Multishow e Canal Bis farão transmissão completa do Lollapalooza

Depois de um intervalo de três anos, o Lollapalooza Brasil está de volta. E os três dias terão transmissão ao vivo, direto do Autódromo de Interlagos, em São Paulo, no Multishow e Canal Bis. A cobertura será completa, desde a exibição ao vivo na TV de todos os quatro palcos com cerca de 50 atrações, aos bastidores no YouTube, site e conteúdos exclusivos para as plataformas digitais dos canais. O Multishow prepara uma extensa cobertura. Serão mais de 8 horas seguidas de música por dia dos grandes nomes que sobem nos palcos 1 e 2, entre eles, The Strokes, Emicida, Miley Cyrus e Foo Fighters. Já o Canal Bis exibe as performances dos palcos 3 e Perry´s, que contarão com atrações como Jetlag, Gloria Groove, Alok, Marina Sena, Pabllo Vittar e muito mais. LOLLAPALOOZA BRASIL Horário das transmissões Multishow e Canal Bis: a partir das 14h30 YouTube Musica Multishow: a partir das 19h30

Weezer celebra a primavera com SZNZ: Spring; ouça o álbum

Quase nenhuma banda no mundo consegue ter um volume de lançamentos tão grande quanto ao Weezer. Talvez o King Gizzard chegue perto, mas o céu parece o limite para River Cuomos em companhia. Se em 2021 foram dois álbuns (Van Weezer e OK Human), 2022 terá quatro lançamentos!!! O primeiro deles saiu no domingo (20), SZNZ: Spring. Em resumo, a série SZNZ terá um álbum para cada estação do ano, seguindo o calendário do hemisfério norte, claro. É uma homenagem ao The Four Seasons de Vivaldi. O álbum do equinócio da primavera conta com sete canções. E tal como em outros discos temáticos do Weezer, as homenagens são bem claras, mas o DNA do Weezer também. No início de maio, o Weezer retoma a Hella Mega Tour, com Green Day e Fall Out Boy. Serão quatro apresentações nos Estados Unidos antes de embarcar para a Europa, onde passará por Alemanha, Noruega, Suécia, Suíça, Itália, República Tcheca, Áustria, Bélgica, Holanda, Inglaterra, Escócia, Irlanda, França e Espanha.

Day Limns: Livro da cantora já está disponível nas livrarias e e-commerces

Por trás de toda música, existe uma história, seja triste ou alegre, mas muitas vezes de aprendizado. Essa é a mensagem que a cantora Day Limns quer passar no lançamento de seu primeiro livro, Esta não é apenas uma carta de amor. Escrito em paralelo ao seu primeiro álbum de carreira, Bem -Vindo ao Clube, o romance, lançado pela Faro Editorial, já está disponível nas principais livrarias e e-commercers do país. O livro, que levou quase 12 meses para ficar pronto, traz contos e poesias que aprofundam na história do seu primeiro amor e fazem um paralelo direto as canções lançadas em seu álbum. “Desde o início, quando comecei a trabalhar no álbum e escrever as músicas eu sabia que cantaria uma história, e percebi que as músicas não seriam o suficiente para contá-la. É como se o álbum fosse a superfície de um oceano infinitamente mais profundo, e eu tô muito ansiosa pra que as pessoas mergulhem de cabeça e vivenciem cada página com a mesma intensidade que ouvem minhas músicas”, revela Day Limns. Quem vê a artista de atitude, cantando sobre aceitação, sendo uma das vozes mais representantes do LGBT dentro da música, não imagina que o caminho nem sempre foi tão simples. “O único lugar que eu tinha para sonhar era dentro do meu quarto. Minha mãe já sabia, e eu falava ‘vou vencer isso. Era também aquela pessoa que ficava pregando para as pessoas na sala de aula. Eu não falaria ‘pô, escuta minha música’. Eu chamaria a pessoa para ir para o encontro da Igreja. Eu era essa pessoa. Teve um momento da minha adolescência que eu estava liderando jovens e falando que tinha vencido minhas tentações homossexuais. Eu estava mentindo para essas pessoas, sabia que o buraco era muito mais embaixo, não tinha vencido nada”, conta. A libertação veio e com milhares de seguidores nas redes sociais, mais de 95 milhões de visualizações no YouTube e 97 milhões de streams, a artista, hoje, é muito segura de sua sexualidade e sobre a artista que é. E, agora, todos também vão poder conhecê-la ainda mais.

