King Gizzard & The Lizard Wizard revela o segundo de três álbuns previstos para outubro

A máquina imparável de produção do King Gizzard & The Lizard Wizard aprontou mais uma vez. Chegou ao streaming o álbum Laminated Denim, o segundo de uma trilogia prevista para ser toda lançada ainda em outubro. O novo trabalho conta com duas faixas, que totalizam 30 minutos, e foi disponibilizado na madrugada do último dia 12, no horário exato em que a banda saiu do palco em sua apresentação no Red Rocks. No último dia 7, o King Gizzard apresentou seu 21º álbum de estúdio, Ice, Death, Planets, Lungs, Mushrooms and Lava.
Planta e Raiz lança primeira parte do Acústico com três inéditas

A banda de reggae Planta e Raiz divulgou a primeira parte do projeto Acústico Planta e Raiz, com sete músicas, sendo três inéditas: Filme de Romance, De Conchinha e Não Deixe Passar. A gravação do Acústico Planta & Raiz movimentou o cenário da música reggae e aconteceu na casa de shows Áudio, em São Paulo, em julho passado. Com a casa lotada, o show contou com convidados especiais que fazem parte da história do grupo: Tales (Maneva), Armandinho, Victor Kley e os filhos do vocalista Zeider: Laura e Ziedro Pires. Ainda em 2022, o público poderá conhecer as partes II e III do Acústico. No mês de novembro, a Parte II chegará liderada por Relógio de Dalí, música inédita que leva Zeider como autor ao lado de outros nomes consagrados do meio: Tato (Falamansa), Ivo Mozart, Rey Vercosa, Eve Mendes e Thiago Lopes. Já a Parte III do Acústico poderá ser aguardada para dezembro e dentre as sete faixas escolhidas, uma atenção especial pra participação do cantor Victor Kley na inédita Ponta de Uma Estrela. Em janeiro de 2023, o DVD completo, incluindo a participação de Armandinho no poutpourri De vc só quero amor/ Pra poucos e do Tales (Maneva) em Eu tive um sonho poderá ser conferido pelos fãs contabilizando um total de 29 músicas, sendo oito canções inéditas, participações especiais e muita vibração positiva.
Helô Tenório reflete ao piano a força dos sentimentos no álbum “Íntimo”

Cantora e compositora, Helô Tenório surge em seu primeiro EP Íntimo exatamente do jeito que o nome sugere. Deixando seu piano em primeiro plano como nunca antes, ela explora as vulnerabilidades que nos conectam como seres humanos. Com um olhar feminino e poético, o registro foi gravado ao vivo e está disponível em todas as plataformas de música. Com sua voz, a carioca Helô Tenório já rodou vários lugares do mundo. Formada em Canto Lírico pela UFRJ, concluiu parte do curso na West Virginia University (EUA), estudando jazz. Também atua como diretora do Brazil and Jazz Vocal Sessions, na Itália. No início da carreira, se apresentou como cantora lírica com maestros renomados no Theatro Municipal do Rio, na Sala Cecília Meireles e na Cidade da Música, e como solista no projeto Música no Museu. É pós-graduada em Pedagogia (UCAM) e cursa o Mestrado na Unirio com o projeto de Improvisação Vocal na Música Brasileira. No presente momento, atua ativamente como cantora e pianista em âmbito nacional. É diretora e idealizadora do Curso Internacional Vocal Connection e se apresenta com diversas formações de banda, sempre buscando novas formas de levar a música brasileira a diversos ouvintes. O público de sua terra natal, o Rio de Janeiro, poderá conferir o novo repertório em duas performances: dia 20 de outubro no J-Club – Casa Julieta de Serpa, no Flamengo; e em 13 de novembro, no Centro de Referência da Música Carioca Artur da Távola, na Tijuca. Os shows trarão o repertório de toda a carreira da artista, desde seus singles com roupagem pop até as novas. Para mais informações sobre ingressos, visite o site.
Mawaca faz viagem global e ancestral pela feminilidade em oitavo álbum

