Adrian Younge lança o imersivo single “Visual Assault”

O genial compositor, produtor e multi-instrumentista de Los Angeles, Adrian Younge, entregou uma verdadeira obra de arte em formato de áudio. Ele liberou nas plataformas digitais o intenso single Visual Assault. A faixa é uma das peças centrais que antecipam o seu aguardado novo álbum, batizado simplesmente de YOUNGE, com lançamento mundial marcado para o dia 17 de abril de 2026 pelo selo Linear Labs. Hip hop encontra a música clássica Totalmente instrumental e gravado de forma orgânica em fita analógica, o novo projeto se apresenta como a magnum opus de Younge: um manifesto orquestral inteiramente pensado a partir da lógica de batidas e samples do hip hop. Escrito sob a perspectiva de um produtor contemporâneo, mas com a disciplina e o rigor da música clássica e cinematográfica, o disco YOUNGE funde orquestrações expansivas, seções rítmicas ao vivo e guitarras estouradas em fuzz. Arranjado e regido pelo próprio artista, o álbum combina uma orquestra de 30 músicos com sua banda base. O resultado evoca a tradição de lendas como Ennio Morricone e Lalo Schifrin, soando exatamente como uma trilha sonora perdida de um filme policial dos anos 1970, mas reimaginada para os ouvidos atuais. Tensão de Adrian Younge em “Visual Assault” O novo single, Visual Assault, abre-se como um confronto direto. A introdução traz uma bateria sincopada, baixo pesado e um synth cortante, estabelecendo uma atmosfera de absoluta inquietação enquanto os metais e as cordas trocam frases curtas. No meio da música, a estrutura sufocante se rompe e se expande em uma passagem melódica em tom maior, um momento de clareza que logo é engolido novamente pela tensão, reforçando o contraste arquitetônico da faixa.
Mari Romano lança o divertido single “Maluco da Retronoia”

Quem nunca mandou uma mensagem para um amigo e, ao demorar para receber a resposta, começou a criar mil teorias da conspiração na cabeça? É exatamente sobre esse estado de desconfiança e ansiedade moderna que a compositora, arranjadora e produtora musical carioca Mari Romano canta em seu mais novo single, Maluco da Retronoia. A faixa é a segunda amostra do seu aguardado novo álbum de estúdio, Além da Pele, sucedendo o single Tudo Errado (lançado no fim de janeiro). Origem inusitada da “Retronoia” Usando o humor de forma inteligente, Mari transforma a paranoia do dia a dia em um samba experimental delicioso. A inspiração para a faixa surgiu de uma situação real e cômica com um amigo. “Eu tinha saído com amigos e voltei pra casa com aquela sensação meio paranoica de que talvez um amigo tivesse ficado chateado comigo. Mandei mensagem pedindo desculpas e ele respondeu: ‘Que isso? Você tá na maior retronoia, relaxa!’. Eu estava com o violão no colo e respondi gravando um áudio cantando: ‘Maluco da retronoia…’. Quando vi, a música já existia, e eu adorei justamente esse jeito torto, meio deslocado”, diverte-se a artista. Produção refinada de Mari Romano Depois de anos dedicados a uma carreira brilhante como editora de som e sound designer em podcasts de destaque no Brasil e no exterior, Mari retorna à música autoral assumindo o protagonismo criativo absoluto: ela assina a produção, os arranjos e a direção musical. A sonoridade de Maluco da Retronoia ganha contornos geniais com participações de peso. A percussão é assinada pelo saudoso Zero Awá, mestre do samba falecido em 2024, membro fundador da Orquestra Imperial e um produtor extremamente inventivo. Para completar a atmosfera vibrante, o sax tenor de Jorge Continentino funciona como uma resposta melódica irresistível ao canto de Mari.
Di Ferrero anuncia show acústico e intimista em São Paulo

