Tuyo libera nova versão do EP Depois da Festa com faixa bônus

Completando a antologia de crônicas de festas de final de ano iniciada no EP Depois da Festa, a banda Tuyo apresenta a faixa Eu Vim Pela Comida. Lio, Lay e Machado brindam a ironia em meio a jantares familiares, típicos da época de Natal e de Ano Novo. Junto do EP completo em todos os streamings de áudio, também será disponibilizada uma versão em Dolby Atmos, tecnologia que expande o sistema sonoro e qualidade das faixas. O lançamento se desdobra ainda em um novo visualizer, que complementa as narrativas audiovisuais dos anteriores, Sonho Antigo, Coração Veloz, Descansar o Sentimento e do videoclipe de Ela Sorriu Pra Mim. Com direção assinada por Fernando Moreira, as peças retratam os encontros por trás do EP, refletidas na participação dos artistas e amigos do trio, Bebé, Bruna Mendez, Dinho Almeida, JLZ, Jonathan Ferr, Keops, NATH, Nina Oliveira, Raony, Rico Dalasam e Stella Yeshua para somar como personagens na gravações.
Pronto para o verão, Silva lança o álbum Bloco do Silva #2

Aquecendo para o verão e para o aguardado pré-carnaval, Silva disponibilizou nesta sexta-feira (9), em todas as plataformas de música, o álbum Bloco do Silva #2. O projeto também conta com videoclipes inéditos, disponibilizados no canal oficial do artista no YouTube. Silva comemora o sucesso e continuidade do projeto. “O Bloco do Silva #2 segue a ideia de ser uma grande celebração à música brasileira. Fico muito feliz que o projeto tenha sido abraçado pelo público. É a minha festa de verão, o momento de homenagear as músicas que embalaram a minha geração”. Marcando o retorno do artista à Som Livre, o álbum conta com 23 regravações que passeiam por importantes canções da música popular brasileira e que embalaram gerações. Silva também revisitou oito canções de sua carreira, entre elas Pra Vida Inteira, Duas da Tarde e Um Pôr Do Sol Na Praia. Silva recebe Criolo em cinco canções, uma delas é Sozinho, composição de Peninha, conhecida originalmente na voz de Caetano Veloso. Criolo enalteceu Silva e o projeto ao comentar sobre sua participação. “Participar desse grande encontro, que leva o nome de Bloco do Silva, e que vai além de uma reunião de músicos, cantores e cantoras tão incríveis. O Silva é uma delicadeza, é uma elegância no palco, um trato de amor com toda a sua equipe, que nos emociona, que nos toca. Todos no entorno dele com essa mesma pegada, o que torna o Bloco do Silva cada vez mais algo tão importante nesse período do ano, algo imperdível. Essa apoteose de músicas do Brasil, de alegria, de felicidade, de amor que o Bloco do Silva leva pra onde vai. Toda essa aura, toda essa energia faz bem pra gente. Só me fez bem. Eu espero estar sempre perto do Silva”.
bernardo se une a André Prando em Cidadão de Bem; ouça!

Antecipando seu álbum de estreia Xote de Realidade, bernardo apresentou uma faixa que dá o tom do projeto – uma união bem brasileira da música nordestina com uma dose agridoce da atualidade. Ao lado de André Prando, ela traz tons de rock para o forró em Cidadão de Bem. Em resumo, uma canção que soa como uma mantra, como uma oração por proteção em meio ao ódio político. Em meio ao momento que a Copa nos faz refletir o que nos une como nação enquanto o termo patriota é roubado por extremismos, o cantor e compositor faz uma declaração sobre de que lado da história ele quer estar: o lado do Brasil real, o lado do amor. “Aqui o embate é entre o chamego e virulência. Entre o Lula e o Bolsonaro. Mas não é só sobre o embate político. É o embate dentro do homem. ‘Sai de mim cidadão de bem!’. O cidadão de bem está introjetado no homem brasileiro. O chamego é uma caminho, carinhoso, pra combater a covardia do cidadão de bem. Mas nem sempre é suficiente. E aí? É uma luta infindável. É o amor contra o desamor”, conta bernardo. Quem é bernardo Mineiro de Belo Horizonte, criado no Espírito Santo e radicado no Rio, bernardo pescou suas referências da estrada e chega em seu disco de estreia, previsto para o começo de 2023, com experiência de veterano. Em 2018, estreou sua discografia com o EP Violão bandoleiro, que contou com a participação de músicos como Marco Suzano e Lui Coimbra. Desde então circulou o país com o show e prepara o novo álbum com produção de Elísio Freitas e patrocinado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro através do edital Retomada Cultural RJ 2 na categoria que exalta o bicentenário da independência do Brasil. “Cidadão de Bem” está disponível em todas as plataformas de música.
Rael libera single Direção; confira videoclipe