Compositora de gigantes da música pop, LP mostra voz potente no Lolla

Na sexta-feira, primeiro dia do Lolla, às 16h40, no palco principal, entre os shows do Turnstile e Machine Gun Kelly, a cantora LP, abreviatura de Laura Pergolizzi, promete entregar um dos shows mais interessantes do festival. A cantora de Long Island, nos Estados Unidos, já tem mais de 20 anos de carreira, seis álbuns cheios e três EPs. Na bagagem, traz o fresquíssimo Churches, lançado no ano passado. Aliás, o álbum deve ser uma das bases do show em São Paulo, caso role o repeteco das edições argentina e chilena do Lolla, que rolaram no último fim de semana. A outra base do repertório é o disco de maior sucesso comercial de LP, Lost On You. O que muita gente não sabe é que LP, além de ter uma voz muito acima da média, também compõe para grandes artistas. A lista dela inclui nomes como Backstreet Boys, Christina Aguilera, Rihanna, Rita Ora, Celine Dion e Cher. LP é uma das artistas escaladas para o Lollapalooza 2020, aquele que não rolou em função da pandemia. Felizmente, ela foi mantida na programação. Terá uma concorrente de peso no horário, a hypada Pabllo Vittar. “Acho que definitivamente continuo aprendendo o que está envolvido e pude ver meu corpo de trabalho crescendo. Isso me inspira a fazer mais e continuar. Sinto que, depois de cada disco, mesmo os que tinha quando não era maior, estava sempre pensando em como posso cantar melhor ou como posso escrever melhor ou de maneira diferente. Isso me inspira a empurrar o envelope e alcançar mais pessoas”, comentou a artista, que conversou com o Blog n’ Roll há dois anos, pouco antes do cancelamento do Lollapalooza 2020. LP ativista e com influências pesadas Conhecida por ser ativista pelos direitos da comunidade LGBTQI+ e por ter um visual andrógino, LP afirma que possui um caldeirão de influências em seu trabalho. Aos 40 anos, ela tenta equilibrar a conta entre jovens artistas e os mais clássicos. “Estudo mais clássicos, tento ouvir álbuns que nunca ouvi de artistas que amo, porque às vezes você se escuta ouvindo todos os seus maiores sucessos, mas pode entender melhor como artistas das músicas que não eram tão populares”. Rolling Stones, Queen, Led Zeppelin, Nirvana, Jeff Buckley, Aretha Franklin, Joni Mitchell e Stevie Nicks são alguns dos nomes que mais a inspiram. Aliás, a cantora tem incluído em seu repertório uma bela versão de Dazed & Confused, do Led Zeppelin. Se alguém ainda tem dúvidas sobre sua potente voz, está aí ótima amostra. Heart to Mouth, de 2018, seu penúltimo álbum de estúdio, consolidou ainda mais o crescimento de LP. Foi com esse trabalho que, em 2019, a cantora visitou a América do Sul pela primeira vez. O Brasil, no entanto, ficou de fora da turnê. “Eu ainda não estive no Brasil, mas estou muito animada para me apresentar no Lollapalooza. Tive uma experiência incrível na América do Sul, na última turnê, e estou ansiosa para experimentar mais”.

