Dharma Numb reforça a importância de valorizar as conquistas em “Ícaro”

Após lançar o single e o clipe para Complexo, nesta quinta-feira (23) o quinteto paulista de hardcore melódico, Dharma Numb, disponibiliza o segundo single do novo trabalho Ícaro. Ícaro, que faz parte do segundo EP da banda paulista, II, serve como a última prévia antes do lançamento oficial do compacto marcado para a sexta-feira (1), em parceria com a Algohits. Inclusive, o material será apresentado nos palcos pela primeira vez no domingo, 03/12, no Citylights Music Hall (Rua Padre Garcia Velho, 61 – Pinheiros), ao lado do Pense, que também integra o casting da Algohits, e da Emmercia. Antes disso, nesta sexta-feira (24), eles lançam oficialmente Ícaro em São Carlos (SP), em apresentação realizada no Os Pirata Pub, junto das bandas Gagged e Facing Death. Em atividade desde 2019, após lançar em 2020 o EP Dharmage, eles preparam para alçar novos voos. Para isso, no último ano eles se concentraram em produzir o novo material que foi gravado no estúdio Sunrise Music, em Araraquara (SP), com produção de Ali Zaher Jr., que além de contribuir na engenharia de som das gravações, é o baixista do quinteto, fez parte do Reffer e integra a atual formação do CPM22. Completam a linha de frente, Victor Franciscon (atual Garage Fuzz, ex-Bullet Bane), nos vocais, Danilo Inada (atual Angular, ex-Rawfire), na guitarra, Pedro Melara (ex-Rawfire), na guitarra, e Thiago Babalú (atual Urutu, ex-Reffer e ex-Gigante Animal), na bateria. Assim como Complexo, o single, que foi gravado entre agosto de 2022 e janeiro de 2023, teve a capa feita pelo guitarrista Pedro Melara. Com menos de três minutos de duração, a composição assinada pelo vocalista Victor Franciscon, reflete sobre a importância de valorizar os bons momentos da vida e traz na rispidez dos seus acordes a força para superar as adversidades. A letra utiliza como recurso a história de Ícaro, personagem da mitologia grega, no qual ao adquirir asas buscou alçar voo próximo ao sol e se deparou com a queda. “Toda jornada tem seus altos e baixos e a reflexão que aqui é proposta é sobre como as atitudes de hoje podem mudar o amanhã. Como na lenda de Ícaro, nos questionamos se o brilho de voar é maior que a queda ou se o medo de voar pode te livrar dela. Não existe um certo ou errado, tudo vai depender da vivência de cada um”, reflete Victor Franciscon sobre Ícaro. Ouça Ícaro, do Dharma Numb
Mimosa coloca sonoridade afrobrasileira em álbum de estreia

Mimosa é música, mas vai além. É antropologia e arqueologia musical que resgata a sonoridade e o movimento dos corpos negros brasileiros, seus ritmos e linguagens múltiplas. O álbum de estreia do projeto que une os artistas Mbé, Leyblack Beats e Luiz Felipe Lucas surge como fruto de um mergulho sobre as origens de seus criadores, ainda que realizado a grande distância, durante a imersão em uma residência artística na Espanha. O resultado é um disco-manifesto sobre a potência dos ritmos afro brasileiros: do terreiro ao samba, passando pelo hip hop, drum’n’ bass e pelas diversas vertentes do funk. O lançamento do álbum Mimosa é do selo QTV, já disponível nas principais plataformas. É a partir da criminalização do funk que os artistas se debruçaram sobre a opressão histórica às manifestações artísticas afro-descendentes no Brasil. Retornando aos preconceitos sancionados pelo Estado – como uma lei anti-vadiagem que se traduzia, na verdade, na ilegalidade da capoeira e de outras manifestações culturais – para contar uma história de silenciamento. Mimosa é um projeto que celebra a resistência e a criatividade da música negra. “O samba foi tratado