Madness lança o álbum Theatre of the Absurd presents C’est La Vie; ouça!

Theatre of the Absurd presents C’est La Vie é o novo álbum do Madness, que acaba de chegar nas plataformas de streaming. C’est La Vie combina a ambição de obras-primas em tela ampla como The Liberty Of Norton Folgate e The Rise & Fall com o instinto de criação de músicas cativantes, como as encontradas nos clássicos Absolutely, 7 e Can’t Touch Us Now. Este álbum é uma suíte de 14 músicas, repleta de ganchos viciantes e refrães vibrantes. Apresenta uma pitada de space-ska intrigante e genialidade pop sofisticada, proporcionando uma alegre viagem por um cenário de castelo inflável. Além disso, reserva espaço para momentos de raiva justa, poderosa empatia e a sabedoria simples que sempre operou sob a fachada peculiar da banda. É, em outras palavras, um clássico álbum do Madness.
Orquestra Laboratório Bastet lança o segundo álbum; ouça!

A Orquestra Laboratório Bastet acaba de lançar mais um original e desafiador álbum de música instrumental. Com forte atuação no bairro paulistano do Bixiga, o grupo de investigação, improvisação e composição, criado pelo baterista e produtor Sérgio Machado Plim com um grande elenco de outros renomados instrumentistas do Brasil, chega agora ao segundo registro, intitulado Orquestra Laboratório Bastet 2. O disco foi composto e gravado em Piracicaba (SP), no moderno LAB Sound, referência em estúdios no interior paulista. A Orquestra Laboratório Bastet volta com um registro de nove faixas repleto de improvisos e texturas. São músicas ricas em detalhes, em que cada instrumento apresenta o timbre ideal, em sintonia com toda a composição. A Orquestra é formada por músicos e produtores, músicos de diferentes vertentes da improvisação, assim como atuação em distintas produções. Formam o grupo Sergio Machado Plim (bateria), Vanessa Ferreira (contrabaixo), Lello Bezerra (guitarra), Everton Santos (samplers), Thomas Souza (saxofone) e Richard Fermino (clarone, flauta e trombone). E foi no LAB Sound, com gravação, mixagem e masterização do engenheiro de som Max Matta, onde os músicos da Orquestra Laboratório Bastet fizeram todo o trabalho de processamento de música em tempo real que se escuta no álbum. Em estúdio, os músicos criaram e gravaram os efeitos e texturas, tanto da parte eletroacústica como das partes de samplers. A audição remete a algo desenvolvido em uma pós-produção, com efeitos e recheado de camadas. Como revela Plim, o álbum tomou vida no Lab Sound, no momento em que começaram a tocar. “O LAB Sound foi o local onde surgiram diversas ideias e composições”, destaca. Como contextualiza Sérgio, a sonoridade deste segundo disco da Orquestra Laboratório Bastet é diferente da improvisação de um estilo como o jazz, por exemplo. “Nosso trabalho é de buscar ideias e registrá-las, consolidá-las num processo em tempo real no estúdio. Quando tomamos uma forma, estruturamos na hora os arranjos”. A única regra, aponta Plim, é ser espontâneo para compor. “Nossa música tem uma energia de estar junto e não necessariamente de mãos dadas o tempo inteiro. Tem uma órbita, mas nada impede – e acontece – de, às vezes, ocuparem um mesmo espaço, e sem querer ajustar. Aqui é um lugar de muita improvisação e de um jeito muito peculiar, único da Laboratório”, finaliza Plim.
Terrapeixe lança single e clipe de Game Over; ouça!