Dropkick Murphys libera versão comovente de We Shall Overcome

O Dropkick Murphys lançou uma versão comovente de We Shall Overcome como um single junto com um poderoso videoclipe. A música está entrelaçada na história americana – não apenas como célebre hino do Movimento dos Direitos Civis Americanos do final dos anos 1950 e 1960, mas também como uma música de protesto no movimento trabalhista anterior. Tanto a história quanto a mensagem da música ressoaram com Dropkick Murphys, campeões de longa data dos oprimidos e da classe trabalhadora. O lyric video de We Shall Overcome abre com o áudio sombrio, mas esperançoso, apelo de Robert F. Kennedy por unidade e compaixão em Indianapolis no dia do assassinato de Martin Luther King Jr. Quando a música começa, imagens em preto e branco de Dropkick Murphys são intercaladas com uma montagem de fotos históricas e imagens de movimentos de protesto americano – dos direitos civis e movimentos de sufrágio feminino a trabalhadores em greve nos piquetes. “Sempre achei essa música de protesto tão poderosa como todos sabemos por sua importância nos movimentos de direitos civis e trabalhistas, mas o que mais amo é sua positividade. A mensagem de esperança é necessária agora mais do que nunca”, diz o fundador e co-vocalista do Dropkick Murphys, Ken Casey. “Além disso, ninguém fez uma versão de rock barulhenta e poderosa – então só precisava acontecer!” Na última sexta (18), o Dropkick Murphys lançou uma edição expandida apenas digital de seu álbum Turn Up That Dial. O disco apresenta três faixas bônus, incluindo We Shall Overcome e os b-sides lançados anteriormente, as músicas cover James Connolly (por Larry Kirwan) e The Bonny (por Gerry Cinnamon). O décimo álbum de estúdio de Dropkick Murphys, Turn Up That Dial foi lançado originalmente em 30 de abril de 2021 pela própria Born & Bred Records da DKM. Apresentando faixas como Smash Sh*t Up, Mick Jones Nicked My Pudding e Good As Gold, Turn Up That Dial foi o quarto álbum consecutivo de DKM no Top 10 da Billboard, juntando-se a 11 Short Stories Of Pain & Glory (2017), Signed and Sealed in Blood (2013), além de Going Out In Style (2011).

Apocalyptica convida Geezer Butler, do Black Sabbath, para I’ll Get Through It

O quarteto finlandês de cello metal Apocalyptica celebrou novamente uma parceria com alguns dos maiores nomes do rock para lançar o single I’ll Get Through It. A música, escrita para a banda pela premiada compositora norte-americana Diane Warren, conta com a participação de Franky Perez – vocalista convidado no disco de 2015 do Apocalytica, Shadowmaker – assim como Geezer Butler, do Black Sabbath, no baixo. I’ll Get Through It pode ser encontrada em todas as plataformas digitais de streaming. O Apocalyptica fará uma turnê extensa nos Estados Unidos em 2022 e também tocará em vários festivais de verão, entre outras datas, antes de ir à Europa com a apropriadamente nomeada Epic Apocalypse Tour ao lado de Epica e Wheel. A música nasceu depois de uma visita que Geezer e Franky fizeram à sua amiga Diane, que já havia escrito a faixa Not Strong Enough para o Apocalyptica, incluída no seu álbum de 2010, 7th Symphony. “Franky e eu estávamos visitando a minha amiga, Diane Warren, no seu estúdio. Ele tocou essa música para nós, dizendo que achava que funcionaria bem com a voz do Frankie. Ele tentou na hora. Adoramos. O Franky então sugeriu que a enviássemos ao Apocalyptica. Eles a amaram e o resto é história”, comenta Geezer. Franky Perez teve o mesmo sentimento de entusiasmo após ouvir a faixa pela primeira vez. “Soube que essa música era especial a partir do momento em que a Diane Warren a tocou para mim e o Geezer. Tanto que enquadrei a letra daquela sessão no dia seguinte. Está pendurada na minha parede desde então. Essa música fala comigo em termos de letra, o que proporcionou uma performance honesta. Musicalmente, não há uma colaboração melhor que o Geezer e o Apocalyptica para fazer jus à música. Sinto que tenho muita sorte por ser parte dela”.

