Do Prado revive amores para seguir adiante em Beijos e Cartazes de Cinemas

Há tempos a música brasileira não vivia uma renovação tão intensa quanto a de hoje. No meio dessa nova geração que promete deixar marcas, surge Do Prado, músico, compositor e produtor que vem impressionando multidões de ouvintes com sua carreira solo, com apoio do selo e produtora +um Hits (@maisumhits). Para brindar este momento promissor de sua carreira, Do Prado lança Beijos e Cartazes de Cinemas, single que já é uma velha conhecida de seu repertório, agora lançada em streamings e em rádios de todo o Brasil, concretizando sua essência. Na estrada desde 2015, Do Prado já é citado como um dos nomes mais representativos na singular cena da nova MPB paulista, com destaque principalmente na cena 019, cujo alcance abrange as regiões de Campinas e Piracicaba. E parte desse sucesso todo entre o público é resultado da maneira como o jovem de Americana transmite em suas músicas sentimentos profundos, amores e a vida cotidiana de forma autêntica. Sua obra é influenciada pelo samba, r&b e bossa nova, e encanta ouvintes que buscam conexões mais pessoais e autênticas na nova música brasileira. Uma prova dessa originalidade ao misturar vivências pessoais com seu talento é a nova canção, Beijos e Cartazes de Cinemas, que reflete uma experiência vivida por muitos: relembrar um amor do passado que foi marcante e deixou memórias preciosas. Na faixa, quando descreve o amor como uma “flor na cabeça”, Do Prado traz essa metáfora sobre o que é passageiro, que eventualmente “murcha”. Mesmo assim, ele guarda essas memórias e canta “no fundo de uma gaveta”, sinalizando que, apesar de seguir em frente, não deseja esquecer este amor completamente.
Pedro Vitor estreia carreira com “Pra Onde Vou”, single composto por vocalista do Zimbra

Aos 18 anos, o multi-instrumentista de Ribeirão Preto, Pedro Vitor, lançou o seu primeiro single, Pra Onde Vou. A faixa, já disponível nos principais tocadores digitais, foi composta por Rafael Costa (Bola) da banda Zimbra. “É um rock nacional que fala de superação e amor. Me identifiquei muito com a letra, combina com a minha história de vida”, revela Pedro. Gravada no Midas Music, estúdio responsável por trabalhos de bandas como Titãs, CPM22, NX Zero e Charlie Brown Jr, Pra Onde Vou conta com a direção artística de Rick Bonadio e produção de Sergio Fouad e Fernando de Gino. Bonadio ainda gravou as baterias da faixa, acompanhado por Fouad na guitarra e no baixo, além de Pedro Vitor (voz e guitarra). De acordo com Pedro, a gravação do primeiro single foi um grande passo na carreira do jovem músico, que atua também como ator, radialista e técnico de som. “O convite de gravar veio depois de eu ter feito um curso de férias de produção musical com o Bonadio no Midas Academy”, conta. A experiência trouxe à tona a vontade de trabalhar nas suas próprias canções. “Eu respiro música, então penso em gravar outros singles para compor um EP no futuro”, garante Pedro.
Fi, do NX Zero, é o novo guitarrista do Deb And The Mentals