como sinônimo de vadiagem até o governo de Getúlio Vargas. Na época, andar com um pandeiro ou outro instrumento de percussão podia dar até 30 dias de cadeia. No Mimosa encontramos a conexão direta com a atualidade da criminalização do funk com a história das opressões voltadas para as manifestações artísticas afro descendentes no Brasil”, os artistas analisam. Para personificar essa pesquisa sonora, Mimosa introduz um personagem que representa a negritude em suas diversas formas. Estampado na capa do disco, cabezadenego é brincalhão, transgressor e desafia estereótipos, criando uma nova narrativa. Criado inicialmente para manifestações de rua com sua tanga, pintura facial e camisa amarrada à cabeça, ele foi pensado para colocar uma lupa nos estereótipos que o corpo carrega, seja o da da bicha preta ou o do homem negro, relacionadas com o medo e com o desejo. cabezadenego é uma conexão de mundos, uma espécie de Exú. Aparece, some, faz artimanhas inimagináveis, conecta, leva, traz, gira, brinca, se diverte. Não é bom e nem mau, é meio humano e meio entidade, um super-herói. Assim, conecta o ancestral e o moderno na pesquisa sonora de Mimosa. “Começamos nossa investigação para construção de samples, que contam essa tentativa sistêmica fracassada de acreditar que essa repressão fosse possível. Essas canções existem até hoje e fazem parte do imaginário coletivo cultural na identidade do Brasil. Trabalhamos a partir de uma cronologia que começa pela saída dos primeiros sons dos terreiros de macumba pra fora daquele ambiente até os bpms acelerados que movimentam as redes sociais de agora”, eles resumem. As três cabeças de Mimosa se uniram no final de 2020, quando Luiz Felipe Lucas (o cabezadenego) encontrou uma crítica no jornal El País Brasil sobre o álbum Rocinha, de Luan Correia, o Mbé. Após se conectarem online no auge da pandemia, Luan apresentou o projeto ao beatmaker Wesley Souza, AKA Leyblack Beats. Suas trajetórias pregressas somaram-se em um projeto coletivo que reúne diversas vivências artísticas. Mbé traz sua formação em cinema, música e engenharia de som, com uma carreira que começou com produções para o coletivo de rap Justa Causa, passou pelo duo de noise O Só e culminou no álbum solo “Rocinha”, onde explorou a experimentação com boa recepção da crítica no Brasil e exterior. Já Leyblack Beats começou sua carreira artística como guitarrista em shows e festivais. Em seguida, passou a produzir beats para o coletivo Justa Causa, onde conheceu Luan. Hoje, Leyblack Beats é um produtor musical versátil, que trabalha com artistas de reggaeton, R&B, rap e também produz temas comerciais. Por fim, Luiz Felipe Lucas é um artista performático brasileiro-espanhol, especializado na técnica física de Jerzy Grotowski. Em sua carreira, trabalhou com artistas renomados como Marina Abramovic e é membro fundador dos coletivos Legítima Defesa no Brasil e Tinta Negra na Espanha. Atualmente, Lucas está trabalhando na representação de sua performance “El Tiro”, que estreou em 2020 em Barcelona e foi continuada em Viena. Foi através da Convocatória Aberta Permanente do Etopia Centro de Arte e Tecnologia, situado em Zaragoza (Espanha), que os três se dedicaram exclusivamente à concepção e realização de Mimosa, o disco de estreia. A ideia inicial era realizar uma mixtape sobre a cultura funk dos anos 2000 e recriar, com a visão dos três artistas, o período em que o gênero ganhou mais exposição midiática e passou por transformações tecnológicas. “Quando nós chegamos nos laboratórios do Etopia, as novas ideias começaram a pipocar, e entendemos que não podiamos falar de funk sem falar dos ritmos negros