Rise of the Northstar retorna a São Paulo com seu único Metal-HxC-Rap-Manga

Com uma sonoridade agressiva e moderna que mistura elementos de groove metal, nu metal, hardcore e hip-hop, incorporada à cultura pop japonesa, especialmente mangás e animes, tanto em suas letras quanto na estética visual, o Rise of the Northstar está de volta ao Brasil no mês de outubro para um único show, que acontece dia 18 em São Paulo, no Fabrique Club. Os ingressos já estão à venda. A produção local é conjunta entre Liberation Music Company e Powerline Music & Books. “Metal-HxC-Rap-Manga”, quatro palavras que definem perfeitamente a singularidade do Rise Of The Northstar, banda que nasceu há 17 anos nos subúrbios de Paris, a capital da França. A estreia ao vivo no Brasil aconteceu em novembro de 2023 em um Fabrique Club completamente lotado, mostrando a popularidade e força dos franceses por aqui. No cruzamento da realidade urbana com a ficção japonesa, com três EPs e três álbuns, a banda forjou um estilo e identidade únicos ao longo do tempo, aliados a uma sólida reputação como um monstro de energia no palco. Sucesso após sucesso, o ROTN conta com dezenas de milhões de streams em suas plataformas, gravou com Joe Duplantier do Gojira e ainda faz o mundo inteiro pular, impulsionado por músicas poderosas, groove e thrash, como Here Comes The Boom, Again and Again ou Showdown, faixa-título do álbum de 2023. Já em 2024, gravaram com o rapper Hyro The Hero no single Underrated. Recentemente a banda lançou no streaming e em videoclipe a nova música Neo Paris, que representa o início de um novo capítulo para o Rise of the Northstar. O vocalista Vithia explicou que a inspiração para a faixa veio da forte conexão entre a França e a cultura japonesa, especialmente após o impacto do filme Akira em 1991. “Foi com essa ideia em mente que compusemos ‘Neo Paris’. Através deste título e desta arte, tentei ilustrar um sentimento, afirmar nossa identidade francesa enquanto promovemos a relação muito especial que nosso país tem com o Japão”, comenta Vithia. O videoclipe de Neo Paris é o primeiro da banda a incorporar animação, mesclando cenas animadas com imagens reais para criar uma representação visual da interseção entre a ficção dos mangás e a realidade urbana de Paris. O show em São Paulo prepara a banda para uma apresentação especial na sua carreira: tocarão dia 22 de novembro no lendário Olympia, em Paris. SERVIÇO Rise of the Northstar em São Paulo Data: 18 de outubro de 2025 (sábado) Horário: 17h (abertura da casa) Local: Fabrique Club Ingressos Valores: 1º lote meia e meia solidária: R$ 180,00; 1º lote inteira: R$ 360,00

The Town anuncia Travis Scott e Lauryn Hill para lineup deste ano

O The Town anunciou nesta segunda-feira (19) que o músico Travis Scott irá completar a programação de headliners da edição de 2025. O cantor de trap sobe ao palco Skyline na noite do dia 6 de setembro. Don Toliver e Filipe Ret também se apresentam no mesmo dia e palco. Na mesma data, foi revelado também que a cantora Lauryn Hill, premiada rapper, será a última atração do palco The One. Ela sobe ao palco junto dos filhos YG Marley e Zion Marley, netos do artista lendário do reggae, Bob Marley. O dia 6 ainda traz mais dois grandes nomes nacionais para o The One: o músico Matuê e MC Cabelinho. Quem abre a programação da data e do palco é Karol Conka. Em 13 de setembro, o The One recebe ainda a cantora Gloria Groove, que antecipará o show de Lionel Richie. No dia 14 de setembro, por sua vez, o The One também recebe Ludmilla. O The Town acontecerá nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro. A pré-venda para clientes Itaú e associados do The Town Club tem início hoje (20), às 12h, enquanto a venda geral de ingressos tem início no próximo dia 27 de maio, a partir das 12h.