Mawaca, icônico grupo da cena paulistana, está de volta com seu oitavo álbum, Nama Pariret. O trabalho faz uma viagem aos cantos femininos de várias partes do mundo, em um repertório gravado à capella com as seis cantoras do grupo assumindo a percussão. Com lançamento marcado para a próxima sexta (21), o álbum foi antecipado pelo single Los Dos Amantes. “Esta música faz parte do vasto cancioneiro sefaradi, de judeus que migraram para vários países do Mediterrâneo, onde se falava o ladino, idioma judaico-espanhol, formado pela mistura de espanhol e hebraico, com um pouco de árabe, grego, turco, francês e português. A melodia se apresenta em uma escala oriental e a letra é a narrativa de uma mulher que tem dois amantes, el Particuler e el Pantalonero, tendo o primeiro como preferido”, conta a arranjadora Magda Pucci. Ela explorou o movimento oriental da melodia e acrescenta dissonâncias às harmonias criando uma textura potente com as vozes de Angélica Leutwiller, Cris Miguel, Rita Braga, Zuzu Leiva junto ao arranjo de percussão de Valéria Zeidan, que canta também. Este novo álbum dialoga com o início do projeto, há 27 anos, e joga luzes sobre um repertório cantado por grupos minoritários em diversos dialetos como occitane, mongol, ladino, carélia, pugliese, línguas como espanhol, xhosa e búlgaro, além de português. Nama Pariret apresentará dois conceitos que permeiam o trabalho das artistas: nama é a força vital para a etnia Dogon do Mali e pariret é o termo usado pelos Ikolen-Gavião para se referir às coisas belas. “Esse projeto teve como foco a imersão nas vozes de mulheres de diferentes lugares do mundo, buscando explorar as vocalidades desses cantos femininos, que apresentam demandas de todo tipo. O álbum joga luzes sobre um repertório cantado por grupos minoritários em diversos dialetos e línguas. Nos despimos da instrumentação poderosa que sempre nos acompanhou e nos debruçamos sobre pérolas musicais delineando os caminhos percorridos por mulheres em tempos remotos e atuais”, conta Magda, fundadora do projeto que já venceu três Prêmios Profissionais da Música. Esse projeto da Mawaca foi contemplado pelo Edital ProAC Expresso destinado a apoiar a gravação de álbuns musicais inéditos.
S.E.T.I. traz esperança e leveza em seu novo disco “Vivo”

Depois de muita dor, choro e raiva, o projeto de synthpop e dream pop S.E.T.I. consegue enxergar a beleza em meio ao caos e celebrar que simplesmente ainda está por aqui. Vivo, novo álbum do duo, celebra os 10 anos de S.E.T.I misturando tons oníricos e dançantes em um trabalho que chega como um abraço. “Acho que esse momento em que o disco irá nascer é uma época muito significativa para a sociedade, para o mundo. Estamos, ainda timidamente, nos sentindo de volta à vida, florescendo. As composições e o visual refletem isso, à nossa maneira, com uma carga de cor e leveza”, reflete Roberta Artiolli, responsável por voz e synths. Ao seu lado está Bruno Romani na guitarra, baixo e programação, que completa: “Em Êxtase (2015), a gente via o mundo de forma melancólica, menos colorida. Em Supersimetria (2018), os sentimentos dominantes eram de luta e ‘vamos pra cima’. Agora, a ideia é deixar tudo o que há de ruim para trás, seguir vivo e olhar para as cores que nos cercam. Essa abordagem em relação ao mundo está refletida nas letras e também nos arranjos, o que resultou no trabalho mais pop da banda”. Formado em 2012, S.E.T.I. explora samples, reverbs, eletronika e guitarradas, e tirou seu nome da sigla em inglês para Search for Extraterrestrial Intelligence (busca por inteligência extraterrestre), utilizada para projetos e pesquisas sobre a vida fora da Terra. Na discografia, constam os EPs Inviolável Fim (2013) e Êxtase, além do álbum Supersimetria. Em 2016, o S.E.T.I. participou do disco O Pulso Ainda Pulsa, que homenageou e recebeu atenção dos Titãs. Dois anos mais tarde, foi a vez de colaborar com o disco Das Verdades que Eu Sabia, que homenageou e ganhou elogios de Guilherme Arantes. Em 2017, o S.E.T.I. foi escolhido pela marca de roupas Levi’s para participar do projeto Original’s Studio, o que rendeu a gravação do single O Ilusionista e a participação, decidida por votação popular, no show Casa Levi’s. Agora, depois de 10 anos de estrada, Roberta e Bruno estão prontos para uma nova fase criativa, evoluindo sua estética musical, visual e lírica sem perder a identidade que os trouxe até aqui. Com participação especial de Lucas Macedo (da banda About a Soul) na faixa Dinamite, o novo álbum, Vivo, está disponível em todas as plataformas digitais.
Return of the Dream Canteen: ouça o segundo álbum do Red Hot Chili Peppers em 2022
FISTT lança “A Arte de Perder”, o primeiro álbum em dez anos; ouça!

