Alexandre Carlo explora a brasilidade e o afrobeat no single “Sunshine”

O propósito de trazer boas energias e ajudar a sonhar guia as escolhas do cantor, compositor, guitarrista, cofundador e compositor de todos os hits do Natiruts, Alexandre Carlo. Não foi diferente com Sunshine, segundo single da sua carreira solo, lançado pelo selo Carlo Music. O artista uniu a brasilidade baiana com o afrobeat para compor a canção que chega acompanhada de um videoclipe no canal de YouTube do artista. Sunshine retrata um amor romântico que se encontra em meio à beleza da natureza, flertando para algo maior. Durante a canção, é possível perceber que Alexandre brinca com a mistura de dois idiomas como forma de cessar fogo através de uma única palavra: “amor”. “Quando eu componho, é como se eu estivesse pintando um quadro. Meu lugar dentro da música brasileira é esse: buscar o empírico, o sonho”, afirma. A mistura da ancestralidade, negritude, alegria, cores e vibração durante o processo de criação do videoclipe tem o objetivo de posicionar Alexandre Carlo enquanto artista-solo, fazendo uma ligação com o seu “eu do passado”, que explorava o reggae, junto ao seu “eu do agora”, caminhando em direção ao afrofuturismo como forma de se aprofundar em novas sonoridades. Com direção geral de Rafa Costakent e direção de arte de Fábio Setti, o videoclipe carrega muita simbologia que mistura o afrobeat com a brasilidade baiana por meio de uma estética lúdica e surrealista. O registro audiovisual também carrega um toque fashion por trás dos figurinos, a fim de prender o público com as cores. “Nós estamos muito certos do que queremos passar. O Alexandre tem as mensagens muito bem definidas do que ele quer e a minha função enquanto diretor é entender essas demandas e montar um time para concretizar”, afirma Rafa Costakent.

Bangers Open Air divulga horários dos shows

O Bangers Open Air, que acontecerá nos dias 2 (Warm-Up), 3 e 4 de maio, no Memorial da América Latina, em São Paulo, anunciou a grade oficial de horários de apresentação das bandas para a edição deste ano do festival. Entre os grandes nomes do festival, estão W.A.S.P., Doro e Avantasia, uma das atrações mais pedidas pelo público. Além disso, o evento fica ainda mais imperdível com Powerwolf, Sabaton, Lacrimosa, Vader, Municipal Waste, We Came As Romans e a banda solo de Kerry King após o fim do Slayer. Para o Warm-Up, ninguém menos que a rainha do metal, Doro, os dinamarqueses do Pretty Maids e o mestre das quatro cordas e uma das vozes mais influentes do rock clássico, Glenn Hughes, completam o line-up da edição de 2025. E não para por aí! Também estarão presentes Dream Spirit (China), Pressive (México), muitas outras atrações internacionais, além de grandes nomes brasileiros como Hibria (RS), Malefactor (BA), Black Pantera (MG) e Carro Bomba (SP), entre outras. Os ingressos estão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso. O ingresso solidário do GRAACC está disponível até o dia 8 de fevereiro, no valor de R$ 565,00 por dia, com doação de R$20,00 à instituição já inclusa. Abaixo as datas do festival com as bandas que tocarão em cada dia SÁBADO, 3 DE MAIO 2025 SABATONPOWERWOLFSAXONKAMELOTLACRIMOSASONATA ARCTICAMUNICIPAL WASTEDARK ANGELENSIFERUMH.E.A.T.BURNING WITCHESDYNAZTYVIPERMATANZA RITUALDREAM SPIRITCARRO BOMBAPRESSIVEMALEFACTORGLORIA PERPETUAVÁLVERASCHOOL OF ROCKNEW BLOOD DOMINGO, 4 DE MAIO TOBIAS SAMMET’S AVANTASIAW.A.S.P.KERRY KINGI PREVAILKNOCKED LOOSEWE CAME AS ROMANSPARADISE LOSTNILEHAKENVADERLORD OF THE LOSTBEYOND THE BLACKDORSAL ATLÂNTICABLACK PANTERAHIBRIAMAESTRICKHATEFULMURDERWARSHIPPERTHE HEATHEN SCŸTHEREADY TO BE HATEDRONNIE JAMES DIO TRIBUTE WARMP-UP – SEXTA-FEIRA, 2 DE MAIO GLENN HUGHESDOROPRETTY MAIDSARMORED SAINTDOGMAKISSIN’ DYNAMITE

