Rashid explora a distopia das metrópoles em Movimento Rápido dos Olhos

Em um futuro distópico, as grandes cidades deixam de ser polos econômicos e se tornam vazios de concreto; a população, então, migra para as regiões interioranas atrás de recursos. A busca por qualidade de vida esbarra, diretamente, no comando do Patriarca, figura corrupta e detentora de riquezas conquistadas por meio de ameaças e intimidações. Uma comunidade instalada na região vive em harmonia até ser dizimada por homens subordinados ao vilão… Assim se inicia a história por trás do novo lançamento de Rashid, o disco Movimento Rápido dos Olhos. Definido pelo artista como um álbum-áudio-filme, o quarto trabalho de estúdio do rapper intercala as canções com animação em quadrinhos, resgatando o formato das radionovelas. Nomes como Liniker, BK’, Marissol Mwaba, Amiri, Don L, Curumin, Macedo Bellini e Stefanie se unem a Rashid como participações especiais ao longo das 15 faixas. Estas constroem uma jornada de mudanças regida pela evolução pessoal e pelos questionamentos às regras. “O disco vem para exagerar a realidade. Ele eleva à enésima potência a atmosfera na qual a gente vive hoje e deduz onde poderíamos parar caso não houvesse mudanças”, comenta Rashid. Com um tempero de utopia, sonho e heroísmo, a narrativa é pautada no processo de autodescoberta de Samurai, protagonista que tem a companhia de Proceder, Oráculo, Davila e Patriarca ao longo da história. Para dar vida a estes personagens, Rashid convidou a jornalista e apresentadora Adriana Couto, o publicitário Rodrigo Carneiro e o dublador Guilherme Briggs. Este último é figura conhecida por emprestar a sua voz para desenhos como Buzz Lightyear, Superman, Mickey e Samurai Jack. “Queria trazer alguém da dublagem para trabalhar num álbum meu há algum tempo, mas ainda não tinha o lugar perfeito. Não imaginava que conseguiria um dos maiores dubladores do país para este trabalho atual”, comemora. A cultura oriental é um forte guia em Movimento Rápido dos Olhos. Seja nas animações, em formato de quadrinhos, ou nos personagens. Isto se deve à admiração que Rashid cultivou ao longo dos anos. “Essa identificação nasceu ainda na época das batalhas, onde toda semana meu talento estava em jogo contra MCs incríveis e eu precisava de uma disciplina intensa para continuar evoluindo. Nessa época, conheci livros como Bushido, Hagakure e a própria história do Miyamoto Musashi, o samurai mais famoso da história do Japão”, lembra o rapper, que complementa: “eu me identifiquei com muitas coisas ali e, a partir disso, formei parte da base do meu pensamento sobre rotina, dedicação e foco”. Para representar visualmente Movimento Rápido dos Olhos, a capa do disco traz o Rashid caracterizado de Samurai. A escolha desta figura para encabeçar o enredo foi algo natural para o artista. “A personalidade do Samurai traduz, de certa forma, muito sobre temas abordados nos meus sons. Ele não só é uma manifestação do eu lírico do Rashid, mas também um retrato de todos que se identificam. Por isso, ele não tem nome, porque ele pode ser qualquer um”, afirma. O ponto de partida da obra é com a faixa Oráculo. Ela é responsável por apresentar a jornada do Samurai e o universo de Movimento Rápido dos Olhos para o público. Deixai Toda Esperança, música na qual Rashid divide os vocais com Macedo Bellini, é uma carta para a Morte e foi inspirada no poema A Divina Comédia, de Dante Alighieri. “Você precisa lembrar daqueles que se foram, mas precisa celebrar também quem continua vivo ao seu lado” é a premissa guia de Rashid em Um Brinde A Todos Que Se Foram, composição que passeia pelas memórias do protagonista e transforma as dores em combustível. Jogo Sério, por sua vez, tem participação de Marissol Mwaba e do rapper BK’, e trata sobre a necessidade de tomar as rédeas da situação, mesmo com todas as adversidades. Ela culmina em Tem Dias Que, um mantra de aceitação que funciona como um lembrete: nem todos os dias são bons e não é preciso dar conta de tudo o tempo todo. A jornada de Samurai tem sequência com Agora Você Me Deve, que antecede a faixa A Lua Atrás Do Prédio, resposta — na perspectiva de uma criança — para o single Porque É Proibido Pisar Na Grama, de Jorge Ben Jor. “São questões que, de tão ingênuas, se tornam profundas e filosóficas em alguma instância”, explica. O dia amanhece na narrativa em Ver Em Cores. Com a participação de Liniker, com sua voz que carrega candura e potência, a canção marca a virada da história. A partir deste momento, a narrativa dá lugar à esperança e a novas descobertas. Marco disso é o interlúdio Contexto, Café e Coragem, quando Samurai se dá conta que o seu poder não está na força ou na lâmina de sua espada, mas, sim, nas palavras. Na Entrada do Céu, com participação de Stefanie, traz outro momento de emoção na tracklist. “A música fala sobre pessoas que estão aguardando serem registradas na entrada no céu e cada um conta como chegou ali”, resume. Com Amiri e Don L, Linha De Frente reitera o papel de pessoas que estão no holofotes para tomarem frente nas lutas. “De nada valem todas as habilidades e ser o melhor MC do mundo se as coisas que a gente fala e faz não forem em prol do nosso pessoal”, pontua. Mais uma referência ao texto poético A Divina Comédia, Às Margens Do Rio Lete nasce como uma forma de reforçar a canção anterior e, marca, mais uma vez, a mudança no foco do protagonista. Ao lado de Curumin, Rashid questiona a arte na vida das pessoas em “Ao Subir Das Letrinhas”. “Respiramos arte no dia a dia e as nossas músicas são um reflexo disso. A arte é a forma como a gente vive”, resume. Marcando o final de Movimento Rápido dos Olhos, essa faixa busca estimular que as pessoas vivam as suas vidas após o crédito final. “Quando o crédito sobe é quando começa de fato a obra da sua vida”, declara. Anteriormente, Rashid já tinha divulgado outras duas faixas do disco: Pílula
Tiago Iorc está de volta com álbum novo e videoclipe; ouça DARAMÔ