Clássica do cenário paulista de hardcore, a banda FISTT lançou A Arte de Perder, o primeiro álbum em 10 anos. O disco foi produzido por Paulo Gervilla (Metade de Mim), com a mixagem e masterização do ganhador de Paulo Anhaia (Charlie Brown Jr. CPM 22). Quem assina a arte gráfica é Daniel Ete (Muzzarelas). Aliás, o lançamento marca a estreia do grupo no selo Maxilar Discos, além de apresentar a nova formação da banda, que outrora foi um quarteto e hoje conta com F.Nick apenas nos vocais, dando espaço para entrada de Fila Benário (ex-Nazarenos HC) no baixo. As 12 faixas de Arte de Perder passeiam pela sonoridade característica do grupo, pautada no hardcore melódico e enérgico, com letras sagazes, irônicas e, também, melancólicas, como é o caso do single Ex-Underground, lançado no mês anterior, contando com a participação especial de Camilo Quadros, da banda Cueio Limão. Outros destaques do novo álbum são as canções Liquidação, que apresenta um FISTT raivoso e veloz, em apenas 23 segundos de música. Ninguém Anda Sozinho, que mostra uma banda ativista e preocupada com a degradação do meio ambiente, além da faixa-título, que carrega em sua letra um ode à derrota, em cima de uma sonoridade coesa e melódica. Há também em A Arte de Perder espaço para nostalgias, como o resgate do single Lápis de Cor, lançado pela banda originalmente em 2015, mas que aparece repaginado no novo álbum e com a participação especial da cantora Érika Martins (Autoramas). Além de uma homenagem a banda The Invisibles (RJ), com a regravação do single 29 Months, cantada pelo guitarrista Ricardo Dariva. “Foram dez anos sem lançar um disco de estúdio, e em Arte de Perder entregamos o que o FISTT sabe fazer de melhor. É um disco para matar as saudades e também celebrar os nossos 28 anos de trajetória”, afirma F.Nick, vocalista do grupo. FISTT no Hangar 110 em novembro O show de lançamento de A Arte de Perder vai acontecer no Hangar 110, em São Paulo, no dia 12 de novembro, com a abertura das bandas La.Marca, Social Breakdown e Lozanos, além da discotecagem da DJ Rratinix. Os ingressos antecipados podem ser adquiridos no Pixel Ticket.
Ceano revela Bonsenso, terceiro álbum de estúdio; ouça!

