Jayler entra na programação do show do Lynyrd Skynyrd no Rio

O show do Lynyrd Skynyrd no Rio de Janeiro acaba de ficar ainda mais pesado, e interessante. A produtora Mercury Concerts confirmou que a banda britânica Jayler será a atração especial na noite de 5 de abril, no Qualistage. Eles se juntam ao lineup que já contava com o Dirty Honey, transformando o evento em uma verdadeira celebração da história do rock, reunindo três gerações distintas no mesmo palco: os lendas do southern rock dos anos 70, a renovação do hard rock americano e a nova promessa do rock britânico. Quem é a banda Jayler? Se você ainda não conhece, vale a pena ficar de olho. Formado em 2022 no Reino Unido, o Jayler é aquele tipo de banda que nasceu de um open mic e explodiu rápido. O quarteto traz uma energia setentista visceral, com riffs marcantes que lembram a era de ouro do rock clássico. Com o EP de estreia A Piece in Our Time (2023) e o single recente Riverboat Queen (2025), eles vêm conquistando espaço em festivais europeus e agora desembarcam no Brasil para mostrar a que vieram. Dirty Honey e os veteranos Além dos novatos, a noite conta com o Dirty Honey, banda de Los Angeles que fez história ao topo da Billboard Mainstream Rock de forma independente e já rodou o mundo com Guns N’ Roses e KISS. E, claro, a noite encerra com o Lynyrd Skynyrd. Com mais de 50 anos de estrada, a banda liderada por Johnny Van Zant promete o desfile clássico de hinos como Sweet Home Alabama e, obviamente, aquele solo interminável e maravilhoso de Free Bird. Turnê pelo Brasil Vale lembrar que o Lynyrd Skynyrd tem uma agenda cheia no Brasil em abril de 2026: Serviço: Rio de Janeiro Para o show no Qualistage, os ingressos estão à venda exclusivamente pela Eventim.
Atração de abertura do Franz Ferdinand em SP, Tom Ribeira aposta no charme no single “Juba”

A MPB ganha um tom mais contemplativo e orgânico nesta sexta-feira (30). O cantor e compositor Tom Ribeira, uma das novas vozes que vêm renovando o gênero com respeito às raízes, lançou nas plataformas digitais o single Juba. A faixa é o cartão de visitas para seu primeiro EP, Pedaço, que tem lançamento agendado para o dia 6 de março. Tom Ribeira traz a metáfora do leão rendido Liricamente, a canção subverte a lógica da selva. Em Juba, a leoa não vence pela força bruta, mas pela inteligência afetiva e pelo encanto. Tom constrói uma metáfora poderosa: a do leão que entrega a própria juba, símbolo de orgulho e soberania, em nome da paixão. “É um amor tão forte, tão maluco… Sua imagem me paralisou / Nem se eu quisesse escapar, daria”, canta o artista, definindo um amor que suspende o tempo e a razão. Sonoridade “à moda antiga” O grande diferencial de Juba em relação ao repertório do artista é a sonoridade. Fugindo da urgência do pop atual, a faixa aposta em uma estética old school. A gravação foi feita ao vivo com a banda, capturando silêncios, respirações e aquela “sujeira” orgânica que dá vida à música. A produção e o arranjo são assinados em parceria com Breno Viricimo. Tom Ribeira foi de Paris para São Paulo Para quem está chegando agora: Tom Ribeira começou nas redes sociais, mas já tem quilometragem de gente grande. Em 2022, ele pisou em palcos históricos de Paris, como o La Cigale e o Elysée Montmartre. Agora, ele prepara o terreno para o show de lançamento do EP no Brasil, que acontece em 15 de março, no Na Rotina, em São Paulo. Dois anos atrás, Tom Ribeira foi atração surpresa antes do show do Franz Ferdinand no Tokio Marine Hall, em São Paulo. Serviço
Pingguim estreia na Midas Music com produção de Rick Bonadio no single “O Tempo e a Distância”

O cantor e compositor Pingguim lançou, em todos os aplicativos de música, o single O Tempo e a Distância. O lançamento marca uma virada de chave na carreira do artista do ABC Paulista: é sua estreia pela gigante Midas Music, sob a batuta de ninguém menos que Rick Bonadio, o produtor responsável por moldar o som de bandas que são influências diretas de Pingguim, como Charlie Brown Jr. e O Rappa. Pingguim é rap rock com maturidade Musicalmente, a faixa transita com naturalidade entre o rap e o rock moderno. Foge da nostalgia pura e aposta em uma identidade contemporânea, unindo o groove à atitude. “O rap traz a narrativa, a palavra crua; o rock entra com energia, intensidade e explosão emocional”, define o artista. A letra é um retrato honesto sobre lucidez emocional. Segundo Pingguim, a música nasce de vivências reais e fala sobre a coragem de escolher a paz, mesmo que isso signifique partir. “É sobre entender que insistir dói mais do que seguir em frente”, explica. Do ABC para o Brasil Aos 32 anos, nascido em São Bernardo e criado em Mauá (atualmente em Ribeirão Pires), Pingguim vê essa parceria com Bonadio como um alinhamento de propósito. “O Rick potencializou a força da mensagem, ajustou a sonoridade e ajudou a transformar essa verdade crua em uma música forte, atual e pronta para chegar ao público”, conta. Videoclipe em breve Enquanto o áudio já está disponível, o videoclipe tem data marcada: estreia no canal do YouTube do artista no dia 6 de fevereiro.
Guns N’ Roses prepara DOIS lançamentos (uma coleção de “sobras” e um álbum inédito), diz Slash