Tiago Iorc lançou nesta quinta-feira (3) seu novo álbum autoral, DARAMÔ. Produzido na Bahia, o projeto de dez faixas traz como inspiração um mergulho na brasilidade e na vontade de troca. Para coroar a volta de Tiago Iorc, saudade boa foi eleita a música de trabalho e chegou com um videoclipe no YouTube. “Posso dizer que saudade boa é uma das minhas favoritas. É uma composição minha e da Duda (Rodrigues) e aconteceu quando ela estava indo fazer uma viagem. Nasceu de improviso, ao tentar descrever a sensação boa da saudade, a saudade que faz carinho e enche o peito. É a faixa que melhor sintetiza a sonoridade e a energia do álbum”, declara o músico. DARAMÔ, nome escolhido para o projeto, faz referência à vontade de estar mais aberto para a troca. No último ano, o músico mergulhou em um processo criativo ao se conectar com novas sonoridades, cenários e culturas. Para a composição do novo álbum, o cantor e compositor encontrou inspiração nos sons da natureza em meio a belas paisagens tropicais e plantações de cacau, mais especificamente no litoral da Bahia, passando por destinos como Salvador, Caraíva e Itacaré. Segundo Tiago Iorc, essa conexão com pessoas e lugares foi fundamental para encontrar a brasilidade na sonoridade do álbum. “O afeto é um dos maiores tesouros do Brasil e essa força me inspira muito. É o fio condutor da vida. O amor costura tudo”, explica.
Black Crowes confirma retorno ao Brasil após 27 anos; confira local

