Angra grita contra o jogo dos poderosos em Gods of the World

O Angra lançou, sem aviso prévio, nesta sexta-feira (13), mais um single do aguardado álbum de estúdio, Cycles of Pain. A faixa Gods of the World está disponível nas plataformas de streaming e um superproduzido videoclipe foi disponibilizado no YouTube. Consagrado mundialmente e com mais de 30 anos de estrada, o Angra lança no dia 3 de novembro o décimo álbum da carreira. A música Gods of the World mostra conhecidas facetas do trabalho do grupo, com riffs enérgicos, um trabalho contundente da cozinha e melodias marcantes. A composição tem nos vocais de apoio, além de Rafael Bittencourt, a participação de Marcello Pompeu e Karina Menascé. A direção do cinematográfico videoclipe ficou a cargo do renomado Leo Liberti, que já trabalhou com gigantes como Dee Snider, Europe, Megadeth e o próprio Angra, nos últimos clipes de Ride Into the Storm e Tide of Changes, além de Black Widow’s Web, do disco anterior. Com uma linguagem forte e clara, a narrativa do curta traz dados sobre guerras e conflitos, que acabam por serem causados pelos senhores do mundo, os poderosos que dominam a economia, a religião e a sociedade como um todo, sobrepujando o bem social em favor de seus próprios e traiçoeiros propósitos. Em meio às imagens da banda, há cenas que mostram o jogo maquiavélico dos poderosos, aqueles que botam as cartas na mesa e nos controlam, como marionetes, e dados chocantes sobre a destruição resultante dessas artimanhas. Infelizmente, muitos desses dados não refletem apenas o passado, mas também tragédias que estão acontecendo nesse exato momento mundo afora. “Esta música e o videoclipe trazem uma reflexão sobre quem realmente adoramos, como líderes e que, inconscientemente, cultuamos por meio de nossos atos. As pessoas podem acreditar que adoram a Deus, e seguem valores específicos, mas na realidade, elas têm outras prioridades como trabalho, posição social, comida, mídias sociais, prazer, etc. A alienação dá espaço ao aumento da injustiça. A maioria de nós acredita que estamos fazendo a nossa parte, mas estamos apenas negando o fato de que ficamos sentados preguiçosamente esperando pela mudança”, explica o guitarrista e compositor da faixa, Rafael Bittencourt. O músico segue acerca da ligação do tema com a nossa realidade: “Nossos valores mais elevados desempenham um papel muito pequeno na maneira como nos comportamos. A maioria de nós, na sociedade contemporânea, é viciada em estar conectada à internet e às redes sociais; é uma doença que se tornou normal. A vida real está se tornando cada vez mais distante da nossa realidade. Tudo começa com o fato de que a maior parte do nosso trabalho e sobrevivência depende disso, e termina com a sensação de vazio e ansiedade quando nossos telefones estão desligados. Isso nos torna muito passivos à influência de todos os tipos de verdades que são bombardeadas simultaneamente através do que seguimos. Embora nossos cérebros estejam entorpecidos e receptivos, somos comandados por referências externas e contraditórias. Os deuses que governam o mundo hoje em dia são o caos dentro de nossos próprios hábitos, e ficamos confusos em busca de experiências vãs para preencher nossas almas solitárias e vazias”, conclui. O álbum Cycles of Pain será lançado no Japão dia 1 de novembro, pela JVC, e dia 03 de novembro no resto do mundo pela Atomic Fire Records. No Brasil, o disco, em diversos formatos, incluindo CD e vinil, está na pré-venda pela Nerdstore. A turnê de divulgação do álbum, já conta com diversas datas pelo Brasil entre outubro e dezembro. Em janeiro, o Angra retorna ao consagrado 70000 Tons of Metal, que parte dos Estados Unidos e é o maior cruzeiro do mundo dedicado exclusivamente ao Heavy Metal, e que reúne os principais nomes do estilo todos os anos. Em São Paulo, o grupo apresenta o novo disco em um show no dia 3 de novembro, no Tokio Marine Hall.
