Godsmack remarca show em São Paulo; confira preços

A banda americana Godsmack confirmou a nova data de seu primeiro show no Brasil. A apresentação única acontecerá em 27 de abril de 2023 (quinta-feira), em São Paulo, no Vibra São Paulo, com produção da Mercury Concerts. A venda dos ingressos está disponível pelo site Uhuu e nas bilheterias do Vibra São Paulo, Teatro Bradesco e Teatro Opus Frei Caneca. Nesses 25 anos de rock, o Godsmack vendeu mais de 20 milhões de discos em todo o mundo, foram indicados ao Grammy por quatro vezes, quebraram vários recordes e superaram todas as expectativas dos fãs em shows incríveis em turnês mundiais. Para os pessimistas de plantão, eles mostram o dedo do meio. Durante mais de duas décadas, Sully Erna foi baterista e atuou em várias bandas. Após vários fracassos, ele resolveu parar e mudar radicalmente. Aprendeu a tocar gaita, piano, guitarra, canto e também começou finalmente a compor. Isso foi em 1995, quando ele decidiu montar sua banda. Dois anos depois gravaram a primeira demo e tiveram uma repercussão surpreendente. O álbum de estreia veio ano seguinte, recebeu o nome Godsmack. A sonzeira conquistou os fãs. De cara foram cinco discos de platina, graças aos sucessos: Whatever, Keep Away, Bad Religion e Voodoo. Com o segundo álbum, Awake, em 2000, foram indicados ao primeiro Grammy com a faixa Vampires; e a faixa-título foi usada na campanha da Marinha dos EUA. Em 2002, contribuíram para a trilha do filme O Escorpião Rei, com a música I Stand Alone, com o qual receberam duas indicações ao Grammy. Em 2006, conseguiram o disco de ouro com IV, produzido pelo lendário produtor Andy Johns (Led Zeppelin), que foi Top 1 rapidamente. Após assinar com a BMG, em 2018, e lançar o sétimo álbum When Legends Rise, as faixas When Legends Rise, Under Your Scars, Unforgettable e Bulletproof estouraram nas rádios, sendo as mais tocadas naquele ano nos EUA. Vale destacar o projeto especial com as escolas que resultou na faixa Unforgettable, que teve a participação de dezenas de alunos. No ano seguinte, a banda foi indicada para o prêmio Rock Song of the Year, do iHeart Music Awards, e no ano seguinte para Rock Artist of the Year, na mesma premiação. O Godsmack estava pronto para iniciar a turnê europeia quando a pandemia parou o mundo, em março de 2020. E agora retomam com força total. Em outubro vão fazer 16 shows na Europa e acabam de incluir o Brasil na turnê. “When Legends Rise continha uma metáfora de onde estávamos. A vida insiste em te derrubar repetidas vezes. E tudo continua queimando no chão, mas uma fênix renasce das cinzas. É sobre ser capaz de encontrar a força interior e se reerguer. Quando isso acontece você cria coisas épicas”, compara Sully. Na aguardada estreia no Brasil, os fãs vão poder conferir de perto toda essa energia, que faz o Godsmack estar ombro a ombro com e elite do rock, como Van Halen, U2, Metallica, Dave Matthews Band e Linkin Park. Serviço – Godsmack no Brasil Data: 27 de abril de 2023 (quinta-feira) Local: Vibra SP (Avenida das Nações Unidas, 17.955 – São Paulo) Portas: 20h Show: 22h Classificação Etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores de 14 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial Valores Setor / Inteira / Meia Pista Premium / R$ 500,00 / R$ 250,00 Pista / R$ 300,00 / R$ 150,00 Camarote 1 / R$ 600,00 / R$ 300,00 Camarotes 2 / R$ 550,00 / R$ 275,00 Plateia Superior 1 / R$ 250,00 / R$ 125,00 Superior 2 / R$ 225,00 / R$ 112,50 Superior 3 / R$ 200,00 / R$ 100,00
Deserto, disco de estreia do Casa Civil, revela indignação política e social

