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Foto: Georgia Bravo

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The Hellacopters faz show incrível para os fãs em São Paulo

Uma tarde que será lembrado por muito tempo como o dia em que o amor a música falou mais alto do que o medo.

Em síntese, as atividades iniciaram cedo, por volta de 17h30 quando o Urutu subiu ao palco com o seu punk rock gritado com influências de hard rock setentista. Destaques para a faixa Sob o sol e o excelente guitarrista Felipe Nizuma que sobrou na sua performance.

Depois vieram os Corazones Muertos com o seu punk rock n’ roll certeiro. A banda entregou bastante energia e soube usar muito bem o seu tempo no palco destilando desde autorais como Don’t’ Kill Rock n’ Roll a covers espertas como Bonzo goes to Bitburg e uma da cultuada banda finlandesa Smack.

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The Hellacopters

Ademais, o Carioca já estava em ponto de ebulição quando finalmente os Hellacopters invadiram o palco e mandaram logo de cara a clássica Hopeless Case of a Kid in Denial.

Era nítida a expressão de espanto e alegria dos membros da banda que estavam arrepiados com a reação do público. Nick Royale soou perfeito em todos os momentos, seja na performance vocal quanto nos seus solos, divididos com seu parceiro Dregen, que aliás é um show a parte.

Esbanjando carisma, ele comandou o espetáculo como um maestro, respeitando sempre o espaço de frontman do Nick. Me arrisco a dizer que Dregen é o maior Guitar Hero da atualidade.

O repertório foi recheado com todos os hits da banda, além de músicas de todos os álbuns lançados.

Da clássica Carry me Home a The Devil stole the beat from the lord passando por Toys and Flavors, Soulseller e By The Grace of God, 90% do repertório foi entoado por todos os presentes o que várias vezes deu um tom apoteótico as performances. Destaque também para No song Unheard e a sequencia final com I’m in the band e (Gotta get some action) Now!.

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A banda fez seguramente o último grande show de rock que iremos presenciar por um bom tempo em São Paulo. Era nítido o sentimento compartilhado entre todos os presentes. Algo como “vamos viver o momento” como se esses fossem os últimos.

Definitivamente o rock n’ roll nunca foi tão rock quanto nessa noite do dia 14 de Março. A banda certa, na hora certa e no lugar certo. Que essa crise pandêmica passe logo para que possamos voltar a ter novas noites como essa.

O Rock nunca esteve tão vivo.

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