Space Animals lança primeiro álbum de estúdio, Season 1 – The Request

Os músicos Rike Roncoletta e Julio Pires, também integrantes da banda de rock NDK, lançaram o primeiro álbum de estúdio do Space Animals, Season 1 – The Request. O projeto, lançado em 2022, une a música instrumental, o amor pelos animais e uma energia espacial. Season 1 – The Request compila os nove singles lançados pelo projeto este ano e traz uma faixa inédita, The Night. O álbum já está disponível em todas as plataformas digitais pelo selo musical Marã Música, e The Night ganhou um videoclipe. O álbum, incluindo a nova faixa, traz a sonoridade típica do Space Animals, que os admiradores já aprenderam a adorar: lo-Fi misturando elementos eletrônicos como o orgânico do baixo da guitarra e dos teclados. “O processo de composição foi todo meu e do Julio, todas as músicas, começando por uma linha de alguns instrumentos e completando, sempre seguindo um desenho de construção de composição das faixas”, explica Rike Roncoletta. Antes de qualquer coisa, o Space Animals surgiu como um projeto de ajuda aos animais e toda a arrecadação vinda dele (seja através de streaming ou venda de merchandising) é destinada à ONGs cuja finalidade é a proteção animal. “Com este álbum, nossa ideia é seguir levando a ideia de ajuda aos amigos animais e às instituições que os apoiam. Com este lançamento, faremos o primeiro recolhimento da verba que a gente lucrou até agora para fazer a primeira doação real e efetiva à instituições. Vamos registrar este momento e dividir através das redes do Space Animals, pois queremos levar cada vez mais essa ideia adiante”, afirma Rike. “Então é claro que a gente busca fixar o nosso som, nossa ideia sonora, mas mais do que isso, buscamos passar a ideia do Space Animals e acredito que o álbum ajudará.” Há nove meses lançando singles individuais que iriam compor este trabalho, todos acompanhados de videoclipes que ajudaram a contar a história do universo do Space Animals onde, claro, um grupo de animais é protagonista, Rike e Julio estão ansiosos para a chegada do álbum aos apps de música. “A expectativa é muito grande porque é um álbum cheio de um projeto instrumental, algo grandioso para a gente, então estamos muito felizes”, afirmam os músicos.
Buena Onda Reggae Club lança álbum; ouça Take 3

O septeto instrumental Buena Onda Reggae Club está de volta com uma explosão de ritmos e energias positivas em seu novo e aguardado álbum, intitulado Take 3, lapidado a partir de referências da potência sonora musical latina, brasileira e jamaicana. Buena Onda Reggae Club tem uma reputação sólida por sua capacidade de misturar música jamaicana instrumental com uma variedade de ritmos globais, incluindo jazz, afrobeat e música brasileira. Take 3, o terceiro disco da banda, foi produzido em colaboração com o aclamado produtor Victor Rice, vencedor de dois Grammys Latinos como melhor engenheiro de mixagem (pelo trabalho com Tulipa Ruiz e Elza Soares). Esta parceria única resultou em um álbum que não apenas encapsula a rica diversidade sonora da banda, mas também alcança um novo patamar de criatividade e excelência. O álbum foi masterizado por Fernando Sanchez, do Estúdio El Rocha. Take 3 marca o retorno do Buena Onda Reggae Club após o período desafiador da pandemia. Durante esse tempo, a banda lançou uma trilogia de singles com uma estética cinematográfica, estabelecendo a base para a exploração sonora que agora define Take 3. Com dez músicas originais, o álbum é uma colheita de musicalidade envolvente e inspiradora, demonstrando a riqueza composicional de cada membro da banda de forma única. Este é um convite para os fãs antigos e novos embarcarem na viagem musical do grupo enquanto exploram novos horizontes sonoros e se conectam com o espírito positivo e contagiante da banda. O projeto foi contemplado pela 6a Edição do Programa Municipal de Fomento à Linguagem de Cultura Reggae/Rastafari – Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Buena Onda Reggae Club apresenta o Take 3 pela primeira vez com um show ao vivo para festejar o lançamento. O evento de lançamento acontecerá no próximo dia 19, na casa de shows CL Music Hall, uma das mais importantes e celebradas da capital paulista, localizada em Pinheiros. Os ingressos já estão à venda pelo Sympla.
