Titãs lança Caos, single composto por Rita Lee, marido e filho; ouça!

O Titãs lançou a primeira faixa do novo álbum de inéditas, que tem previsão de lançamento para o segundo semestre. Caos é uma composição de Rita Lee, Roberto de Carvalho e Beto Lee, composta especialmente para os Titãs, com produção musical de Sérgio Fouad e Rick Bonadio. Inspirada pelo clima político e social do Brasil nos últimos anos, a faixa traz um olhar apurado e crítico misturado com a sonoridade clássica da banda. A faixa ganhou um clipe dirigido pelo cineasta Otávio Juliano, colaborador de longa data da banda e já está disponível. O vídeo apresenta a banda interpretando a faixa em um estúdio com elementos visuais que remetem à era digital, com imagens distorcidas e marcantes no segundo plano. Majoritariamente feito em preto e branco, o videoclipe utiliza breves toques de cor para destacar os integrantes da banda e acrescentar dinamismo às imagens. Sobre poder dar vida a uma canção como essa, Tony Bellotto festeja. “Caos é uma pérola, um presente muito especial que ganhamos de Rita, Roberto e Beto Lee, uma canção inédita composta especialmente para nós por esse trio de talento extraterrestre! É também a primeira música que lançamos de nosso novo disco, um trabalho titânico que reúne 15 músicas novas, um disco de rock com que comemoramos 40 anos de carreira”. Já Sergio Britto, comenta um pouco do sentimento que acompanha a faixa e cita o forte refrão. “O refrão Hay gobierno soy contra! Esse slogan anarquista na música funciona como um alerta para que a sociedade como um todo se mantenha sempre vigilante em relação àqueles que estão no poder”. Branco Mello também celebrou a composição e exaltou a poesia e a mensagem que a faixa traz consigo. “Caos é um presente da Rita, Roberto e Beto. Tem aquela pegada ácida, crítica e irônica dos grandes mestres do rock”. Rick Bonadio, que tem trabalhado com a banda no novo álbum, comentou animado sobre o processo criativo e a importância da mensagem que vem com a música. “Como fã eu sempre aguardei ansioso um novo lançamento dos Titãs. Em Caos, tive o prazer de participar da produção junto com Sérgio Fouad dessa música que representa muito o rock Titânico e traz na letra a mensagem que eu mesmo gostaria de dar ao Brasil nesse momento político: está um caos!”
Cantor mineiro Igor Vaz aposta em single “Toda Bonita”

O mineiro Igor Vaz lançou, nesta sexta-feira (15), o single Toda Bonita. O cantor iniciou sua carreira em 2011 e faz parte do cenário de música pop de Minas Gerais. O single fala sobre entender a verdadeira beleza de uma mulher. “Enxergando além da beleza óbvia e externa eu vi o que realmente interessa, essa força e beleza magnífica que estava nas atitudes e posturas femininas. Isso se estende a todo universo feminino, que é testado constantemente”, conta. Sobre a produção, Igor comenta que “geralmente faço as criações das minhas composições usando o violão e, nessa faixa, resolvi mantê-lo como centro da música. Esse violão por si só já sugeria uma batida eletrônica, que traz uma pegada atual, uma modernidade pra música que foi complementada com vários tipos de efeitos que dão um ar flutuante”. O cantor conta que com a boa repercussão do primeiro single Tá tudo Bem, ele acredita que o novo single também trará uma boa resposta do público. “Toda Bonita vem forte, trazendo mais do meu lado pop, com um tema forte e em alta. Creio que as mulheres, em especial, irão se identificar muito com a letra”, finaliza. Igor Vaz começou em 2011 com a criação da banda SOUL3, grupo de Belo Horizonte composto por três amigos e com um trabalho autoral voltado para o pop. O cantor começou a gravar suas composições em 2019, em paralelo ao seu trabalho com a banda. Igor traz em suas músicas situações que ele ou alguma pessoa próxima já passou. Este ano, o mineiro lançou Tá Tudo Bem em parceria com a cantora Paula Marques. O single soma mais de 90 mil streams nas plataformas digitais.
R&B, paixão e astronomia inspiram PAIM em novo single “Órbita”