Formada em 2014, a banda paulista Ceano mistura rock alternativo com uma pitada de MPB e emocore. Com influência de Maglore, Marina Sena e Céu, o grupo lançou nesta quinta-feira (13) o álbum Bonsenso. O terceiro disco da Ceano entrega sete canções sobre o amadurecimento nos tempos atuais, desejos e a busca pela felicidade. Novos elementos sonoros – de violões e violinos às programações e sintetizadores – foram incorporados na banda, e apontam para uma brasilidade antes adormecida e para onde o grupo pretende caminhar, agora, com mais firmeza. De acordo com o baixista Leonardo Rodrigues, a evolução da banda se dá também na parte lírica. Bonsenso tem o intuito de incentivar o “sentir”. Enquanto a vida contemporânea nos atropela com o imediatismo, a banda nos convida a refletir. “Um término mal conversado, uma briga sem resolução, sentimentos que são ao mesmo tempo confusos, mas claros como água podem ser tão difíceis de lidar que as pessoas passaram a acreditar que o melhor é suprimi-los, fingir não se importar, partir pra outra: próxima festa, próxima pessoa, próxima vida. O trabalho da Ceano sempre foi na contramão dessa ideia. Entendendo que ‘sentir’ é o que nos faz humanos, expressar emoções e falar delas pode ser a melhor terapia para um coração partido ou uma cabeça confusa. As músicas do novo álbum contam histórias sob diferentes perspectivas, abrindo espaço para a interpretação do ouvinte”, conta o baixista. A Pressa é Inimiga é a música de trabalho escolhida pela banda. Rodrigues diz que a letra versa sobre os tropeços e reviravoltas da busca por um relacionamento. “Vem de uma perspectiva de um eu-lírico deslocado, alguém que não está em um relacionamento e busca por um. É sobre sentir falta de ser quisto e de querer alguém. Sobre os atalhos pra encontrar alguém não necessariamente funcionarem. Sabe quando você encontra alguém que parece ser a pessoa certa no lugar mais improvável? Isso não rola há um bom tempo”. Além do baixista Leonardo Rodrigues, a Ceano é composta por André Vinco (voz e guitarra), Rafael Lira (guitarra) e Arthur Balista (bateria).
Tito Carlos Trio mescla referências de rock sessentista no álbum de estreia

A cena do rock carioca, que sempre marcou presença nas melhores safras nacionais, acaba de ganhar mais um expoente. Tito Carlos Trio 1 é o álbum que marca a estreia do novo projeto do músico carioca Marcos Muller, gestado durante a pandemia e gravado com a participação de músicos como o baterista Marcelo Callado (Banda Cê, Do Amor) e o baixista Gustavo Benjão (Do Amor), este último também assinando a produção. O Tito Carlos Trio surgiu em 2021, criado pelo cantor, compositor e guitarrista carioca Marcos Muller. Hoje, a formação atual da banda conta com Claudio Werneck no baixo e Robson Riva na bateria. O primeiro disco é um apanhado de oito músicas inéditas com influências diversas. De Roberto Carlos a Beatles, de Itamar Assumpção a Lou Reed, a banda apresenta um som cru e direto, mas também romântico. A primeira música, Não Vou Sorrir, é uma balada torta, suingada, com um refrão que lembra a Jovem Guarda. Amor é um funk leve e carioca. Sem Direção é uma balada, meio samba, meio rock, totalmente vanguarda paulistana. Baile abre espaço para um rock com molejo, leve e quebrado. Enquanto 2020 representa uma balada country e mexicana. Não Sei Se Sou Capaz apresenta uma mistura de Lou Reed com música caipira. Por sua vez, Um Bandido é um rock minimalista, cru. Por fim, Loucos de Pedra, música que ecoa os anos 80. Trajetória do Tito Carlos Trio Esse novo projeto inaugura mais um capítulo na trajetória de Marcos Muller, músico que já participou de várias bandas no underground carioca. Entre elas estão Gatz Mao, Chaparral, Polaroide e por último a Estranhos Românticos, com a qual lançou três discos. Agora, Marcos mostra outras facetas ao lado dos músicos Claudio Werneck e Robson Riva. A gravação do álbum aconteceu no estúdio RockIt!, da gravadora de Dado Villa-Lobos, e tem lançamento em todas as principais plataformas pelo selo Pomar.