Slipknot e Bring Me The Horizon incluem Rio de Janeiro em tour

Headliner de seu festival em São Paulo dia 19 de dezembro, o Slipknot confirmou uma apresentação única no Rio de Janeiro, em 15 de dezembro na Jeunesse Arena, tendo como convidado especial o Bring Me The Horizon. Ingressos para o show estarão à venda a partir desta quinta-feira (3), às 10h, para pagamento com Ame no site Eventim e para o público em geral a partir de 10 de fevereiro às 10h. O Slipknot dispensa qualquer apresentação. Desde seu surgimento em 1999, a banda revolucionou o rock, sempre desafiando todas as expectativas tanto do público como da crítica em suas apresentações ao vivo e gravações, além de ter criado o Knotfest, hoje um dos maiores festivais de música do planeta. Já a banda inglesa Bring Me the Horizon, formada em 2004, atingiu vertiginosamente nos últimos anos uma enorme importância na cena musical internacional, já figurando entre as mais importantes do gênero no mundo. O BMTH leva o público à loucura em suas apresentações, sempre considerada uma das melhores atrações em todos os festivais mundiais dos quais participa. Serviço – Slipknot e Bring Me The Horizon no Rio Data: 15 de dezembro de 2022Local: Jeunesse ArenaEndereço: Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3.401 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJHorário: 20h30 (show BMTH) | 22h (show Slipknot) | 18h (abertura da casa)Classificação etária: 16 anos. De 05 anos a 15 anos somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Não será permitida a entrada de crianças menores de 5 anos no evento. Setores e preços:Pista Premium: R$ 750,00 (inteira) | R$ 375,00 (meia-entrada legal)Cadeira Nível 1: R$ 600,00 (inteira) | R$ 300,00 (meia-entrada legal)Cadeira Nível 3: R$ 360,00 (inteira) | R$ 180,00 (meia-entrada legal)Camarotes: R$ 570,00 (inteira) | R$ 285,00 (meia-entrada legal)
Balaclava traz The Drums ao Brasil em março para show único

Para celebrar os 10 anos da Balaclava Records, o selo e produtora traz a São Paulo a banda norte-americana The Drums. A apresentação acontecerá em 31 de março na Audio, em São Paulo. Os ingressos estarão à venda a partir desta quinta-feira (3), no site da Ticket 360. A banda formada no Brooklyn, Nova Iorque, rapidamente se tornou ícone indie da década passada com seus dois primeiros e aclamados álbuns, The Drums de 2010 e Portamento de 2011. Com uma sonoridade post-punk e o new wave e famosa por remeter a grupos oitentistas como The Smiths, Joy Division e The Wake, a banda liderada pelo vocalista Jonathan Pierce passeia pelo indie pop e bebe na fonte do rock alternativo. O grupo comemora sua ótima fase, em turnê de dez anos de seu segundo disco, com sucessos como I Don’t Know How To Love, Days e o grande hit Money. Aliás, Money, em 2021, voltou a popularizar graças ao TikTok, onde viralizou com mais de 500 mil vídeos compartilhados. Além disso, o grupo promete incluir músicas que marcaram sua trajetória, como Let’s Go Surfing, Down By The Water e Me And The Moon. O lançamento mais recente do The Drums é o excelente álbum Mommy Don’t Spank Me de 2021. Aliás, essa é a quarta passagem do grupo pelo Brasil, que já se apresentou no Cine Joia e no festival Planeta Terra. Serviço – The Drums (EUA) em São Paulo 31 de março – quinta A partir de R$ 130 (vendas a partir de 3/2 na Ticket 360) Audio Club – Av. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda
Casaprima reflete sobre a nossa pequenez diante do universo no single Grão