O cantor Di Ferrero anunciou uma apresentação em formato acústico no Teatro Bradesco, em São Paulo, marcada para o dia 9 de maio (sábado). A noite foi desenhada meticulosamente para aproximar o artista de seu público em um clima imersivo, orgânico e carregado de emoção. Sucessos solo e a nostalgia do NX Zero Acostumado a comandar multidões e a pular nos palcos dos maiores festivais do país, Di Ferrero propõe agora uma experiência diferente, calcada na força da interpretação vocal e na pureza dos instrumentos desplugados. O repertório promete ser um passeio completo por sua trajetória. Os fãs podem esperar por novos arranjos para faixas da sua elogiada carreira solo, como Intensamente, Além do Fim e Unfollow, além de, claro, clássicos absolutos da era NX Zero que marcaram uma geração inteira. “É um show intimista, parecido como tocar em casa e um pouco mais livre do que estou acostumado. A minha intenção era criar um cenário mais orgânico, para o público ouvir e cantar junto”, comenta Di. 🎫 Serviço: Di Ferrero (Acústico) em SP Os ingressos já estão à venda e, por se tratar de um teatro com lugares marcados e capacidade limitada, a dica é não deixar para a última hora!
Eskröta e MC Taya unem forças na “Mantra Tour”

Duas das forças mais criativas e viscerais da nossa cena atual, Eskröta (um dos maiores expoentes do thrash metal nacional) e MC Taya (que injeta a estética do funk, rap e trap nas veias do nu metal), anunciaram uma parceria inédita para a estrada: a Mantra Tour. A excursão conjunta começa logo no início de março e vai incendiar os palcos de mais de 10 cidades, espalhadas por quatro estados brasileiros. Origem do “Mantra” de Eskröta e MC Taya O conceito da turnê não surgiu do nada. Ela nasce como um desdobramento natural e explosivo do feat Mantra, faixa presente no aclamado álbum Blasfêmea (lançado no ano passado pela Deck), da Eskröta. A parceria, que já havia rendido momentos memoráveis em aparições esporádicas nos palcos, agora ganha uma estrutura própria. Na Mantra Tour, as duas bandas apresentam shows que dialogam e se complementam de forma brutal, jogando no mesmo caldeirão referências do metal extremo, hardcore, trap e funk brasileiro. Protagonismo feminino em alta voltagem Mais do que uma simples sequência de apresentações, a Mantra Tour se propõe como um verdadeiro manifesto artístico de atitude. O encontro evidencia a potência criativa da música pesada brasileira e, acima de tudo, reforça o merecido protagonismo feminino dentro de uma cena que, por muito tempo, foi dominada por homens. * 🎫 Datas da Mantra Tour (2026)
Lollapalooza Brasil 2026 divulga esquema oficial de transportes com metrô 24h e transfer

A contagem regressiva para a 13ª edição do Lollapalooza Brasil está na reta final, e a organização do festival divulgou o guia definitivo para você planejar a sua ida e volta do Autódromo de Interlagos com tranquilidade. Como de costume, as ruas no entorno do Autódromo terão acesso rigorosamente restrito, com bloqueios para motos, carros particulares e até veículos de aplicativo. A regra de ouro é: use o transporte oficial ou público. Para garantir que o público não passe perrengue, o evento firmou uma megaoperação com a ViaMobilidade, ViaQuatro, TIC Trens, CPTM e Metrô. Confira abaixo as melhores opções para o seu trajeto: 🚇 Metrô e trem 24 horas A clássica e econômica Linha 9-Esmeralda segue como a rota principal de chegada, sem necessidade de compra antecipada de bilhetes especiais. O grande diferencial deste ano é o funcionamento em esquema 24 horas a partir de sexta-feira. 🚄 Trem Expresso (sem paradas) Quer fugir das baldeações e vagões lotados? O Trem Expresso da ViaMobilidade é a solução. O serviço terá partidas a cada 30 minutos das estações Pinheiros e Morumbi, indo direto (sem paradas) até a Estação Cidade Dutra, que fica a apenas 4 minutos de caminhada do Portão G do festival. 🚌 Lolla Transfer Para quem busca o máximo de conforto, o Lolla Transfer é o único serviço de ônibus executivo oficial que possui permissão para embarcar e desembarcar os fãs dentro do Autódromo de Interlagos. Os veículos são climatizados, possuem assentos reclináveis e banheiros. São oito pontos de embarque espalhados por pontos estratégicos de São Paulo, ABC e Campinas, incluindo hotéis da rede Ibis, Transamerica Congonhas, Holiday Inn Anhembi e Praça Armando de Sales Oliveira (Ibirapuera).
Arnaldo Antunes anuncia show com Marisa Monte, Ana Frango Elétrico e Vandal em SP