A banda Deb and The Mentals vive um novo momento com a chegada do guitarrista Fi (NX Zero) e com o anúncio de seu novo single. Eu Falhei, que chega às plataformas digitais nesta quarta-feira (18), marca esta nova fase do quarteto, que conta com Thales Stipp (bateria e produtor da faixa), Bi Free (baixo) e Deb Babilônia (vocal). “Os shows com a Deb and The Mentals tem me lembrado a época que iniciamos com o NX. Porém, hoje levo uma carga a mais por toda a experiência que adquiri no caminho. É a primeira banda que eu toco sendo o único guitarrista e isso é algo novo. Tenho colocado meu jeito de tocar, meus timbres e sentindo cada música para poder criar novos arranjos. Queremos nos divertir e aproveitar todo o processo, fazer toda essa energia virar música e mostrar isso nos nossos próximos passos”, pontua Fi, guitarrista do NX Zero. Eu Falhei é o início da parceria da banda com o selo AlgoHits e apresenta sonoridade inspirada no grunge dos anos 1990 (de bandas como Nirvana), na cena emo da década de 2010, bem como nos queridinhos da atualidade, como Paramore e Willow Smith. “Essa música é um desabafo sobre a luta de seguir um sonho, os sacrifícios que fazemos e a força que encontramos para continuar, mesmo quando parece impossível. É uma reflexão sobre o quanto nos entregamos para um objetivo, mesmo quando parece que ninguém percebe ou valoriza o esforço. A música expressa a pressão de tentar ser alguém em um meio tão desafiador, de carregar expectativas e, ainda assim, não abandonar o sonho”, pontua a banda. Além de Stipp, a produção da faixa também contou com a ajuda de Bruno Peras. Já o clipe da faixa tem direção de Murilo Amancio, conhecido por colaborar com artistas como Vitor Kley, Ego Kill Talent, Esteban Tavares e Zander, além do DVD ao vivo da banda Dead Fish. E os planos para 2025 já estão encaminhados. Em fevereiro será lançada outra faixa inédita, seguido de um EP previsto para abril. Este projeto, o primeiro desde que a banda assinou com o selo Algohits, reflete a busca por novas influências e uma sonoridade contemporânea.
Casa Civil lança versão em português de “Maria” do Green Day

Lançada originalmente em 2001 pela banda norte-americana Green Day, Maria ganhou uma versão em português divulgada nesta terça-feira (17) pelos brasileiros da Casa Civil. Com o olhar direcionado ao nosso país, a letra composta pelo vocalista e guitarrista Bruno Santana se afasta da temática original da música para discorrer sobre um problema social. “A letra é uma expressão da realidade das diaristas e mães solteiras do Brasil, e é também uma homenagem a todas essas guerreiras”, revela o vocalista, que inicia a faixa com os versos: “Acorda às quatro da manhã e vai pro trabalho / Chega no ponto e o busão passa lotado / Sete filhos pra criar, só peço a Deus pra trabalhar (…)”. Produzida pela banda em parceria com Leo Ciotti, e lançada de maneira independente, Maria da Casa Civil foi a primeira versão brasileira autorizada pelo Green Day. O single sucede o álbum Deserto (2022), que contou com a produção de Philippe Seabra da Plebe Rude. Além de Bruno Santana, a Casa Civil é composta por Chicano (baixo), Marcos Goi (bateria) e Zeh Zuntana (guitarra). Agenciada por Cacá Prates, a banda promete para 2025 um videoclipe da faixa Maria, uma série de shows e lançamentos. Ouça Maria, da Casa Civil
System Of A Down anuncia três shows no Brasil; veja datas, locais e preços
Segunda edição do I Wanna Be Tour é remarcada para agosto

A segunda edição do I Wanna Be Tour, que seria realizado em Curitiba no dia 15 de fevereiro no Estádio Couto Pereira e em São Paulo no dia 22 de fevereiro no Allianz Parque tiveram as datas alteradas. Agora, o festival acontece em 23 de agosto em Curitiba, 30 de agosto em São Paulo. Os lugares estão mantidos. De acordo com a 30e, o ingresso permanece válido e não é necessário fazer nenhuma troca ou alteração, mesmo que continue aparecendo a informação antiga no ingresso. Caso não seja possível comparecer à nova data e deseje optar pelo cancelamento de sua compra, o valor será reembolsado conforme a forma de pagamento usada na compra e as orientações abaixo: Solicite o cancelamento de 13/12/2024 até 20/12/2024 exclusivamente pela página. ⭐ Cartão de crédito (site, aplicativo ou bilheteria) O reembolso será concluído em até duas faturas a partir da data de solicitação. O sistema devolverá o valor como crédito na fatura do cartão. ⭐ Pix (site) O reembolso será concluído em até 30 dias a partir da data de solicitação. O sistema devolverá o valor na mesma conta de onde saiu o pagamento. ⭐ Cartão de débito (bilheteria) O reembolso será concluído em até 30 dias a partir da data de solicitação. O sistema devolverá o valor na mesma conta de onde saiu o pagamento. Reembolsos solicitados após o prazo não serão acatados. Não é possível alterar a forma de reembolso (exemplo: de cartão de crédito para depósito, ou em uma conta diferente do pagamento). Taxa administrativa, seguro e juros de parcelamento da Eventim serão reembolsados normalmente, caso tenham sido cobrados.
The Town completa programação do Dia Rock com Bruce Dickinson e mais nomes brasileiros