Charli XCX lança o disco Crash com os pés nos anos 1980

A cantora Charli XCX lançou Crash, seu aguardado álbum, na última sexta-feira (18). Esse é o quinto e último álbum de seu contrato com a gravadora. Aliás, ela também lança New Shapes, apresentando Caroline Polachek e Christine and the Queens, e anunciou sua turnê europeia e pela América do Norte, com ingressos disponíveis para pré-venda para 10 de novembro. Sobre o disco, Charlie declara que conseguiu possuir e persuadir um incrível grupo de produtores e colaboradores para participara da obra. “Alguns dos participantes são A. G. Cook, George Daniel, Deaton Chris Anthony, Lotus IV, Caroline Polachek, Christine and the Queens, Oscar Holter, Digital Farm Animals, Rina Sawayama, Ian Kirkpatrik, Jason Evigan, Justin Raisen, Ariel Rechtshaid, Ilya, Oneohtrix Point Never, Jon Shave and Mike Wise. Eles vão ficar presos no meu porão para sempre”, comenta.

Bad Wolves lança EP If Tomorrow Never Comes

O Bad Wolves lançou o EP If Tomorrow Never Comes, via Better Noise Music, na última sexta-feira (18). O trabalho vem com três versões da faixa-título: a original, uma acústica e outra com a participação de Spencer Charnas, do Ice Nine Kills. Aparecendo na trilha sonora de The Retaliators, um filme da Better Noise que será lançado nos próximos meses, os fãs serão presenteados com um novo visual com imagens do filme em breve. A faixa-título do EP é o segundo single da banda de seu aclamado terceiro álbum, Dear Monsters. If Tomorrow Never Comes possui mais de 4 milhões de streams até o momento e crescendo constantemente nas rádios, uma vez que agora é uma tendência no Top 20. Seu último trabalho, que recebeu mais de 20 milhões de streams, foi lançado no ano passado e apresentou oficialmente o novo vocalista DL. Empolgado por estar na estrada se reconectando com os fãs e compartilhando mais músicas, o vocalista DL celebrou. “If Tomorrow Never Comes é uma música sobre autorreflexão, pergunta a si mesmo sobre quem apareceria no seu funeral e o que eles diriam sobre você. Foi muito divertido colocar os vocais de Spencer Charnas na música. Queríamos colaborar com ele, e saiu melhor do que jamais poderíamos imaginar. Tem um ritmo enérgico e a mensagem por trás disso é lembrar ao ouvinte que nenhum de nós tem garantia de acordar amanhã, então viva cada dia com integridade, sem arrependimentos e esteja presente e trate hoje como se fosse o último. Estamos empolgados para que os fãs ouçam nossas novas versões dessa música neste novo EP”. O vocalista do Ice Nine Kills, Spencer Charnas, que é destaque em uma das faixas, comentou sobre a colaboração. “A história entre Ice Nine Kills e Bad Wolves é antiga, então já era hora de uma faixa juntos. Foi uma explosão estar em uma música já incrível com uma mensagem importante sobre a vida de hoje. Estava empolgado para ouvir como a colaboração final se encaixou. Honrado por fazer parte da história deste disco matador enquanto os meninos continuam seu caminho para dominar o rock moderno!” O Bad Wolves dará vida à nova música na estrada este ano, começando com sua turnê norte-americana, ao lado de Papa Roach e Hollywood Undead.

Atração do Lollapalooza lança o EP Ultravioleta; ouça!  

O multiartista Edgar é ultra! Depois dos discos Ultrassom (Deck, 2018) e Ultraleve (Deck, 2021), o rapper paulista lança o EP Ultravioleta. Edgar é nome confirmado no line-up do Lolapalooza, se apresentando na sexta-feira (25). O músico Pupillo, que produziu os dois primeiros discos de Edgar, assina três faixas de Ultravioleta: A Hierarquia do Pecado, Fake News e Bíblia, Boi e Bala (que ganhará um clipe), enquanto Prêmio Nobel (Djanguru Dubmix), cuja faixa original está no álbum “Ultraleve”, ganhou remix e tem produção de Jamil El Fakih. Por fim, Edgar foi convidado pelo MAM do Rio de Janeiro como artista contemporâneo comissionado ao lado de mais três artistas indígenas com curadoria de Denilson Baniwa e Beatriz Lemos. A exposição se chama NAKOADA, nome inspirado em uma estratégia indígena de comunicação com o inimigo, e faz parte das comemorações dos 100 anos da Semana de Arte Moderna.