O duo pernambucano Casaprima segue convidando a refletir sobre os dilemas humanos em uma série de singles que antecipam seu segundo disco de estúdio. A nova faixa, Grão, é um diálogo poético sobre a grandiosidade do universo e o nosso aparente pequeno tamanho diante do infinito. A canção chega às plataformas acompanhada de um clipe. A nova música de Casaprima observa como os momentos são passageiros e que devemos aproveitar cada um deles. Aprender com os obstáculos e comemorar os dias bons, sem perder a esperança de que as coisas podem melhorar. “Após os acontecimentos marcantes que ocorreram nos últimos dois anos, estamos diante de uma perspectiva de recomeço. Janeiro de 2022 traz consigo não apenas promessas para um ano novo, mas um vislumbre de esperança, fazendo-nos desejar que todas as dificuldades que enfrentamos recentemente dêem lugar a momentos de tranquilidade e alegria”, entrega o duo formado por Maria Juliana e Heitor Alves. O single Grão se une a Maduro e Real e Eu Canto, primeiras inéditas de Casaprima em seis anos. O projeto retomou os trabalhos resgatando a faixa-título de seu primeiro disco, Andarilho, para um novo clipe que anunciou as novidades da banda, encerrando seu primeiro ciclo para focar no futuro. A vulnerabilidade emocional é uma das marcas do projeto pernambucano desde seu início. Após mudanças na formação do agora duo, as novas canções irão solidificar a identidade intimista e pessoal das composições de Casaprima, mas indo além do que se esperaria de sua musicalidade folk, utilizando pela primeira vez elementos eletrônicos para trazer novas nuances sonoras.
Miri Brock transforma um amor intenso que se esvanece no clipe Corre Amor

Nome em ascensão do pop nacional direto de Porto Alegre, Miri Brock revela mais uma canção que mantém em alta as temperaturas da sua sonoridade. Corre Amor é uma mistura de beats dançantes e letras que celebram os amores fugazes, temperada com a sensualidade do pop brasileiro. A canção chega às principais plataformas e ganha um clipe. A pluralidade sonora e de amores habita a musicalidade de Miri Brock desde seu primeiro single, o bem recebido Me Diz O Que É. A estreia solo da artista vem na esteira de uma carreira de mais de dez anos dedicados à música. De Santa Maria (RS), atuou e se destacou como vocalista na banda Louis & Anas (posteriormente rebatizada apenas como Louis), mesclando referências do soul, da disco music e do R&B. Agora, Miri está pronta para uma nova fase, oferecendo um olhar moderno e sob a perspectiva feminina e feminista sobre os amores fluidos. “Escrevi a letra, melodia e harmonia de Corre Amor num momento em que sofri uma desilusão amorosa. Eu conheci uma pessoa em um festival, no carnaval, e vivi 48 horas muito intensas com ela. Depois do carnaval seguimos em contato, eu achando que algo maior ia acontecer, até que no reencontro as coisas foram bem mais frias do que eu esperava. Aí passei por aquele momento de tirar a pessoa do seu pedestal, me recolher e entender que tudo bem, que isso passa, e eu sigo bem (melhor) sozinha”, revela a artista. Miri vem esquentando os motores dessa nova fase com uma série de singles. Durante o isolamento social imposto pela pandemia, idealizou em parceria com Victor Fão e Martina Fröhlich o projeto Gliti, experimento musical e audiovisual que aborda temáticas de liberação feminina e sexualidades plurais numa roupagem eletropop. Atualmente, é uma das mentes criativas à frente do projeto Circuito Orelhas, com foco na circulação de nomes consagrados e revelações da música brasileira. Radicada em Porto Alegre, Miri reuniu a fina flor da música pop gaúcha para dar corpo ao seu projeto solo, sob produção da dupla Marcelo Fruet e Daniel Roitman. O primeiro single, Me diz o que que é, lançado em novembro de 2021, ganhou um videoclipe dirigido pelo conceituado jornalista paulistano Allex Colontonio (Casa Vogue, Kaza, Decornautas). Para esse novo single, o vídeo assinado pela Insonia Multimídia dá forma a uma letra onde as altas temperaturas de um amor intenso ecoam no calor desse verão. Corre Amor já está disponível para streaming e o clipe, no canal de YouTube da artista. Miri Brock prepara outras novidades para lançar ainda em 2022.
Val Santos lança videoclipe intenso para Fire