No esquenta para God Of Angels Trust, Volbeat lança single Time Will Heal

Volbeat retornou com seu poderoso e novo single, Time Will Heal. A faixa explora como quedas emocionais repentinas podem dominar, mas enfatiza a importância de aceitar a escuridão, aprender com ela e manter a esperança de que dias melhores virão. A música é parte do aguardado álbum God Of Angels Trust, que chega no próximo dia 6 de junho. Após acumularem mais de 12 milhões de streams globais com os singles anteriores, By a Monster’s Hand e In the Barn…, o Volbeat se prepara para embarcar, a partir de junho, em uma grande turnê mundial, com 71 datas.

Kadavar revela ousado álbum I Just Want To Be A Sound

A potência do psych-rock berlinense Kadavar retornou com sua obra mais expansiva e ousada até hoje: I Just Want To Be A Sound, disponível agora via Clouds Hill. O álbum é um manifesto pela liberdade, transformação e presença — uma jornada imersiva onde hinos de rock, canções introspectivas, momentos pop e paisagens sonoras cinematográficas colidem. Reinventando-se a cada faixa, o Kadavar entrega um disco que soa livre, capturando o espírito de uma banda em pleno voo criativo. O lançamento dos singles I Just Want To Be A Sound, Hysteria, Regeneration e Scar On My Guitar marcou um momento decisivo para o Kadavar, oferecendo aos fãs de longa data um vislumbre da nova fase da banda. Cada faixa revelou uma faceta da paleta sonora do álbum — de hinos a texturas cinematográficas — sinalizando uma clara ruptura com o som mais tradicional stoner dos trabalhos anteriores. Esses singles funcionaram não apenas como uma reintrodução ao Kadavar, mas como uma declaração de reinvenção, capturando a energia inquieta e a ambição criativa que definem o disco. As faixas também ganharam destaque em playlists importantes no Spotify, Apple Music, Deezer e Tidal. I Just Want To Be A Sound é mais do que um álbum para nós — é a essência do Kadavar: um anseio incansável por liberdade e o impulso inabalável de viver por meio da música. Colocamos tudo nele — nossas vidas, nosso espírito, nossa verdade”, compartilha a banda em declaração conjunta. Agora como um quarteto liderado pelos fundadores Lupus Lindemann e Tiger Bartelt, acompanhados pelo guitarrista Jascha Kreft e o baixista Simon ‘Dragon’ Bouteloup, o Kadavar encontrou na frase I Just Want To Be A Sound a essência de seu propósito. Inspirada em uma conversa de 2013 — quando Lindemann e Bartelt perguntaram a Bouteloup por que ele não usava redes sociais, ao que ele respondeu: “Eu só quero ser um som” — a expressão se tornou um princípio norteador ao longo dos 15 anos da banda: estar completamente imerso na música, livre de distrações ou concessões. Desde os primeiros dias como expoentes do stoner rock psicodélico — incorporando o frescor contemporâneo da cena de Berlim — até se tornarem exploradores sonoros de alcance global, a evolução do Kadavar tem sido guiada por uma criatividade incessante. Com extensas turnês e performances que desafiam gêneros, sua música tornou-se cada vez mais contemporânea, moldada pela experiência na estrada e pela visão criativa em constante expansão.

Com Falamansa e Macucos, Alma Djem lança EP Harmonia; ouça!