na historia do país e de uma maneira que ainda não tinha sido explorada”, relembram. Mimosa se estabelece como uma celebração da história e da diversidade da música negra, oferecendo uma nova perspectiva sobre a cultura funk carioca. O trio coloca-se como um trabalho centrado na negritude, em que três homens negros se reapropriam de sua música e cultura e transformam em som o candomblé, a favela e várias formas de negritude visíveis e invisíveis. “É um projeto sobre um movimento. Sobre movimentar. O funk é um um movimento constante, a música preta é um movimento constante, a diáspora também é um movimento constante, não tem fim, não se finda na geografia ou em fatos históricos. Então a última música não é o final do projeto. Depois dela, tem a continuação na cabeça de quem escuta, nas cabeças de quem criou”, eles resumem. QTV064 – MIMOSA de cabezadenego, Leyblack e Mbé
“O Pop é Punk Vol 2: 70’s”: coletânea traz clássicos brasileiros dos anos 70

Após o sucesso de O Pop é Punk: 60’s, o selo Grudda Records lançou nesta quinta-feira (23) um novo volume da coletânea com versões punk rock de clássicos da música popular brasileira. Dezessete bandas independentes apresentam suas releituras para nomes como Chico Buarque, Tim Maia, Cartola, Raul Seixas, Rita Lee, Secos e Molhados, Jorge Bem Jor, As Frenéticas, Caetano Veloso, Jerry Adriani etc. A década de 70 marca o período definido para o segundo volume deste projeto, que deve contar ainda com ao menos três edições, que contemplarão as décadas de 1980, 1990 e 2000. “A coletânea tem como objetivo resgatar clássicos da música brasileira com uma roupagem voltada para o Punk Rock. É uma forma de provocar e indiretamente incentivar os fãs de rock a ouvirem compositores brasileiros que não necessariamente focam no estilo, mas que possam abrir a cabeça das pessoas para apreciar o talento e a beleza da música brasileira”, revela Felipe Medeiros, idealizador do projeto Masterizado por Davi Pacote no Estúdio Hill Valley em Porto Alegre, O Pop é Punk Vol 2: 70’s navega entre canções que vão desde o início da década de 70, em uma fase mais dançante, até as músicas que marcaram o duro período da Ditadura Militar, como é o caso de Cálice, do Chico Buarque. “Convidamos algumas bandas que fizeram parte do primeiro volume, e o projeto chamou atenção de outras que entraram em contato depois do lançamento dos anos 60’s, por se interessarem pelo conceito criado, além de terem um estilo sonoro que segue a mesma linha. Acredito que todas as bandas fizeram um excelente trabalho e surpreenderam com muita criatividade nas suas releituras. É muito gratificante fazer um trabalho quando todos estão ativamente envolvidos para trazer o melhor resultado”, conta Medeiros.
Banda canadense Metric vai substituir Muna no Primavera Sound
Rolling Stones anuncia turnê na América do Norte; confira datas

O Rolling Stones anunciou a turnê de divulgação do mais recente álbum, Hackney Diamonds, lançado em outubro. As primeiras datas são todas na América do Norte, com foco nos Estados Unidos e Canadá. São 16 datas entre maio e julho. A pré-venda dos ingressos para fãs do Rolling Stones começa no próximo dia 29. Os cadastrados no site da banda vão receber um código um dia antes. Os ingressos para o público em geral estarão à venda na sexta-feira (1º), no site do Rolling Stones. O álbum O Rolling Stones lançou Hackney Diamonds, primeiro álbum de inéditas da banda em 18 anos. E a melhor notícia é que o sucessor de A Bigger Bang está impecável. Sweet Sounds of Heaven, com Lady Gaga e Stevie Wonder, é o grande hino do disco, mas há muitos outros destaques. Na linhagem de outros épicos