Livre, nova faixa de Renato Medeiros, reflete sobre a ambivalência da liberdade

Livre é a terceira canção a compor a série de lançamentos do produtor, multi-instrumentista e engenheiro de som Renato Medeiros – que já trabalhou com artistas como Jup do Bairro, Giovani Cidreira, Alice Caymmi, Apeles e Ananda Costa. A música antecede o primeiro álbum de Renato, A Curva dos Dias. A canção reflete sobre a ambivalência da liberdade. Se por um lado aborda a sensação de estar sem rumo na ausência da(s) pessoa(s) amada(s), por outro experimenta as novas possibilidades que surgem após o término dessa sensação de rompimento. A música é uma parceria com Lucas Gonçalves (Maglore) – que além de assinar a co-produção do álbum, canta a segunda metade da canção – a influência sessentista, que também caracteriza produções e obras e Lucas, remete a bandas como Beach Boys, bem como à melancolia dos anos 90 de Elliott Smith. Renato Medeiros e sua banda, composta por Cauê Benetti na guitarra e teclados, Stefan Podgorsky no baixo e Juliano Costa, com quem o artista integrou o grupo Primos Distantes, mostram, pouco a pouco, A Curva dos Dias, cujas canções foram produzidas em parceria com Lucas Gonçalves e trazem temas como amor, redenção, depressão e jogos de azar em seu motor criativo, em clima retrô sem perder de vista atualidade e autenticidade. Salve na agenda – o disco estreia neste mês.
Terrapeixe lança primeiro single de álbum de estreia

A banda Terrapeixe inaugura uma nova fase mergulhada na linguagem dos beats e sintetizadores com a música Filho, que acaba de chegar a todas as plataformas. Primeiro de uma série que vai culminar em Baile de Led, álbum de estreia do grupo carioca, o single surgiu da parceria com o poeta Heyk Pimenta, além de marcar também o início do trabalho com o produtor Emygdio Costa. A música ganhou ainda um clipe dirigido por Sasha Lazarev. “Sua arquitetura sonora surgiu como um plano piloto do espírito, das cores, textura e texto do disco, como uma célula primordial cujo DNA se espiralou por toda gestação da obra”, conta Guilherme Gonçalves, que integra a banda junto com Tiano Cris, Victor Moreto e Vinicius Neves. Enquanto a letra soa como o conselho de um pai, que avisa sobre a dureza do mundo sem deixar de apresentar uma saída para esta, que se dá na dança e na alegria da coletividade, o arranjo de Emygdio valoriza a linguagem eletropop, somada às influências da música latino-americana que norteiam a produção musical do grupo. “Esse olhar para uma sonoridade mais eletrônica surgiu tanto de um interesse nosso em fazer uma música dançante contemporânea quanto da necessidade herdada de tempos pandêmicos de se fazer música à distância, cada um na sua casa, o que acabou se tornando também uma solução e uma estética que fez sentido pra nós. Passada esta fase, estávamos juntos novamente trabalhando em cima de uma base que só foi possível por meios tecnológicos e esses dois momentos formam a identidade do álbum”, conta Guilherme. Ouça Filho, do Terrapeixe
Jogos Mortais renova, mas hesita em sair da zona de conforto

Paulo José Ribeiro Em 2021, Espiral: O Legado de Jogos Mortais tentou reinventar a franquia de Jigsaw sem Jigsaw. Foi o primeiro filme a não contar com o protagonista da série, além de ser dono do maior orçamento de toda a saga, com US$ 20 milhões. A aposta, no entanto, não correspondeu, registrando a sua pior bilheteria e maior fracasso comercial, com apenas US$ 40,6 milhões. Dois anos depois, Jogos Mortais ainda sente a necessidade de mudar para atrair novos públicos às salas de cinema, mas faz isso de forma muito mais pragmática. O lançamento traz de volta o seu protagonista, John Kramer, interpretado por Tobin Bell, numa história que se passa entre os dois primeiros filmes da franquia, o que abre espaço para mais referências nostálgicas e rostos conhecidos pelos fãs – entre eles o da aprendiz de Kramer, Amanda Young, a “Porca”, vivida por Shawnee Smith. À procura de uma cura para o câncer de cérebro terminal, Kramer viaja para o México onde encontrou um tratamento “milagroso”, mas