Com influências que vão do rock oitentista de Brasília aos clássicos The Who e The Clash, o Casa Civil lançou o seu primeiro álbum com 12 faixas produzidas por Philippe Seabra da Plebe Rude, no Daybreak Studio, em Brasília. A gravação contou ainda com a participação de Paulo Veríssimo (Distintos Filhos) nas guitarras, Fred Ribeiro (ex- PUS) no baixo e do ‘plebeu’ Marcelo Capucci na bateria. Deserto já está disponível nas principais plataformas digitais, e segundo o vocalista Bruno Santana, é carregado por composições que questionam as divisões e mecanismos sociais aos quais estamos submetidos como indivíduos. “Fala muito sobre a luta pra preservamos nossa essência diante de um imaginário político social totalmente corrompido, persuasivo e manipulador”, explica. Após o lançamento do single É Gol! em lyric video, a banda escolheu a faixa Primeiro Meu Dinheiro no Bolso para divulgar o álbum. A letra questiona as promessas não cumpridas por políticos brasileiros. “Os que usam da persuasão e do mal caratismo pra enganar os eleitores e depois de eleitos só pensam em si próprios. A música fala também de todo mecanismo criado pra sustentar esses malandros e aprisionar a sociedade nesse ciclo vicioso”, diz o vocalista. Além de Bruno Santana, a Casa Civil é composta por Léo Ciotti (baixo), Zéh Zuntana (guitarra) e Marcos Goi (bateria). Agenciados pelo experiente Cacá Prates, a banda pretende fazer uma série de shows pelo Brasil em 2023.
The Weeknd confirma dois shows no Brasil; veja locais e preços
Artistas transformam hits de Cássia Eller em reggae e ska em coletânea

Quente, envolvente, solar, relax. Assim era Cássia Eller. E assim é o segundo volume do álbum Cássia Reggae (Universal Music), lançado nesta sexta-feira (25), que reúne artistas de diferentes personalidades – bem no estilo eclético da cantora: Samuel Rosa, Roberta Campos, Mart’Nália, Frejat, Otto, Beto Lee e Armandinho Macedo dão nova vida às canções interpretadas pela artista, que completaria 60 anos no próximo dia 10 de dezembro. A produção musical, artística e arranjos do álbum são assinados por Fernando Nunes e Sergio Fouad. “A proposta desta homenagem é unir artistas que Cássia admirava a outros que ela teria gostado de conhecer”, diz Fernando Nunes. Se o álbum é uma festa, ela acontece à beira-mar. Lua cheia, vento gostoso e canções eternizadas na memória dos fãs com novas levadas e belezas. Uma big band comandada por Fernando Nunes abre o disco com Luz dos Olhos (Nando Reis), canção que une um naipe de metais efervescente, arranjado por Nunes e Tércio Guimarães, a uma interpretação única de Samuel Rosa, lembrando a conexão entre a canção e os primeiros anos do Skank. A noite esquenta com o hit Relicário em um ska moderno e acelerado do jovem Dada Yute, considerado uma “jovem lenda” do reggae nacional. Os efeitos eletrônicos na música e nas vozes amplificam o som, aquele suingue perfeito para as noites de lua cheia. O segundo volume do projeto Cássia Reggae traz uma raridade renovada. A suave Flor do Sol, composta por Cássia e Simone Saback em 1982 – e redescoberta 30 anos depois -, ganha uma versão envolvente e contemplativa na bela voz de Roberta Campos. Se fecharmos os olhos, podemos “ver” as vozes de Roberta e Cássia caminhando juntas na areia. O álbum segue ao comando dos fortes ventos no irreverente e dançante ska Todas As Mulheres Do Mundo. A música de Rita Lee gravada por Eller em 1998 no disco Veneno Vivo recebe vívida releitura de Ana Cañas, Tacy de Campos e Beto Lee, que também toca guitarra na gravação. A festa está formada! O luau entre amigos desce para pertinho da água na delicada Preciso dizer que te Amo (Dé Palmeira, Bebel Gilberto e Cazuza), em um encontro especial de Mart’Nália e Frejat nos vocais. A sexta e última faixa, Mapa do meu Nada, recomeça a festa num ragga muffin com personalidade nordestina, fruto do encontro do eletro pernambucano de Otto com o guitar man baiano Armandinho Macedo, numa versão bem rítmica e percussiva, características do compositor Carlinhos Brown. Cássia Reggae [Vol. 2] é uma fluida continuidade do primeiro álbum da série e o clima “all-stars” segue com entrosamento e criatividade. “Temos grandes performances no álbum e um repertório de músicas maravilhosas que viraram pérolas na voz dela. Mesmo tendo essa pegada blues-rock, Cássia Eller passeava com facilidade por vários ritmos. Gravou Eleanor Rigby em reggae no seu primeiro disco…já flertava com o estilo desde sempre”, diz Fernando Nunes.
Em clipe, BK’ dialoga com personagens da mitologia grega no mundo atual