O Alma Djem lançou a terceira parte do Acústico em São Paulo: o EP Harmonia dá continuidade ao projeto iniciado com os EPs Luz e Liberdade. Gravado na capital paulistana em julho de 2024, o trabalho reforça a fusão de estilos e a valorização da diversidade musical brasileira. Nesta etapa, a banda selecionou cinco faixas que passeiam por temas como amizade, fé, amor, diversidade e, até mesmo, a necessidade de reflexão sobre o impacto humano no planeta. Entre os convidados estão nomes como Falamansa e a banda capixaba Macucos. A escolha do nome do EP ecoa mais do que melodias: carrega uma mensagem urgente sobre a necessidade de equilíbrio entre progresso e preservação. Em tempos de crise climática, a sustentabilidade deixa de ser escolha e torna-se um dever coletivo.  A faixa de abertura traz a releitura de Sobradinho, clássico de Sá & Guarabyra, eternizado nos anos 1970 como crônica da construção da hidrelétrica de mesmo nome no norte da Bahia. A canção ganha nova vida nas vozes de Marcelo Mira (Alma Djem) e Tato (Falamansa), celebrando uma amizade iniciada em 2005, quando as duas bandas jogaram juntas no campeonato Rock Gol da MTV. Desde então, a parceria rendeu frutos como a regravação de Teu Lugar pelo Falamansa, além de colaborações anteriores no DVD Ao Vivo no Lago Paranoá. Mira e Tato também dividem a autoria de Rede no Coqueiro (com participação do Falamansa) e de Perfeitinha, ambas presentes no projeto acústico. A relação entre os dois ultrapassa a amizade e consolida-se em uma trajetória de composições assinadas para artistas como Jorge & Mateus, Marcos & Belutti, Ivo Mozart, Planta & Raiz e sucessos do próprio Falamansa, como Um Pouco Mais de Fé e Respeite a Maré. A segunda faixa, Abre Caminho,  traz uma mensagem de fé, solidariedade e empatia, propondo uma visão de mundo mais colaborativa. “E quando chegar tenta puxar alguém pra perto de você / Abre caminho que de um jeito todo mundo vai caber / O importante é ter fé, o importante é viver”, diz o refrão. Já Amar Novamente, representa um marco na história do Alma Djem. Primeira composição de Marcelo Mira, a música integra o álbum de estreia da banda, Grito de Liberdade (1999), e se tornou hino afetivo para milhares de fãs e casais ao longo dos anos. Na quarta faixa, Flor e Tangerina, o Alma Djem se une à banda Macucos, do Espírito Santo. A ligação com o estado é antiga: foi lá que a banda realizou seus primeiros shows fora do Distrito Federal, ainda em 1999. Mira tem laços familiares com a região, e divide com Fred Nery (Macucos) e Armandinho o projeto paralelo Praia Trio. Uma das canções desse projeto, Beira do Mar, foi recentemente lançada por Armandinho em seu novo álbum. Encerrando o EP, Manga Rosa e Guaraná é uma colaboração entre Mira, Filipe Toca e o rapper baiano Lord Natri. A faixa aborda a importância da aceitação das diferenças em tempos polarizados, exaltando o amor como ponte entre mundos distintos. “Obrigado vida, pelas diferenças casuais / Nós não precisamos ser iguais / Pra amar e ser feliz da vida”, diz o trecho final do refrão. Harmonia é uma obra que convida à reflexão sobre o impacto humano no planeta e propõe um reencontro com valores essenciais. Em cada faixa, uma lembrança de que viver em harmonia é também cuidar do mundo que habitamos. O projeto Acústico em São Paulo O repertório do show foi completo e tomado de hits: 31 faixas e uma noite inesquecível, já que a banda sempre sonhou em fazer um projeto nesse estilo. Mais do que especial, o espetáculo contou com amigos de longa data para comemorar mais do que nunca. Entre os convidados estavam a banda Maneva, o músico Vitor Kley, Tato (do Falamansa), Macucos, Chimarruts e muitos outros. O show trouxe como destaque as músicas escritas pelo vocalista do Alma Djem, Marcelo Mira, co-autor de hits de artistas consagrados como Ricky Martin, Claudia Leitte, Wanessa Camargo e Jorge & Mateus. A direção de vídeo é de Rodrigo Pysi, um dos maiores diretores de videoclipes da atualidade e um velho parceiro de gravações com o Alma Djem. Pysi também já assinou trabalhos com Maneva, Sérgio Britto (Titãs), Planta & Raiz, Patrícia Marx, Badi Assad, entre outros. A produção musical do DVD é de Juninho Sarpa. Conhecido no meio sertanejo, trabalhou com nomes como Paula Fernandes, Marcos & Belutti e João Neto & Frederico. Além disso, é líder da banda de reggae Patuáh, de Campinas, e produtor de bandas de reggae do interior de São Paulo há mais de 20 anos. “Foi um ano intenso de produção musical, arranjos, escolha de repertório com o Sarpa, mistura de sonoridades, instrumentos, ritmos e levadas. E o resultado ficou incrível. Uma mistura de reggae com reggaeton, samba, rap, MPB, forró, pop… ficou incrível. Na parte visual, um cenário especial do mestre Zé Carratu trouxe elementos africanos e urbanos misturados, lembrando essa mistura que é São Paulo. Com isso, provamos que é possível, sim, gravar um álbum acústico de reggae na cidade mais cosmopolita e agitada da América Latina”, encerrou Marcelo Mira.