Parece que a espera de 17 anos por um novo álbum do Guns N’ Roses está prestes a acabar, e em dose dupla. Em uma entrevista recente à rádio KOMP 92.3, de Las Vegas, o guitarrista Slash detalhou o processo de gravação da banda e indicou que há dois lançamentos distintos a caminho. O guitarrista explicou que a banda tem trabalhado em uma coleção de faixas antigas que vêm sendo lançadas gradualmente, além do sucessor do longamente adiado Chinese Democracy (2008). “Limpa de gaveta” é um dos lançamentos, diz Slash Segundo Slash, o primeiro projeto consiste em pegar materiais antigos que o vocalista Axl Rose tinha guardado. A banda, agora com Slash e Duff McKagan de volta, sentou, escolheu as músicas, removeu as guitarras e baixos originais e regravou essas partes. Isso explica os lançamentos recentes. Em dezembro, a banda soltou Atlas e Nothin’, que se juntaram aos singles de 2023, The General e Perhaps. “Basicamente, não há mais desse tipo de ‘material antigo requentado’ para lançar… Mas acho que o que vamos fazer é pegar todas essas músicas, colocá-las em algo e lançar como um pacote”, explicou Slash. Disco inédito A grande notícia, porém, veio na sequência. Slash confirmou que, após limpar esse arquivo de sobras retrabalhadas, o foco mudará para composições novas. “E então o próximo disco que vamos fazer será de material totalmente novo e original, e esse será um álbum de verdade”, afirmou o guitarrista. Turnê mundial Enquanto os discos não saem, os fãs poderão conferir as novidades ao vivo. Slash prometeu que a banda tocará as faixas recém-lançadas (Atlas e Nothin’) na próxima turnê mundial de 2026. Aliás, a tour passa com vários shows pelo Brasil, inclusive como headliner do Monsters of Rock. Apesar da empolgação, Slash mantém a cautela típica de quem conhece o ritmo do GNR: “A questão com o Guns é que, na minha experiência, você nunca pode planejar com antecedência… Toda vez que fizemos isso, as coisas desmoronaram”.
Melanie Martinez explora o lado sombrio do amor no novo single “Possession”

Melanie Martinez lançou o single Possession, nesta quinta-feira (29). Sempre afiada, a artista entregou uma faixa que mantém sua assinatura: melodias brilhantes que escondem uma lírica cortante. A música é descrita como sombria e satírica, mergulhando na temática de como o poder pode, muitas vezes, se disfarçar de amor. É a mistura clássica de charme, irreverência e intensidade que transformou Melanie em um fenômeno global com mais de 30 bilhões de streams. Universo próprio O lançamento chega para consolidar o status de gigante que Melanie atingiu nos últimos anos. Em 2024, ela lotou arenas ao redor do mundo com a The Trilogy Tour (incluindo noites esgotadas no Madison Square Garden) e foi headliner de festivais como Lollapalooza e Corona Capital. Desde a estreia icônica com Cry Baby (que celebrou ezd anos em 2025) até a evolução visual de Portals (2023), a cantora, compositora e diretora nova-iorquina não apenas apagou as fronteiras entre gêneros musicais, mas também entre realidade e fantasia.
Trio Janaju lança o álbum de estreia “Lindeira”
O que acontece quando três das figuras mais respeitadas dos bastidores e palcos da música brasileira decidem transformar seus encontros informais em um projeto oficial? Nasce o Trio Janaju. Formado pelo lendário Maestro Jaime Alem (conhecido por décadas de direção musical de Maria Bethânia) e pelas cantoras Nair Cândia e Jurema de Cândia, o grupo lançou nesta semana seu primeiro álbum, intitulado Lindeira. O trabalho chega acompanhado do videoclipe da faixa Lá Onde Eu Moro. Jardim musical O disco de dez faixas é descrito por Jaime Alem como um “jardim”, cujas sementes remontam à sua juventude. Musicalmente, o álbum passeia por diversos ritmos, abordando desde a exaltação da natureza e do amor até a crítica social afiada, característica das composições do maestro. “Nosso jardim… um jardim cujas sementes remontam à minha adolescência e juventude, as canções da memória afetiva e as novas cepas musicais… Eu sempre fiz isso, mas não com a intensidade de agora”, comenta Jaime. Parcerias de peso O repertório traz colaborações que dispensam apresentações… Dos saraus de Santa Teresa para o streaming A química do trio não é por acaso. Além dos laços familiares (Nair e Jurema são irmãs), o Janaju é uma evolução natural dos saraus que aconteciam na casa de Jaime em Santa Teresa, no Rio de Janeiro. Enquanto Nair Cândia traz a experiência de sua carreira solo e do duo “Jaime e Nair”, Jurema de Cândia empresta a versatilidade de quem já trabalhou com gigantes como Tim Maia e Roberto Carlos. “O Janaju é um divisor de águas, a oportunidade de fazer o vocal que sempre fiz abrindo vozes… e posso também explorar a minha voz em momentos solos. É a realização de um sonho”, celebra Jurema.
Joyce Manor libera faixa-título antes do lançamento do novo álbum

