Blink-182 relança Take Off Your Pants and Jacket com faixas inéditas no streaming

O Blink-182 lançou a edição de 25 anos de Take Off Your Pants and Jacket, o álbum que mudou a história do punk rock ao ser o primeiro do gênero a estrear no topo da Billboard 200. Além das 13 faixas clássicas que definiram hits como The Rock Show, Stay Together for the Kids e First Date, esta edição comemorativa traz um presente especial para os fãs mais dedicados: seis músicas que nunca tinham chegado ao streaming. Fim do mistério das edições raras Quando o disco foi lançado, em 12 de junho de 2001, a capa foi dividida em três versões colecionáveis, cada uma representada por um símbolo: o avião vermelho, a calça amarela e a jaqueta verde. Cada uma dessas edições trazia duas músicas “escondidas” que se tornaram o Santo Graal dos fãs da banda. Agora, pela primeira vez, todas as seis raridades estão reunidas em um único lugar. Impacto de Take Off Your Pants and Jacket O álbum é um divisor de águas não só para o blink-182, mas para o rock moderno. Ele refinou a fórmula que a banda começou a desenhar em Enema of the State, trazendo uma produção mais polida, mas mantendo a atitude adolescente, o senso de humor escrachado e a energia inesgotável. Vinte e cinco anos depois, a relevância do disco continua intacta.
Maskavo celebra 25 anos do álbum “Já” com show no Sesc Itaquera

Poucas bandas conseguem manter a relevância e o carinho do público por tanto tempo quanto o Maskavo. Em 2026, o grupo brasiliense radicado em São Paulo vive uma fase iluminada: enquanto percorrem o mundo celebrando os 25 anos do álbum Já (2000), eles se preparam para um show especial no projeto Reggae no Gramado, no Sesc Itaquera, e anunciam o lançamento de um novo single para o dia 1º de maio. O álbum Já foi o divisor de águas que projetou o Maskavo nacionalmente, unindo o reggae roots a melodias pop que grudaram no imaginário brasileiro. Faixas como Um Anjo do Céu e Quero Ver não são apenas hits, são parte da trilha sonora de toda uma geração. Show no Sesc Itaquera: Reggae no Gramado No próximo domingo (26), às 15h30, o Maskavo sobe ao palco do Sesc Itaquera para uma apresentação gratuita. O evento faz parte do tradicional projeto Reggae no Gramado, e a expectativa é de um repertório emocional que atravesse todas as fases da banda, servindo como um ponto de encontro entre os fãs das antigas e o novo público que descobriu o grupo recentemente. Novo single: “Freio de Mão” Mantendo a engrenagem criativa girando, o Maskavo lança em 1º de maio a faixa Freio de Mão. Trata-se de uma releitura de uma das primeiras composições da banda, agora com uma roupagem new roots moderna, produzida por Alexandre Campos (Estúdio Sonido). “Essa música faz parte das primeiras composições do Maskavo e foi muito importante no nosso aprendizado. A música tem o poder de ser uma fotografia na memória”, conta o guitarrista Prata. O single virá acompanhado de um videoclipe gravado em Cotia (SP), trazendo um Fusca laranja metálico como símbolo de liberdade e movimento. Olhando para o futuro Mesmo celebrando o passado, o vocalista Marceleza adianta que o público pode esperar muitas novidades. A banda já está em processo de criação de músicas inéditas e estuda a gravação de um novo projeto audiovisual para registrar essa fase de 25 anos de estrada. Serviço: Maskavo no Sesc Itaquera
Entrevista | Cachorro Grande – “É bacana perceber que esse amor antigo ainda sobrevive”