Quando o amor é tão profundo que você sai dos eixos… E sente que até o mundo está fora do lugar. Esse é o sentimento que o cantor PAIM transmite no seu novo single Órbita. A faixa, que está no universo da música pop, mas transita pelo R & B e pelo indie contemporâneo, traça um paralelo entre a astronomia e a paixão, mostrando que uma relação recíproca pode levar qualquer indivíduo às estrelas. PAIM destaca a sentimentalidade da canção. “Órbita é sobre ficar tão cego de amor que até as coisas mais mundanas parecem eventos cósmicos. E isso só acontece quando estamos com a pessoa certa. Vejo que essa música traz à tona o quanto é importante se permitir amar – e ser amado – dessa forma”, frisou. Para retratar essa perspectiva, o carioca PAIM inspirou-se na musicalidade de artistas como Taylor Swift, Harry Styles, Tiago Iorc, Clarissa e Shawn Mendes e trabalhou com os produtores Renan Martins e William Kevin. A faixa contou ainda com a colaboração do guitarrista Arthur Brito. A masterização, por sua vez, ficou a cargo de Fernando Delgado. Órbita é o terceiro single de PAIM, um cantor que adora refletir sobre a forma como nos impactamos pela paixão. Anteriormente, divulgou os singles Fica e Ai Como Eu Me Iludo.
P!nk divulga single de protesto; ouça Irrelevant

A cantora e compositora P!nk lançou a música Irrelevant. O hino de protesto foi escrito por P!nk e Ian Fitchuk, marcando a primeira colaboração entre a artista e o produtor, compositor e vencedor do Grammy. Sobre a música, P!nk diz que “quando uma mulher com uma opinião e coragem de expressar fala, é muito cansativo quando a única retórica é me dizer o quão irrelevante eu sou. Sou relevante, porque existo e porque sou um ser humano. Ninguém é irrelevante. E ninguém pode tirar minha voz”. A artista está apoiando a organização When We All Vote e os rendimentos de Irrelevant irão para a iniciativa nacional de votação não partidária criada por Michelle Obama. O grupo tem a missão de mudar a cultura em torno do processo de votação, buscando aumentar a participação em cada ciclo eleitoral, ajudando a diminuir as diferenças de raça e idade. Até o momento, mais de 100 milhões de pessoas foram impactadas sobre o processo de votação, resultando em um aumento no registro de eleitores. O chamado para resistir continua em Irrelevant, enquanto P!nk pede aos fãs que ajam e defendam seus direitos.
Santos Jazz Festival anuncia lineup de sua décima edição; confira!
Subalternos lança álbum e anuncia turnê no Reino Unido

A banda punk rock paulistana Subalternos lançou nesta quarta-feira (13) o segundo álbum de estúdio, autointitulado, com oito faixas e fortes influências do punk 77 e do streetpunk inglês. Disponível nas principais plataformas digitais, Subalternos ganha também uma versão em CD Digipack pelo selo inglês Breakout Promotions. Um lançamento do material em LP também está previsto para este ano, através da gravadora alemã Sunny Bastards. A música escolhida para divulgar o novo trabalho é Deixados de Lado, um retrato da desigualdade social no Brasil. “Em um país que tem tudo para prosperar, o povo é obrigado a viver das migalhas deixadas pelos políticos. Aos pobres resta apenas lembrar que foram deixados de lado outra vez”, explica o vocalista e guitarrista Deedy, integrante também da veterana e politizada Garotos Podres. Formado em 2014, atualmente o Subalternos, além de Deedy, conta com César (bateria), Juliano (baixo) e Ricardo (guitarra). A partir do disco de estreia, Nunca Pare de Lutar (2017), o grupo passou a se dedicar cada vez mais ao processo de gravação. “A evolução pode ser comprovada nos lançamentos seguintes, como os singles e splits que lançamos”, revela Deedy, que encara o novo trabalho, mixado e masterizado por Michel Kuaker, como o mais bem produzido pela banda até o momento. Desde o primeiro lançamento, muita coisa mudou na carreira do Subalternos. Neste mês, a banda se prepara para a terceira turnê na Europa, com 14 shows na Escócia e na Inglaterra, incluindo duas apresentações no Rebellion Festival, um dos maiores festivais de punk rock do mundo. “Temos um bom público no Reino Unido, mesmo nossas músicas sendo em português”, conta o vocalista. O show de lançamento de Subalternos, no entanto, acontece em São Paulo. A banda se apresenta no próximo dia 23, no lendário Hangar 110, ao lado de Kolapso Nervoso, Rosa Tigre e Fibonattis.
Grandes nomes da MPB cantam Benito di Paula no EP Madrugada