gospel dos Stones como You Can’t Always Get What You Want e Shine A Light, Sweet Sounds of Heaven surgiu de forma espontânea. Em uma tarde ensolarada, Jagger estava em sua casa em Londres, o vento fazia farfalhar a folhagem das árvores do jardim, e ele começou a tocar um padrão de acordes de C (dó maior), F (fá maior) e B flat (si bemol) em seu piano. Escrita por Mick Jagger e Keith Richards, Sweet Sounds of Heaven foi gravada em três locais: Henson Recording Studios, em Los Angeles; Metropolis Studios, em Londres, e Sanctuary Studios, em Nassau, Bahamas. Durante as sessões em Los Angeles, os Rolling Stones convidaram Stevie Wonder e Lady Gaga para trabalharem com eles na faixa. Tanto Lady Gaga quanto Stevie Wonder já haviam se apresentado com os Rolling Stones. Lady Gaga se juntou aos Stones no palco como parte da turnê 50 & Counting, em 2012. Sua participação em Gimme Shelter foi lançada no álbum GRRR Live. Stevie Wonder excursionou com os Stones na turnê americana de 1972, apresentando regularmente um medley com Satisfaction e Uptight (Everything’s Alright) juntos. Recentemente, os Stones lançaram Hackney Diamonds em um evento transmitido ao vivo globalmente direto do Hackney Empire, no leste de Londres. A transmissão foi seguida pela estreia do vídeo de Angry, estrelado pela atriz Sydney Sweeney. O álbum é o primeiro de estúdio com material novo desde A Bigger Bang, de 2005. Desde então, os Stones continuaram a quebrar recordes de bilheteria em uma série de turnês globais com ingressos esgotados. Em dezembro de 2016, lançaram o álbum Blue & Lonesome, com versões brilhantes de muitos dos blues que ajudaram a moldar seu som. O trabalho liderou as paradas de álbuns em todo o mundo e ganhou o Grammy de Álbum do Ano de Blues Tradicional. No ano passado, eles emocionaram o público europeu, totalizando quase um quarto de milhão de espectadores na turnê de aniversário Sixty. O Blog n’ Roll acompanhou duas das apresentações no Reino Unido, uma em Liverpool, outra em Londres.
Kiko Zambianchi lança música Quero Viver a Vida; ouça!

Composto durante a pandemia de Covid-19, Quero Viver a Vida, novo single de Kiko Zambianchi, foi lançado nesta terça-feira (21) nas principais plataformas digitais. “Essa música é um desabafo de quem ficou preso durante a pandemia, carente de viagens e da proximidade com as pessoas. Ela tem influência de black music, tem uma pegada Motown, ao mesmo tempo em que flerta com a MPB”, revela o cantor e compositor. Para retratar o sentimento de isolamento e o desejo de voltar a aproveitar a vida, um vídeo dirigido por Eduardo Xocante acompanha a música. “São imagens de lugares lindos e sem ninguém. Todos gostaríamos de poder desfrutar desses lugares durante este período. O videoclipe começa com estas imagens inspiradoras e o Kiko e sua banda só aparecem na metade do vídeo, justamente por isso”, conta o diretor. Quero Viver a Vida foi gravada no estúdio Orra Meu em São Paulo e masterizada na Abbey Road Studios em Londres. A faixa é assinada pelo selo do próprio Kiko Zambianchi, o New House Studio, que tem sido responsável pelo lançamento de novos talentos da música brasileira. Desde o álbum Acústico ao Vivo de 2013, que Zambianchi não lançava nenhuma música inédita inteiramente na sua voz, apenas composições conjuntas com outros artistas. Quero Viver é Vida, que já faz parte do repertório nos shows, marca um novo período na carreira do músico paulista. “O momento atual é diferente de todos os anteriores. Agora me sinto mais maduro e sem tensões em relação a um lançamento. Há previsão de singles lançados em sequência, e quando o disco estiver completo, eu lanço”, explica.
