Nick Cave & The Bad Seeds retorna com o álbum “Wild God”

Nick Cave & The Bad Seeds estão de volta! Chegou nesta sexta-feira (30) o álbum Wild God nas plataformas de streaming, em CD, e em vinil. “Espero que o álbum tenha o mesmo efeito nos ouvintes que teve em mim. Ele explode nos alto-falantes e me envolve completamente. É um disco complicado, mas também profundamente eufórico”, comenta Nick Cave. Ao longo das dez faixas de Wild God, a banda alterna entre a convenção e a experimentação, tomando desvios e caminhos inesperados que intensificam as imagens ricas e a emoção nas narrativas de Cave, que tocam a alma. É o som de um grupo revigorado pela reconexão, tomando voo. Existem momentos que remetem ao passado dos Bad Seeds, mas são breves, servindo apenas para impregnar o movimento incessante e inquieto da banda em direção ao futuro. Produzido por Cave e Warren Ellis, e mixado por David Fridmann, Cave começou a escrever o álbum no primeiro dia do ano de 2023. Com sessões realizadas no estúdio Miraval em Provence e no Soundtree em Londres, os Bad Seeds adicionaram sua alquimia única, com performances adicionais de Colin Greenwood (baixo) e Luis Almau (violão de cordas de náilon, violão acústico). “Wild God…não há enrolação nesse disco. Quando ele te atinge, realmente te atinge. Ele te eleva. Ele te move. Eu amo isso nele”, diz Nick Cave. A banda compartilhou três faixas antes do lançamento: Wild God, Frogs e Long Dark Night. E, em comemoração ao lançamento de Wild God, a Rough Trade e o Kings Place em Londres organizaram uma sessão exclusiva de perguntas e respostas com Cave na véspera do lançamento. Os participantes tiveram a oportunidade de ouvir o álbum na íntegra e participar de uma sessão de perguntas com o próprio Cave. Wild God está disponível globalmente em streaming, CD, e vinil padrão e em edição limitada, pelo selo Bad Seed em parceria com a Play It Again Sam.
Natália Lebeis lança o álbum de estreia, Choque Eletrostático; ouça!

Com reflexões existencialistas sobre vida, morte, amor e desejo, a partir de uma visão singular cheia de acidez e ironia, Natália Lebeis mergulha agora na música autoral. Seu disco de estreia, Choque Eletrostático, chegou às plataformas de streaming pelo selo Toca Discos. Choque Eletrostático é um disco de rock, pop e synths cheio de colagens sonoras, textura e poesia. “Queria explorar esse universo plástico e performático. Venho do teatro, a minha relação com a música antes de tudo é empírica, então, acabo sempre recorrendo também às minhas outras bagagens”. Para levar esse ambiente para o palco, Natália Lebeis se juntou a musicistas de peso da cena independente: Desirée Marantes (synth e guitarra), Rai Sinara (beats, efeitos e synth) e Bianca Predieri (bateria). “Tô muito animada pra ver o disco no palco a partir do que vamos criar juntas”, revela a artista. Choque Eletrostático é, acima de tudo, um trabalho livre de convenções, sem fórmulas palatáveis. “Apesar de ser um disco super pop, ele tem uma certa estranheza e era isso que eu queria explorar”, ela afirma. O álbum foi produzido pelo Jonas Sá e Thiago Nassif, que também tocam diversos instrumentos, e recebeu participações importantes como Pedro Sá (ex guitarrista da banda Cê, de Caetano Veloso), Bianca Predieri (baterista da Jadsa), Thomas Harres (baterista da Céu e Bala Desejo), Pedro Dantas (baixista de Jards Macalé), Claudio Brito (percussionista da Martnália) e Bellacomsom (artista sonora, experimental e inventora de instrumentos). Choque Eletrostático tem sete músicas que passeiam por synthpop, new wave, pós-punk, miami bass e MPB. Tudo com muito efeito e barulhinho eletrônico.
Inocentes lança álbum acústico “Antes do Fim”; ouça!

