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Netflix anuncia minissérie ficcional sobre Ayrton Senna

A Netflix anunciou nesta quinta-feira (3) a produção do primeiro drama ficcional sobre o ídolo Ayrton Senna da Silva (1960-1994). A minissérie abordará as conquistas do piloto, mas trará também muito das relações pessoais de Becão, apelido carinhoso do piloto entre amigos e familiares. Retrato do homem por trás do herói nacional, a obra é uma produção da Gullane para a Netflix com a participação ativa da família do piloto. Locações internacionais se somarão a sets de filmagem intimistas, a exemplo da casa em que Senna cresceu, na Grande São Paulo, e à qual os familiares concederam acesso inédito para a produção da minissérie. “É muito especial poder anunciar que contaremos a história que poucos conhecem dele. A família Senna está empenhada em fazer deste projeto algo totalmente único e inédito. E ninguém melhor do que a Netflix, que tem um alcance global, para ser nossa parceira neste projeto”, celebrou Viviane Senna, irmã de Ayrton. “Senna é uma pessoa que precisamos. Um jovem que batalhou por seu sonho e enfrentou inúmeras barreiras para representar uma nação. Senna une o Brasil”, comentam Fabiano e Caio Gullane. Enredo da minissérie de Senna O ponto de partida será o começo da carreira automobilística de Ayrton, quando ele se muda para a Inglaterra para competir na F1600. Toda a trajetória de superação, desencontros, alegrias e tristezas. Os bastidores mostrarão o homem por trás do mito até o trágico acidente em Ímola, na Itália, durante o Grande Prêmio de San Marino. “Assim como Senna começou sua jornada em São Paulo e conquistou o mundo, estamos honrados em levar sua inspiradora trajetória para todos os seus fãs, onde quer que eles estejam. Ayrton Senna tem um legado que atravessa gerações e fronteiras, e a Netflix se orgulha de poder levar um novo olhar sobre o homem por trás do piloto para os nossos assinantes em mais de 190 países”, afirmou Maria Angela de Jesus, diretora de produções originais internacionais da Netflix no Brasil. A minissérie, que será gravada em inglês e português, terá oito episódios. A produção está prevista para ser lançada em 2022.
Conheça as primeiras atrações do Juntos Pela Vila Gilda 2

A segunda edição do Juntos Pela Vila Gilda está confirmada! Acontece no dia 1 de novembro, com 12 horas de música distribuídas em 100 artistas. Confira abaixo um pouco sobre os primeiros nomes confirmados no Juntos Pela Vila Gilda 2. Fantastic Negrito Um dos nomes mais empolgantes da atualidade, Fantastic Negrito venceu dois Grammy de Melhor Álbum de Blues Contemporâneo nos últimos quatro anos. O californiano lançou recentemente o álbum Have You Lost Your Mind Yet? É o terceiro da sua trajetória, sendo que os dois primeiros foram resenhados pelo incrível Nuno Mindelis no Blog n’ Roll. Além do lançamento de seu terceiro LP, Fantastic Negrito está comemorando sua participação na Rock & Roll Hall of Fame’s Social Justice Exhibit. A guitarra Gibson que ele tocou no vídeo de In The Pines está atualmente em exibição ao lado de outros pioneiros musicais que defendem a causa da igualdade. Igor Prado O paulista Igor Prado é uma referência internacional do blues brasileiro. Ligado ao blues desde os 16 anos, ele lidera a Igor Prado Band, com o irmão Yuri Prado na bateria, Rodrigo Mantovani no contrabaixo elétrico e acústico e Denílson Martins no saxofone barítono. Apaixonado pelo blues tradicional e o West Coast Swing, o artista excursionou com nomes memoráveis como Steve Guyger, R.J MIscho, Mark Hummel, JJ Jackson, Phil Guy, Mud Morganfiled, entre outros. Coleciona aparições em grandes festivais de blues nos EUA, Europa e América Latina. Em 2016, a Igor Prado Band, tornou-se a primeira banda estrangeira a ser indicada para concorrer ao principal prêmio do 37th Memphis Blues Awards, um dos mais prestigiados dos EUA. Marcos Ottaviano Festejado por B.B. King e Ron Wood (Rolling Stones), Marcos Ottaviano é uma lenda viva do blues brasileiro. Fundador da Companhia Paulista de Blues, integrou a Celso Blues Boy e Blue Jeans. Em 2000, lançou seu primeiro disco solo, November 12 Sessions. O trabalho, produzido por Alexandre Fontanetti, apresenta composições próprias e releituras de clássicos do blues. Em 2010, lançou o álbum Marcos Ottaviano e Kiko Moura Project, que arrancou elogios do precursor da Bossa Nova, Roberto Menescal. Em 2013, chegou