Em turnê para celebrar os 30 anos do seu álbum de estreia, Shake Your Money Maker, a banda norte-americana The Black Crowes, dos irmãos Chris e Rich Robinson, vem ao Brasil com uma única apresentação em São Paulo, no dia 14 de março de 2023, no Espaço Unimed. A última vez que os norte-americanos estiveram no Brasil foi no festival Hollywood Rock, em 1996. Os ingressos podem ser adquiridos a partir do meio-dia desta terça-feira (1), no site Tickets For Fun e no ponto de venda localizado no Teatro Renault (Avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411, Bela Vista). A celebração pelo trigésimo aniversário do álbum de estreia do The Black Crowes, na verdade, deveria ter acontecido em 2020, mas os planos foram adiados por conta da pandemia. Em julho de 2021 a banda começou a turnê com um show em Nashville, nos Estados Unidos. Hits como Remedy, Jealous Again, Sister Luck, Hard To Handle e She Talks To Angels levaram o púbico ao delírio e devem fazer o mesmo com o público brasileiro. Na formação atual do The Black Crowes estão os irmãos Chris Robinson (vocal) e Rich Robinson (guitarra), além de Sven Pipien (baixo), Brian Griffin (bateria), Joel Robinow (teclado) e Isaiah Mitchell (guitarra). The Black Crowes lançou oito álbuns de estúdio e quatro ao vivo e já vendeu milhões de discos em sua trajetória e esgotaram shows em todo o planeta. A banda teve o lendário guitarrista Jimmy Page como membro, que foi expulso de uma turnê com o ZZ Top por insultar o patrocinador. THE BLACK CROWES NO BRASIL Realização: Time For Fun Data: Terça-feira, 14 de março de 2023. Local: Espaço Unimed — Rua Tagipuru, 795, Barra Funda, São Paulo – SP Abertura dos Portões: 19h30 Horário do show: 21h30 Capacidade: 8.504 pessoas Ingressos: A partir de R$ 170 (ver tabela completa) Classificação etária: De 10 a 14 anos acompanhado dos responsáveis legais e a partir de 15 desacompanhado. Vedada a entrada de menores de 10 anos. SETORES / MEIA ENTRADA / INTEIRA Pista / R$ 170 / R$ 340 Pista premium / R$ 300 / R$ 600 Mezanino / R$ 320 / R$ 640 Camarote B / R$ 330 / R$ 660 Camarote A / R$ 340 / R$ 680
Prestes a vir ao Brasil, Arctic Monkeys divulga álbum The Car; ouça!

The Car, sétimo álbum de estúdio do Arctic Monkeys, já está entre nós. Com dez novas músicas escritas por Alex Turner, The Car foi produzido por James Ford e gravado no Butley Priory, Suffolk, RAK Studios, Londres e no La Frette, Paris. Aliás, o Arctic Monkeys anunciou uma transmissão exclusiva ao vivo do Kings Theatre, Brooklyn, estreando no YouTube no domingo (23), às 16h, no horário de Brasília. A apresentação foi dirigida por Ben Chappell e Zackery Michael. A banda também passa pela América Latina, se apresentando no Brasil no Rio, São Paulo e Curitiba, confira as datas abaixo. Novembro 4 Jeunesse Arena, Rio de Janeiro, Brasil 5 Primavera Sound, São Paulo, Brasil 8 Pedreira Paulo Leminsk, Curitiba, Brasil
Simple Minds faz ponte entre o passado e presente em novo álbum

A banda escocesa Simple Minds lançou o álbum Direction of the Heart. Seu 18º disco de estúdio, o trabalho faz uma ponte entre o passado e o presente em riffs oitentistas e coros imponentes para canções sobre desafios, inseguranças, alegrias e lutas contemporâneas. Formado por Jim Kerr (vocais), Charlie Burchill (guitarras, teclados), Gordy Goudie (violão), Ged Grimes (baixo), Cherisse Osei (bateria), Berenice Scott (teclados) e Sarah Brown (vocais), o Simple Minds faz deste novo álbum uma oportunidade de se reinventar e se reconectar com as gerações de fãs que acumulam pelo mundo. Sem se acomodar com sucessos anteriores, como o hit massivo Don’t You (Forget About Me), presente na trilha sonora do filme Clube dos Cinco, o grupo abraça novos desafios para seguir em frente. Pré-produzido por Kerr e Burchill na Sicília (Itália), o álbum foi gravado na Alemanha com produção adicional de Andy Wright (Echo & The Bunnymen) e Gavin Goldberg (Simply Red) e conta com participação especial de Russell Mael (Sparks) na faixa Human Traffic. O disco traz em seu conciso formato de nove faixas um resumo de toda a trajetória da banda, da nova energia até a magia dos primeiros álbuns. Os temas caminham entre visões pessoais e poéticas, como fica claro na faixa de abertura Vision Thing, que surgiu quando Jim visitava a casa de seu pai, em seus últimos dias de vida. Lá ele encontrou muitos registros da sua carreira sob o olhar de seu pai e começou a se imaginar no lugar do progenitor, refletindo sua juventude.
Planet Hemp lança “Jardineiros”, primeiro álbum de inéditas em 22 anos