No ano em que completa 25 anos de fundação, a formação clássica do Cachorro Grande volta a se reunir para uma série de comemorações. A banda, que encerrou oficialmente suas atividades em 2019, está de volta aos palcos com uma turnê especial que passa por diversas capitais brasileiras. Em São Paulo, o quarteto se apresenta nesta sexta-feira (8), no Carioca Club, a partir das 20h. Ainda há ingressos à venda. O guitarrista Marcelo Gross, um dos fundadores e figura central na história do Cachorro Grande, conversou com o Blog n’ Roll sobre o retorno da banda, a química que se mantém intacta após tantos anos e a forma como essa reunião reacendeu não só a relação entre os integrantes, mas também a conexão com o público. Na entrevista, Gross comentou a possibilidade de novas músicas do Cachorro Grande, analisou o atual cenário do rock no Brasil e no mundo e relembrou histórias de bastidores que vão desde improvisos de palco até o dia em que abriram para os Rolling Stones no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Confira a íntegra da entrevista abaixo. Quando a banda entrou em hiato em 2019, vocês imaginavam que a reunião aconteceria tão cedo? A gente não imaginava que fosse ser tão cedo. Quando a gente anunciou o hiato, baixamos a cabeça e começamos a trabalhar nos nossos projetos individuais, mas veio a pandemia, que exacerbou um pouco a vontade da gente estar no palco de novo, de estar junto, tocar para a galera. Logo depois da pandemia, a gente fez um show de reunião para matar a saudade, depois daqueles dois, três anos de isolamento social. Depois que a gente fez esse show, que foi tão bacana, resolvemos fazer um evento anual de reunião da banda, que aconteceu em 2024 e 2025. A gente decidiu fazer essa turnê por conta que os shows estavam muito bons, tinha uma demanda muito grande de público para assistir a gente, então acho que foi a hora certa para se reunir, comemorar os 25 anos e quem sabe ainda o que vem pela frente, né? Acredito que a gente está no momento em que o rock está voltando, a galera está cansada dessa coisa pré-fabricada e também isso parece ser uma coisa que está rolando no mundo inteiro: essa demanda pelo bom e velho rock and roll desgraçado. Há chances de o Cachorro Grande lançar músicas ou um álbum novo, mesmo com todos focados nos projetos solo? Estamos bastante envolvidos com os nossos projetos solos, e a gente foi vendo até onde a gente podia ir com esse lance da Cachorro Grande. Os shows anuais sempre foram muito legais, tudo ocorreu de uma maneira muito tranquila e agradável. As feridas da banda se cicatrizaram. Durante esse um ano que a gente está fazendo a turnê de 25 anos, fomos mandando músicas novas e tem um material que poderia ser gravado, então existe essa possibilidade. Como a gente está se dando bem, a turnê está indo bem, é provável que no futuro lance alguma coisa, dê uma pausa nas carreiras solo para lançar algo novo. O que mudou na relação entre vocês desde a separação até agora? O problema de quando a gente acabou é que passamos muito tempo juntos, então precisava respirar um do outro, fazer novos projetos, outras coisas, para dar uma arejada na cabeça. Agora está sendo muito bacana, acho que a nossa relação está melhor do que nunca. Os shows têm sido musicalmente muito bons, isso é importante. E é isso, a gente também tem o carinho do público, a galera mais velha que tem essa memória afetiva com a gente, que está levando os filhos, tem uma geração mais nova que não tinha assistido a banda. Tudo isso sensibiliza a gente e faz com que façamos tudo com muito carinho e valorize a presença um do outro. Apesar de termos vivido tanto tempo com muita intensidade juntos, o pessoal está na casa dos 50 anos, a gente já não sabe mais até quando vamos estar por aí, então é bacana perceber que esse amor antigo ainda sobrevive. Na sua opinião, o que torna a formação clássica do Cachorro Grande tão especial para o público? Acho que é uma coisa que a gente mesmo sentiu nos primeiros ensaios lá em 1999, quando reuniu eu, o (Gabriel) Boizinho e o Beto (Bruno). O Boizinho batendo forte na bateria, eu tocando os four chords na guitarra, o Beto com aquela característica da voz dele, depois se juntou o Pedro nos teclados. Como disse antes, não tem como não reconhecer que a química causa na gente e nas pessoas uma fagulha, uma energia que é especial. É a música que a gente faz junto, a característica pessoal de cada um, que cada um tem quando vai tocar, provoca uma mistura que é a Cachorro Grande. Como foi pensado o repertório do show de 25 anos do Cachorro Grande em São Paulo? Como é uma comemoração de 25 anos da banda, ele quase se faz sozinho. Brinco com os guris, o set se faz sozinho porque são quase dez discos, vários hits, clipes que ficaram na memória das pessoas na época da MTV, então se tu botar só as músicas que não poderiam faltar no show, já dá o show. A gente sempre brincou com improvisos no meio do show, a banda se solta ali em vários momentos. Cada show será um show único. O público pode esperar todos os grandes sucessos nesse show? Sim. Não vai faltar nenhuma das favoritas. Os lados B a gente deixa mais para o futuro. Claro que tem uma ou outra coisa, mas é um show essencialmente de hits. Como foi assistir novamente ao documentário A Última Banda de Rock após o retorno da banda? Assisti quando saiu, há um ano, e só fui assistir novamente agora, quando rolou no festival In-Edit, aqui em São Paulo. A gente reuniu a banda para assistir. Lembro a primeira vez que assisti e fiquei meio tenso:
Cachorro Grande celebra 25 anos com show histórico da formação clássica em São Paulo