descobre ser alvo de um esquema milionário que se aproveita de pacientes com doenças terminais. O terreno está pronto para o retorno de Jigsaw, desta vez movido por uma vingança pessoal. A obra se aproveita da contestação moral, presente desde o primeiro Jogos Mortais, do seu vilão/protagonista para inseri-lo de vez como um personagem principal, sem deixar que o espectador acompanhe as vítimas e descubra o motivo delas serem sequestradas para o jogo por esse ponto de vista, mas colocando a história na perspectiva do seu “assassino”. Isso conversa com a tendência do anti-herói contemporâneo, solidificada no cinema e TV, que se encaixa perfeitamente não só à série como a todo o subgênero do torture porn, dotado de um niilismo que discute a subjetividade das relações humanas através da violência e gore extremos. Aqui, a sensação de expurgo é predominante nas mortes, colocando-as sob uma visão mais justiceira do que agonizante, por conta do punitivismo que toma grande parte das cenas mais sangrentas (acenando para o julgamento de normas sociais do slasher dos anos oitenta). Esse aspecto confronta a visão do próprio Kramer, que ao se preocupar em ser justo nos jogos, cria um personagem com caráter piedoso, ainda que psicótico, e gera um conflito crucial para esse novo formato narrativo, que o vê como a verdadeira vítima. É curioso que o filme deixe subentendido, na cena em que decide deixar suas armadilhas de lado ao pensar estar curado de seu câncer, que elas ainda eram vistas pelo personagem como um ato de sadismo, o que acrescenta elementos à ambiguidade proposta e enriquece a história. A conciliação para chamar novos fãs e agradar os antigos também passa por retomar características da linguagem dos clássicos da franquia. Existem muitas referências visuais aqui, desde uma montagem dinâmica, até a aceleração no tempo de imagens que constroem espécies de jump cuts em alguns planos e a iluminação mais esverdeada que em determinados momentos figurou na fotografia e design de produção “sujos” dos filmes dos anos 2000 e está no subconsciente do público que acompanha as armadilhas de Jigsaw há quase 20 anos. A própria divulgação do longa remete aos primeiros lançamentos, com um pôster que segue o mesmo estilo ao brincar com uma das armas dos jogos e formar o número correspondente ao título. O retorno do diretor Kevin Greutert, de Jogos Mortais 6 e Jogos Mortais 3D, últimos filmes no formato mais familiar, também são parte importante do objetivo do projeto, já que ambos possuem mortes das mais memoráveis e gráficas. Em um espaço como o torture porn, onde tudo aparentemente é muito superficial e tem dificuldades para lidar com um desenvolvimento mais dramático de seus personagens, pareceria improvável que uma obra desse estilo desse certo em um momento em que o terror ganha notoriedade por ser mais psicológico e sugestivo. Até os filmes com horror mais frontal, que mostram mais e escondem menos, tendem a estar revestidos de uma ironia cômica, fruto de um espectador cínico em relação a esse tipo de cinema. Entendendo esses riscos, Jogos Mortais procura mediar dois mundos diferentes para se reerguer e dar sangue novo à franquia. O resultado é positivo, até certo ponto, com um estudo de personagem que acontece ao subverter a estrutura narrativa da série, sem comprometer as características que a fizeram ser o que é. Existe um limite para a suposta ousadia de todo o conceito, mas dentro do contexto mainstream em que está inserido e de toda a covardia após um fracasso monumental, as novas ideias são bem dosadas. O retorno já é realidade. Com um orçamento de US$ 13 milhões, Jogos Mortais X alcançou a maior bilheteria no primeiro final de semana da história da franquia, inaugurada em 2004, com mais de US$ 18 milhões. Atualmente, já foram somados US$ 43,8 milhões mundialmente. Grande parte do sucesso se dá graças ao apelo referencial preguiçoso que o cinema de horror tem investido com seus reboots, mas o novo olhar sobre John Kramer e seu propósito de vida ainda é proveitoso dentro de todas as suas margens.
