Melanie Martinez explora o lado sombrio do amor no novo single “Possession”

Melanie Martinez lançou o single Possession, nesta quinta-feira (29). Sempre afiada, a artista entregou uma faixa que mantém sua assinatura: melodias brilhantes que escondem uma lírica cortante. A música é descrita como sombria e satírica, mergulhando na temática de como o poder pode, muitas vezes, se disfarçar de amor. É a mistura clássica de charme, irreverência e intensidade que transformou Melanie em um fenômeno global com mais de 30 bilhões de streams. Universo próprio O lançamento chega para consolidar o status de gigante que Melanie atingiu nos últimos anos. Em 2024, ela lotou arenas ao redor do mundo com a The Trilogy Tour (incluindo noites esgotadas no Madison Square Garden) e foi headliner de festivais como Lollapalooza e Corona Capital. Desde a estreia icônica com Cry Baby (que celebrou ezd anos em 2025) até a evolução visual de Portals (2023), a cantora, compositora e diretora nova-iorquina não apenas apagou as fronteiras entre gêneros musicais, mas também entre realidade e fantasia.

Trio Janaju lança o álbum de estreia “Lindeira”

O que acontece quando três das figuras mais respeitadas dos bastidores e palcos da música brasileira decidem transformar seus encontros informais em um projeto oficial? Nasce o Trio Janaju. Formado pelo lendário Maestro Jaime Alem (conhecido por décadas de direção musical de Maria Bethânia) e pelas cantoras Nair Cândia e Jurema de Cândia, o grupo lançou nesta semana seu primeiro álbum, intitulado Lindeira. O trabalho chega acompanhado do videoclipe da faixa Lá Onde Eu Moro. Jardim musical O disco de dez faixas é descrito por Jaime Alem como um “jardim”, cujas sementes remontam à sua juventude. Musicalmente, o álbum passeia por diversos ritmos, abordando desde a exaltação da natureza e do amor até a crítica social afiada, característica das composições do maestro. “Nosso jardim… um jardim cujas sementes remontam à minha adolescência e juventude, as canções da memória afetiva e as novas cepas musicais… Eu sempre fiz isso, mas não com a intensidade de agora”, comenta Jaime. Parcerias de peso O repertório traz colaborações que dispensam apresentações… Dos saraus de Santa Teresa para o streaming A química do trio não é por acaso. Além dos laços familiares (Nair e Jurema são irmãs), o Janaju é uma evolução natural dos saraus que aconteciam na casa de Jaime em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Enquanto Nair Cândia traz a experiência de sua carreira solo e do duo “Jaime e Nair”, Jurema de Cândia empresta a versatilidade de quem já trabalhou com gigantes como Tim Maia e Roberto Carlos. “O Janaju é um divisor de águas, a oportunidade de fazer o vocal que sempre fiz abrindo vozes… e posso também explorar a minha voz em momentos solos. É a realização de um sonho”, celebra Jurema.

Joyce Manor libera faixa-título antes do lançamento do novo álbum

A espera de quatro anos está prestes a acabar. Nesta sexta-feira (30), os californianos do Joyce Manor lançam seu novo álbum de estúdio, I Used To Go To This Bar (via Epitaph Records). Mas, para os ansiosos de plantão, a banda decidiu dar um último gostinho do que vem por aí. Faltando poucas horas para o disco chegar às plataformas, o grupo liberou hoje (29) a faixa-título do trabalho. Animação e nostalgia com Joyce Manor A canção I Used To Go To This Bar chega acompanhada de um videoclipe com animações assinadas pela artista Madeline Babuka Black. A sonoridade mantém a pegada enérgica e melancólica que consagrou o grupo na cena pop punk/emo. Este é o sucessor direto de 40 oz. To Fresno (2022) e promete trazer aquela catarse de shows em bares apertados que a banda tanto ama (e que o título sugere). O que já ouvimos? Nos últimos meses, o Joyce Manor preparou o terreno com singles que já caíram no gosto dos fãs.

Mariana Volker mergulha no desejo e na MPB sensorial no single “Desassossego”

A quarta-feira pede um som que convide a desacelerar e sentir. E é exatamente essa a proposta de Mariana Volker em seu novo lançamento. A cantora e compositora carioca liberou o single Desassossego, dando mais um passo em direção ao seu novo álbum, intitulado delícia delícia. A faixa marca uma virada estética na carreira da artista, apostando em uma atmosfera mais vibrante, densa e, acima de tudo, sensorial. Entre céu e Manu Chao Sonoramente, Desassossego se constrói sobre uma base de violão, percussões orgânicas e camadas rítmicas sutis. É uma MPB contemporânea que não tem medo de flertar com o pop e com a música latina. O resultado estabelece pontes diretas com a liberdade estética de nomes como Céu, Marisa Monte, Curumin e Manu Chao. Se você curte a sonoridade desses artistas, vai se sentir em casa aqui. Madrugada e desejo A letra é um fluxo de pensamento de uma madrugada solitária, capturando aquele estado de suspensão onde a vulnerabilidade e a entrega se misturam. “Desassossego soa como uma declaração sensual e enigmática, um convite a mergulhar nos delírios, silêncios e segredos do desejo”, comenta Mariana Volker.