A banda Terrapeixe acaba de lançar single e clipe de Game Over, música surgida no momento mais crítico da pandemia, que traz como temas o assombro pelos tempos e a esperança de uma virada de jogo. Na dimensão musical, a faixa guarda influências de rap, pop e MPB e segue o estilo das parcerias com o produtor Emygdio, que trouxe o componente vintage-eletrônico com seus synths, beats e pads, fundamentais para a identidade sonora de Baile de Led, álbum com lançamento previsto para o próximo ano. E de uma outra parceria, com os diretores Sasha Lazarev e Tiago Rios, nasceu a ideia de um clipe para a música que extrapolasse esse sentimento para o audiovisual. “A construção imagética do clipe perpassa, num primeiro momento, sobre a formação de dois mundos, mas que coabitam um espaço comum, um espaço noturno, solitário e afetivo ao mesmo tempo. É aqui que o clipe traça sua arquitetura narrativa, entre um homem em seu quarto permeado de referências icônicas de videogame e um grupo de amigos flanantes na noite carioca. Essas figuras parecem caminhar lado a lado, unidos pelas teclas e botões de um Atari antigo e comandos de consoles dos anos 90”, explica Tiago. “A composição aborda uma preocupação com o momento pandêmico e político do mundo, mas, especialmente, da América Latina, sem perder a fé na virada do jogo. Ou seja, expressa esta dualidade: a incerteza quanto ao futuro e a vontade de retornar às ruas, esvaziadas não só do movimento dos corpos mas também dos sonhos. Game Over é um ônibus circulador que passeia pelas cidades em busca da partilha da alegria e da resistência. Uma trilha sonora para a opção ‘continue’ que, nos videogames, nos permite tentar novamente o caminho”, afirma Tiano Cris, que integra a banda junto com Guilherme Gonçalves, Victor Moreto e Vinicius Neves. As cenas foram gravadas em ruas da região central do Rio de Janeiro, além de um antigo galpão e um bar que emprestaram um clima underground e festivo às cenas em grupo, contrastantes em relação ao cenário do personagem principal, que guarda a grande revelação da história. “Nossa busca atmosférica é um mergulho de cores magentas e quentes que a cidade proporciona, dos postes de luz das ruas antigas da cidade, das telas e faróis. Como num jogo de videogame nossos personagens estão sempre em movimento, buscando um fim, ou ao menos, uma diversão sincera, para os problemas da vida”, completa Tiago. Ouça Game Over, do terrapeixe
Astrônico lança single Outro Lugar e inicia nova fase na carreira

A banda paulista Astrônico marca uma nova fase de sua trajetória musical com o lançamento do single Outro Lugar. A track sucede o clipe oficial da música Trem da Noite, que foi ao ar em agosto e obteve boa repercussão por parte do público e recepção positiva da mídia especializada. Outro Lugar mistura a sonoridade indie rock que caracteriza o som da banda com acordes característicos de uma bossa nova. A vibe “praia nublada” é explorada pela banda não e dá lugar (momentaneamente) ao rock cósmico que embalou as canções do EP Infraluzes, lançado no ano passado. Sobre a nova fase, o baterista Hugo Luque afirma: “Com Outro Lugar, nós tentamos sair um pouco do, digamos, momento Infraluzes. Ele foi o nosso primeiro trabalho, o EP de estreia, então é difícil se desapegar de certas coisas, porque normalmente o trabalho inicial traz muitos anos de influências de uma vez só. Nessa nova leva de músicas, partimos para um caminho um pouco menos cósmico e um pouco mais gingado, digamos assim. Tem uma clara influência da música brasileira nessa canção, afinal ela começou como uma bossa trazida pelo Orlando. Todo mundo foi dando seus toques e ela ficou menos bossa, mas a inspiração ainda é evidente. Assim, a gente chegou numa estética que achamos semelhante à de uma praia nublada”. Astrônico se destaca pela fusão de intimismo e vibração, criando um som único que ressoa com uma gama diversificada de inspirações, incluindo Arctic Monkeys, Red Hot Chili Peppers, Beatles e outros nomes da música. O vocalista e guitarrista Orlando Miotto, foi o responsável pela composição e compartilhou sua experiência com a música, revelando que a faixa reflete um momento de mudança e nostalgia. “A composição começou em um dos ensaios da banda, onde eu trouxe essa sequência de acordes inspirada nas canções da bossa nova. Tendo então uma harmonia e uma batida, cantarolei também a melodia que se tornou oficial da música. Partindo disso, posteriormente, houve o trabalho de escrever uma letra. É uma música que relata minha experiência de viver longe de casa (que no meu caso foi quando me mudei para perto da praia, coincidentemente) e as dificuldades e saudades que vieram junto com essa mudança, o que trouxe também o nome pra música”, afirma. A banda segue em estúdio para a gravação de novas músicas pelo selo Criminal Bangers. A próxima deve ser disponibilizada em janeiro de 2024.
Primavera Sound 2023 divulga horários dos shows; confira
Brant Bjork retorna a São Paulo em março de 2024 na Casa Aurea