King Gizzard And The Lizard Wizard lança single Grow Wings And Fly

As músicas do álbum Phantom Island, do King Gizzard And The Lizard Wizard, continuam a vibe leve do álbum anterior, Flight b741, mas são melodicamente e estruturalmente mais sofisticadas, puxando para um power-pop e soft-rock dos anos 1970. Grow Wings And Fly é a última faixa do novo álbum da banda e teve sua parte instrumental comandada por Chad Kelly, colega dos integrantes, tecladista, maestro e arranjador. Isso fez o álbum ser encerrado com o hino mais extasiante e inspirador de todo o repertório do Gizzard. Phantom Island é o 27° álbum da discografia de Gizzard, e será lançado no dia 13 de junho. Nele, a banda adiciona uma nova dimensão à sua arte musical em constante evolução, abraçando o sinfônico e bordando seus emaranhados de riffs e melodias com cordas, metais e instrumentos de sopro.

The Town anuncia shows de Jason Derulo, CeeLo Green e Natasha Bedingfield

O festival The Town anunciou novas adições à programação da edição de 2025. Quem se junta às apresentações do palco Skyline é o cantor Jason Derulo, que sobe ao palco na noite do dia 12. O show do músico será antecipado pela apresentação de CeeLo Green, vencedor de cinco Grammys. Natasha Bedingfield canta no dia 13. Na mesma data, uma das novidades no palco The One é a presença de Luísa Sonza, grande nome do pop brasileiro contemporâneo. Quem se apresenta antes dela é o DJ e cantor Pedro Sampaio. Ainda no The One e no dia 12, também foi revelada a participação da cantora do pop nacional Duda Beat, que se apresentará com sucessos de seu novo álbum Tara e Tal e outros hits da carreira. Quem abre o show da artista é o músico Di Ferrero, que promete introduzir o projeto The Hard Pop Party com a ajuda de uma banda inédita e homenagens a nomes importantes do pop nacional e internacional. A novidade anunciada para o dia 13 é que a cantora britânica Natasha Bedingfield irá abrir os shows do Skyline. Ela é reconhecida mundialmente pelo hit Unwritten. O The Town acontecerá nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro. A venda geral de ingressos tem início no próximo dia 27 de maio, a partir do 12h.

Atração do Popload Festival, Laufey anuncia álbum com o single Tough Luck

Laufey, um dos fenômenos da música contemporânea, anunciou o aguardado álbum A Matter of Time com o intenso single Tough Luck. A artista, que será uma das principais atrações do Popload Festival em São Paulo neste mês, lançará o disco em 22 de agosto. “Cada novo álbum é como um caderno em branco para eu escrever novas histórias”, conta ela. “Tough Luck é uma música intensa sobre um amor que deu errado. Quis mostrar um lado mais raivoso — um lado que esse relacionamento infeliz despertou em mim”. Esse lado pessoal sempre foi um marco de Laufey. Ela fez de Everything I Know About Love (2022) um diário sobre o amadurecimento e o começo da vida adulta. Já no premiado Bewitched (2023), mergulhou profundamente nos amores da juventude. Agora, em A Matter of Time, ela cristaliza ainda mais sua sonoridade única com jazz, tons orquestrais e influência da bossa nova, com espaço para ousar e fugir de regras ou padrões rígidos. “Estou sempre pensando em música clássica e jazz, como preservá-los e prestar homenagem. Mas para este álbum, eu quis apenas deixar meu coração guiar”, diz Laufey. Para isso, ela trabalhou com dois co-produtores: Spencer Stewart, parceiro dos dois primeiros discos, e com o novo colaborador Aaron Dessner (conhecido por seu trabalho com Taylor Swift e The National). Essa liberdade sonora deu espaço para Laufey revelar novos lados de si, explorando temas mais densos.  “As pessoas esperam uma fachada bonita, roupas delicadas, histórias fantasiosas e músicas românticas”, diz ela. “Desta vez, quis ver como poderia trazer à tona os lados mais falhos de mim mesma e encará-los de frente.” Incluindo a já lançada Silver Lining, A Matter of Time mostra Laufey em sua fase mais ousada — e também mais divertida — ao retratar amores reais em suas várias formas, e o que significa ser reduzida à sua versão mais vulnerável e ansiosa diante dele.