ao mercado Blood, Sweat & Electric, uma coletânea instrumental de suas composições, com gravações realizadas entre 1995 e 2010. Adriano Grineberg Com mais de vinte anos de carreira, Adriano Grineberg é considerado um dos maiores músicos de blues contemporâneo do Brasil. Sua música é o resultado da combinação de uma variedade de referências da música internacional como Ray Charles, Taj Mahal e Bob Marley, e de grandes mestres da música brasileira como Pixinguinha, Luiz Gonzaga e Tim Maia. Pianista de formação erudita, compositor, arranjador e cantor, no final da década de 1980 descobriu no blues uma paixão que o levou a acompanhar grandes artistas do gênero como Deacon Jones, John Pizzarelli, Andre Christovam, Corey Harris, Igor Prado, Big Time Sarah, Deitra Farr, James Wheller, Jimmy Burns e Magic Slim. Vasco Faé O trabalho solo de Vasco Faé é uma referência nacional dentro do cenário blues. São mais de 23 anos de carreira profissional, com três CDs solo lançados, sendo um ao vivo. O Manoblues foi pioneiro no Brasil a se arriscar na arte da coordenação motora ao tocar a gaita no suporte com outros instrumentos de maneira musical e não apenas figurativa, tendo influenciado toda uma geração de gaitistas desde o início dos anos 1990. Gravou participações em incontáveis discos de artistas de gêneros variados, sempre com sua personalidade marcante e estilo inconfundível e é o autor das mais antológicas versões bluesy de músicas brasileiras, como o Trem das 11, Medo da Chuva, entre outras. Beach Combers Os Reis das Praias Cariocas! Assim podemos definir esse trio incrível. O Beach Combers possui três álbuns em sua discografia. São dois de estúdio e um ao vivo. E foi a sonoridade apresentada no calçadão da praia que chamou a atenção de Zak Starkey, filho de Ringo Starr (Beatles) e baterista do The Who e Oasis. Uma característica marcante para quem assiste o Beach Combers está no visual dos integrantes. “A ideia é que ninguém é frontman. Ao invés de uma figura central, todos jogam na frente. De tempos em tempos, a gente troca de uniforme, sempre mantendo a estética”, explica Bernar Gomma (guitarra), que conta com Paulo Emmery (baixo) e Lucas Leão (bateria) na formação. Digo Maransaldi Digo Maransaldi é músico, compositor e produtor santista. Canta, toca bateria, guitarra, violão e percussão. Lançou o primeiro CD intitulado Digo e a New Gafieira, em 2010. O artista tem seu trabalho solo como compositor, cantor e demais instrumentos baseado na MPB, soul music, folk, sambalanço, bossa nova, soft rock e tudo que habita sua mente livre e diversa. Também atua como baterista, cantor e violonista na banda Dog Joe (blues, folk rock, soul e old rock). $onic Da quebrada do Areião, em Santos, vem o rapper $onic. Integrante do Cypher 013, que teve grande repercussão em 2017, o artista já lançou 13 singles de lá para cá. Os três últimos vieram em sequência nas últimas semanas: Dubai, Califa BR 013 e Inconveniente. $onic chama a atenção pela naturalidade com a qual ele transita entre o rap e o trap. O artista consegue fazer isso de forma tão espontânea que só comprova sua versatilidade. Atlante Um dos nomes mais empolgantes do indie rock santista, a Atlante possui trabalhos marcantes em sua trajetória. Surgiu em 2016, na esteira da Glock/Montreal, projeto antigo de seus integrantes. O EP Belavista, lançado em 2018, traz um grande amadurecimento no som dos caras. Time Bomb Girls O power trio feminino Time Bomb Girls, formado por Camila Lacerda (bateria e voz), Déia Marinho (baixo e voz) e Sayuri Yamamoto (guitarra, gaita e voz), lançou seu primeiro disco, Las Tres Destemidas, recentemente. Composto por dez músicas inéditas, mais o último single Quando eu Crescer e novas versões de Not a Sad Song e Confere com a Muda remixadas por Manoel Cruz, o álbum é um dos melhores da temporada da pandemia. O disco traz influências do punk rock, rockabilly, surf music,
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Entrevista | Carlos Coelho (Biquíni) – “Minha influência veio da música inglesa”

