Trio brasileiro radicado em Londres, Tetine lança After The Future; ouça!

O trio brasileiro radicado em Londres Tetine lançou o álbum After The Future, com 11 faixas que navegam pelo universo experimental, eletrônico e acústico do duo. Nesse lançamento Eliete Mejorado e Bruno Verner são acompanhados pela violoncelista Yoko Afi, que, além de se tornar a terceira integrante do grupo, contribui com composições, arranjos, vocais e teclados adicionais. Gravado durante o intenso período de ondas de calor que atingiu a Inglaterra, entre julho e agosto de 2022, no apartamento dos integrantes no leste de Londres, After The Future explora fluxos, mutações de tempo e espaço através de paisagens atmosféricas sintéticas e acústicas. After The Future apresenta uma constelação incomum e gélida de timbres, vozes, melodias e ritmos fragmentados à serviço de texturas eletrônicas e acústicas. Aqui nos dedicamos a um minimalismo emocional que se compõe por melodias simples e complexas, entre raps existencialistas, harmonias cromáticas, vocais processados, contrapontos livres e atonalismo na criação de algo que acreditamos ser ainda “pop”, mas sem obviedades. Popular, intenso, sentimental, formal, físico e mental.
Jambu lança álbum visual “tudo é mt distante”; ouça!

Depois de apresentar os singles sei lá, viajei e caso sério, a banda manauara Jambu lançou o álbum de estreia, tudo é mt distante, pelo selo Bolo de Rolo. Composta por Gabriel Mar (vocalista e guitarrista), Roberto Freire (guitarrista), Yasmin Costa (vocalista e baterista) e Gustavo Pessoa (baixista), Jambu é uma banda de rock de garagem com solo visceral, ritmos dançantes e melodias grudentas. O disco nasceu a partir de uma viagem de Jambu à Bahia. A princípio a banda construiria mais um EP que trouxesse uma sonoridade atual, além de abordar temáticas mais diversificadas. A necessidade de produzir o primeiro álbum surgiu quando o grupo voltou para Manaus e começou a mexer nas primeiras faixas com o produtor Lorenzo Tomaselli. “Ao sentirmos a real sonoridade que estava presente na Jambu naquele momento, outras músicas foram surgindo com uma pegada ainda mais indie rock. Percebemos que tínhamos a necessidade de produzir nosso primeiro álbum para apresentar a verdadeira cara da Jambu de uma forma mais ampla e completa, com narrativas que mostrassem quais as principais temáticas que nos chamam atenção atualmente”, explica a banda. Bandas como Boogarins, Walfredo em Busca de Simbiose e Terno Rei atravessaram os processos de Jambu e a partir daí o grupo começou a entender mais o lado psicodélico que existia dentro de seu som. tudo é mt distante fala exatamente sobre a trajetória e as origens do grupo. Quando esteve em São Paulo, o quarteto percebeu que, mesmo tendo atravessado o país e fazendo coisas surpreendentes em tão pouco tempo, tudo ainda é muito distante do lugar que sonham. Por estar em Manaus, a banda sempre necessita de viagens, sejam elas físicas ou mentais, afinal tudo é longe do lugar que vieram. Ao mesmo tempo, quando estão mais perto dos seus sonhos, em lugares onde esses sonhos podem ser executados, necessariamente estão distantes de casa. Com o álbum, Jambu busca construir um trabalho que atravesse o tempo e toque as pessoas. Jambu é a esperança de que, independente do lugar de origem, independente das dificuldades que surgirem e do tempo que levar, distante mesmo é o caminho de quem tem medo de sonhar.
Registro seminal do punk brasileiro chega em formato digital e vinil

