Sex Beatles se reúnem para primeira gravação em 27 anos; ouça os sons!

Grupo que deixou uma marca ainda notória no cenário underground do Rio de Janeiro e ganhou destaque nacional em uma carreira meteórica, os Sex Beatles estão de volta para lançar duas faixas inéditas. Após 27 anos de hiato, o quinteto formado por Cris Braun, Ivan Mariz, Alvin L, Vicente Tardin e Marcelo Martins realizou seu aguardado reencontro ao gravar Dance Comigo e Oui Je Regrette Tout – esta última recebendo um clipe bem humorado ao estilo da banda. O lançamento do compacto não marca um retorno às atividades, mas tem motivo mais que especial: a chegada dos dois discos dos Sex Beatles – Automobilia (1994) e Mondo Passionale (1995) – celebrados até hoje, às plataformas de música. A reunião foi facilitada pelo aperfeiçoamento das gravações remotas, já que cada ex-membro reside em estados diferentes e gravou suas partes em home studios. O “lado A” do single duplo é Oui Je Regrette Tout, composta em um francês aprendido no colegial e cantada com sotaque, sob o ponto de vista de um estrangeiro se livrando de uma situação a três. A estética remete ao “yé-yé” francês dos anos 60, punk rock, power pop e ao estilo dos próprios Sex Beatles, que revertem – e pervertem – o clássico de Edith Piaf, Non je ne regrette rien. No lado B, Dance Comigo é uma canção sob o ponto de vista de alguém que é ignorado pelo objeto do seu desejo, até que vira sua única opção. O clima é de glam rock moderno. As novas canções retomam a sonoridade dos Sex Beatles incorporando a bagagem dos músicos após décadas de estrada, mas sem perder de vista as origens do projeto. Formado em 1990 no Rio de Janeiro por Alvin L (guitarra, ex-Rapazes de Vida Fácil), Vicente Tardin (baixo, ex-Ethiopia e Coquetel Molotov), Marcelo Martins (bateria), Cris Braun (voz) e, nos primeiros shows, Dado Villa Lobos (Legião Urbana, então em um hiato da sua banda principal) com a intenção ser ser apenas uma banda de festas, o Sex Beatles logo atraiu a atenção da mídia local, pelo som pesado das guitarras associado à batida tribal do glam rock inglês dos anos 70. Fazendo shows em lugares inusitados como galerias de arte e festas de celebridades, logo surgiram convites de gravadoras. Dado Villa Lobos foi então substituído por Ivan Mariz (guitarra) e a banda passou a fazer shows no circuito mainstream carioca, em lugares como o Circo Voador. Os Sex Beatles escolheram gravar pelo selo RockIt!, do amigo Dado, com distribuição da EMI. Em 1994, foi lançado o debut Automobilia, com produção de Villa Lobos e sucesso de crítica imediato, levando inclusive à indicação de prêmios na MTV. Depois de um ano e meio de turnê, a banda gravou o segundo álbum, Mondo Passionale, produzido novamente por Dado e dessa vez co-produzido por Carlos Savalla (co-produtor dos Paralamas do Sucesso) para a RockIt!, em associação com a Virgin Records. Com a recepção morna a esse novo trabalho, após a divulgação e realização dos shows, os Sex Beatles escolheram encerrar as atividades. Cris Braun iniciou sua carreira solo e segue em atividade, tendo lançado em 2021 o elogiado disco Quase Erótica. Alvin L focou na sua carreira de compositor (Capital Inicial, Marina Lima, Milton Nascimento, Ana Carolina) e Ivan Mariz se voltou para a banda de blues Beale Street. Em 2011, os Sex Beatles foram tema do documentário Memorabilia, exibido na TV por assinatura e com presença no circuito de festivais. Agora, o grupo celebra toda essa história com o lançamento digital de seus antigos trabalhos e canções inéditas que mostram a potência, a versatilidade e a irreverência de seus músicos. Os primeiros discos dos Sex Beatles e o novo compacto já estão disponíveis para streaming.
Chico César lança som Bolsominions, que anuncia o novo disco

