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Entrevista com The Wildhearts: “vamos desistir se não formos para a América do Sul”

*Entre o fim de janeiro e início de fevereiro, o The Wildhearts fez algumas apresentações pelo Reino Unido para divulgar o último disco de estúdio, Renaissance Man.

Todavia, o Blog n’ Roll acompanhou um desses shows, na Inglaterra, e conseguiu conversar com os integrantes do The Wildhearts.

Em resumo, eles comentaram sobre as gravações, planos futuros, shows na América do Sul e a alegria de estarem juntos no palco.

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Como vocês decidiram reunir a banda novamente? A ideia foi gravar um álbum ou apenas algumas apresentações comemorativas? 

Danny McCormack: Não tínhamos tanta certeza de que eu viveria por muito tempo. (risadas) Eu não morri e não explodi ou explodi ninguém, não perdi outra perna ou qualquer coisa. 

E, você sabe, nós realmente gostamos de compartilhar a vida nisso. 

Nós realmente gostamos da companhia um do outro novamente e fazia sentido gravar e documentar isso, documentar essa formação, sabe?

Renaissance Man é um álbum surpreendentemente bom. Todo mundo ficou surpreso com isso. O que você acha que o fez tão especial? Porque soa como um álbum especial. Você entende o que quero dizer?

Ginger: Apenas soa como um álbum do Wildhearts para mim.

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Danny: Nós não ensaiamos demais. Nós não entramos na sala e treinamos por horas, dias e dias, semanas e semanas, porque aprendemos…

Ginger: Você não… (Risadas)

Danny: Não, sim … você poderia, veja bem, fizemos poucos ensaios, mas nada que se compare ​​ao que faziamos tempos atrás. Foi quase como espontâneo.

Ginger: Queríamos fazer um álbum barulhento.

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Danny: Sim, espontâneo.

Ginger: Queríamos fazer um álbum cru e, então, quando fizemos um álbum cru, quando ele saiu, ninguém mais estava por perto fazendo assim, aí ele se destacou. 

Então, foi fácil chamar atenção porque, sabe, nosso álbum soou diferente. É muito, muito, muito cru.

Sim, é um álbum muito cru, podemos ouvir isso. Especialmente quando estamos falando sobre esse álbum, podemos ouvir músicas como Dislocated ou Let’em Go. A música é crua, mas é completamente pop ao mesmo tempo.

Ritch Battersby: Sim! Acho que uma das coisas que mais me empolgou em gravar o álbum é o fato de cada música ter seu próprio personagem, sabe? Não haviam duas músicas iguais. Isso tornou realmente agradável gravar e pensar no que cada música precisava.

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Backyard Babies e Wildhearts estão juntos em uma série de shows. Como está sendo essa experiência? Você já fizeram algo assim antes?

Danny: Não. Nós somos amigos dos Backyard Babies há 25 anos, mas nunca tocamos juntos, sabe?

Ginger: Eu não sei. Hoje em dia acho que os promotores estão mais interessados ​​em ter duas bandas conhecidas. Antigamente quando estávamos em turnê, costumávamos ser a banda mais conhecida e então chamávamos duas bandas que estavam começando para abrir.

Atualmente acho que os promotores se sentem mais à vontade se escalarem três bandas com uma base de fãs. Eles querem vender ingressos.

Existe plano para outro álbum ou disco ao vivo?

Ginger: Somente se pudermos promover esse na América do Sul, caso contrário não gravaremos mais nada! (risos) Não vamos. Vamos desistir se não formos para a América do Sul. 

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É claro que sempre há outro álbum, sabe? E se estivermos vivos e respirando, haverá outro álbum. Está tudo funcionando tão bem até agora.

É bom ver por fotos e vídeos vocês se dando tão bem.

Ginger: Obrigado, isso é bom.

A vibração é boa. E podemos ver isso nos shows. Vocês parecem estar muito felizes!

Rich: Nós somos realmente, realmente, bons atores! (Risadas)

A última pergunta é sobre o Brasil, a América do Sul. Existe possibilidade de shows?

Danny: Nossa manager comentou algo. Comenta-se em ir lá algum dia, mas não tenho certeza de quando…

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Ginger: É… temos que fazer.

Rich: Ainda não temos as datas direito, mas queremos muito e nosso gerente está tentando, por assim dizer, tentando conseguir o promotor certo e os shows certos para nós. E adoraríamos, porque nunca estivemos lá. Você já esteve lá?

Ginger: Não.

Rich: Você já esteve lá?

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Danny: Não.

Rich: Nós nunca fomos. (Risadas)

Ginger: As mulheres mais bonitas do mundo.

Danny: Você acha que as pessoas viriam?

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Provavelmente, mas você não vai gostar da cerveja lá…

Ginger: Estaremos felizes bebendo qualquer coisa: uísque, vinho, qualquer coisa! Eu só tenho que chegar lá. Tenho que chegar lá! Vejo vocês em São Paulo!

  • Texto e entrevista por Matheus Krempel e Roberto Gasparro

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