys convida a italiana Dee Wolf, cantora de blues, para o vocal principal de Back to Streets. Em suma, a música, que bebe da fonte do R&B moderno, fala sobre a dificuldade na superação uma relação fracassada, além da vontade de saber como está a vida do antigo parceiro. Tudo isso marcado por uma forte batida bumbo e caixa, cordas e guitarra. Logo depois, Same Punk Rock Girl apresenta Juliana Mesty, da Filipinas. Sua voz suave traz vida à garota punk, que tenta se reencontrar após o término de uma relação que julgava perfeita (um casal saído de uma letra da Alanis). Sozinha, no entanto, consegue se redescobrir. Posteriormente, vem uma velha conhecida. Baby, there’s no end, a canção mais famosa da Playmoboys, surge em versão remasterizada. Com mais de um milhão de visualizações nos streamings, a canção e seu respectivo clipe são responsáveis por inúmeras conquistas na carreira da banda, e grande exposição tanto no Brasil quanto no exterior. No entanto, a americana Ivy Hoodrave traz o toque soul para essa canção sessentista, produzida pelo tarimbado Vinícius Rosa. Em conclusão ao projeto, mais uma participação da Ivy Hoodrave, com a inédita As Coisas que Eu Sinto Só Por Te Olhar. A balada, piano e voz, é dividida numa parte em português cantada por Conrado, e a segunda parte, em inglês, executada por Ivy. Ademais, a faixa traz a produção do Vinícius Rosa mais uma vez, que também participa como músico, adicionando violão nos versos cantados pela americana.

Ex-Holly Tree, Zeh Monstro revela single Freak Show

Zeh Monstro, conhecido por projetos como Name The Band, Holly Tree e Borderlinerz, está com um trabalho solo na área. Em resumo, ele explora uma roupagem bem diferente de tudo que fez – e até do conceito de um projeto solo. Em LIBRA, ele fará parcerias musicais femininas, com canções em dueto que se tornarão um EP. Aliás, a primeira faixa, Freak Show, está disponível em todas as plataformas de música digital. Zeh mora em Los Angeles há seis anos, e desde então a sonoridade californiana começou a influenciar seu trabalho, seja com a Name The Band ou com artistas que acompanha, como Kate Clover. Ademais, as experiências da estrada e dos palcos se tornaram uma série de duetos, iniciados com Lily Waters no indie lo-fi do primeiro single, que fala sobre encontros e desencontros nas noites de Hollywood. Inspiradas por The Kills, White Stripes e o disco conjunto de Billie Joe Armstrong e Norah Jones, as gravações foram remotas e operadas pelo produtor Al Sgro, que também mixou o single em seu estúdio The Chalet. Este é um lançamento do selo Farrapo disponível em todas as plataformas de música digital.