A espera de quatro anos está prestes a acabar. Nesta sexta-feira (30), os californianos do Joyce Manor lançam seu novo álbum de estúdio, I Used To Go To This Bar (via Epitaph Records). Mas, para os ansiosos de plantão, a banda decidiu dar um último gostinho do que vem por aí. Faltando poucas horas para o disco chegar às plataformas, o grupo liberou hoje (29) a faixa-título do trabalho. Animação e nostalgia com Joyce Manor A canção I Used To Go To This Bar chega acompanhada de um videoclipe com animações assinadas pela artista Madeline Babuka Black. A sonoridade mantém a pegada enérgica e melancólica que consagrou o grupo na cena pop punk/emo. Este é o sucessor direto de 40 oz. To Fresno (2022) e promete trazer aquela catarse de shows em bares apertados que a banda tanto ama (e que o título sugere). O que já ouvimos? Nos últimos meses, o Joyce Manor preparou o terreno com singles que já caíram no gosto dos fãs.
Mariana Volker mergulha no desejo e na MPB sensorial no single “Desassossego”

A quarta-feira pede um som que convide a desacelerar e sentir. E é exatamente essa a proposta de Mariana Volker em seu novo lançamento. A cantora e compositora carioca liberou o single Desassossego, dando mais um passo em direção ao seu novo álbum, intitulado delícia delícia. A faixa marca uma virada estética na carreira da artista, apostando em uma atmosfera mais vibrante, densa e, acima de tudo, sensorial. Entre céu e Manu Chao Sonoramente, Desassossego se constrói sobre uma base de violão, percussões orgânicas e camadas rítmicas sutis. É uma MPB contemporânea que não tem medo de flertar com o pop e com a música latina. O resultado estabelece pontes diretas com a liberdade estética de nomes como Céu, Marisa Monte, Curumin e Manu Chao. Se você curte a sonoridade desses artistas, vai se sentir em casa aqui. Madrugada e desejo A letra é um fluxo de pensamento de uma madrugada solitária, capturando aquele estado de suspensão onde a vulnerabilidade e a entrega se misturam. “Desassossego soa como uma declaração sensual e enigmática, um convite a mergulhar nos delírios, silêncios e segredos do desejo”, comenta Mariana Volker.
Tom Misch anuncia “Full Circle”, seu álbum mais pessoal, e lança o single “Sisters With Me”

O produtor que definiu a estética de uma geração inteira de bedroom pop e neo-soul britânico decidiu desligar o computador e pegar o violão. Tom Misch anunciou seu segundo álbum de estúdio, Full Circle, com lançamento marcado para 27 de março (via Beyond The Groove / AWAL). Este é o primeiro disco solo completo desde o aclamado Geography (2018), que o colocou no topo das paradas e lotou casas como a Brixton Academy. “Detox” digital de Tom Misch e o som dos anos 70 Se você espera apenas beats lo-fi para estudar, prepare-se para uma surpresa. Full Circle nasce de um período de pausa necessária. Após enfrentar crises de ansiedade severa, Tom Misch se afastou do estúdio, buscou refúgio no surfe e na natureza (entre Cornwall, Portugal e Nashville) e reconstruiu sua relação com a música. O resultado é um afastamento da produção digital (o artista deixou o software Logic Pro de lado) em favor da composição clássica. Gravado em fita analógica e com microfones vintage, o disco busca o calor e a nitidez dos clássicos hi-fi dos anos 70, citando influências como Fleetwood Mac, Joni Mitchell e Neil Young. “Vocais suaves, em camadas duplas, e toques lo-fi remetem à abordagem sutil de J.J. Cale, tudo a serviço de algo clássico e vivo no momento”, descreve o material de divulgação. O álbum conta com colaborações de peso na composição, incluindo o artista Matt Maltese e Ian Fitchuk (conhecido por seu trabalho em Nashville). Aquecimento vem com “Sisters With Me” Para dar o tom dessa nova fase, Tom lançou hoje o single Sisters With Me. A faixa foi inspirada em um período raro em que ele voltou a morar com suas irmãs na casa da família durante a vida adulta. A música chega acompanhada de um videoclipe dirigido pela fotógrafa Juliet Klottrup, que documenta de forma crua e honesta a relação entre irmãos. O single se junta às faixas previamente reveladas, Old Man e Red Moon, completando a trinca que antecipa a atmosfera intimista do disco. Assista ao clipe de Sisters With Me