O cantor Chico César lançou na quinta-feira (15) um single. A faixa Bolsominions surge em defesa da fé cristã e faz uma crítica aos fascistas, fala sobre a raiva e as reações a tudo isso. “Essa é uma canção em defesa da fé cristã e uma crítica a um grupo político de inspiração fascista que sequestrou de modo bastante hipócrita parte significativa das igrejas e o rebanho que professa essa fé. É um reggae quase punk de protesto, ao modo de Peter Tosh ou The Clash. Os verdadeiros religiosos sabem que a crítica não se dirige a eles mas sim aos vendilhões do templo, gente que cultua o deus dinheiro, as armas, a terra plana, a negação da ciência, a misoginia, o racismo, a perseguição à diversidade sexual”, diz Chico César. Bolsominions é o terceiro single que o artista apresenta, antes da chegada de seu novo álbum Vestido de Amor. O disco, gravado na França, chega às plataformas digitais no dia 23 de setembro.
ÀVUÀ transmite o sentimento que os guia em seu álbum de estreia

Transformando o afeto como ferramenta de revolução, o duo ÀVUÀ, composto por Bruna Black e Jota.pê, transborda – ao longo de oito faixas – as mais diversas formas de amor e afetividade negra em seu álbum de estreia: Percorrer em Nós. Conduzindo uma sonoridade orgânica com traços eletrônicos, unido às rítmicas africanas, gravadas pelo percussionista e baterista Kabé Pinheiro, a dupla mergulha nos diversos fragmentos que permeiam as relações para além do amor romântico. O trabalho, que tem a produção assinada por Lucas Mayer e Rodrigo Lemos, chega aos aplicativos de streaming nesta sexta-feira (16). O duo ÀVUÀ apresentou também o videoclipe da faixa-foco Bentivi. “Chegamos a conclusão que o nome Percorrer em Nós sintetizava tudo o que tentamos dizer em nossas letras: a busca pelo autoconhecimento e a disposição para construir sensações e reflexões”, conta Jota.pê ao relembrar do processo de criação do disco. Destrinchando a temática da afetividade, o duo utilizou como inspiração potentes referências da música popular brasileira para cada composição. “Somos todos resultados do passado e presente, e tentamos colocar na sonoridade da nossa música um pouco de tudo o que a gente ama, desde os artistas mais antigos, como Djavan e Elza Soares, aos mais atuais, como Luedji Luna e Liniker”, conta a dupla. Dois Sóis e Famoso Amor, lançadas no primeiro semestre do ano, foram escolhidas para dar ao público um gostinho do que estaria presente no álbum. A primeira parte de um lugar carnal de se reenergizar estando ao lado de alguém, ao ponto das duas pessoas do relacionamento se juntarem e virarem “dois sóis”. Já a segunda, por sua vez, reflete sobre um amor com todos os seus desafios, analisando e respeitando os limites do outro. “Bentivi tem uma letra super gostosinha, de refrão fácil de pegar, no qual versamos sobre relacionamento de um jeito muito cotidiano, e eu acho isso muito bonito”, conta Jota.pê. A faixa, que ocupa a primeira posição na tracklist, foi composta por Jordan Vilas e Morgana, e conta com um videoclipe. Não pare de dançar e Te encontrar possuem composições de dois potentes artistas brasileiros. A primeira, feita pelo cantor e compositor Theodoro, traz em sua rítmica aspectos que relembram o xote, ritmo baiano muito admirado pelo duo. Nesta canção, o ÀVUÀ convida o cantor Cosme Vieira para acrescentar sua sanfona. A atriz e cantora Nina Oliveira chega para somar na segunda canção. Resultado de uma parceria com Jota.pê durante a pandemia, Te encontrar canta sobre a saudade de estar com pessoas queridas e andar pelas ruas livremente. Comum, canção autoral apresentada e registrada no canal de YouTube internacional Colors, aborda o medo em se relacionar com outra pessoa, mas, ao mesmo tempo, com a vontade de se entregar a um sentimento bonito, colocando-se totalmente à disposição do outro. “Poder participar disso foi a realização de um sonho pra gente. A partir dessa gravação que nós entendemos como um duo e resolvemos apostar nesse projeto tão lindo”, relembra Jota.pê. Fruto de criações individuais, inspiradas pela vivência de cada um, as faixas que encaminham o disco para o final se encontram em um mesmo objetivo: por pra fora uma série de percepções abstratas. Teu Lar concretiza a emoção de Bruna Black em estar gerando a vida de sua primeira filha, ao mesmo tempo em que “Abrigo” afaga Jota.pê em seu momento mais sensível. Esta faixa, inclusive, chegou até ser lançada pelo músico, mas sua versão oficial só veio a ser apresentada para completar o trabalho de estúdio. “Às vezes, a gente precisa conversar com nós mesmos, pois temos o costume de colocar as pessoas no colo e de entender elas, mas não fazemos isso com a gente”, conclui Jota.pê.
Nasi lança novo single solo “Coração Traidor”; ouça!