The Bombers anuncia data de novo álbum e libera single duplo; ouça!
Diana Krall anuncia show extra em São Paulo; veja preços

A pianista e cantora Diana Krall confirmou uma apresentação extra em São Paulo. Além do esperado show no dia 18 de novembro, no Tokio Marine Hall, a artista também adicionou uma apresentação extra para o dia 17 de novembro, e os ingressos já estão à venda. Eles custam entre R$ 200,00 e R$ 1.400,00. O Rio de Janeiro também está na rota da artista, com um espetáculo marcado para o dia 15 de novembro, no Vivo Rio. As apresentações são parte integrante do renomado projeto Open Jazz, concebido pela Dançar Marketing. Diana Krall é a única cantora de jazz a ter oito álbuns de estreia no topo da parada de álbuns de jazz da Billboard. Até o momento, seus álbuns ganharam dois Grammy Awards, 10 Juno Awards e nove álbuns de ouro, três de platina e sete multiplatina, consolidando seu lugar como uma das maiores referências do jazz contemporâneo. Canadense nascida em Nanaimo, na Colúmbia Britânica, Diana Krall descobriu sua paixão pela música desde muito jovem. Aos 4 anos de idade, começou a estudar piano e, aos 15 anos, já se apresentava localmente com jazz. Seu lançamento mais recente, This Dream Of You, foi aclamado pela crítica dos fãs e da imprensa. A arte única de Diana Krall transcende qualquer estilo musical único e a tornou uma das artistas mais reconhecidas de nosso tempo. Como o New York Times observou recentemente, ela possui “uma voz ao mesmo tempo fria e sensual, combinada com uma sofisticação rítmica”. Serviço Diana Krall no Rio de Janeiro Local: Vivo Rio (Avenida Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo, Rio de Janeiro) Data: 15 de novembro de 2023 (quarta-feira) Horário: 21h, abertura da casa às 19h Classificação: 16 anos Diana Krall em São Paulo Local: Tokio Marine Hall (Rua Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo) Data: 17 e18 de novembro de 2023 (sexta-feira e sábado) Horário: 22h, abertura da casa às 20h Classificação: 16 anos
Hardcore Superstar remarca shows no Brasil para novembro; veja datas e locais

A banda sueca Hardcore Superstar adiou para novembro os shows que fará no Brasil. A causa da mudança na agenda é um problema de saúde que afetou a família do guitarrista Vic Zino. Com tal pedido dos músicos, a produtora Dark Dimensions agiu prontamente para reagendar as datas da turnê: Belo Horizonte (16/11), Curitiba (17/11) e São Paulo (18/11). Confira os dados abaixo. 16/11 – Mister Rock, Belo Horizonte/MG Bandas de abertura: Sioux 66 e mais bandas a serem confirmadas Ingressos online 17/11 – Jokers, Curitiba/PR Bandas de abertura: Sioux 66 e Electric Mob Ingressos online 18/11 – Clube Carioca Pinheiros, São Paulo/SP Bandas de abertura: Inluzt e Nite Stinger Ingressos online Os ingressos adquiridos anteriormente serão válidos normalmente para os novos dados, sem necessidade de troca. Qualquer dúvida ou devolução/reembolso entre em contato com Sympla (MG e PR) e Clube do Ingresso (SP).