Lollapalooza 2024 divulga line-up de cada dia e abre venda do Lolla Day
Summer Breeze Open Air do Brasil anuncia lineup completo

O tradicional festival de heavy metal alemão Summer Breeze anunciou o lineup completo de sua segunda edição. O Summer Breeze Open Air do Brasil acontecerá nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2024, no Memorial da América Latina, em São Paulo. Within Temptation, Hammerfall, Anthrax, Killswitch Engage, Sebastian Bach, Mr.Big, Epica e Mercyful Fate são os principais nomes desse lineup extenso, com dezenas de outros nomes. Um dos grandes destaques é a banda Mercyful Fate, liderada por King Diamond. O grupo é uma das bandas mais cultuadas no mundo todo e é também referência para o surgimento de diversos outros subgêneros dentro da cena do heavy metal, como o black metal, por exemplo. O som distintivo praticado pela banda vem com vocais versáteis, incluindo agudos e falsetes, guitarras bem trabalhadas e uma temática voltada ao ocultismo, satanismo e histórias de horror. O título de seu primeiro álbum Melissa era o apelido do crânio que o vocalista usava como parte do cenário e de suas performances. A banda, que voltou aos palcos no dia 2 de junho de 2022, realizou seu primeiro show desde 1999 em Hanôver (Alemanha), como parte de uma turnê europeia, onde estreou uma nova música, The Jackal of Salzburg. Masquerade of Madness, outra das novas, saiu como videoclipe e está disponível nas plataformas de streaming. A formação atual traz King Diamond, Hank Shermann e Mike Wead (guitarras) e Matt Thompson (bateria, substituindo Bjarne T. Holm), além de Pontus Egberg (baixo) no lugar do saudoso Timi Hansen – a baixista Becky Baldwin (Fury) e Joey Vera (baixo, Armored Saint) também chegaram a substituir Hansen. O festival ainda terá uma das bandas mais requisitadas pelo público – a holandesa de metal sinfônico Epica, que recentemente lançou um álbum ao vivo intitulado Live At The AFAS Live gravado em Amsterdam, na Holanda. Além deles e das outras bandas previamente anunciadas também estarão presentes as bandas Dark Tranquility, Cultura Tres e o icônico vocalista Dino Jelusić, membro permanente do Trans-siberian Orchestra desde 2016. Sobre os outros nomes já confirmados no Summer Breeze: Amorphis Angra About2Crash Anthrax Avatar AXTY Alchemia Biohazard Black Stone Cherry Battle Beast Carcass Cultura Tres Clash Bulldog’s Death Angel Dr. Sin Eclipse Exodus Edu Falaschi Eminence Electric Mob Forbidden Gamma Ray Hammerfall Hellish WarIn Extremo Jeff Scott Soto Jelusick John Wayne Killswitch Engage Korzus Kryour Lacuna Coil Mr. Big Massacration Minipony Nestor Nervosa Nite Stinger Overkill Rage In My Eyes Ratos de Porão Sebastian Bach Spektra Sinistra Sioux 66 The 69 Eyes The Night Flight Orchestra The Troops of Doom Torture Squad Tygers of Pan Tang Within Temptation Zumbis do Espaço Os ingressos estão disponíveis de forma online, através do Clube do Ingresso, sem taxa de conveniência até domingo (19). Confira os valores Ingresso por dia (Summer Card): R$525,00 / R$1.050,00 (inteira) Summer Card Social: por dia (mediante doação de 1kg de alimento não perecível): R$600,00 Ingresso para todos os dias (Pass): R$1.400 / R$2.800 (inteira) Mais informações em Clube do Ingresso
Atração do Primavera Sound, The Blessed Madonna lança EP

Prestes a desembarcar no Brasil como uma das atrações do Primavera Sound no dia 3 de dezembro, a DJ The Blessed Madonna lança nesta sexta-feira seu mais novo EP Carry Me Higher com colaboração de Joy Anonymous e os vocais da cantora soul e multi-instrumentista Danielle Ponder. Composto de duas faixas – Carry Me Higher e Something Doesn’t Feel Right – em 7 e 10 polegadas e em versões demo, o projeto foi gravado em Nova York com Joy Anonymous enquanto The Blessed Madonna estava em sua residência no lendário Chicago’s Smartbar. O lançamento de Carry Me Higher chega para celebrar um ano que reafirma a posição da DJ como uma das artistas mais celebradas e icônicas da música eletrônica mundial.