Na última semana, o rapper BK’ apresentou uma nova perspectiva para o mito de Ícaro em seu quarto álbum: ICARUS. O sucesso do lançamento resultou em mais de 2 milhões de plays nas primeiras 24 horas e, atualmente, esse número já saltou para 6 milhões. Em um olhar contemporâneo e urbano, o disco traz um paralelo do mito com a sociedade atual numa jornada de 13 faixas em que aparecem as participações especiais de Major RD, L7NNON, Julia Mestre, Bebé, Luccas Carlos e Marina Sena. Para dar ainda mais interação a ICARUS, BK’ lançou, nesta sexta, o videoclipe de Se eu não lembrar, canção que conta com a participação de Marina Sena. No conceito, assim como no álbum, medos, insegurança, ego e outros elementos da sociedade ajudam a delinear a narrativa. “ICARUS foi um projeto pensado para ser um novo voo na minha carreira. Com ele, já estamos conseguindo alcançar novas perspectivas não só para o meu público, mas de um novo público novo também. O lançamento do clipe ampliará ainda mais essa visão, com a realidade debatendo com outros personagens da mitologia grega, aprofundando toda a história que queremos contar. Nosso fio condutor é o Ícaro, mas, como trouxemos para os dias de hoje, abrimos esses portal trazendo outros personagens para narrativa e mostramos como a busca pelo sucesso tem suas consequências”, afirma BK´. O clipe começa com Ícaro já caído e se relacionando com as tentações do mundo urbano, esbarrando no primeiro momento com Hélio, a personificação do sol na mitologia, representado pelo ouro e pela cobiça. Os easter eggs continuam no clipe com Medusa já mostrando os perigos que estão pela frente, onde ele não pode nem olhar diretamente nos olhos para não ser transformado em pedra. A parábola de Narciso vem representada pela importância que damos ao reflexo das telas, o narcisismo das câmeras e redes sociais. Minotauro, criatura que foi aprisionada em um labirinto construído por Ícaro e Dédalo a mando do rei de Creta, chamado Minos, também aparece no clipe personificado por uma moto com chifres. O ser monstruoso que devorava pessoas vivas e que tinha corpo humano e cabeça e cauda de touro foi derrotado por Teseu, figurado pelo personagem em cima da moto, com a bandeira preta fincada representando sua vitória na batalha. A narrativa continua com os Carontes, que, na história, carregam as almas dos recém-mortos, tendo os seus olhos cobertos por moedas, que tinham a finalidade de pagar a taxa para os barqueiros atravessarem o mar.
Nossos Baianos apresentam show no Sesc Santos em prol do Arte no Dique

Como parte das celebrações de 20 anos do Instituto Arte no Dique, o grupo Nossos Baianos faz show nesta sexta-feira (25), às 20h, no Teatro do Sesc Santos. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Sesc com valores a R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia-entrada) e R$ 12,50 (comerciário). O montante arrecadado será revertido em prol do Instituto Arte no Dique. O show levará ao público hits compostos por Luiz Galvão, fundador da lendária banda Novos Baianos e que faleceu este ano. A banda Nossos Baianos é uma idealização de seu filho, Lahiri Galvão, que resolveu reunir músicos e artistas da nova geração da música baiana, com trabalhos autorais de sucesso de público e crítica para formar este coletivo de artistas. No repertório, sucessos que encantam gerações como Preta Pretinha, A Menina Dança, Acabou Chorare, Besta é Tú, Swing de Campo Grande. A abertura da noite ficará a cargo do Coletivo Querô, formado por alunos da oficina de percussão da ONG santista.
Humberto Gessinger lança Partiu, clipe dirigido por ele mesmo