Depois de Onde os Anjos Não Ousam Pisar, faixa-título do álbum solo de 2006, Nasi lançou mais uma composição inédita de Zé Rodrix & Ethel Frota, Coração Traidor. A faixa, que chega às plataformas digitais nesta sexta-feira (16) com distribuição da Ditto Music, apresenta uma mistura de blues, ragtime e baião. Aliás, conta com um naipe d kazus. Por fim, a divertida letra cai muito bem na voz rouca do cantor do Ira!.
Brasativa lança álbum que traz primeira parceria com Rael; ouça!

Após 14 anos acompanhando os shows de Rael, a banda Brasativa finalmente lançou a primeira parceria com o artista. Não me Dominou chegou a todos aplicativos de música nesta sexta-feira (16), defendendo a liberdade de pensamento em um reggae envolvente e cheio de referências. A faixa é um dos destaques do álbum Verdade Virá à Tona, que traz ainda participações especiais de Cidade Verde Sounds, Dow Raiz, Denise D’Paula, Daniel Yorubá, Maestro Tiquinho, entre outros. Com elementos do trap e do dancehall, o single Não me Dominou tem riffs poderosos de guitarra e baixo e uma letra forte e marcante. “Não me Dominou traz uma mensagem motivadora que mostra que por meio da união e da música podemos lutar contra a ignorância, o medo e a discórdia”, conta Bruno Dupre que assina a produção da música e sua composição ao lado de Rael. Desde 2008 o Brasativa acompanha o cantor Rael o que proporcionou grandes oportunidades de apresentação em festivais como Rock in Rio, Planeta Atlântida, Festival de Salvador, João Rock e Montreal Jazz Festival, Festival D’Eté (Quebec Summer Festival) no Canadá, e uma turnê pela Itália em 2022. “Esse single irá coroar todos esses anos de parceria, no melhor momento do grupo em seu primeiro álbum”, completa Dupre. O trio continua acompanhando o cantor em suas turnês, sendo peça chave em diversas apresentações e projetos, bem como em seus discos. A banda possui uma extensa lista de participações na carreira do cantor, entre elas a produção musical de Bruno Dupre nas faixas Trabalhador, Hip Hop é Foda parte 1 e Papo Reto feat Black Alien e Daniel Yorubá. Composto por Bruno Dupre (voz e guitarra), Muka Bras (bateria) e Rato Bass (contrabaixo-elétrico), o grupo mostra em seus shows uma sonoridade particular na mistura do reggae, rap e jazz.
Julies, representante da nação pop reggae, lança primeira parte do DVD