A lendária banda gaúcha Cachorro Grande encerra a turnê de aniversário de 25 anos com um show especial nesta sexta-feira (8/8), no Carioca Club, em São Paulo. A apresentação reúne novamente a formação clássica com Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (teclado), encerrando a passagem pelo estado paulista em grande estilo. O show marca a celebração de uma trajetória que começou em 2000, quando a banda porto-alegrense começou a construir seu legado com disco homônimo e hits que conectaram rock garage com referências setentistas e atmosferas psicodélicas. Nesses 25 anos, Cachorro Grande consolidou clássicos como Lunático, Sexperienced, De Baixo do Meu Chapéu e Dia Perfeito, além de uma presença consistente em circuitos nacionais independentes e festivais como Planeta Atlântida. Com abertura da banda Hurricanes, influenciada diretamente pela sonoridade da Cachorro Grande, os ingressos para o show estão disponíveis no Clube do Ingresso. Se você mora em São Paulo e ainda não viu essa formação ao vivo, essa é a última chance em 2025 para sentir na pele o vigor e a autenticidade que definiram a banda por mais de duas décadas. ServiçoData: Sexta-feira, 8 de agosto de 2025Local: Carioca Club – R. Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SPAbertura da casa: 22hAtrações: Hurricanes (abertura) + Cachorro GrandeIngressos: A partir de R$90Vendas online: clubedoingresso.com
Capital Inicial anuncia tour comemorativa de 25 anos do Acústico MTV; veja datas e locais
Autoramas anuncia nova formação e celebra 25 anos com show no Sesc Belenzinho

A banda Autoramas está pronta para incendiar o palco do Sesc Belenzinho no próximo sábado (27), marcando seu 25º ano de trajetória musical. Os ingressos já estão à venda no site e bilheterias do Sesc SP. Com a formação renovada, a banda apresenta o membro original Gabriel Thomaz na guitarra e vocal, Jairo Fajer no baixo, além dos novos integrantes Igor Sciallis na bateria e Luma Lummee nos teclados, percussão e vocais. O show trará uma combinação de músicas inéditas e algumas pérolas nunca antes executadas ao vivo. E marca o lançamento da segunda música do EP ao vivo que foi preparado para apresentar a nova fase da banda, Autodestruição. No próximo dia 2 sai todo EP, pela Ditto Music Brasil. Serviço – Autoramas no Sesc Belenzinho – Comedoria Data: 27/01/2024 (sábado) Horário: 20h30 Local: Comedoria – Sesc Belenzinho Endereço: R. Padre Adelino, 1000 – Belenzinho – São Paulo Ingressos: R$ 15,00 (credencial plena) R$ 25,00 (meia entrada) R$ 50,00 (inteira) *Venda presencial a partir do dia 17/01, às 17h. Limite de 2 ingressos por pessoa.
Autoramas festeja 25 anos com show especial em São Paulo

Com muita história e música nas últimas duas décadas e meia, a banda Autoramas se prepara para comemorar os 25 anos de estrada com show especial no dia 24 de março, na Associação Cultural Cecília, em São Paulo. Fundada e liderada pelo guitarrista, vocalista e compositor Gabriel Thomaz, Autoramas é pedra fundamental da cultura rock brasileira, tendo atravessado os anos se mantendo relevante e desafiando as diversas mudanças do mercado musical. A banda, hoje integrada por Érika Martins (vocais, guitarra, teclado e pandeirola) e Jairo Fajer (baixo), pode ser considerada uma das mais longevas e interessantes em termos de criatividade musical, sendo uma referência para inúmeros grupos de garagem que surgiram no país a partir dos anos 1990. Com discografia extensa, várias turnês e lançamentos internacionais, Autoramas soube explorar, ao longo dos anos, as novidades da música mundial sem perder a tradição inerente ao rock, como as guitarras altas, refrões marcantes, letras fáceis e, certamente, um dos shows mais divertidos e explosivos do país. O trio Gabriel, Érika e Jairo, ao lado do baterista Igor Sciallis, prepara, para o show de 25 anos, setlist abrangente, com músicas de todas as fases de carreira, mantendo como fio condutor aqueles ingredientes especiais que fizeram o Autoramas se manter e avançar durante os anos: carisma no palco, performance técnica exemplar e hits que marcaram a história recente do rock popular brasileiro. Serviço – Autoramas 25 anos – A Festa! Show, discotecagens e drinks Sexta-feira, 24 de março de 2023 Associação Cultural Cecília | Rua Vitorino Carmilo, 449 – Santa Cecília – São Paulo (SP) Ingressos: R$ 35,00 (antecipado) | R$ 50,00 (na porta) Vendas antecipadas pelo e-mail: ingressosautoramas@gmail.com A partir das 19h
Planta & Raiz anuncia acústico de 25 anos em São Paulo