Em plena turnê do álbum Não Vejo a Hora (Deck), Humberto Gessinger lançou o clipe de Partiu que traz imagens inéditas da turnê e algumas cenas de bastidores, todas captadas durante os shows de Porto Alegre e do interior gaúcho, dando uma ideia geral do clima das apresentações. Ele mesmo assina a direção e o roteiro do clipe. “Essa é a melhor turnê que coloquei na estrada e também a mais estranha pois logo que iniciamos tivemos que parar por conta da pandemia. Vinte meses depois, recomeçamos como se não tivéssemos tido esse longo intervalo, reafirmando a força do trabalho. Por isso mesmo quis registrá-la nesse vídeo”, comentou Gessinger. Desde então, foram 64 shows em todo o país. “Uma tour nada cansativa, graças à algumas variações. Alternamos o repertório, mantendo sempre a proporção entre material novo e clássicos, em algumas apresentações tivemos a presença dos dois trios que aparecem no disco e até mesmo o cenário em alguns momentos foi substituido por um telão com imagens que situavam as canções nos diversos monentos da minha carreira”, finaliza. O videoclipe de Partiu acaba de estrear no YouTube enquanto a turnê de Não Vejo a Hora segue a todo vapor. Dia 2 de dezembro o show chega a São Paulo, em seguida vai para Belo Horizonte. A agenda completa está no site oficial do músico.
Mundo Inverso reflete dilemas contemporâneos em Ansiedade Social

Indie pop e rock alternativo se unem em Mundo Inverso, projeto intimista do cantor, compositor e produtor musical Rafael Negrini. Finalizando seu disco de estreia, ele explora a dificuldade de se relacionar com as pessoas em um ambiente onde foram ficando mais afastadas, em uma rotina opressora no single e clipe Ansiedade Social. “A música fala sobre a vida passar cada vez mais rápido e na maioria das vezes damos mais importância para momentos que não valem a pena. Entramos em discussões que não levam a lugar nenhum, buscamos aprovações de pessoas que não são importantes para o nosso ciclo de vida, transparecemos sempre sermos fortes e que nada nos afeta. Mas que por dentro estamos cada vez mais fracos e inseguros”, conta Negrini. Em 2019, o cantor Rafael Negrini estreou como Mundo Inverso com o EP Oscilação Interna, dialogando com esses demônios internos e com uma postura do-it-yourself. Assim como nesta nova fase, ele já tinha gravado todos os instrumentos. “Ansiedade social caminha para uma estética obscura, mas com uma luz no fim do túnel. Ela dita o ritmo das músicas que estão por vir no álbum”, conclui o artista. Confira o videoclipe de Ansiedade Social, do Mundo Inverso
Jão realiza show gratuito no Novo Anhangabaú

O Novo Anhangabaú vai receber o show de encerramento da Turnê Pirata, do cantor Jão, no dia 11 de dezembro. A entrada é gratuita. Clientes Claro terão acesso antecipado a uma quantidade limitada de ingressos via Claro Clube. Já o público geral poderá reservar seus ingressos a partir do dia 26/11, às 16h, pelo site da Sympla. Os fãs do cantor e compositor poderão se reunir ao ar livre no centro de São Paulo para acompanhar o evento que marca a despedida oficial de um dos projetos de maior sucesso do entretenimento nacional em 2022. O evento, que contará com momentos inéditos, é também um agradecimento do artista pelos mais de 50 mil ingressos vendidos por ele, somente na capital paulista. “Nós fizemos seis shows aqui, foram mais de 50 mil ingressos vendidos. Eu quero que esse evento seja um presente para os meus fãs e também para a cidade que acolheu com tanto carinho o meu trabalho. Cantar no coração de São Paulo, pra tanta gente, vai ser lindo demais”, completa Jão. SERVIÇO – JÃO NO NOVO ANHANGABAÚ Domingo, 11/12 A partir das 16h – abertura dos portões a partir das 14h Ingressos: Gratuitos, distribuídos a partir de 26/11, às 16h, através do site Sympla (serão permitidos apenas 2 ingressos por cadastro). Como chegar: Metrô: Estações São Bento e Anhangabaú