A celebração do octogenário de Benito di Paula teve início com o lançamento de O Infalível Zen (2021), primeiro disco de inéditas em 25 anos, concebido por ele ao lado do filho, Rodrigo Vellozo. Agora, eles dão continuidade às comemorações com a idealização de um songbook, em que reúnem relevantes nomes da música brasileira em releituras de clássicos de Benito. Proteção às Borboletas e Se Não For Amor, apresentadas previamente como singles, foram gravadas por Teresa Cristina e João Bosco, respectivamente. O resultado desta primeira parte do projeto é exposto por meio do EP Madrugada, que soma Mariana Aydar, Demônios da Garoa, Rodrigo Campos e o próprio Rodrigo Vellozo à lista de convidados. Madrugada, faixa-título do EP, foi composta, originalmente, por Benito e gravada por Jair Rodrigues no seu álbum homônimo de 1982. A canção chega com uma nova roupagem e com uma reunião de diferentes gerações do samba paulista, como Demônios da Garoa, Rodrigo Campos e Rodrigo Vellozo. Já Do Jeito Que A Vida Quer, composição feita por Benito em homenagem ao sambista Ataulfo Alves, alcança novos traços na voz de Mariana Aydar. “A participação da Mariana foi muito especial. Ela conheceu a obra do meu pai durante a infância e, como muitos brasileiros, tem memória profunda e afetiva em relação a ele e seu repertório”, comenta Rodrigo Vellozo, que, além de participar de uma das canções, é idealizador do projeto. Proteção às Borboletas ganha versão de Teresa Cristina, enquanto Se não for amor chega em gravação de João Bosco. Esta última, inclusive, foi a primeira música do projeto a ser lançada e traz arranjos de metais de Thiago França. “Cada um dos artistas que estão no plano tem uma ligação profunda e particular com o acervo e com a história do grande artista que é o meu pai. Conseguimos reunir vários universos dentro dos oitenta anos de vida de Benito”, finaliza Vellozo. Pensado como uma extensão do EP, a versão completa do songbook chegará no segundo semestre. “O que me inspirou a idealizar um propósito como esse foi a ideia de explorar as mais diversas e profundas perspectivas sobre a obra do meu pai”, pontua Rodrigo. O rapper Criolo e a cantora e compositora Juçara Marçal são alguns dos nomes já confirmados para o álbum.
Aos 17 anos, Cainã Mendonça lança álbum de estreia, Paisagens Invisíveis