Entrevista | Tom Speight – “É um álbum pessoal que carrega muita emoção”

O cantor e compositor britânico Tom Speight inicia nesta quinta-feira (15) uma mini tour pelo Brasil. A primeira apresentação será no Blue Note São Paulo, a partir das 22h30. Na bagagem ele traz singles do álbum Perfect Strangers, que será lançado em 26 de setembro. Ainda há ingressos disponíveis para o show. Na sexta-feira (16), Tom Speight se apresenta no Hard Rock Café Curitiba, enquanto no sábado (17) o show será no Blue Note Rio de Janeiro. Em cada apresentação, Tom Speight levará ao palco a delicadeza de seu folk-pop acústico, conhecido por suas melodias cativantes e letras emocionantes. Ao seu lado, estará a renomada vocalista Lydia Clowes, que já trabalhou com artistas como U2, Fred Again e Amber Run, enriquecendo ainda mais a experiência musical com harmonias envolventes e interpretações memoráveis. Tom Speight conversou com o Blog n’ Roll sobre os shows no Brasil, identificação com o público brasileiro, além do álbum novo. Confira a íntegra abaixo. O que mais te empolga nesse reencontro com o público brasileiro? O Brasil é um lugar incrível para se apresentar. A energia é incomparável, e estou ansioso para me reconectar com os fãs daqui mais uma vez. O álbum Perfect Strangers é o foco da turnê. Como você descreveria esse trabalho em comparação com os seus lançamentos anteriores? Perfect Strangers provavelmente é o mais próximo de Collide no sentido acústico e nas vibrações cruas e honestas. É um álbum pessoal que carrega muita emoção. A faixa-título é um dueto com Lydia Clowes, que também estará na turnê. Como surgiu essa parceria e o que ela trouxe de novo para a sua música? Lydia e eu cantamos juntos há mais de dez anos, e ela é como uma irmã de canto para mim. A voz dela traz uma profundidade única à música, e cantar com ela é algo que acontece de forma muito natural. Quais músicas do novo álbum você está mais ansioso para tocar ao vivo nessa turnê pela América do Sul? Estou especialmente empolgado para tocar Perfect Strangers e Higher ao vivo pela primeira vez. Tem algo de muito especial em apresentar músicas novas — sempre parece fresco e empolgante. Seus shows no Blue Note (São Paulo e Rio de Janeiro) terão uma atmosfera mais intimista. Quais mudanças você costuma fazer quando o ambiente é mais acústico e próximo do público? Tudo gira em torno da conexão. Em um ambiente intimista, consigo me conectar melhor com o público, e realmente foco na emoção pura da apresentação. Suas letras costumam abordar emoções profundas e conexões humanas. Como foi o processo de composição de Perfect Strangers nesse sentido? O fio condutor do álbum é a conexão humana — seja em um término ou em uma história de amor, trata-se dessa ligação emocional com outra pessoa. É um álbum muito pessoal para mim. Você costuma lançar EPs e álbuns com bastante frequência. De onde vem essa consistência criativa? Existe alguma rotina ou hábito que te ajuda a manter a inspiração? Eu simplesmente amo compor. É tão simples quanto isso. Quanto mais eu escrevo, mais me inspiro — e isso vira um ciclo criativo. Para quem vai te ver ao vivo pela primeira vez no Brasil, o que você gostaria que levassem dessa experiência? Quero que sintam essa conexão. É isso que eu mais valorizo — criar um espaço onde todos possamos compartilhar juntos a música e a energia. Quais três álbuns mais influenciaram sua carreira? E por quê? (What’s the Story) Morning Glory?, do Oasis, teve uma enorme influência. Abbey Road, dos Beatles, pela sua atemporalidade. E O, do Damien Rice, pela emoção crua e composição das músicas.