O ex-Titã Arnaldo Antunes anunciou um show inédito e histórico no Espaço Unimed, em São Paulo, marcado para o dia 22 de maio (sexta-feira). Para celebrar a turnê do seu disco mais recente, Novo Mundo (2025), o cantor e poeta convidou ninguém menos que Marisa Monte, Ana Frango Elétrico e Vandal para dividirem o palco. A noite será registrada para dar origem a um álbum ao vivo e um projeto audiovisual. Peso de “Novo Mundo” e o palco visual de Arnaldo Antunes Se nos últimos anos Arnaldo excursionou com o espetáculo intimista Lágrimas no Mar (ao lado do pianista Vitor Araújo), a fase Novo Mundo traz uma sonoridade muito mais pesada, dançante e urgente, refletindo as angústias dos tempos atuais. Acompanhado de uma banda espetacular, que conta com nomes como Curumin (bateria) e Kiko Dinucci (guitarras), Arnaldo traz um show com direção artística de Batman Zavareze. Esqueça os tradicionais painéis de LED: a cenografia aposta pesado em luzes e lasers como elementos narrativos, criando atmosferas e sombras que “dançam” com as canções. Setlist imprevisível “Poder celebrar esse momento juntando pela primeira vez no palco Marisa, Ana e Vandal, artistas que participaram do álbum, é motivo de imensa gratificação e alegria”, conta Arnaldo Antunes. * 🎫 Serviço
The Second Half of the Sun estreia com a hipnótica “Time’s Super Run”

Em uma era dominada pela urgência dos algoritmos e por músicas que entregam o refrão nos primeiros quinze segundos, estrear com uma faixa tensa, imersiva e de 7 minutos de duração é um ato de coragem e de resistência artística. É exatamente esse o convite que o duo The Second Half of the Sun faz ao público nesta quinta-feira (5) com o lançamento do seu primeiro single, Time’s Super Run. Encontro de duas mentes criativas do The Second Half of the Sun O projeto nasce da união de dois músicos já muito experientes e respeitados na cena paulista: Will Geraldo (Violent Attitude If Noticed, The Opposite of Hate) e Leandro TG Mendes (Do Culto ao Coma). A sonoridade da dupla não se prende a moldes fixos. A música passeia com fluidez pelo espaço que existe entre o pop eletrônico e o metal industrial, equilibrando ritmos programados de forma milimétrica com a performance humana das guitarras. O grande trunfo de Time’s Super Run é a sua construção baseada na repetição e no controle. Não espere por clímax evidentes ou viradas dramáticas fáceis; a música constrói uma atmosfera envolvente que hipnotiza os ouvidos mais atentos, desenvolvendo-se gradualmente. Composição como terapia Para a dupla, a criatividade e a execução caminham de mãos dadas com a reflexão existencial. O próprio nome da banda já carrega esse tom dilatado e contemplativo sobre a passagem do tempo, que é, inclusive, o tema central que guia as jornadas do projeto. “A ideia inicial era simplesmente exercitar nossa criatividade e dar forma a pensamentos musicais e existenciais por meio de algumas músicas, quase como uma oficina de composição”, revela Will. Leandro complementa a dinâmica do duo: “Costumamos brincar que nossas sessões de gravação também são sessões de terapia”. Muitas vezes, a dupla deixa a cama instrumental guiar os sentimentos primeiro, para só depois decidir onde e como as linhas vocais (e as mensagens) devem se encaixar nessa arquitetura sonora.
Lúcio Maia lança o imersivo clipe de “Fetish Motel”