O guitarrista e produtor Val Santos lançou um clipe intenso e energético para a música Fire. A agressividade da canção tomou vida, traduzida visualmente com direção de Pietro Sargentelli, que já dirigiu mais de 40 clipes, incluindo de artistas como Jota Quest. De acordo com Val, esse clipe é especial por ser seu primeiro clipe gravado presencialmente. “Queria que fosse com muita pegada, já que a música é pesada e rápida – era como se tivesse me libertando dessa pandemia maldita”. O clipe também reuniu as participações especiais da faixa: Alexandre Grunheidt, vocalista e guitarrista da banda Ancesttral, no vocal; e deYohan Kisser, integrante da banda Sioux 66 e filho de Andreas Kisser, do Sepultura. “Espero que todos gostem, pois foi feito com muito amor, principalmente amor à música pesada”. A faixa faz parte do álbum 1986, primeiro álbum solo de Val, que foi lançado ano passado pelo selo Wikimetal Music. Em resumo, o álbum é uma homenagem ao metal da década de 80: mais especificamente, ao ano que batiza o projeto, em que foram lançados clássicos como Reign in Blood (Slayer), Peace Sells… But Who’s Buying?(Megadeth) e Master of Puppets (Metallica). Esse último influenciou diretamente Fire. Val buscou inspiração na velocidade mortal de Battery para criar a canção – e, para ficar ainda mais pesada, usou também uma técnica de afinação mais grave que o normal, em dó. Por fim, Val ficou responsável pelo primeiro solo, pelos arranjos e pela produção da faixa, enquanto Rob Gutierrez (Hollowmind) foi o compositor da letra.
Parceria de Yunk Vino com Danzo marca estreia da Labbel Records no YouTube

Próximo de completar dois anos, o selo Labbel Records, voltado para o trap dentro da produtora Boogie Naipe, que gerencia as carreiras de Mano Brown e Racionais MC’s, faz o lançamento do seu canal oficial no YouTube. O intuito da marca desde o começo foi atuar como um braço dentro da Boogie, mapeando e direcionando a carreira de novos talentos da música, e, agora, dá mais um passo nesta estruturação. Um dos nomes de maior destaque da cena, e parte do casting da Labbel, é o trapper paulistano Yunk Vino que, em colaboração com o Danzo, apresenta o single Paraty, faixa que marca a primeira produção audiovisual da Labbel no YouTube. “O principal objetivo com o canal é realmente trazer cada vez mais independência para a Labbel fazer os seus próprios projetos, seja com os próprios artistas ou com nomes de fora da produtora”, explica Kaire Jorge, diretor criativo da Labbel e sócio da Boogie Naipe. “Ampliando o alcance, podemos começar a pensar em outras frentes para além da música, como projetos visuais”. Como primeira produção desta nova etapa na trajetória do selo, Paraty é apresentada por Yunk Vino em parceria com Danzo, em um registro descontraído de amigos aproveitando o litoral fluminense. “Era minha primeira vez conhecendo a cidade, estávamos com uns amigos e o (produtor) Celo, então a composição e o beat foram surgindo a partir daquela vivência, foi muito natural”, conta Yunk. Os bastidores para a criação do single, por sua vez, tiveram sua captação e direção assinadas por Jef Delgado: “A concepção visual de Paraty é baseada numa experiência insana que tivemos, de uma viagem da Labbel junto com a galera da First, que é a produtora do Celo. Nós viajamos pra lá, alugamos uma lancha e a nossa missão era ter uma vivência com amigos ali e descansar, mas, principalmente, fazer o que a gente gosta, que é música e audiovisual”. Para além dos lançamentos individuais de cada artista do casting, a chegada do canal oficial também abre caminho para uma série de conteúdos complementares, como mini documentários, making of, vlogs e uma mixtape oficial, com previsão para o segundo semestre.
The Kooks anuncia álbum e lança EP com três sons inéditos

O The Kooks anunciou seu sexto álbum de estúdio, 10 Tracks to Echo in the Dark, que será lançado em 22 de julho pela Lonely Cat / AWAL Recordings. Aliás, o registro é uma evolução de som novo e com toque eletrônico de sua sonoridade icônica. Há também uma nova abordagem para lançar o álbum: o disco será lançado em três partes, as duas primeiras consistindo em lançamentos de EP de três faixas e a parte final adicionando mais quatro faixas ao lançamento do álbum completo. O primeiro EP do The Kooks, Connection – Echo in the Dark Part 1, chegou ao streaming nesta sexta-feira (28). Saindo de uma agenda de turnês punitiva, o vocalista, Luke Pritchard, prometeu respirar um pouco. Mas em vez disso, encontrou-se de volta ao estúdio. “Comecei a ir a Berlim por três ou quatro dias de cada vez. Fui muito afetado pelo Brexit e queria fazer uma declaração criando um disco europeu”, explica. “Somos uma banda europeia, praticamente moramos lá e temos muito amor pela Europa, então queríamos manter essa conexão”. Berlim tem sido uma espécie de Meca criativa para artistas de todo o mundo e Pritchard se viu se movendo nesses círculos, conhecendo os colaboradores com quem trabalharia em seu sexto álbum, 10 Tracks to Echo in the Dark. O período foi de trabalho, inspiração e criatividade em oposição à festa. “Eu não estava usando drogas”, atesta Pritchard. “Eram mais bares de mergulho e uma garrafa de uísque do que Berghain”.
The Smile, de Thom Yorke, Jonny Greenwood e Tom Skinner, lança The Smoke