Mostrando a força e a inventividade da nova geração da música instrumental, o pianista, baterista e compositor paulistano Cainã Mendonça faz de seu primeiro disco um convite a um olhar renovado para a música latina, a brasileira, o jazz e a bossa nova. Paisagens Invisíveis reúne instrumentistas de referência e novos nomes da cena nacional, em um encontro de gerações guiado por arranjos sofisticados e uma forte personalidade de seu autor. Embora tenha 17 anos atualmente, Cainã gravou o álbum entre seus 14 e 15 anos de idade – durante o auge do distanciamento social motivado pela pandemia. Agora, o disco chega no momento de compartilhá-lo com o público. “No princípio a ideia de gravar as músicas foi para fazer algo bonito e divertido no período de isolamento, mas a gente ficou empolgado com o resultado e foi levando em frente. O meu primeiro instrumento foi e é a bateria, mas o piano foi me encantando também e aí apareceram as composições. Gosto de compor e ficar buscando caminhos, inspirado em tudo que ouço e sinto. Agora eu vou ter de resolver no show se toco o piano ou a bateria”, se diverte o multi-instrumentista. As composições surgiram a partir dos dois instrumentos de Cainã e ao longo de mais de um ano de escrita, gravação e finalização do álbum. Foi tempo suficiente para amadurecer o conceito e a estética que se tornaram Paisagens Invisíveis. “Meu processo criativo se dá através de brincadeiras rítmicas e melódicas na bateria e no piano, depois da ideia vou buscando os caminhos. As composições foram saindo no período de um ano e, quando eu tinha sete músicas, resolvemos ir pro estúdio pra gravar só o piano. Não havíamos pensado nos outros músicos e instrumentos, mas como gostamos do resultado resolvemos ir acrescentando o baixo e bateria e depois os sopros”, revela o músico. O disco celebra uma vivência musical intensa. Cainã passou a infância presenciando e participando de diversas atividades musicais, apresentações e gravações de estúdio. Trajetória de Cainã Mendonça Ganhou uma pequena bateria aos 2 anos e logo se encantou pela música de João Bosco, Beatles, Zé Menezes, música popular e instrumental brasileira. Teve em casa, junto à família e amigos, ambiente e formação musical, tendo contato com grandes instrumentistas e vivência direta com grupos de cultura regional do Maranhão (boi e tambor de crioula) e do sudeste (jongos, batuques e congados). Estudou por conta própria o repertório dos discos gravados por Edu Ribeiro, Kiko Freitas, Marquinho Mendonça (seu pai), Zé Menezes, Hamilton de Holanda, David Holland, dentre outros. Atualmente, Cainã segue aperfeiçoando seus talentos em estudos de bateria com Edu Ribeiro e piano com Heloísa Fernandes. Faz parte de jovens grupos de canção e música instrumental. Na sua já longa experiência musical, Cainã Mendonça participou de shows com músicos como Adylson Godoy, Filó Machado, Zé Pitoco, Vanessa Moreno, Marcos Paiva, Christianne Neves, Adriana Godoy, Bruna Black, Felipe Machado, Josyara, Renato Anesi, Renato Bras, Ana Maria Carvalho, Gabriel Levy, Marquinho Mendonça, Daniel Grajew, Edu Ribeiro, Lisandro Massa, Tião Carvalho, e outros. Hoje, participa de jams sessions onde já tocou com Laércio de Freitas, Arismar do Espírito Santo, Fabio Perón, Daniel Alcântara, Léa Freire, Trio Corrente, Camille Bertault e tantos outros. Agora, Cainã está pronto para mostrar seu lado de compositor com um disco onde estabelece uma forte voz autoral. Na bateria, piano e composições do álbum, ele recebe os instrumentista Nailor Proveta (saxofone tenor e clarinete), Vitor Alcântara (saxofone soprano), Daniel Allain (flauta), Vitor Lopes (gaita), Marquinho Mendonça (guitarra), Rubinho Antunes (flugelhorn) e Noa Stroeter (baixo). “Os convidados que tocaram os sopro são grandes mestres da música. A presença deles deu ao álbum uma atmosfera de música universal e uma sonoridade colorida”, comemora Cainã. Sem deixar de lado as inspirações que o trouxeram até aqui, o músico faz de Paisagens Invisíveis uma reverência ao passado com foco no presente e futuro da música instrumental brasileira.
Cadu Pereira apresenta quarto single de Vendo o Mundo; ouça!

O cantor, compositor e multi-instrumentista paulistano Cadu Pereira divulgou o quarto single do seu terceiro álbum, Vendo o Mundo. A faixa Antes da Evolução compõe o registro que terá sete faixas. Vendo o Mundo reúne um time de músicos de alto nível com guitarras de Alexandre Fontanetti (Rita Lee) e de Webster Santos (Elza Soares), baixo de Regis Damasceno (Arnaldo Antunes), teclas de Zé Ruivo (trilhas Netflix e HBO) e bateria de Pupillo (Marisa Monte). Quanto à execução musical de Antes da Evolução, Cadu Pereira comenta o que pensou em sua criação. “Uma guitarra atravessa o início da canção e rompe com tudo que veio antes. O ritmo acelera, o baixo evolui e faz tudo caminhar mais rápido. No refrão, a música se desenvolve no melhor do estilo das bandas de rock nacional. Por fim, um duelo de guitarras entra em ação com o Webster na esquerda e o Fontanetti na direita fazendo um final épico para essa canção”, explica Cadu.