São 35 anos como guitarrista do Biquini Cavadão. Durante todo esse tempo, Carlos Coelho sempre mostrou muita disposição no palco, talento na hora de compor e melodias marcantes. Mesmo que não tenha planos de seguir uma carreira solo, ele mostrou que o nível se mantém lá em cima quando está sozinho. We’ll Roll On, divulgada em maio, é uma boa amostra. Para os fãs do Biquini Cavadão, a canção soará bem familiar. Ela ganhou uma versão em português na voz de Bruno Gouveia, Vou Deixar Tudo Pra Trás, gravada no álbum ao vivo Me Leve Sem Destino (2014). Mas o vocal de Coelho somado de uma composição em inglês trouxeram influências mais claras de rock inglês para o trabalho do guitarrista. “Carrego para o trabalho solo e a vida toda o rock inglês que escutava quando era moleque. Beatles, The Police, Led Zeppelin e Queen, acho o Brian May fantástico. Mas a influência muda, outras bandas apareceram. O The Strokes é uma das melhores bandas que apareceu nos últimos 20 anos. Você não fica preso nas referências do início da carreira. Oasis é outra grande influência, Arctic Monkeys também. O Strokes é americano, mas minha influência basicamente veio da música inglesa”. Parceria internacional Em We’ll Roll On, Coelho tem a companhia de Simon Spire, que o conheceu em Nova York, em 2010. “Estava de férias e vi ele tocando numa loja. Conversei com ele, sempre fui apaixonado pela música inglesa. E eu queria compor de um jeito que não ficasse atrelado à letra, mas a sonoridade. A língua portuguesa é muito mais complexa, algumas palavras não encaixam bem. Na língua inglesa é mais fácil, as palavras são menores. Queria ter essa experiência. No ano seguinte voltei para NY e compomos em duas horas. Ficou faltando um verso, ele completou e me mandou. Direto na melodia, ela arrebata pela melodia. A letra você precisa decorar, pegar desde o começo. É mais fácil aprender a melodia”. Planos com o Biquini Cavadão Falando sobre os planos futuros, Coelho revela que não pretende dedicar o seu foco total na carreira solo. “Não tenho grandes planos. O Biquini tem muita coisa rolando, até pretendo gravar outras faixas, mas não tenho um planejamento. Com a pandemia fiquei sem nada detalhado”. A banda, por sinal, tem planos bem interessantes para os fãs. Além de seguir com a divulgação da versão deluxe do tributo a Herbert Vianna, vocalista do Paralamas do Sucesso, músicas novas também estão no radar. “O Herbert é o maior embaixador do rock nacional. Ele fez incríveis pontes com a MPB, música baiana, reggae, africana. Ele é um cara muito importante para o rock, fabuloso. Tivemos que interromper a turnê no meio, tínhamos a ideia de ficarmos dois anos com ela”. Além das composições inéditas, o grupo também pretendia gravar um acústico em 2020, mas o plano foi adiado. “É algo grande, não é válido para esse momento”. Pandemia Sem poder viajar como antes, Coelho enxerga o lado positivo de ficar mais tempo em casa, já que consegue aproveitar a companhia do filho. “Viajo um terço do ano, uns 120 dias por ano, é como se nos últimos 30 anos tivesse viajado dez anos. Aproveito para ficar muito com ele. Tem seis anos, está sendo alfabetizado, a gente brinca, desenha, vê vídeos no YouTube. Coloco vídeos de furacão, vulcão, filme de bichos, ondas, gosto de mostrar variedades para ele. Lava de vulcão, como funciona, gosto de abrir a cabeça dele. Colocar ele para dormir é a melhor parte do dia”.
Os Distraidos: grupo de Lelo Zanetti (Skank) debuta; Ouça Leve Tempo

Com o fim anunciado do Skank, alguns projetos têm surgido com força entre os integrantes. Depois do Nie Myer Project, que reúne o DJ e produtor Anderson Noise, o tecladista Henrique Portugal e o baixista Lelo Zanetti, chegou a vez do grupo Os Distraidos. Na última semana, Lelo Zanetti e companhia apresentaram o primeiro single: Leve Tempo. Em resumo, a canção composta pelo baixista e César Mauricio (Virna Lisi) é prato cheio para os apaixonados por soul music. Ainda é cedo para saber até onde vai o grupo, mas a estreia dos Distraidos é um sinal de que muita coisa boa está por aí. Lelo está completamente envolvido com Os Distraidos. Além de compor a faixa com César Mauricio, ele toca baixo eletrônico, faz backing vocal e produziu a canção. A música conta com apoio de outros parceiros de longa data de Lelo. Tem a produção de Cris Simões e colaboração de Neto Belloto com os arranjos para Quinteto da Philarmônica de Minas Gerais. Na formação, um time bem forte também. Chico Amaral (autor de Vou Deixar, do Skank) é letrista e saxofonista. Cris Simões, além de ter produzido, também toca teclados. Doca Rolim (guitarra), Flávio Simões (baixo), Glauco Mendes (bateria, ex-Tianastácia e atual Pato Fu), Paulinho Santos (percussão), Pedro Aristides (trombone), Wender Pereira (saxofone) e Walney Fernandes (voz) completam o grupo.