Capítulo Negro: Black Pantera lembra aos idiotas que existe racismo no Brasil

Na última sexta-feira (20), o Brasil viveu mais um capítulo triste de sua história recente. No Dia da Consciência Negra, passamos o dia perplexos com a morte brutal de João Alberto Silveira Freitas, no Carrefour, em Porto Alegre. Antes de tudo, um homem negro de 40 anos espancado por seguranças brancos despreparados. Contudo, sofremos um segundo ataque violento, logo na sequência. O presidente e o vice-presidente da República escancararam seus pensamentos mais escrotos, negando a existência do racismo no Brasil. E a trilha sonora para combater esse racismo sistêmico, estrutural, veio com a banda de hardcore Black Pantera, também na sexta-feira. Enquanto dão uma pausa nas gravações do novo álbum, os integrantes divulgaram o EP audiovisual Capítulo Negro. Em suma, Charles Gama (guitarra e voz), Chaene da Gama (baixo) e Rodrigo Pancho (bateria) escolheram três músicas com discurso forte sobre empoderamento e fizeram novas versões. Aliás, as escolhidas foram Identidade (Jorge Aragão), Todo Camburão tem um Pouco de Navio Negreiro (Alexandre Meneses/ Marcelo Lobato/ Marcelo Yuka/ Nelson Meirelles), e A Carne (Marcelo Yuka/ Seu Jorge/ Ulisses Cappelletti), conhecida na voz de Elza Soares. Faixa a faixa de Capítulo Negro Rodrigo Pancho conta que Identidade fez parte de sua adolescência. “Comecei aos 14 anos tocando percussão e Jorge Aragão na época era uma grande referência. Quando surgiu a oportunidade de fazer esse trabalho, fiz questão de incluir essa canção”. Chaene fala sobre a força dos versos de Todo Camburão tem um pouco de Navio Negreiro. “Apesar de ser uma música de 1994 ela é atemporal e remete à atualidade, se tornando ainda mais urgente com o aumento da violência racial por parte da polícia, do estado e da sociedade como um todo. É um marco na nossa carreira fazer uma releitura de uma canção como essa”. Logo depois, A Carne, que já faz parte do repertório do Black Pantera, fecha o EP. “Alguns anos atrás fomos convidados para tocar num festival no Dia da Consciência Negra e pediram que a gente escolhesse uma música que representasse a data. Escolhemos essa, muito emblemática, adaptamos ao nosso estilo e acabamos incluindo nos shows”, finaliza Charles Gama. Como as músicas tratam do mesmo tema: racismo e a luta contra o preconceito, a banda produziu também um curta de 12 minutos, dirigido por Leonardo Ramalho (Pajé Filmes), que já fez anteriormente os clipes de Punk Rock Nigga Roll e I Can’t Breathe. O ator Edson Militão participa do três atos, cada um com a trilha de uma das canções, que compõe o EP.

Crítica | Alex Rider – temporada 1

A chegada da Disney+ ao Brasil, na última terça-feira, colocou ainda mais fogo na disputa pelo topo das plataformas de streaming. A Netflix se mantém firme e forte na liderança mundial, mas sabe que tem uma concorrente de peso. A Amazon Prime Video, que oferece a mensalidade mais barata das três, no entanto, não deixa por menos. Segue fortalecendo sua base. E a prova mais recente disso é a série Alex Rider, produção de espionagem baseada em Point Blanc, segundo romance da franquia literária de Anthony Horowitz. Produzida pela Eleventh Hour Films e Sony Pictures Television, que também é a distribuidora mundial, a série conta com Otto Farrant como Alex Rider, um adolescente de Londres que, sem saber, foi treinado desde a infância para fazer parte do perigoso mundo da espionagem. Pressionado para ajudar a investigar a morte de seu tio e como ela se conecta ao assassinato de dois bilionários de alto nível, Alex relutantemente assume uma nova identidade e se disfarça em um internato remoto chamado Point Blanc. Isolado bem acima da linha da neve nos Alpes franceses, Point Blanc afirma colocar os filhos adolescentes problemáticos dos ultra-ricos de volta no caminho certo. À medida que Alex se aprofunda em sua investigação, descobre que os estudantes são, de fato, objetos de um plano perturbador que ele terá que arriscar sua vida para parar. Público alvo de Alex Rider A série vai funcionar muito bem para os fãs de Kingsman, franquia de filmes baseada na série de quadrinhos de Dave Gibbons e Mark Millar. Aliás, tem muitas cenas de perseguição, lutas e um enredo que se desenvolve muito bem. Não desanime se o primeiro episódio não empolgar muito, o que vem na sequência certamente vai prender sua atenção até o fim. É série para ver com a família ao lado. São oito episódios com duração média de 45 minutos. E ainda tem como extra uma trilha sonora muito apropriada. Em resumo, Jake Bugg, Cage the Elephant, The Vaccines, IDLES, entre outras gratas revelações do cenário britânico. Em tempo, vale destacar que a segunda temporada já está confirmada. Deve iniciar as gravações entre fevereiro e março, conforme antecipado pelo site Cine Pop. Além de Farrant, Alex Rider traz Stephen Dillane como Alan Blunt, Vicky McClure como Mrs. Jones, Brenock O’Connor como Tom Harris, Ronkẹ Adékọluẹ́jọ́ como Jack Starbright, Ace Bhatti como Crawley, Marli Siu como Kyra, Nyasha Hatendi como Smithers e Andrew Buchan como Ian Rider.