MARIANNA e NIZZ unem R&B e house no single “Queima-Roupa”

MARIANNA e NIZZ, promessas do pop nacional, lançam Queima-Roupa, um R&B com influência do house. Mostrando a cumplicidade e química do casal de artistas, a parceria antecipa o novo EP da cantora. “Queima-Roupa faz parte de um trabalho que será lançado em março. Digamos que eu tenha amado produzir House e Garage”, se diverte MARIANNA, que no ano passado lançou singles como Por Uma Noite Só e Nada Vai Ser Como Antes com essa sonoridade. “Eu sou fã do NIZZ, não tem como. Ter esse feat para mim é uma realização profissional e pessoal enorme! Foi muito bom construir essa música com ele. Estou muito orgulhosa desse lançamento e de fato botando na rua uma música com um dos meus artistas favoritos”. No ano passado, o casal se apresentou na noite de estreia do projeto Música Boa Ao Vivo, em São Paulo, idealizado por NIZZ. Para ele, o sentimento da parceria foi recíproco. “Eu amo o trabalho da MARIANNA, desde a primeira vez que ouvi já entendi como ela é autêntica, e isso me chamou muita atenção. Tivemos o prazer de nos conhecer no show dela e ver ela ao vivo me deu mais a certeza de que queria gravar algo junto! Tentamos escrever várias músicas, mas nenhuma nos deu a sensação de realização como Queima-Roupa”. A faixa foi composta pelos artistas junto de Nara Barbezane, irmã de NIZZ e apresenta um pouco o modo como os dois se conheceram e se apaixonaram. “Escrever essa música com a Nara foi engraçado porque ela trouxe a perspectiva de uma pessoa que acompanhou todo o nosso encontro, mas de fora”, conta MARIANNA. Desde o EP de estreia Não Posso Te Esperar, lançado em setembro de 2022, MARIANNA se consolidou como um nome a se prestar atenção no cenário nacional, combinando pop, R&B e funk carioca com letras profundamente pessoais e uma produção visual sofisticada. Em 2024, ela passou a explorar novas sonoridades como house e jazz, além de ter lançado uma parceria com Sylvia Nazareth (Me Deixa Lembrar) e uma estreia nos palcos internacionais em uma noite dedicada a novos artistas no lendário The Dublin Castle, em Londres.