Nos primeiros segundos de seu novo single, Direção, Rael canta que “o plano é ficar relax”. O verso traduz a essência do sentimento que o cantor, compositor e rapper paulistano quer passar adiante por meio da faixa. Em uma parceria da Laboratório Fantasma com o Gringo, Super App que simplifica a vida dos motoristas, Direção foi criada com o objetivo de ser um presente para os 10 milhões de clientes da startup. O single ganhou também um videoclipe, já disponível no canal de YouTube do artista. Desde o início de sua carreira, Rael apresenta em seu repertório músicas que trazem mensagens de bem-estar e positividade, algo que se tornou ainda mais forte nos últimos anos. Direção vem para engrossar essa lista e, ao ser lançada no fim do ano, momento em que as pessoas e a sociedade costumam revisar o passado recente e projetar o futuro, a canção chega como um hino de boas energias para o ano que se aproxima. “Essa música é uma forma de desejar que todos consigam encontrar no próprio interior um caminho que leve para a felicidade”, comenta Rael. “Em alguns momentos, nos encontramos em desertos, como se nós estivéssemos sozinhos; e a música sugere serenidade para passar por esses períodos”, complementa. A composição de Direção é assinada por Rael ao lado de Julio Fejuca, também responsável pela direção musical. Com uma pegada leve, a faixa, segundo Rael, tem muito do que ele desenvolveu ao longo dos anos, resultando em uma sonoridade “summer” e “good vibes”. “Assim como diz a letra, a música propõe fazer essa fuga da matrix, dessa mad max”, finaliza.
Entrevista | The Dead Daisies – “Fomos mais honestos um com o outro”
Trezzy aposta na estética do rock americano na moderna Quem é você?

O Trezzy está de volta! Banda perseverante e versátil do rock nacional desde 2013 e que ganhou ainda mais holofotes com o disco de estreia Circo XIII (2017), o agora quarteto formado por Joonior Joe (vocal), Dieego Lessa (baixo), Dinho Milano (bateria) e Guilhos (guitarra) retornam com a dinâmica e moderna Quem é você?, um lançamento que chega ao streaming via Canil Records. Quem é você? traz a grande marca do Trezzy, que é fazer rock cantado em português dentro da estética sonora do rock americano. Mais uma vez a banda mescla de forma cirúrgica e empolgante o hard rock com metal moderno, com pitadas de rock alternativo e grunge. O novo single tem produção da banda ao lado dos renomados produtores Adriano Daga e do norte-americano Brendan Duffey (duas vezes nomeado ao Grammy e nove vezes ao Grammy Latino, que já trabalhou no disco Circo XIII e ainda assinou trabalhos de artistas como Angra, Almah e até Anitta e Daniela Mercury). A música escancara a versatilidade do Trezzy, que traz diversas sonoridades pesadas em uma dinâmica singular, com batidas fortes, muito groove e vocais entre o melódico, mais rasgados e sujos, de acordo com as tantas cadências de Quem é você?
Benziê lança o single “Ver Além”; ouça!

O duo Benziê disponibilizou em todas as plataformas de streaming o single Ver Além, via Ditto Music. Com estética tropical que reúne diversos ritmos e referências brasileiras,Ver Além expira a liberdade de um sonho possível. Com letra informal e descontraída, Benziê canta sobre elementos simbólicos de um verão perfeito. E através de um vocabulário próprio de quem vive no litoral, a canção traz o sentimento que cada uma dessas peculiaridades caiçaras despertam nos amantes da praia e da natureza. Produzida por Gustavo Marques e Benziê, Ver Além abusa dos elementos percussivos e de diferentes timbres de guitarra que levam a música a uma esfera solar e pop. Inspirados pelas percussões, guitarras baianas e pelo carimbó paraense, a batida remete até mesmo ao carnaval. Além disso, Benziê fez uma collab com a artista plástica e design de estampas Jade Marangolo para a capa do single. Jade, caiçara local da Barra do Sahy, melhor que ninguém, pôde ilustrar de forma lúdica e sensível esse sentimento caiçara. E assim como a canção, a capa do single também retrata o encantamento que a vida na praia produz, através da percepção da artista.
Onda Errada HC canta dilemas do trabalhador brasileiro em álbum