“Quando o instrumento do medo não funciona, a gente adquire um poder inimaginável”. É com esta frase, cunhada por Marcelo Yuka durante entrevista em 2016, que o Planet Hemp abre o álbum Jardineiros. Já disponível nas plataformas de áudio pela Som Livre nesta sexta-feira (21), o grupo mostra que o discurso combativo que sempre caracterizou a banda está de volta. Apesar da energia de indignação ser o combustível para uma gama de mensagens questionadoras ao longo das 15 tracks, o primeiro projeto de inéditas da banda após um hiato de 22 anos tem como missão semear ideias, visões e utopias. “É importante lembrar que não existe apenas um caminho no mundo, nem dois apenas, mas vários. Queremos trazer essa pluralidade de volta e podemos dizer que ela se expressa de todas as formas, inclusive na quantidade de estilos presentes no álbum”, diz BNegão. A faixa Jardineiro, que inspirou o nome do álbum, traz versos diretos. “Jardineiro não é traficante / Ouça o que eu tô lhe dizendo, cumpadi, não compre, plante”. “O disco nasceu de uma ideia de coletivo, de fazer deste novo projeto mais que uma banda, e sim um movimento que une vários produtores diferentes, artistas, públicos de diferentes gerações, ideias e referências”, completa Marcelo D2. Com formação atual composta por Marcelo D2, BNegão, Formigão, Pedro Garcia e Nobru, neste aguardado novo trabalho, o Planet Hemp usa como referências a sua própria caminhada e o momento atual do país para escrever este novo capítulo da sua história: valoriza o passado, mantém os pés firmes no presente, mas sem perder de vista o futuro. Unindo o melhor dos dois universos, Jardineiros traz reflexões acerca de temas como a crítica à política sobre drogas (como em Remedinho e Jardineiro) e questões sociais (presente em Eles Sentem Também e Veias Abertas, entre outras), ao mesmo tempo em que expande o leque de sonoridades, se unindo a nomes como MC Carol de Niterói (que aparece em Onda Forte) e o jovem trapper argentino Trueno (feat em Meu Barrio). “Este disco carrega a diversidade do Planet Hemp, não tem uma música muito parecida com a outra”, comenta BNegão sobre a safra de 15 faixas selecionadas para o projeto. “Os temas importantes pro grupo estão presentes nas letras, apresentados de forma nova, com outros pontos de vista”. Uma das faixas de destaque do álbum é Taca Fogo, um punk trap que não se furta a fazer críticas ao cenário político atual brasileiro e que começa com a chamada “Está no ar a Rádio Libertadora”, em referência ao pronunciamento do revolucionário Carlos Marighella durante a tomada da Rádio Nacional. Com trechos como “Olho pra minha coroa e o sorriso dela me fez acreditar / Aquele telefonema, quando eu tava preso, pra não parar de lutar“, a faixa contará ainda com um videoclipe dirigido por Marcelo D2, a ser lançado na próxima terça-feira (25), às 16h20. Embalada na batida do miami bass, Ainda, outra faixa certeira do disco, resgata não só a fama do grupo por seu histórico com a cannabis, mas também a estética da música carioca na década de 90, época de seu surgimento na cena underground. Dentro desta coletividade sonora, além das já citadas participações de Trueno e MC Carol, e de Criolo, feat do primeiro single desta nova leva lançado pelo grupo, Distopia, estão ainda Black Alien (integrante honorário da Ex Quadrilha da Fumaça, que participa na faixa O Ritmo e a Raiva), Tropkillaz (Ainda) e Tantão e Os Fita (Veias Abertas). O disco foi produzido pela própria banda, ao lado de outros grandes nomes da indústria como Mario Caldato, responsável pela finalização do álbum em Los Angeles (EUA), Nave e Zegon. Ouça Jardineiros, do Planet Hemp
Meghan Trainor revela quarto álbum de estúdio, Takin’ It Back; ouça!