O Inocentes lançou nesta quinta-feira (29), o álbum Antes do Fim, que conta com 12 faixas acústicas produzidas por Henrique Khoury. O vocalista Clemente Nascimento revela que o disco é o registro de um momento: período pandêmico que os forçou a ficar em casa, repensar a vida e os projetos. “Tivemos que nos virar, e uma das maneiras, foi encarar interpretar as músicas da banda no formato acústico. Eu fazia isso sozinho de casa, o Anselmo curtia muito e nos convenceu a tocarmos essas versões juntos, foi importante para nós registrarmos esse período importante de nossas vidas”. Para a divulgação de Antes do Fim, o Inocentes escolheu a faixa Escombros, canção lançada originalmente no álbum Ruas de 1996 e regravada no EP Cidade Solidão, de 2019, já que a banda não havia ficado satisfeita com a primeira gravação. Escombros, que já foi gravada também pela banda alemã Rasta Knast, ganhou além de uma releitura acústica, um videoclipe com a animação de Leandro Franco. Assinado pelo selo Red Star Recordings, o disco será lançado em LP, com vinil transparente e capa dupla. “O vinil é o formato que interessa”, afirma Clemente. “Pelo que ele representa, capa, fotos grandes e qualidade sonora. Essa formação do Inocentes faz 30 anos em 2025, ela nasceu na era do CD, precisava ser registrada em vinil e isso acontece agora em grande estilo”. Formado por Clemente Nascimento, Ronaldo Passos, Anselmo Monstro e Nonô, o Inocentes já fez alguns shows no formato acústico, e o vocalista conta que o resultado do projeto agradou os fãs da banda. “O público se surpreende com os arranjos e os rumos que músicas já conhecidas tomam, sem perder a visceralidade que é o DNA da banda. É um registro essencial, antes do fim, sem trocadilhos (rs). Antes do Fim trata da serenidade de encarar o fim que se aproxima, com música, poesia e atitude. Uma geração está se despedindo, um momento histórico chegando ao fim, com muita honestidade e sinceridade”. E para quem está curioso com o show acústico da banda, e não quer ser pego de surpresa, Clemente faz um alerta: “Os dois formatos de shows coexistem, acústico e elétrico, então é bom prestar atenção na divulgação dos shows”.
Quarto álbum de estúdio do Raça, 27 chega ao streaming

Com mais de dez anos de estrada, a Raça lança seu quarto álbum intitulado 27 pela Balaclava Records. O trabalho foi produzido pelos integrantes ao lado de Roberto Kramer. O conceito do disco foi elaborado em conjunto com o artista plástico e tatuador Lucas Peixe, cuja pesquisa acadêmica sobre pipas e tatuagens ajudou a nortear as canções e que também assina a capa do disco. O disco, com 14 faixas, evidencia as novas pesquisas sonoras dos integrantes, dentre elas Brasil anos 70, Jorge Ben, João Gilberto, Rita Lee, João Donato e Ana Mazzotti. “Música e banda sempre foram unha e carne para mim, imagem e som. Durante a pandemia, me distanciei do rolê de banda. Não fiquei pensando em fazer live, escrever disco nem nada. Comecei a escutar bastante voz e violão, canções que emocionam, são atemporais, podem ter várias roupagens diferentes, interpretações. Pela primeira vez me apaixonei por música e não pelo rolê”, comenta Popoto Martins, um dos vocalistas e letrista da banda. O disco, com menos preocupação estética, acaba por criar um universo próprio através de timbres desprendidos de um gênero específico, com a missão única de exaltar as canções e mensagens do álbum. Além da imersão musical do grupo, o disco traz participações e colaborações nacionais de Gab Ferreira, Dada Joãozinho, Marina Nemesio e Maurício Takara. O argentino Gal Go, saxofonista também conhecido por ser integrante da banda King Krule, assina o feat na faixa Eu Penso, que também conta com vocais da produtora SHEIVA. Formada em 2012 a banda nasceu para ser um contraponto em seu meio. No início rodeada de bandas de hardcore, a Raça sugeria um som carregado, lento e sentimental, o que permitiu um diálogo com outros gêneros e casas de show. Essa troca moldou o som da banda com o passar dos anos. Muitos trabalhos gravados de maneira caseira e dois álbuns de estúdio, Saboroso (2016) e Saúde (2019), ambos produzidos por Guilherme Chiappetta, que também participou da primeira gravação da banda em 2012. O produtor é considerado essencial para formação musical da banda. Formada atualmente por Popoto Martins, Novato, Thiago Barros, João Viegas e Santiago Obejero Paz, todos amigos do colégio.
Bad Bebop lança o terceiro disco da carreira, Last Call to Mars