A referência ao icônico álbum de 1982 do Bad Brains na capa é uma primeira amostra do que o ouvinte pode esperar do disco de estreia da banda Onda Errada HC, de Niterói. No lugar da força da natureza destruindo o Capitólio, vem uma mão arrasadora sobre o Rio de Janeiro. Com um olhar periférico e de contracultura sobre as relações sociais e de trabalho,o grupo liga o hardcore com ritmos afrocaribenhos, como o ska e o reggae. “Amadurecido nas dores da pandemia, nosso novo álbum trata do balanço na navalha que é o cotidiano do trabalhador brasileiro, especificamente o trabalhador da região metropolitana do Rio de Janeiro, se equilibrando entre o desespero e o tédio. Ele está perpetuamente preso entre a desmotivação, a má vontade e a violência policial”, reflete Gustavo Felix, guitarrista da banda. Além dele, fazem parte da banda Jean Marcel Chactoura (voz), Mateus Ferrari (guitarra), Vinicius Câmara (baixo) e Brayner Rodrigues (bateria). Formada em 2018, a Onda Errada surgiu quando Mateus e Vinícius trabalhavam juntos como forma de expurgar muito da raiva que sentiam em forma de arte. Influenciados também pelo avanço do conservadorismo no cenário brasileiro, a banda utiliza suas músicas como forma de militância antifascista, extrapolando os limites dos palcos e levando para as ruas suas ideias e práticas, organizando reuniões e festivais. Após EPs e singles, a Onda Errada HC consolida a primeira fase de sua história com o disco de estreia. Em oito faixas produzidas pela banda com Renan Carriço (Facção Caipira), eles contam com participação especial de Hajed, da banda Lado A, na música Laboratório do Inferno.
Iuna Falcão lança EP homônimo, um ensaio da sua reconexão com a ancestralidade

Como um ato de resgate e reencontro com suas raízes indígenas, Iuna Falcão delineia o seu primeiro projeto musical, um EP homônimo. A cantora e compositora nascida em São Luís do Maranhão imprime influências extraídas de memórias afetivas junto às referências que carrega atualmente. Fruto de um processo intenso ao longo de dois anos, o EP Iuna Falcão chegou às plataformas na última sexta (2). “Busquei trazer sonoridades que me rodearam ao longo da minha infância, os ritmos que minha família ouvia nos finais de semana, como o samba, o reggae e outras sonoridades da cultura negra, para então fazer uma união com composições que versam sobre a ancestralidade”, explica Iuna. Ao longo de três faixas, Transe, Estrela e Nosso Jardim, a artista simula a nascente de um rio. “O EP começa de modo sinuoso, por entre pedras, e vai tomando a forma e a força que ele precisa para desaguar em uma grande cachoeira de emoções que existe dentro de mim”, complementa ela. Neta da primeira radialista do Maranhão, Maria Falcão, Iuna e os irmãos tiveram acesso fácil a várias vertentes da música. Djavan, Aline Frazão e Yusan Band são nomes que se destacam no leque de referências da artista. A canção Nosso Jardim é como uma carta às muitas relações que atravessaram a vida da cantora. “Sou intensa nas minhas trocas e amo escrever sobre isso, sobre as milhares de formas e momentos do amor em minha vida. No momento, eu venho me apaixonando todos os dias pela mesma pessoa, minha esposa”, declara Iuna. Estrela, que traz Lucas Cirillo assinando a composição, faz referências as yabás. “A negritude faz parte de quem eu sou, dos meus medos e anseios, das minhas vitórias e, junto dela, veio essa herança divina de quem eu falo na música Estrela. As divindades que vivem e reinam plenamente em minha existência, e eu senti que precisava reverenciar essas energias”, explica ela. O EP é completado pela faixa Transe, em que a artista versa sobre sua conexão com a água e como este elemento a influencia em todas as áreas da vida. “Em Estrela eu já falo como essa relação se cruza com o meu amor e gratidão por Orixá e, principalmente, por Oxum, rainha soberana das águas de rio e das cachoeiras e da minha existência, rainha do ouro e senhora das emoções. Por último, eu falo sobre o amor, que é algo sobre o qual eu amo falar e cantar”, finaliza.