Uma das bandas pioneiras do punk brasileiro, a Ratos do Beco lançou um cru e pesado registro em todas as plataformas de música e como um vinil de de 7” com a gravação de um ensaio. São Paulo, Setembro de 1978 é um álbum histórico e inédito que chega junto de um encarte com um material jornalístico e fotográfico para contextualizar a cena da época. Criada por Miguel Barella (Agentss, Voluntários da Pátria e Blue Beast), RH Jackson (parceiro de João Debruço no disco Caracol, parte do Low Key Hackers e produtor de importantes bandas como Ira!, Fellini e Ratos de Porão), Guilherme Xepa e Roberto Refinetti, todos ainda em tempo de escola, a Ratos do Beco surgiu antes de terem palcos disponíveis para o tipo de som que faziam e durou somente por três meses no fim de 1978. Por falta de locais para se apresentar, os ensaios do grupo se transformaram em shows. Sempre apareciam amigos interessados para ouvir a “música punk” – além dos curiosos ocupantes dos carros que paravam no farol em frente à garagem, onde a banda ensaiava com a porta estrategicamente aberta. Eles voltavam para ouvir a música de perto e perguntar que estilo era aquele. Um desses ensaios foi gravado em fita de rolo, guardada por Barella, e se materializou neste vinil, quase 45 anos depois. O resultado é um documento fiel e detalhado da estética e espírito de uma época. Traz quatro composições originais dos Ratos do Beco, um trecho de Now I Wanna Sniff Some Glue dos Ramones, e dá uma ideia do que poderiam ter sido os shows que não aconteceram. Com digitalização no Estúdio MOSH e masterização para vinil no Reference Mastering Studio por Homero Lotito com orientação estética de Miguel Barella, o vinil ganha cópias limitadas e em alta qualidade via Polysom, com um lançamento do selo Nada Nada Discos.
Glaw Nader transforma em jazz negro a obra de Baden Powell muitas vezes embranquecida

Em seu disco de estreia, Tempo de Amor, a cantora e compositora Glaw Nader faz um resgate do repertório de Baden Powell, instrumentista e compositor negro imortalizado até então, principalmente, por vozes brancas. Glaw faz da sua arte um caminho para ressignificar a música afrobrasileira e trazer de volta o protagonismo para artistas negros relegados ao segundo plano e com este lançamento, a artista dá um grande passo em direção a isso. “A inspiração musical e estética desse lançamento está intimamente ligada ao trabalho da minha carreira, que é o de reverenciar a música afrobrasileira, bem como os compositores negros e através da minha voz, reivindicar o lugar de protagonismo. A escolha pela obra de Baden Powell vem exatamente desse desejo de dar uma voz negra para suas composições, que foram consagradas em vozes brancas”, resume Glaw. O álbum Tempo de amor é o debut de Glaw Nader, com um repertório que coloca a negritude em primeiro plano – não só a de Baden Powell, como a da própria cantora. Nos arranjos, surge a presença marcante de instrumentos de percussão e um violão modal que remete ao estilo tão característico do próprio homenageado. O disco é guiado pelo vocal potente de Glaw e uma banda formada por metais, percussão, violão, baixo, bateria e teclado. Os arranjos são do guitarrista Samy Erick e incluem clássicos da MPB em suas 14 faixas. A realização do projeto celebra, com novas cores, um repertório tão intimamente conhecido pela cantora, desde que estudava os afro-sambas para o Duo Alma e Raiz, formado ao lado do violonista Wagner Raposo a partir de 2016. Agora, Glaw mergulha ainda mais profundamente na obra de um dos instrumentistas e compositores mais importantes da música brasileira, mas faz isso sob a perspectiva de uma intérprete que valoriza a história do autor e a sua própria, sua pele e sua voz. “Amor é fazer aquilo que você sente que é a verdade da sua vida. Ao selecionar o repertório, a temática de amor e dores de amor ficou marcante e, com o tempo, a ideia do álbum foi ganhando mais forma”, afirma Glaw.
Miley Cyrus lança oitavo álbum de estúdio, “Endless Summer Vacation”