Tom Misch anuncia “Full Circle”, seu álbum mais pessoal, e lança o single “Sisters With Me”

O produtor que definiu a estética de uma geração inteira de bedroom pop e neo-soul britânico decidiu desligar o computador e pegar o violão. Tom Misch anunciou seu segundo álbum de estúdio, Full Circle, com lançamento marcado para 27 de março (via Beyond The Groove / AWAL). Este é o primeiro disco solo completo desde o aclamado Geography (2018), que o colocou no topo das paradas e lotou casas como a Brixton Academy. “Detox” digital de Tom Misch e o som dos anos 70 Se você espera apenas beats lo-fi para estudar, prepare-se para uma surpresa. Full Circle nasce de um período de pausa necessária. Após enfrentar crises de ansiedade severa, Tom Misch se afastou do estúdio, buscou refúgio no surfe e na natureza (entre Cornwall, Portugal e Nashville) e reconstruiu sua relação com a música. O resultado é um afastamento da produção digital (o artista deixou o software Logic Pro de lado) em favor da composição clássica. Gravado em fita analógica e com microfones vintage, o disco busca o calor e a nitidez dos clássicos hi-fi dos anos 70, citando influências como Fleetwood Mac, Joni Mitchell e Neil Young. “Vocais suaves, em camadas duplas, e toques lo-fi remetem à abordagem sutil de J.J. Cale, tudo a serviço de algo clássico e vivo no momento”, descreve o material de divulgação. O álbum conta com colaborações de peso na composição, incluindo o artista Matt Maltese e Ian Fitchuk (conhecido por seu trabalho em Nashville). Aquecimento vem com “Sisters With Me” Para dar o tom dessa nova fase, Tom lançou hoje o single Sisters With Me. A faixa foi inspirada em um período raro em que ele voltou a morar com suas irmãs na casa da família durante a vida adulta. A música chega acompanhada de um videoclipe dirigido pela fotógrafa Juliet Klottrup, que documenta de forma crua e honesta a relação entre irmãos. O single se junta às faixas previamente reveladas, Old Man e Red Moon, completando a trinca que antecipa a atmosfera intimista do disco. Assista ao clipe de Sisters With Me

“Streets of Minneapolis”: Bruce Springsteen lança música urgente contra o “terror de estado”

Quando a história acontece, Bruce Springsteen não costuma ficar em silêncio. Nesta quarta-feira (28), o “The Boss” surpreendeu a todos com o lançamento de uma canção inédita e visceral: Streets of Minneapolis. A faixa é uma resposta direta e imediata ao que o cantor chamou de “terror de estado sendo visitado na cidade de Minneapolis”. A música é dedicada aos “vizinhos imigrantes” e, especificamente, à memória dos residentes Renee Good e Alex Pretti, mortos por agentes do ICE (Immigration and Customs Enforcement). Exército privado do Rei Trump em Streets of Minneapolis A urgência da gravação é palpável. Em comunicado, Springsteen revelou o processo relâmpago: “Escrevi essa música no sábado, gravei ontem e lancei para vocês hoje”. A sonoridade começa parcialmente acústica, mas explode em um arranjo de banda completa. A letra não usa meias palavras. Springsteen descreve uma cidade em chamas sob as botas de um ocupante, referindo-se aos agentes federais como o “exército privado do Rei Trump vindo do DHS”. O refrão e os momentos de canto coletivo incluem o grito de guerra: “ICE out of Minneapolis” (ICE fora de Minneapolis). Tributo às vítimas O momento mais tocante da canção narra a tragédia local, citando nominalmente as vítimas da ação federal: “Havia pegadas de sangue / Onde a misericórdia deveria estar / E dois mortos deixados para morrer nas ruas cheias de neve / Alex Pretti e Renee Good”. O título da faixa ecoa, propositalmente, um dos maiores clássicos de sua carreira, Streets of Philadelphia (que abordava a crise da aids anos 90), traçando um paralelo entre as crises humanitárias de diferentes épocas. A música encerra com uma promessa de resistência para este “inverno de 26”: “Vamos tomar nossa posição por esta terra / E pelo estranho em nosso meio / Vamos lembrar os nomes daqueles que morreram / Nas ruas de Minneapolis”. Ouça a faixa abaixo

Motionless In White lança single “Afraid Of The Dark”