A segunda edição do The Town continua ampliando o seu lineup. O dia 7 de setembro, que já contava com Green Day, Sex Pistols, Iggy Pop e Pitty, fechou o lineup com Bruce Dickinson, Capital Inicial, CPM 22 e Supla + Inocentes. No Skyline, o lendário Bruce Dickinson e os brasileiros do Capital Inicial compõem os shows do dia, ao lado de Green Day, que será o headliner, e Sex Pistols featuring Frank Carter. O The One também conta com artistas de peso nesta data. Além de Iggy Pop, principal atração do espaço, e Pitty, o palco recebe a apresentação potente do CPM22 e o encontro inédito da banda Inocentes com Supla. O festival anunciou que a venda do The Town Card será no dia 20 de fevereiro. Equivalente a um ingresso de gramado, o Card permite que quem o adquirir escolha a data de sua preferência posteriormente, garantindo acesso ao evento antes mesmo da confirmação completa do line-up.
The Parking Lots lança versão em português de clássico do Kiss

Lembra de Beth, do Kiss, balada cantada por Peter Criss ao piano? A banda paulistana The Parking Lots fez uma versão power pop recheada de guitarras com letra em português. Aliás, Beth virou Bete, mas continua esperando ao telefone enquanto a banda faz um som. Julie Sadgrrl encarnou a protagonista da canção na arte do single. A faixa é um lançamento Maxilar Music. The Parking Lots, formada por Felipe Bueno (voz e guitarra), Eduardo Zampolo (voz e baixo) e Vini Pardinho (bateria), prepara o lançamento do primeiro álbum cheio.
Com humor e sintetizadores, a banda Rã lança álbum de estreia, Praia Grande Shore

Lançado de forma independente, o álbum de estreia dos paulistas da Rã, já está disponível nas principais plataformas digitais. Intitulado Praia Grande Shore, o disco conta com dez faixas que se valem do humor e do uso do sintetizador como instrumento solista, no intuito de reabilitar e modernizar um tipo de rock mais “riffado e energético”. Apesar do disco não ter sido pensado a partir de um conceito específico, o vocalista e baixista Rafael Xuoz revela que a ideia de um reality show fracassado parece amarrar bem a concepção do novo trabalho. “Primeiro porque a Rã sempre cultivou uma capacidade de se enxergar criticamente e rir de si mesma. Depois, porque tematicamente acabamos orbitando em torno de uma certa desconexão da realidade, ou inversão de valores em que os sujeitos se mostram mais investidos na vida encenada dos meios de comunicação do que em sua realidade material”. O músico justifica a temática com algumas das faixas do álbum, como é o caso de Vídeo-Game, em que o personagem se fascina com o banquete sensorial promovido pelo jogo e admite se entediar com a vida fora da tela. Já em Magnim, o sujeito convive numa relação esvaziada, com um colega de trabalho que ele conhece através da tela do computador, e passa a se questionar se a vida não passaria de um holograma. Ou ainda Kawasaki, onde a motocicleta torna-se maior que um simples objeto de consumo e passa a representar a possibilidade de emancipação completa da realidade. “Mesmo fora do entretenimento, nossas relações são mediadas por redes que exigem de nós algum nível de encenação do real, seja em relações afetivas ou de trabalho”, diz Xuoz. A música escolhida para a divulgação do disco, Banda Nada a Ver com Você, reflete sobre as dificuldades de se conectar com alguém de um universo completamente diferente, quando um roqueiro tenta conquistar uma pagodeira, mas “sua guitarra e seu jeito de roqueiro não são o que atraem a atenção dela – o que a faz mexer é o som do Péricles e a energia do pagode. A faixa tem riffs de sintetizador e guitarras marcantes, e uma letra que mistura sinceridade, melancolia e humor”, conta o tecladista Iuri. Além de Rafael Xuoz e Iuri dos Teclados (voz e sintetizadores), a Rã é composta por Guilherme Finochio (guitarras) e Vinícius Borges (bateria). Formada em 2019, a banda carrega na bagagem os EPs Gugulândia (2020), Doce (2021), Rave (2022), além da trilha Rãnzinza (2021).