A banda paranaense de heavy metal Bad Bebop traz dinâmica, peso e dez canções criativas em Last Call to Mars, o terceiro álbum da carreira que chega ao streaming e em formato físico via Lambrequim Cultural, com parceria da Brado Records e Barbatana Produções (Brasil), além da Orleone Records (Brasil/ Europa). Buscando novos horizontes e com uma formação consolidada em quarteto – Zé Trindade (voz), Roger Larsen (baixo e voz), Henrique Bertol (guitarra e voz) e Celso Costa (bateria) -, Last Call to Mars reforça o compromisso da banda em experimentar sonoridades e mostrar ainda mais maturidade em relação ao bem avaliado segundo disco, Starting Riots (2020). Last Call to Mars é um registro coeso e com composições robustas, com riffs ora diretos, ora complexos, canções com passagens rápidas e também cadenciadas, sempre acompanhadas de um vocal melódico, forte e seguro. A estética da capa de Last Call to Mars, com as cores vermelho e preto em destaque, dialoga diretamente com o nome do álbum e com as letras de temas existencialistas, evolução pessoal e com referências à complexidade da natureza humana. Capa e conceito das letras flertam com a ideia por trás do dito popular ‘quanto mais longe vamos e mais nos sentimos isolados, mais próximos da nossa essência nós ficamos.’ Desta forma, a ‘última chamada para Marte’ (Last Call to Mars) carrega a ideia de ir para bem longe em busca do auto controle, de redenção. A campanha para adquiri-lo, com opção de ter o registro com preços exclusivos e combinado a outros materiais, fica no ar até 10 de setembro. Junto ao CD de Last Call to Mars, a Lambrequim Cultural disponibiliza pré-venda de outros produtos, como livro de contos Casamento em Dia de Finados, da escritora Jessica Allana, além de fita K7 artesanal dos pontagrossenses da OrangoThunder. Os apoiadores da campanha podem escolher qualquer um dos itens mencionados, como também as opções de combos da campanha, que incluem outros itens já lançados pelo selo com diversos descontos. A Bad Bebop é uma banda de metal formada em Curitiba em 2015 por Henrique Bertol (Guitarra) e Celso Costa (Bateria), ambos membros remanescentes do Necropsya, junto de Juliano Ribeiro (Baixo e Vocal), guitarrista da banda Semblant. A primeira formação lançou dois discos: Prime Time Murder (2017) e Starting Riots (2020) e fez shows pela Argentina e pelo sul do Brasil. Atualmente com Zé Trindade no vocal e Roger Larsen no baixo a banda é conhecida por performances pesadas e enérgicas.
Prestes a embarcar para sua maior turnê, Sabrina Carpenter lança álbum Short n’ Sweet

Sabrina Carpenter lançou o álbum Short n’ Sweet. O trabalho, que destaca suas impressionantes habilidades vocais e composição afiada, representa o auge de um ano histórico para a estrela. Sabrina Carpenter escreveu o álbum em colaboração com Amy Allen, Julia Michaels e Steph Jones, junto com John Ryan, Julian Bunetta e Jack Antonoff, que também produziu o disco. Short n’ Sweet é o trabalho mais pessoal de Sabrina até agora, contendo 12 faixas que são inegavelmente relacionáveis e honestas, criando uma obra de arte única e diversificada, mas notavelmente coesa. No próximo mês, Sabrina iniciará a etapa norte-americana de sua turnê Short n’ Sweet, que começa em 23 de setembro, em Columbus, Ohio, nos Estados Unidos. A turnê de 33 datas em arenas, que esgotou os ingressos um pouco tempo após o início das vendas no início deste verão, passou por cidades dos EUA e Canadá, incluindo Nova Iorque, Los Angeles, Nashville, Toronto, Austin e mais. Amaarae, Griff e Declan McKenna acompanharão Sabrina nesta turnê.
Sofi Tukker lança o terceiro álbum de estúdio, Bread; ouça!

Sofi Tukker, dupla composta por Sophie Hawley-Weld e Tucker Halpern, lançou seu terceiro álbum de estúdio. Bread é o trabalho mais ousado, inovador e contagiante da banda até hoje. Além de ser um símbolo de abundância, energia, sensualidade e comunidade, Bread é um acrônimo para “Be Really Energetic And Dance”. É um convite para uma experiência compartilhada de “partir o pão” por meio da conexão musical. Uma cúpula sonora de prazeres dançantes, Bread mistura house, funk brasileiro, drum and bass, bossa nova, pop, poesia portuguesa e, principalmente, diversão. Entre os convidados especiais do álbum estão Kah-Lo, MC Bola e Channel Tres. “O mundo de Bread é vívido – uma celebração da vida e da sensualidade com o objetivo de dar energia ao ouvinte, assim como os carboidratos. O pão também é algo que as pessoas em todo o mundo usam para se conectar, reunir e compartilhar. Somos lembrados de que é incrível perder suas inibições, sentir-se energizado e dançar. A linha criativa de Bread explora a união, a magia da essência brasileira, na qual a música é inspirada, bem como um surrealismo lúdico que diz: viva a vida ao máximo, coma todo o pão e seja energético e dance”, comentou a dupla Sofi Tukker em comunicado para a imprensa.
Fantástico Caramelo lança seu segundo disco, Nas Colinas Astrais; ouça!