TBT de 30 anos da estreia do Rolling Stones no Brasil

A estreia do Rolling Stones no Brasil foi um dos maiores momentos da história dos shows no País. A espera pela maior banda de todos os tempos superou os 30 anos. Quando Mick Jagger, Charlie Watts, Keith Richards e Ron Wood desembarcaram no Brasil, nada mais importava. Aliás, esse foi o primeiro grande show que assisti na vida. Isso teve um impacto definitivo para ter o Rolling Stones como a “banda da minha vida”. Lembro de ter feito um caderno clipping com todas as notícias que saíram sobre a turnê no Brasil. Eu tinha nove para dez anos na época. O show escolhido pela minha família foi o terceiro no Pacaembu, em São Paulo, debaixo do maior dilúvio possível. O Rolling Stones foi o headliner do Hollywood Rock, que contou ainda com Spin Doctors, Rita Lee e Barão Vermelho. Segue abaixo um relato histórico daquela noite memorável. Frejat e banda são vencidos pelo dilúvio e risco de choque no Pacaembu A noite prometia ser uma celebração do rock nacional com o Barão Vermelho aquecendo as turbinas para os Stones. A banda chegou a subir ao palco, instrumentos plugados e prontos para a batalha. Frejat, Guto Goffi e companhia estavam visivelmente ansiosos para tocar. Porém, São Pedro não perdoou. A tempestade que desabou sobre o Pacaembu transformou o palco em uma armadilha elétrica. Com a água invadindo equipamentos e o risco real de choques fatais, a organização e a banda tomaram a difícil decisão de abortar a missão antes mesmo do primeiro acorde. Foi um anticlímax doloroso. Ver Frejat no microfone, não para cantar Puro Êxtase, mas para explicar que não poderiam tocar por segurança, foi o primeiro sinal de que aquela noite seria, literalmente, lavada com água e frustração, pelo menos até a próxima atração. Rita Lee desafia a tempestade e a moralidade com show curto, genial e nudez no palco Se a chuva espantou o Barão, ela só serviu para lavar a alma de Rita Lee. A “Ovelha Negra” subiu ao palco do Hollywood Rock com a missão de manter o público aquecido debaixo d’água, e fez isso com a maestria de quem não teme cara feia (nem de roqueiros puristas, nem de São Pedro). O set foi curto, quase punk em sua urgência. Rita, vestida com seu figurino de “feiticeira moderna”, desfilou hits como Lança Perfume e Ovelha Negra. Mas o momento que fez o Pacaembu esquecer o frio veio em Miss Brasil 2000. Com a irreverência que lhe é peculiar, Rita trouxe ao palco uma modelo vestida de faixas de miss que, ao final da música, ficou completamente nua. Foi o choque estético perfeito: rock, deboche e nudez em um estádio de futebol lotado. Rita saiu de cena ovacionada, provando que para abrir para os Stones, é preciso ter tamanho de Stone. Spin Doctors enfrenta a fúria dos fãs dos Stones com hits de rádio e dignidade Existe uma “maldição” em abrir para os Rolling Stones, e o Spin Doctors sentiu isso na pele. A banda de Chris Barron vivia o auge comercial com o álbum Pocket Full of Kryptonite, mas o público do Pacaembu, ensopado e exausto de esperar por Mick Jagger, não queria saber de funk-rock simpático. Desde a primeira música, as vaias e os gritos de “Stones! Stones!” foram ensurdecedores. Barron tentou de tudo: correu, dançou seu passo característico e interagiu, mas a barreira era sólida. Musicalmente, a banda foi impecável. Little Miss Can’t Be Wrong soou redonda e pesada. Quando finalmente tocaram Two Princes, o hit onipresente da época, houve uma trégua: a maioria cantou junto, mesmo que a contragosto. O Spin Doctors fez um show muito bom para um público que não queria vê-los. Saíram de cabeça erguida, vítimas do fanatismo alheio, mas vitoriosos na execução. Rolling Stones estreia no Brasil domando o dilúvio do Pacaembu Eram quase 22h quando as luzes se apagaram e o gigantesco palco da Voodoo Lounge, com sua cobra cibernética e estrutura de ferro, se acendeu sob uma chuva bíblica. Pela primeira vez na história, Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Ron Wood pisavam em um palco brasileiro. A espera de décadas acabou com os acordes de Not Fade Away. O que se viu nas duas horas seguintes foi sobrenatural. A chuva, que cancelou o Barão e esfriou o público do Spin Doctors, parecia combustível para Jagger. Ele corria pelas passarelas encharcadas, deslizava e rebolava como se o Pacaembu fosse sua casa de praia. O setlist foi um desfile de hinos: Tumbling Dice, You Got Me Rocking e a obrigatória Satisfaction. Em Sympathy for the Devil, o palco pegou fogo (visualmente) com bonecos infláveis gigantes, criando um cenário dantesco e maravilhoso sob a tempestade. Out of Tears, linda balada do álbum Voodoo Lounge, foi a responsável por me fazer chorar litros. Eu, com apenas dez anos recém-completados, estava aos prantos ouvindo meus ídolos. Keith Richards teve seu momento de brilho (e descanso para Mick) cantando The Worst e Happy, com aquele charme despojado de pirata. O encerramento com Jumpin’ Jack Flash foi a prova final de resistência. O público, encharcado até os ossos, pulava nas poças de lama. Os Stones não apenas tocaram em São Paulo, eles sobreviveram a São Paulo e entregaram o maior espetáculo de rock que o Pacaembu já viu. Foi o fim de uma era de espera e o início de uma relação de amor eterno com o Brasil. Edit this setlist | More The Rolling Stones setlists