O quinteto Motionless In White lançou o single Afraid Of The Dark, que chegou nesta quarta-feira (28) acompanhada de um videoclipe. A música serve como um elo entre o passado, o presente e o futuro da banda, misturando a fúria metálica característica do grupo com embelezamentos eletrônicos. História de resiliência Para o vocalista Chris Motionless, a faixa é muito mais do que apenas um novo lançamento, é um reflexo da jornada difícil, mas vitoriosa, do grupo. Ele relembra o início humilde há 20 anos. “Há 20 anos, entrei numa van de turnê com os meus melhores amigos, sem fazer ideia do que viria a seguir a cada quilômetro que percorríamos… Curiosamente, avariamos duas horas depois, de madrugada, numa tempestade de neve. Tivemos que dormir no chão de uma parada de descanso… e esperar o que pareceu uma eternidade por um guincho”. Aquele momento definiu o espírito da banda. Eles foram forçados a cancelar os primeiros shows da primeira turnê, mas rasparam cada centavo para consertar a van e voltar para a estrada. “No nosso aniversário de 20 anos, esse espírito arde tão forte como naquele dia. Recusamo-nos a contentar-nos, recusamo-nos a deixar que qualquer força oposta nos impeça de sair do inferno e recusamo-nos a temer a escuridão do desconhecido”. O que vem por aí A nova era do Motionless In White, agora via Roadrunner Records, começa com esta faixa que infunde metalcore bem executado com aberturas góticas e coragem industrial. A banda passará a primavera (do hemisfério norte) em turnê apoiando o Bring Me The Horizon, incluindo uma apresentação no lendário Madison Square Garden e participações nos festivais Welcome To Rockville e Sonic Temple.

Rancore anuncia o álbum “Brio” e lança o single “Eu Quero Viver”

Quinze anos. Foi esse o tempo que separou o lançamento do divisor de águas Seiva (2011) do momento que vivemos hoje. Nesta quarta-feira (28), o Rancore anunciou seu aguardado quarto álbum de estúdio, intitulado Brio. O disco chega ainda neste primeiro semestre pela Balaclava Records. E para quem achava que a banda viveria apenas de nostalgia após a reunião, o primeiro single, Eu Quero Viver, chega para provar o contrário com os dois pés na porta. Indie punk, nu gaze e sobrevivência A nova faixa é descrita como uma mescla de indie punk com tons de nu gaze, demonstrando a visceralidade da formação atual: Teco Martins (voz), Alê Iafelice (bateria), Gustavo Teixeira (guitarra), Henrique Uba (guitarra) e Rodrigo Caggegi (baixo). Produzida por Guilherme Chiappetta e Daniel Pampuri, a música explora a dualidade entre vida e morte. Segundo Teco, trata-se de um “grito de sobrevivência”. “A morte se aproxima! / Qual é o convite? / Quem me chama pra sair? / Hoje eu quero viver: o brilho dessa luz que não se apaga” “Não tivemos medo de soar esquisitos” O Rancore viveu um hiato de quase uma década a partir de 2014, retomando as atividades em 2023 com singles pontuais e a turnê Relâmpago, que lotou 33 shows (incluindo aberturas para o Forfun no Allianz Parque e Lollapalooza). Agora, Brio promete ser a consagração dessa nova fase. Teco Martins não economiza nas palavras ao definir a obra. “Por um tempo, tive certeza de que o Rancore nunca mais voltaria, mas ainda bem que eu estava enganado… Esse disco, sem dúvidas, é nosso melhor trabalho em questão de composições e arranjos. A sonoridade evoluiu demais… Não tivemos medo de soar ‘esquisitos’ ou fora dos padrões do mercado, só buscamos ser verdadeiros com nossa essência”, pontua o vocalista.

Harry Styles atende pedidos e anuncia duas datas extras em São Paulo; pré-venda começa hoje!

Não foi suficiente. A demanda pelo retorno de Harry Styles ao Brasil foi tão avassaladora que o astro pop britânico acaba de anunciar duas datas extras em São Paulo. Agora, além dos dias 17 e 18, o cantor também subirá ao palco do MorumBIS nos dias 21 e 24 de julho de 2026. Isso totaliza quatro apresentações na capital paulista, consolidando a cidade como uma das paradas mais importantes da turnê Together, Together, que funciona em formato de “residência”: em 2026, Harry tocará exclusivamente em apenas sete cidades ao redor do globo (Amsterdã, Londres, São Paulo, Cidade do México, Nova York, Melbourne e Sydney). Álbum novo em março Os shows prometem ser históricos não apenas pela exclusividade, mas pelo repertório inédito. Antes de desembarcar por aqui, Harry lançará seu quarto álbum de estúdio, Kiss All The Time. Disco, Occasionally, no dia 6 de março. O disco conta com 12 faixas e produção executiva do fiel escudeiro Kid Harpoon. Urgente: vendas para datas extras do Harry Styles começam HOJE! Para quem é cliente Santander de alta renda, a corrida pelos ingressos das datas extras começa agora. Confira o cronograma de vendas para garantir seu lugar no MorumBIS. 1. Pré-venda exclusiva (Select e Private) 2. Pré-venda demais clientes Santander 3. Venda Geral Parceria com a caridade A turnê Together, Together mantém o compromisso social de Harry. Globalmente, o projeto apoiará a Choose Love, organização humanitária que fornece ajuda essencial (alimento e abrigo) para refugiados e comunidades vulneráveis, parceira do cantor há uma década. Além disso, há um esforço conjunto com a Green Nation para reduzir o impacto ambiental de todos os shows da turnê.