Fauves, a melhor banda de rock alternativo da Escócia, lança Spaced Out Face

Atração do primeiro Juntos Pela Vila Gilda, que rolou em julho, a banda escocesa Fauves segue fazendo bonito no Reino Unido. Nos últimos dez dias, o grupo divulgou o single Spaced Out Face, além de ter conquistado o prêmio de Melhor Banda de Rock Alternativo da Escócia no Scottish Alternative Music Awards (SAMA). Vale destacar que essa badalação em cima do Fauves acontece antes mesmo do lançamento do primeiro álbum cheio deles. Anteriormente, a banda lançou o EP Les Fauves (2018) e uma sequência de singles. O mais recente deles, antes de Spaced Out Face, foi F. Spaced Out Face é um mergulho nas pistas de dança dos anos 1970. É impossível ficar parado com uma canção tão dançante e intensa como essa. Aliás, a faixa também é um deleite para quem quer fechar os olhos e simplesmente sonhar por dias melhores em tempos tão complicados. Abba, Metronomy e The Isley Brothers são algumas das influências bem visíveis nesse single, que mostra o Fauves consolidando um caminho para ser a nossa banda favorita nas pistas de dança. Que venham mais singles assim.

Álbuns e EPs novos: Yan Higa, Giovanna Moraes, saudade, Festina Lente e Baboon Ha

Yan Higa – Sylum Björk, Thom Yorke, Burial e Milton Nascimento. Essas foram algumas das inspirações de Yan Higa durante a produção do EP Sylum. A obra aborda a contemporaneidade, bem como retrata o início da vida adulta e as relações humanas através da passagem do tempo. O lançamento é multifacetado à medida que dialoga com o espectro visual. Isso porque a arte da capa foi produzida a partir de uma colaboração com o escultor japonês Tatsuya Horimoto. Além disso, o EP chega às plataformas acompanhado de um videoclipe. Na ocasião, Yan Higa ilustra a faixa bônus Test Subejct numa ação em parceria com a artista Sophia Nehring. A música está disponível apenas no Youtube. Porém, o restante do projeto pode ser ouvido em todas as plataformas de streaming. Yan Higa é natural da capital paulista e leva consigo a premissa da densidade emocional para fundir noções de artes plásticas, tais como esculturas, cenografias e instalações, em suas composições. Aliás, o artista trans não-binárie divide-se entre dois projetos. O primeiro – que leva o seu nome – e outro voltado para música eletrônica híbrida e intitulado Iguana. Giovanna Moraes – Rockin’ Gringa Um dos discos mais criativos do ano, Direto da Gringa, lançado em julho, fez a gringa brasileira Giovanna Moraes botar os dois pés e a voz em suas origens. Depois de uma longa temporada morando e estudando nos EUA, ela resolveu entrar na cena brasileira de coração e fez um segundo disco cantando em português. Multiinstrumentista e multiestilos, Giovanna se espremeu entre a nova MPB, o new-jazz e o indie para sair com um disco-celebração de seus potenciais musicais e potenciais de brasileira mesmo. A cantora e instrumentista pegou algumas faixas de seu Direto da Gringa e fez o Rockin’ Gringa, uma versão roqueira de sua obra, sem negá-la, mas levando para outros caminhos. saudade – Jardim Entre os Ouvidos Inspirado na obra O Jardim das Delícias Terrenas, do holandês Hieronymus Bosch, saudade decidiu pautar o seu primeiro álbum como Jardim Entre os Ouvidos. Cada canção seria um microuniverso dentro deste lugar interno para onde as pessoas são transportadas ao escutar música – sem precisar dar um passo sequer. Conectadas, as nove músicas se apresentam como capítulos de uma história narrada ao longo dos breves, porém completamente impactantes 26 minutos de disco. Em resumo, trata-se de uma jornada que adquire um caráter épico ao ser amparada pela orquestra russa, de São Petersburgo, que faz uma ilustre participação. O protagonista desta história é saudade, que interpreta e assina todas as composições, bem como os pianos e violões. Depois de uma longa trajetória na banda Hover, o músico em carreira solo passou por um sensível processo de redescoberta sonora pautado por influências bastante brasileiras, como Os Mutantes e Clube da Esquina. Festina Lente – Nenhum Sinal de Confusão Refletir sobre o dia-a-dia e seguir em frente são temas que permeiam o reflexivo e intenso novo álbum de estúdio do grupo capixaba Festina Lente. Após a estreia homônima e Toda Forma de Amor Vale a Pena, a banda faz uma incursão mais profunda sobre questões cotidianas ao mesmo tempo que sintoniza influências do indie, do grunge e das sonoridades noventistas em Nenhum Sinal de Confusão. Ademais, o terceiro disco traz produção de Jackson Pinheiro (Supercombo) e masterização realizada em Los Angeles por Gavin Lurssen. Como um livro de contos, Nenhum Sinal de Confusão faz de cada faixa uma história única mas que juntas compõem um quadro mais amplo. Na primeira metade do álbum, canções sobre a rotina refletem sobre a existência diante da vida moderna dos centros urbanos. Enquanto na segunda, momentos de escape proporcionam o crescimento e amadurecimento necessário para seguir em frente. É assim também a trajetória de Festina Lente, batizada de um oximoro latino que significa “apressa-te devagar” – a ideia de que, mesmo na pressa, há que haver dedicação e intenção. Baboon Ha – Kill The Buzz A banda carioca Baboon Ha consolida sua identidade, sonoridade e parcerias com seu primeiro disco, Kill The Buzz. O trabalho chega após o EP de estreia, Overlapping Days, onde o trio exibiu suas influências de som e estética lo-fi, inspirada pelo rock alternativo dos anos 1990. O disco já está disponível nas principais plataformas de streaming e chega com um clipe para a faixa Vaccine, dirigido pelo videomaker Gabriel Rolim. Kill The Buzz começou a ser construído há cerca de três anos, quando o trio formado por Felipe Vianna (vocal e guitarra), Lucas Faria (baixo) e Rodrigo Naine (bateria) gravou as bases com o engenheiro de som Vinicius Junqueira (Mutantes) em seu home studio em Araras, Petrópolis (RJ). Da gravação ao vivo, em formato de power trio, Baboon Ha registrou os vocais com o produtor musical Patrick Laplan em 2018 e só no fim daquele ano a banda começou a amadurecer o material com outros instrumentos – como sintetizadores e sopros -, mixar e principalmente trazer a atmosfera intencionada: de referências dos anos 1990, em clima do it yourself e com espírito lo-fi. Em suma, a sonoridade final é resultado de uma imersão ao longo de algumas semanas do baixista Lucas Faria ao lado do amigo Ian Sá. Em conclusão, a banda convidou a artista plástica Mariana Santiago para desenvolver a capa.