Ator de Stranger Things, Joe Kerry lança single do seu projeto Djo

Djo – o projeto musical do ator, produtor e compositor Joe Keery, conhecido por seu trabalho em projetos de grande sucesso como Stranger Things e Fargo – anunciou seu aguardado álbum The Crux. A continuação do álbum Decide, de 2022, que apresentou o sucesso End of Beginning, The Crux será lançado em 4 de abril pela AWAL Recordings. Primeiro single do Djo, Basic Being Basic foi revelado nas plataformas de streaming. Com seus sintetizadores Oberheim OB-X8 e o refrão em falsete, seus versos finais distorcem de forma perspicaz os padrões (muitas vezes online) da atitude moderna. “É como se fosse um tiro disparado contra qualquer pessoa que esteja tentando se manter no momento”, diz Keery, em comunicado enviado à imprensa. The Crux foi coproduzido por Keery e seu colaborador de longa data Adam Thein. Trata-se de um álbum de qualidade artesanal impecável. Ao contrário dos álbuns anteriores de Keery – gravações de quarto centradas em sintetizadores – The Crux destaca guitarras exuberantes e instrumentação que lembra o pop do final dos anos 60 e 70. É um álbum cheio de perdas e anseios, mas também cheio de inteligência e gratidão. O álbum foi escrito em todo o mundo em um período particularmente fértil para Keery, em que ele estava lutando contra a transitoriedade de seu outro emprego, estando solto e longe de seus amigos e familiares. Mas, para fazer o álbum, ele se instalou no lendário Electric Lady Studios, em Nova York, seu lar adotivo. The Crux não apenas mostra seu escopo ambicioso, mas também suas habilidades como multi-instrumentista e compositor habilidoso (todas as músicas foram escritas por Keery ou em colaboração com Adam Thein).

Twenty One Pilots transforma Allianz Parque em circuito de palcos

Em sua quinta passagem pelo Brasil, a primeira fora de festivais, o duo Twenty One Pilots mostrou mais uma vez que não se cansa da arte de proporcionar o show mais interativo possível. No domingo (26), no Allianz Parque, em São Paulo, Tyler Joseph e Josh Dun inovaram ainda mais, tanto no formato do show como no repertório. Após passar por Curitiba e Rio de Janeiro, a dupla transformou o Allianz Parque em um verdadeiro circuito de palcos. Além do principal, outros dois menores (direita e esquerda) foram posicionados na divisão da pista premium com a pista comum. Palquinhos improvisados também surgiram no meio da pista premium. Isso sem falar no alto do estádio, próximo das cadeiras superiores.  Sim, o Twenty One Pilots pensou em todos os fãs presentes no estádio. Todo mundo teve seu momento mais próximo de pelo menos um deles. E esse cuidado não é novo. A relação entre banda, fãs e equipe técnica sempre foi muito boa. Em 2022, por exemplo, Tyler Joseph chamou ao palco um membro do staff que estava organizando as filas do lado de fora do O2 Brixton Academy, em Londres, para agradecer todo o respeito com o público que estava há horas aguardando a abertura do portão.  Antes de The Judge, o telão exibiu um vídeo emocionante com depoimentos dos fãs. A conexão dos músicos com o público é genuína. Nada forçado, como vemos em muitas bandas. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por twenty one pilots (@twentyonepilots) O repertório da atual turnê também veio caprichado. Das 26 músicas tocadas, somente 11 estiveram no último set do duo em São Paulo, no Lollapalooza 2023, quando substituíram o blink-182 de última hora. Aliás, foram dez faixas do novo álbum, Clancy, lançado em 2024. A apresentação começa com a empolgante Overcompensate, um cartão de visitas maravilhoso do novo álbum. Logo depois, Josh e Tyler foram intercalando velhos hits com as novidades. Dessa forma, vale destacar como Next Semester, Routines in the Night e Navigating funcionam muito bem ao vivo. Assistir a um show do Twenty One Pilots precisa estar na lista de prioridades de qualquer fã de música. Já assisti cinco e não estou nem um pouco enjoado. Edit this setlist | More twenty one pilots setlists Balu Brigada A abertura da noite contou com uma grata surpresa vinda da Nova Zelândia. A banda de groove-pop Balu Brigada, formada pelos irmãos Henry e Pierre Beasley, cativou o público do início ao fim. Conseguiu um retorno positivo na hora de pedir os celulares ligados, teve o nome do grupo gritado por diversas vezes e deixou uma ótima impressão no Brasil. No palco, os irmãos se destacaram por usar uniformes da seleção brasileira e do Palmeiras. Parece clichê, mas sempre funciona na hora de buscar uma conexão maior com o público. Com o céu já limpo, sem chuvas, o Balu Brigada fez um show conciso e redondo, com 30 minutos de duração e sete faixas. Os destaques ficaram para as faixas Moon Man, Number One e So Cold, que encerrou a breve apresentação.

Com pegada de Oasis, Vic Melo lança single C’mon Now; ouça!