A cantora Meghan Trainor lançou o quarto álbum, Takin’ It Back, pela Epic Records. Desta vez, ela tomou uma decisão consciente de voltar ao som inconfundível, que apresentou em seu álbum de estreia, TITLE, em 2015, e trazê-lo para o presente. “Tentei reproduzir a sensação doo-wop que eu tinha no início da minha carreira, mas em uma versão para 2022. Isto é parte da nova Meghan, que é esposa e é mãe de um bebê. Isto é o que eu sou agora. Eu decidi dar às pessoas o que elas querem, mas com meu toque especial. Eu queria criar meu Título 2.0″, disse Meghan. Para dar vida ao álbum, ela trabalhou ao lado de Gian Stone, Federico Vindver, Sean Douglas e seus irmãos Ryan e Justin Trainor. O primeiro single lançado do álbum, Bad For Me, com a participação de Teddy Swims, buscou a energia das suas raízes doo wop, com harmonias atávicas sublinhando um groove fervente, enquanto ela se abria liricamente. Seu segundo lançamento, Don’t I Make It Look Easy é uma faixa com energia de hino, com a qual muitos se identificam, especialmente mães, que fazem malabarismos com várias coisas e, mesmo assim, fazem tudo parecer muito fácil. Takin’ It Back, de Meghan Trainor, tem vídeo novo divulgado Junto com o lançamento do álbum, ela lançou o vídeo da música Made You Look. A ousada faixa traz trompetes e harmonias doo-wop que reforçam o propósito do refrão: “I could have my Gucci on. I could wear my Louis Vuitton, but even with nothing on, bet I made you look”. O videoclipe, vibrante e estilizado, mostra Meghan se movendo entre diferentes mundos coloridos – de montagens de Hollywood a uma grande apresentação final de dança. Ao lado dela, estão as personalidades do TikTok Chris Olsen, Remi Bader, Becca Means, Drew Afualo, juntamente com JoJo Siwa, Scott Hoying e o marido Daryl Sabara. Ouça Takin’ It Back, de Meghan Trainor
Carly Rae Jepsen lança o introspectivo álbum The Loneliest Time

Já está disponível o novo álbum de Carly Rae Jepsen, The Loneliest Time, sexto trabalho de estúdio da artista. O novo disco da canadense traz 12 faixas e conta com as já apresentadas Western Wind, Beach House, Talking To Yourself e a faixa-tema. Em seu trabalho mais introspectivo até hoje, as composições de seu novo disco trazem uma emoção genuína e toda a euforia de Carly. Contando com produção de Captain Cuts, John Hill, Kyle Shearer e Alex Hope, The Loneliest Time ainda tem a participação de Rufus Wainwright. A versão física do álbum já está em pré-venda na UMusic Store.
Taylor Swift lança álbum Midnights, com feat de Lana Del Rey

A era Midnights está oficialmente aberta! A cantora e compositora Taylor Swift acaba de lançar em todas as plataformas digitais seu mais novo álbum. Intitulado Midnights, o projeto conta com 13 músicas que, segundo a cantora, foram escritas durante suas noites de insônia. No repertório do projeto está Snow on the Beach, em parceria com Lana Del Rey, única faixa colaborativa do disco, além do single principal, Anti-Hero, que acaba de ganhar um videoclipe em formato de minifilme. Dirigido pela própria Taylor, o clipe de cinco minutos traz uma veia cômica para a faixa, que reflete sobre a autocrítica da artista. Através de um teaser na Amazon Prime Video, Taylor anunciou que Midnights será um projeto audiovisual e deverá contar com clipes para todas as canções. A partir desta sexta-feira (21), os Swifties, como são conhecidos carinhosamente os fãs de Taylor Swift, poderão visitar um espaço interativo que os leva para um mundo inspirado no novo disco da artista. A ação, que acontece no Shopping Pátio Paulista, em São Paulo, e segue até o dia 23 (domingo), promoverá uma experiência completa, durante o horário de funcionamento do shopping (10h às 22h), em um local ambientado com as novas músicas da artista e um espaço recheado de significados. Midnights possui quatro capas colecionáveis que, quando posicionadas corretamente, formam um relógio exclusivo. As versões estão disponíveis na UMusic Store. Midnights sucede os álbuns Folklore e Evermore, lançados pela artista em 2020. No ano passado, a cantora se ocupou com os lançamentos de Fearless (Taylor’s Version) e Red (Taylor’s Version). “Eu estava querendo mostrar isso para vocês há um tempo. Temos quatro capas diferentes para o álbum Midnights. E se você as virar, obviamente, há uma contracapa. Elas são diferentes. O que eu queria mostrar é que se você juntar todas as contracapas, elas formam um relógio. Isso pode te ajudar a ver o tempo”, disse a cantora em seu no Instagram.