Fundador do influente Kyuss, banda pioneira do stoner rock, o músico californiano Brant Bjork retorna a São Paulo no dia 8 de março de 2024, onde se apresenta na nova casa de show da capital paulista, Aurea. Assim como na estreia do guitarrista no Brasil, em 2019, a produção fica por conta das produtoras Powerline e Abraxas. Brant Bjork passou mais de um quarto de século no epicentro do rock do deserto californiano. Começou como baterista no lendário Kyuss (com Josh Homme, que posteriormente fundou o Queens of the Stone Age) e, já como guitarrista, destilou incríveis riffs repletos de fuzz no seminal Fu Manchu, de 1994 a 2001. Recentemente, Brant voltou a tocar junto a Nick Oliveri (ex-Kyuss e ex-Queens of the Stone Age) com o supergrupo Stöner, que estreou em 2022 com o álbum Stoners Rule. Brant tem também uma extensa discografia, lançada sob as diversas encarnações do seu projeto solo, onde atua como frontman (voz e guitarra) junto a outros músicos da cena de Palm Desert. A carreira solo do músico californiano é repleta de sucessos. Começou em 1999 com o debut Jamalanta, um clássico do stoner rock, com diversas músicas que certamente serão tocadas ao vivo e março de 2024 em São Paulo. Outros petardos são Brant Bjork & the Operators (2002), Gods & Goddesses (2010), Tao of the Devil (2016), Mankind Woman (2018), Jacoozzi (2019), Brant Bjork (2020) e o mais recente, Bougainvillea Suite (2022), entre tantos outros discos e projetos. Nesta segunda passagem por São Paulo, mais uma vez com show único no país, Brant assume a guitarra e vocais, acompanhado de Ryan Güt (Stöner) na bateria e do velho amigo, outro pioneiro do desert rock, Mario Lalli (Yawning Man, Fatso Jetson, Queens of the Stone Age) no baixo. Aurea, nova casa de show em SP Brant Bjork Trio será a primeira atração internacional a tocar na ainda inédita casa de show da capital paulista, a Casa Aurea, que fica localizada na rua Treze de Maio, 112, no bairro Bela Vista. Serviço Brant Bjork em São Paulo Data: 8 de março de 2024 Horário: a partir das 19h Local: Casa Aurea Endereço: rua Treze de Maio, 112 – Bela Vista – São Paulo, SP Ingresso Valores 1º Lote – Pista R$ 150,00 (Meia e meia solidária) R$ 300,00 (Inteira) 1º Lote – Camarote R$ 230,00 (Meia e meia solidária) R$ 460,00 (Inteira) 2º Lote – Pista R$ 170,00 (Meia e meia solidária) R$ 340,00 (Inteira)
Men At Work confirma três shows no Brasil; veja datas e locais