Natural de Ribeirão Preto, Vic Melo decidiu sair do Brasil em 2014 em busca de novas experiências como artista. O resultado foi um rico período de criação musical, que rendeu apresentações em cidades como Nova York, Miami, Las Vegas, Paris e Havana. De volta a sua cidade natal, o músico lançou nesta sexta-feira (13) o single C’mon Now, composto e gravado em Liverpool. Produzida em parceria com Ciaron Bell, conhecido pelo trabalho com o grupo pop Atomic Kitten, a faixa conta com a participação de Barry Sutton, ex-guitarrista da banda britânica The La’s. De acordo com Vic, a inspiração para o single surgiu de histórias de bastidores no período em que tocava em pubs com músicos ingleses. “A música fala sobre um homem que se apaixona por uma stripper. Eles vivem um romance intenso e apesar de ela estar na casa dele toda manhã, ela não quer abandonar sua profissão e sua vida libertina. O homem se sente solitário, apaixonado e quer que ela se posicione”. C’mon Now fará parte de um EP, previsto para 2025, com outras canções gravadas por Vic Melo na mesma época. “Tenho buscado inspiração e elementos no rock clássico e vintage, por isso me mudei para a Inglaterra. Faço meu som autoral com personalidade própria e originalidade, mas busco inspiração nos grandes gênios do passado que admiro”, revela o músico.

Julies e Hevo84 misturam reggae e emo em “Olha Pra Mim”; ouça EP

O cantor Julies e a banda Hevo84 lançaram Olha Pra Mim, uma faixa que inaugura um som ousado e inovador: o Reggaemo. Misturando a intensidade emocional do emo com a suavidade do reggae, a canção é destaque no EP Uma Parada Diferente, que acaba de chegar completo nas plataformas música. Produzido pelos Los Brasileiros, vencedores do Grammy ao lado de Karol G, o EP apresenta uma abordagem contemporânea do pop reggae em seis faixas que exploram novas sonoridades e abordagens dentro do pop nacional. A proposta de Julies e Hevo84, dona dos hits emo Minha Vida é Você e Passos Escuros – destaque na novela Malhação (Globo, 2009) -, é única no cenário brasileiro. A união de dois estilos aparentemente contrastantes, o emo e o reggae, cria um som que combina a profundidade sentimental e amorosa do Emo com a leveza e o charme do Reggae. “A gente quis trazer toda a emoção que o emo carrega na sua essência, mas de forma mais leve, com o toque pop característico do reggae. O resultado ficou marcante: guitarras com drive e bends típicos do emo contrapõem a cadência mágica do reggae. É algo que não se vê muito por aqui. O casamento dessas influências ficou incrível”, explica Julies. A parceria entre Julies e Renne Fernandes, vocalista da Hevo84, é um reflexo de 15 anos de amizade celebrados com uma colaboração artística. Primeira composição dos amigos em quase duas décadas, a elaboração da música teve um processo natural e rápido, chancelando a conexão entre os amigos e artistas. “A gente nunca tinha composto juntos antes, apesar de tantos anos de parceria. Quando começamos Olha Pra Mim, a música tomou forma em menos de uma hora. É uma celebração de tudo que vivemos como amigos e músicos”, compartilha Julies. Uma Parada Diferente é um marco na carreira de Julies, trazendo composições que exploram temas como amor, autoconhecimento e reflexões sobre a vida. O projeto inclui sucessos como Calma, single lançado em outubro com produção dos Los Brasileros e coautoria de Deko e Tércio de Poll, que ganhou destaques importantes na mídia nacional. A faixa combina pop e reggae em uma mensagem sobre confiança e entrega no amor. Outro destaque é Tô Falando Sério, é uma canção que explora as complexidades de um relacionamento com uma melodia envolvente e cativante. A música Quem Sabe, parceria com Sofia Gayoso, que já soma mais de 1 milhão de plays nas plataformas digitais, celebra o encontro e as possibilidades que a vida oferece, enquanto Lance ou Romance mistura a leveza do reggae com o romantismo característico das letras de Julies. Tudo Mais Bonito encerra o EP com uma faixa alegre e otimista, transmitindo uma mensagem de valorização da vida e das pequenas coisas. “Esse EP é um fechamento de ciclo, uma forma de reunir tudo o que lançamos no último ano, mas também é um ponto de partida para novos sons e experimentações. Cada música tem sua história e sua energia, e espero que as pessoas sintam isso ao ouvir”, afirma Julies.