The Smile, o novo grupo formado por Thom Yorke e Jonny Greenwood do Radiohead, e Tom Skinner do Sons Of Kemet, revelou uma nova faixa, The Smoke. A canção chega acompanhada de um lyric video, criado pelo escritor e diretor vencedor do Bafta, Mark Jenkin. The Smoke é a continuação do single de estreia da banda, You Will Never Work In Television Again. The Smile fará três shows consecutivos em um período de 16 horas e três fuso-horários na Magazine London neste fim de semana. Apresentando-se para um público esgotado sentado por rodada, as três apresentações também serão transmitidas em tempo real via livestream. Devido à grande demanda por ingressos presenciais para os shows, a banda lançou recentemente uma cédula mundial de ingressos, oferecendo um par de ingressos para cada país do mundo nos três shows. Esses ingressos limitados já estão esgotados, mas para mais informações sobre ingressos de streaming para os shows ao vivo exclusivos da banda, visite o site da The Smile. Apresentando material inédito de The Smile, a transmissão ao vivo é dirigida pelo premiado Paul Dugdale e produzida pela Driift. Além de poder participar de um show em casa, os shows também serão transmitidos em locais e cinemas independentes participantes no Reino Unido, Europa e EUA, via Rippla. Os horários dos shows estão a seguir:Primeira transmissão: Brasília – 17h do sábado / Londres – 20h sáb. / Nova York – 15h sáb. / Los Angeles – 12h sáb. / Sydney – 7h dom. / Tóquio – 5h dom. Segunda transmissão: Brasília – 22h do sábado / Londres – 1h dom. / Nova York – 20h sáb. / Los Angeles – 17h sáb. / Sydney – 12h dom. / Tóquio – 10h dom. Terceira transmissão: Brasília – 8h do domingo / Londres – 11h dom. / Nova York – 6h dom. / Los Angeles – 3h dom. / Sydney – 22h dom. / Tóquio – 20h dom. Todas as três transmissões também estarão disponíveis para os compradores dos ingressos com replays ilimitados por 48 horas a partir das 11h (horário de Brasília) de domingo (30).
Mighty Mighty Bosstones chega ao fim após quase 40 anos de história

O Mighty Mighty Bosstones acabou! A banda de Boston confirmou a triste notícia com uma nota de agradecimento nas redes sociais. “Depois de décadas de irmandade, viajando pelo mundo e fazendo grandes discos juntos, decidimos não continuar mais como uma banda”, disseram os integrantes. “Acima de tudo, queremos expressar nossa sincera gratidão a cada um de vocês que nos apoiaram. Nós não poderíamos ter feito nada disso sem você.” No entanto, a banda não revelou a causa de sua separação repentina. Aliás, o anúncio pegou muitos fãs de surpresa. O Mighty Mighty estava confirmado no lineup do Slam Dunk Festival, que acontece em junho, na Inglaterra. Dicky Barrett (vocal), Tim “Johnny Vegas” Burton (saxophone), Ben Carr (dançarino e backing vocals), Joe Gittleman (baixo), Joe Sirois (bateria), Lawrence Katz (guitarra), Chris Rhodes (trombone), John Goetchius (teclado) e Leon Silva (saxofone) formavam o Mighty Mighty Bosstones. Com 11 álbuns de estúdio em 33 anos, o Mighty Mighty deixa um legado impecável com discos como Devil’s Night Out (1989), More Noise and Other Disturbances (1992), Let’s Face It (1997) e Pay Attention (2000). O mais recente foi When God Was Great (2021). Entretanto, apesar do longo tempo de estrada e com um hit matador dos anos 1990, The Impression That I Get, além de participação no filme As Patricinhas de Beverly Hills (1995), o Mighty Mighty Bosstones só veio uma vez ao Brasil. A apresentação única rolou no Carioca Club, em São Paulo, em agosto de 2016.