Tuim quer desacelerar a cabeça, coração e o tempo em single

“Um convite para uma pausa”, é com essa expressão que a banda Tuim define a nova faixa Fica mais um pouco, lançada em todas as plataformas digitais pelo projeto Aceleração Musical Labosonica – Edição Toca do Bandido. A música, parceria dos compositores, cantores e instrumentistas Felipe Habib (voz e piano) e Paula Raia (voz e violão), recebeu o título como uma síntese a esse convite para a possibilidade e abertura de desacelerar o próprio tempo, a cabeça, o coração, os sentimentos e as ações do dia a dia. Segundo os músicos, a letra foi composta em duas regiões diferentes na cidade do Rio de Janeiro, mas ambas carregam características intrínsecas nos tempos atuais, como: ruas cheias, passos apressados, barulhos da cidade e lojas abarrotadas. “A pergunta que nós fazemos, então, e gostaríamos de fazer aos outros é: como se manter inteiro em meio a tudo isso? Como cultivar relações verdadeiras? Como sobreviver sem ser engolido pela máquina-mundo?”, indagam os compositores. Todavia, para o produtor musical Felipe Rodarte, é perceptível a sensibilidade e a união na troca de olhares dos dois quando estão tocando ao vivo. Aliás, sobre a letra Fica mais um pouco, Rodarte explica que é uma faixa muito singela, com muitas parcialidades e ambiência, “Me lembra muito o Pink Floyd. Como se eles tivessem encontrado a MPB, com Milton Nascimento e Clube da Esquina. A letra tem um caráter muito sensorial, nos sons, nos espaços que construímos”.