Conquistar a marca histórica de 25 anos de estrada é uma honra pra um dos maiores grupos de reggae do Brasil. Aliás, o Planta & Raiz poderá finalmente colocar em prática os planos pra uma celebração à altura de tal feito e prepara um show acústico especial que será captado em São Paulo, na Audio, dia 22 de julho. A expectativa para o evento é grande, amplamente esperado pelos fãs e pelos integrantes da banda que vibram na expectativa nostálgica de reviver grandes sucessos do Planta & Raiz numa releitura em formato acústico. Essa será a primeira vez que a banda se apresentará num projeto desse formato, nesse porte, com intuito não somente de reviver as emoções dos 25 anos de carreira, como também na intenção de alimentar a discografia digital com conteúdos de catálogo numa melhor qualidade de áudio. Com a captação prevista para 22 de julho, na Audio, em São Paulo, o lançamento das 20 músicas (tanto sucessos como inéditas) é esperado para o mês subsequente, tanto no canal do Youtube como nas principais plataformas de música do país. No tom de “mistério”, o grupo ainda se anima ao revelar que o show contará com algumas participações especiais, nomes que fizeram parte da história do Planta & Raiz e seguem lado a lado da banda até hoje. O projeto Acústico é um momento especial na carreira do Planta, não somente em celebração aos 25 anos de carreira, mas em agradecimento aos fãs que mantêm vivo o espírito do reggae e dão fôlego e vida ao grupo pra mais muitos anos de estrada. A banda está preparada para se apresentar com essa nova roupagem, única da sua discografia, especial na sua carreira, ainda mais intimista com seus fãs e com a mesma vitalidade que marca a trajetória do grupo nesses mais de 25 anos tocando juntos.
Dance of Days celebra 25 anos em show com Dominatrix em SP

O Dance of Days é a resistência personificada do punk hardcore nacional, materializada em 25 anos de uma intensa história, repleta de vitórias, dramas, tensões e transformações. Da segunda metade da década de 1990 até os dias de hoje, a vocalista Nenê Altro compartilha emoções e lições de vida de peito aberto, olhos nos olhos e em diálogo constante com o íntimo de seu fiel público. É um pouco disso tudo que a banda entregará no show especial do dia 23 de julho em São Paulo, no Fabrique Club. A realização é da Agência Sobcontrole. Para celebrar os 25 anos e a continuidade dessa história sem fim, o Dance of Days terá como banda convidada principal neste evento a Dominatrix, ícone do hardcore feminista e parceira de estrada desde os primeiros dias de banda. E, representando a nova safra do punk e rock alternativo de São Paulo, somam na abertura as bandas Putz, Metade de Mim e Ganggorra. Além disso, este será o primeiro show do Dance of Days após Nenê passar por transformação de gênero e se reconhecer como mulher. “Decidi me aceitar e começar uma nova fase, passar por questões de entendimento, revisão de hábitos, enfim, uma reciclagem completa”, ela comenta sobre o momento de sua vida. A banda nasceu em 1996, surgida das cinzas do seminal Personal Choice. Mas foi em 1997, ainda como um projeto de Nenê com pessoas de outras bandas, que o Dance of Days gravou o primeiro EP, ainda cantado em inglês, e dali foram muitos discos, shows e histórias. Para este show, o repertório será focado nos quatro primeiros discos: A História não tem Fim, Coração de Tróia, A Valsa de Águas Vivas e Lírios Aos Anjos. “Mas haverá sucessos de todos os outros álbuns. Serão quase 30 músicas”, comenta Nenê.