Fundador da Nação Zumbi e um dos arquitetos do manguebeat, Lúcio Maia disponibilizou nesta quinta-feira (5) o seu novo single e videoclipe, Fetish Motel. O lançamento, que sai pelo selo Opium em parceria com a ForMusic Records, é a primeira grande amostra do seu segundo e homônimo disco solo, que tem data de chegada às plataformas marcada para o dia 16 de abril de 2026. Atmosfera cinematográfica Se você espera apenas riffs de guitarra tradicionais, prepare-se para ser surpreendido. “Fetish Motel” é uma viagem sensorial que mistura elementos de dark funk com sintetizadores marcantes. A atmosfera cinematográfica da faixa remete diretamente à estética dos clássicos filmes noir dos anos 1960. Segundo o próprio artista, a música serve como uma trilha sonora para os encontros com os seres que habitam o nosso interior, uma exploração profunda da fantasia individual e daquela linha tênue entre o real e o imaginário. A ficha técnica é de peso. Além da produção assinada pelo próprio Lúcio, a faixa conta com a mixagem do lendário Mario Caldato Jr. (conhecido por seus trabalhos geniais com os Beastie Boys e Marcelo D2). A banda de apoio traz Arquétipo Rafa na bateria, Marco Gerez no baixo e Pedro Regada nos synths, consolidando a música como um dos grandes destaques do pop alternativo instrumental deste ano. O clipe imersivo tem direção e produção de Miwa Shimosakai. 🎫 Lançamento ao vivo no Sesc Avenida Paulista Para celebrar a chegada de Fetish Motel e já preparar o terreno para o próximo single (Tábua das Horas), o guitarrista fará um show imperdível na capital paulista no sábado, dia 14 de março, às 19h30, no Sesc Avenida Paulista. As novas faixas do repertório flertam com o futurismo, movimento do início do século 20 que exaltava a modernidade, a velocidade e a tecnologia. O espetáculo visual ficará completo com as projeções operadas por Miwa Shimosakai e Julia Ro, além da iluminação de Cris Souto. * 🎫 Serviço: Lúcio Maia em São Paulo
Felipe Antunes lança samba urbano e reflexivo “Pode Apostar”

O cantor e compositor Felipe Antunes apresentou ao público o single Pode Apostar, um samba envolvente que inaugura os primeiros passos de seu próximo álbum de estúdio, Dança do Universo (com previsão de lançamento para abril). Com um olhar urbano e uma pulsação coletiva, a nova fase amplia a pesquisa do artista em torno das relações humanas. A proposta é uma travessia sensorial que busca no encontro e no movimento as respostas para as nossas mais profundas inquietações individuais. Do mar para o asfalto Se no seu aclamado trabalho anterior, Embarcação, Felipe usava um mar metafórico para falar de forças que tentam nos afundar e movimentos que nos mantêm à tona, agora o foco desce para o chão da cidade e para as conversas que nos atravessam diariamente. Pode Apostar nasce como um samba sofisticado, que entende o amor e as relações não como uma disputa de egos, mas como uma construção inteiramente compartilhada. A ética afetiva da canção propõe trocar a competição pela escuta, como o próprio artista canta de forma brilhante. “Não há quem perca, nem vai ganhar / Uma conversa sempre vai ser / Uma conversa, não pra vencer”. O samba sustenta lindamente a tensão entre a individualidade e o coletivo, reafirmando que amadurecer também é reaprender a dialogar em um mundo cada vez mais ruidoso. DNA criativo de Felipe Antunes Para quem acompanha a cena mais atenta da música nacional, o talento de Felipe Antunes não é novidade. Com uma trajetória marcada pelo diálogo fluido entre música, literatura e artes cênicas, ele consolida sua identidade autoral transitando entre os palcos, os estúdios e a dramaturgia. O currículo fala por si: o artista já foi indicado três vezes ao Grammy Latino com a excelente banda Vitrola Sintética. Além disso, assina trilhas premiadas para o teatro e projetos híbridos aclamados, como o Visão Noturna, ao lado do multiartista angolano Nástio Mosquito.