Ao longo deste ano, os catarinenses da Fantástico Caramelo apresentaram os singles que dão corpo ao álbum Nas Colinas Astrais, o segundo de sua discografia, que lançam agora. O trabalho explora o lado mais místico do grupo, com letras que fazem referência a temas como a astrologia, enquanto criam cenários surreais compostos por naves espaciais e pirâmides amazônicas. A sonoridade, por sua vez, conduz a viagem do disco por meio de elementos do rock alternativo, do indie pop e da psicodelia – com a presença de muitos synths e riffs de guitarra. Percorrendo oito faixas, o grupo de Rio do Sul (SC) constrói um álbum que traz, ao mesmo tempo, toques de nostalgia e de atualidade. O disco do Fantástico Caramelo começa com o último single a ser lançado, Formigas Australianas, que chegou às plataformas no início de agosto. “A abertura do álbum com essa faixa é uma declaração ousada, estabelecendo desde o início que esse não é um disco comum. Essa música evoca uma mistura de influências, tanto culturais, quanto emocionais. A imagem das formigas australianas carregando migalhas, como se fossem nossas lembranças, é como uma metáfora sobre as escolhas do passado e seu impacto no presente”, conta Nayara Lamego, vocalista e compositora da banda. As oito faixas do álbum são frutos da parceria da artista com Henrique Marquez, guitarrista e compositor. A direção musical do disco é de Gabriel Alves (guitarra e synths) e a cozinha conta com Diego Pereira (baixo) e Marcelo Sutil (bateria). A identidade visual do álbum, assinada por Grazzus Cunha, propõe uma viagem visual inspirada pelos anos 80, década marcada pela disco music e melodias espaciais. Além disso, as ilustrações que compõem as capas dos singles – e do disco – criam uma extensão visual das composições. Na capa do álbum, as figuras que formam a união de dois elementos simbolizam a essência do processo criativo da banda. “Essa junção não é aleatória. É uma manifestação da dualidade inerente à arte e à vida. Representa a fusão do passado nostálgico e do presente audacioso, refletindo a própria alma das composições. A paleta de cores, por sua vez, evoca a efervescência dos anos 80, com uma aura etérea e futurista”, revela Grazzus Cunha.
Rafael Mike lança primeiro álbum solo, “Viver de amores é bem melhor”

O amor é a fonte de inspiração do álbum de Rafael Mike. Mas é amor em diversos formatos e momentos. É o amor do carinho, do cuidado, da liberdade, mas também das discussões, dos arrependimentos e das reconciliações. É amor da saudade, é amor do sexo e do jogo limpo. É amor preto, cheio de afeto, de reconhecimento e de conexão. O nome do álbum surgiu no último dia de gravação no estúdio, como o sussurro de um anjo. Um anjo chamado Elza. Para além da admiração que ela sempre mereceu, Mike cultivou uma relação de amor e proximidade com Elza após gravarem uma música juntos e descobrirem que o pai biológico dele tocou na banda dela entre os anos 60 e 70. Com ela no coração, no momento de fechamento desse projeto, Mike resgatou um áudio que trocou com ela há alguns anos. No meio do áudio, ela cravou: “viver de amores é bem melhor”. Não havia dúvida que esse era o mote de tudo que ele havia escrito para o álbum. Assim, ela coroou o primeiro álbum de Mike provando mais uma vez que Elza segue entre nós. Para ouvir o áudio completo, comece pela primeira faixa do álbum Viver de Amores (Só fé paz paz). As love songs misturam um pouco de cada influência de Mike: rap, afro, reggae e funk. O álbum reúne dez faixas autorais, além de parcerias inéditas. Rafael canta Boom com Priscila Tossan, cantora carioca de MPB conhecida pela voz macia que já arrancou suspiros no The Voice Brasil. Além dela, tem Saluh que já encantou muita viagem de trem no Rio de Janeiro cantando com seu violão, juntos eles cantam Pra Ter Você. Outro convidado é Dame G, ele assina Camurça Preta com Mike, o jovem de Los Angeles iniciou uma carreira do trap, Rafael ouviu e a afinidade foi imediata. O álbum também apresenta Soany, jovem do Piauí que compõe e canta lindamente, ela participa da faixa Oralb. Para fechar as participações, Super Livre, um projeto musical de Mike, seus amigos Cesão, Will Seabra e seu filho Ramaciote. A faixa que apresenta esse time é Sorte, e é mesmo uma sorte tremenda essa união. É óbvio, que não podia faltar o funk carioca, gênero que faz parte e inspira a carreira de Mike. O funk é o ritmo da faixa Nego Doce. “Esse trabalho reúne músicas que escrevi há muitos anos com canetadas fresquinhas. Todas muito vivas no meu coração. Eu queria muito um disco que fosse sexy, gostoso de ouvir com seu par ou sozinha com suas lembranças. Mas acima de tudo, queria mostrar tudo que me inspira hoje em dia. Os sons, as histórias. Eu sou um artista que bebo de fontes diversas, que me acompanham a vida inteira e esse álbum precisava mostrar isso. Além disso, queria aproveitar para apresentar e levar comigo um bando de artista incrível, que se juntaram a essa jornada. Cada participação foi essencial para que o resultado me fizesse tão feliz”, revela Rafael Mike.