Uma das maiores revelações da música nacional e representante da nação pop reggae nacional, Julies anunciou a chegada do seu tão aguardado primeiro DVD, Julies ao Vivo. O projeto, que tem produção musical de Thiago Stancev, Bruno Duprê e do próprio cantor e participações especiais de Deko, Viegas e Planta & Raiz, será dividido em duas partes. Aliás, a primeira está disponível a partir desta sexta-feira (16). Com uma pitada de pop, Julies, já conta com mais de 3 milhões de streams nos aplicativos de música e parcerias com grandes nomes como Maneva, Ana Lu, Zapi, Banda Good Vibe, entre outros. Gravado no Studio Na Mata, o DVD Julies ao Vivo traz as canções do primeiro álbum do artista, Começo, Meio e Fim, de forma mais viva, com toda emoção que só um ao vivo pode proporcionar. A primeira parte da produção já traz algumas das queridinhas dos fãs de reggae. Pequena, Buquê pra Multidão, Aiai e Quem Brinca com fogo? são as primeiras a serem divulgadas enquanto as participações ficarão para fechar o projeto com chave de ouro. “A gravação desse DVD é a realização de mais um sonho. Ao longo desses três anos de jornada, quase dois de pandemia, pude realizar alguns como parceria com Maneva, Planta&Raiz, poder compor com esses caras e ser co-autor de um álbum importante como o do Maneva. Mas esse tem um sabor especial, é a celebração de toda minha caminhada. Poder olhar e ter certeza que sua obra é digna de um projeto ao vivo, de um DVD, e esse vai ser o primeiro de muitos. Então poder dar esse passo tão importante, em tão pouco tempo, em uma carreira construída com amor, tudo orgânico, e poder contar com pessoas como Deko, Planta&Raiz e Viegas nessa gravação é motivo de celebração máxima”, comemora o cantor.
Supergrupo santista Apnea lança álbum de estreia, Sea Sound

Após meses de trabalho, a banda santista Apnea lançou o tão aguardado álbum de estreia, Sea Sound, na última sexta-feira (9). A produção veio acompanhada do videoclipe da canção Highs and Lows. Com proposta de apresentar um som influenciado pela música dos anos 1970 e 1990, mesclando grunge, heavy metal e stoner rock, a banda Apnea construiu seu som com influências que passam por A.S.G., Fumanchu, Alice in Chains, Soundgarden, Cave In, até Led Zeppelin e Black Sabbath. O álbum Sea Sound traz uma mistura ímpar e única de sonoridades. Em resumo, faz com que o Apnea alcance originalidade e personalidade dentro de elementos tradicionais das décadas citadas acima. Formada por músicos experientes com projeção e extensa carreira, o quarteto é considerado como um supergrupo com status de local hero no Brasil. A Apnea conta com membros das bandas Ratos de Porão, Garage Fuzz e Bayside Kings.
Entrevista | Barão Vermelho – “A saída do Cazuza foi um baque muito grande”