Miley Cyrus lançou seu oitavo álbum de estúdio, Endless Summer Vacation. O álbum, disponível no mundo todo via Columbia Records, chega acompanhado do clipe de River, dirigido por Jacob Bixenman. Endless Summer Vacation inclui o hit Flowers e outras 12 novas faixas. Sucesso global, Flowers ficou seis semanas em #1 no Billboard Hot 100 – um recorde pessoal para Miley. Em um vídeo compartilhado recentemente, Miley conta um pouco sobre Endless Summer Vacation. “Quando se trata de sequenciamento de Endless Summer Vacation, eu o dividi em duas partes: AM e PM – meio que para representar quase que um ato. A parte AM, pra mim, está representando a manhã, onde tem uma energia e um potencial de novas possibilidades. É um novo dia. E na parte da noite, parece que há um furtivo, decadente e uma espécie de sujeira, mas glamuroso ao mesmo tempo. À noite, é um ótimo momento para descansar e se recuperar – ou é hora de sair e experienciar algo mais selvagem. Los Angeles, certamente, tem uma energia à noite que meio que sinto que os problemas vêm à tona, e isso é muito inspirador para mim”, comentou Miley.
Meet Me @ The Altar revela álbum de estreia, Past // Present // Future

O trio de rock Meet Me @ The Altar lançou o álbum de estreia, Past // Present // Future, nesta sexta-feira (10). Já disponível em todas as plataformas digitais, o projeto de 11 faixas conta com a participação do produtor icônico John Fields (P!NK) e chega com um videoclipe para a faixa foco TMI, compartilhado no canal da banda no YouTube. Sobre o lançamento, o trio conta: “As coisas que guardamos do nosso passado contam quem somos agora e para onde podemos ir. Este álbum é uma homenagem à música que amamos enquanto crescia, refletindo nossas vidas, sons e experiências modernas”.
Avatar lança nono álbum de estúdio; ouça Dance Devil Dance
A banda sueca Avatar, que abriu os últimos shows do Iron Maiden no Brasil, lançou seu nono álbum, Dance Devil Dance, nesta sexta-feira (17) pelo selo Black Waltz Records, distribuído pela Thirty Tigers. “Dance Devil Dance é o culminar da jornada artística mais intensa de nossas vidas”. Não estávamos tão entusiasmados em lançar novas músicas desde nossa primeira demo, há muito tempo atrás. Fizemos questão de tratar cada álbum como nosso último, nunca tomando como garantido o que fazemos. Isto também se aplica a este. Dito isto, em mais de um sentido, este parece ser o nosso primeiro. Nós nos apaixonamos pelo barulho, pelo caos e pela criação de novo. Difícil encontrar palavras para isso. É muito especial para nós. É bom que o dia do lançamento tenha finalmente chegado”. Ouça Dance Devil Dance, novo álbum do Avatar
Banda irlandesa Inhaler revela Cuts & Bruises, segundo álbum de estúdio
Ina busca conexão com raízes para olhar o futuro em álbum de estreia

O título Chão e a redoma presente na capa do disco mostram a dualidade do trabalho de Ina. O álbum envolve o ouvinte em um universo próprio confessional e intimista, ao mesmo tempo que busca nas raízes da MPB, música latina e ibérica ao lado do soul e do folk, um caminho para seguir. “Chão é onde tudo nasce, e onde tudo o que morre se renova. É a lembrança e o brotar da vida, onde plantamos esperanças e enterramos aquilo que precisa ser transformado. Esse espírito de reconexão está presente no disco. Desde criança me senti e fui vista como uma pessoa um pouco avoada, um pouco sem chão, meio aqui, meio lá: uma cabeça ‘no mundo da lua’ ou em outros mundos. É através da música que melhor consigo estar junto. A música é um chão pra mim e me inaugura na vida, me religa ao outro”, conta a artista paulistana. Nas onze faixas deste debut, ela explora um cartão de visitas que vai canções dançantes como o baião Chão, Agora que te vejo ou o ijexá Maluca até momentos contemplativos como Paraíso, Janela e Destinos Cruzados. Tudo envolto em arranjos de João Paulo Nascimento que trazem uma sensação de aconchego e um clima de artista veterana neste projeto de estreia. Ina fez parte da banda do cantor Sessa e participou da gravação de seu último disco, Estrela Acesa. Participou também de Minha Menina, último EP solo do Sérgio Britto (Titãs), em dueto na faixa Vale a Pena Esperar. Entre shows e gravações, colaborou com diversos artistas como Hilton Acioli, Ricardo Breim, Entrelatinos e Tauã, esse último que participa do disco na faixa Destinos cruzados (Eu parti). Com produção musical de Ina e João Paulo Nascimento, Chão foi mixado por Gabriel Spazziani e masterizado por Maurício Gargel.