O Men At Work tem data para visitar o Brasil em 2024: a banda chega ao país em fevereiro do próximo ano, para três apresentações – Rio de Janeiro no dia 17, no Qualistage; Curitiba no dia 20, na Live Curitiba; e São Paulo, onde a apresentação acontece no dia 21, na Vibra São Paulo. Os ingressos para as apresentações estarão disponíveis para o público a partir das 11h da próxima terça-feira (21), no Ticketmaster. A turnê brasileira do Men At Work é mais uma realização da MCA Concerts. Com um repertório pop rock com influências de reggae e new wave, a banda é comandada por Colin Hay, remanescente da formação original. Durante sua carreira a banda lançou três álbuns de estúdio, um disco ao vivo – gravado durante a passagem da turnê mundial pelo Brasil em 1996, oito compilações e dois vídeos. No repertório da nova turnê o público irá encontrar todos os grandes hits da banda, canções como Who Can It Be Now?, Down Under, Be Good Johnny, Underground, High Wire, Overkill, It’s a Mistake, Dr. Heckyll and Mr. Jive, Everything I Need, Maria e Man with Two Hearts, entre muitas outras. Data: Quarta-feira, 21/02/2024 Local: Vibra São Paulo – Avenida Nações Unidas, 17.955 – Vila Almeida Abertura das portas: 19h Início do show: 21h Venda de ingressos Abertura de venda: Dia 21/11 a partir das 11h SETORES | INTEIRA | MEIA PISTA | R$ 600,00 | R$ 300,00 POLTRONAS | R$ 700,00 | R$ 350,00 CAMAROTE | R$ 800,00 | R$ 400,00 PLATEIA SUPERIOR | R$ 400,00 | R$ 200,00
Lúbrica mostra seu shoegaze com sensibilidade pop no EP Descompasso

Ainda que já some cinco anos de existência, é sempre em tempo dar boas vindas à Lúbrica, banda que nasceu no centro da cidade de São Paulo e uniu músicos de diferentes lugares do país e trajetórias (e referências e…) distintas. Assumindo seu shoegaze com sensibilidade pop, o grupo apresenta seu EP de estreia, Descompasso. Produzido por Henrique Meyer (Supercolisor), Descompasso é a justa junção das vivências de Rafaela Antonelli (bateria), Nath Pollaris (baixo), Diego Lucon (guitarra) e Gabriel Felipe Jacomel (voz) pela cidade e por tudo o que a atravessa. A história do Lúbrica começa ainda antes: em 2023 se comemoram dez anos que Rafaela, baterista na banda Deadman Dance, chamou Gabriel (que até então movimentava a cena catarinense) pra tocar punk em São Paulo. No ano seguinte, Gabriel abordou Diego “no banheiro da empresa de tradução em que todo mundo trabalhava”, pra descobrir em seguida uma torrente de pequenas pérolas do guitarrista – ou sendo lançadas pelo (selo) Plataforma Records com o projeto Last Man On Earth, ou solos. Nath chega um pouco depois, em 2019, vinda da carreira solo à frente do projeto de indie pop Pollar!s. As vidas e trabalhos se misturaram cada vez mais, sendo Nath e Rafaela instrumentistas na banda de Bruna Ryan e Diego e Gabriel parceiros no projeto Freud and The Motherfuckers! Sobre Descompasso, a banda comenta: “Demos início à pré-produção e à gravação do EP propriamente dita em 2021. Em 2022, Henrique Meyer (que trabalhou em diversos projetos com nosso vocalista nos últimos quinze anos), assume a produção musical dos fonogramas em seu home studio. Em doses homeopáticas, e rearranjando cada som com todo o carinho, gravamos cordas e vocais até meados de setembro do ano passado. Todo mundo cantou em todas as músicas, e vai ser um divertido desafio levar essas peripécias pro nosso show”.
Applegate discorre sobre apego e nostalgia em Nena

A banda paulistana Applegate lançou o single Nena nas plataformas digitais, nesta quarta-feira (15). Nena discorre sobre apego e nostalgia frente ao inalcançável – O desejo de retornar a sentimentos, momentos ou relações já consumidas pelo tempo, a persistência de anseios e a busca pelo reencontro. A faixa transita pela temática provocando no ouvinte a investigação de suas memórias, em busca daquilo pelo que vale a pena viver e pode ser resgatado. Apostando em uma sonoridade mais orgânica, a composição divide-se em dois movimentos de atmosferas complementares, e a presença de um coro e violões de aço exemplificam novos elementos na sonoridade do grupo, influenciada nesse caso por nomes como Pedro Martins, Arctic Monkeys, Chico Bernardes, The Killers e King Gizzard and The Lizard Wizard. O single também resgata sensações de trabalhos anteriores como Traços e Miragem, mas olha para frente e expressa mais uma face da sonoridade que vai sendo desenvolvida pelo grupo para seu segundo disco, previsto para 2024.