*Em uma nova formação e com promessas para o futuro, o tecladista e um dos fundadores do Barão Vermelho, Maurício Barros, conversou sobre grandes momentos da banda, projetos e a turnê comemorativa dos 40 anos de carreira. Em decorrência do marco alcançado, projetos do grupo já estão em curso e outros já possuem lançamento programado. Barão 40 é o título que leva ao menos três das produções em comemoração dessa data, que incluem EPs, turnê nacional e série no Canal Bis. Em todos os projetos, a banda buscou trazer as grandes composições de sua trajetória, hits e demonstrar o potencial que a nova formação pode proporcionar. De acordo com Maurício, a música sempre teve grande influência em sua vida, e a sua ideia de montar uma banda se deu ainda muito cedo, devido a influência cultural que os Beatles tiveram em outros meios de cultura, como os desenhos. “A minha leitura é que talvez o sucesso dos Beatles na época em que eu era criança, e tudo que aquilo representou na cultura pop. Em todo desenho animado tinha uma banda que tocava. E acredito que isso de certa forma tenha chegado a mim”. E com isso, a banda nasceu a partir da articulação de quatro amigos: Roberto Frejat, Maurício Barros, Dé Palmeira e Guto Goffi, com a indicação de um vocalista que, posteriormente, se tornaria um dos maiores nomes da música brasileira, Cazuza. Cazuza fez parte do Barão Vermelho do primeiro lançamento (1981) até 1985, quando decidiu deixar a banda e seguir carreira solo. Foi nesse momento que o grupo sofreu com a perda do primeiro membro fundador da banda. Maurício destacou a importância que Cazuza tinha para o grupo, em suas composições, e para o público. Saídas no Barão Vermelho “A saída do Cazuza foi um baque muito grande na época, porque ele representava muito para a banda. Ele era o letrista principal, quer dizer, ele era o letrista. Super carismático e era a cara e a identidade da Barão para o público, veja bem, para o público”. Com essa saída, a banda se viu sem um importante pilar na sustentação de suas letras e público. O tecladista afirma que passaram por um período de “vacas magras”, se reestabelecendo somente anos depois, com Frejat como vocalista. Contudo, a banda continuaria a ser assolada pela perda de integrantes. Anos depois, Frejat também decidiria seguir carreira solo. O processo de separação dele foi mais demorado, interpolando entre o Barão Vermelho e seus projetos. Aliás, deixou a banda em períodos de hiato, entre reuniões e datas comemorativas. O vocalista saiu definitivamente em 2017. Atualmente, Rodrigo Suricato ocupa os vocais, a convite de Maurício. Sua entrada foi motivo de estranhamento pelo público, mas dado o histórico de mudanças, Barros explica que a simpatia dos fãs já foi conquistada. Seguindo em frente, mesmo com idas e vindas, Barros diz que não existe fórmula para todo o sucesso da banda, e que o Barão sempre buscou se reinventar para o próximo passo. “Como o Guto diz: Barão enche o saco da sua própria cara antes do público encher“. A banda chega com sua turnê a São Paulo na última semana de outubro e início de novembro, com promessas do próprio Maurício Barros para um retorno a Santos, local do último show de Cazuza como integrante da banda. *TEXTO POR RENAN PABLO (SANTA PORTAL)
Turnê Matanza Ritual traz clássicos do Matanza para o Arena Club, em Santos

Depois de passar pelo Rock in Rio, o som da banda de punk hardcore Matanza vem agitar o palco do Arena Club com a turnê Matanza Ritual nesta sexta-feira (16). Os ingressos já estão disponíveis a partir de R$ 50,00 e podem ser adquiridos pela plataforma Articket. Após o fim da banda em 2018 e dois anos de pandemia, o vocalista Jimmy London, que fundou o Matanza ao lado de Donida em 1996, reuniu grandes nomes do metal brasileiro para celebrar o legado da banda. Fazem parte da formação da turnê Felipe Andreoli (Angra) no baixo, Antônio Araújo (Korzus) e o baterista Amilcar Christófaro (Torture Squad). Em 2022, o Matanza Ritual lançou o single Sujeito Amargo, escrito por Antônio Araújo e Jimmy London durante a pandemia. A faixa tem a ideia de passar o desconforto e a ansiedade que o tal sujeito sente em seu estômago. O grupo vai trazer também, é claro, clássicos dos 22 anos de existência do Matanza original para matar a saudade dos fãs. Os ingressos para o show no Arena Club já estão disponíveis e custam a partir de R$ 50,00 (pista – meia-entrada – segundo lote) no site do Articket. O Arena Club está localizado na Rua Pinheiro Machado, 33, Vila Mathias, em Santos. Serviço Matanza Ritual Data: 16/09 (sexta-feira) Abertura dos portões: 22 horas Local: Arena Club – Rua Pinheiro Machado, 33, Vila Mathias, em Santos