PJ Morton (Maroon 5) lança disco com Stevie Wonder, Nas, Jojo e mais

O cantor, compositor e produtor musical americano PJ Morton lançou o álbum Watch the Sun. O trabalho é um sincero registro sobre os altos e baixos da vida e conta com participações especiais de Chronixx, JoJo & Mr. Talkbox, Stevie Wonder & Nas, Wale, Jill Scott & Alex Isley, El DeBarge, Zacardi Cortez, Gene Moore, Samoht, Tim Rogers e Darrel ‘MusiqCity’ Walls. Este é um lançamento da Morton Records/EMPIRE que chega junto de um clipe em animação para Be Like Water, parceria com Stevie Wonder e Nas. “Estou sendo mais honesto, mais autêntico e mais aberto do que já fui no passado”, diz PJ Morton. “Por mais que as pessoas saibam sobre mim, sou bastante reservado sobre detalhes. Agora eles se manifestaram com letras que me empurraram – não apenas indo com a primeira coisa ou que parecia bom, mas certificando-me de que eu me desafiasse a ir mais fundo”. O novo trabalho – seu 14° álbum -, marca uma fase especial na carreira do artista, que tem se apresentado por todo o mundo ao lado do Maroon 5 e acabou de ganhar o Grammy pela sua colaboração no álbum We Are, de Jon Batiste. Aliás, este é o quarto ano seguido com vitórias no Grammy para Morton, cuja carreira pautada pela versatilidade e pela coletividade da criação musical se manifesta em Watch the Sun. “Uma das minhas principais regras é não pensar em convidados enquanto estou criando. Quando você pensa primeiro no convidado, torna-se sobre o que seria melhor para eles, no lugar de ser algo melhor para a música. Cada convidado está lá de uma maneira super intencional – não por quem eles são, mas porque eles se encaixam nessas canções”, conta ele.
Warpaint lança Radiate Like This, primeiro álbum em seis anos

Radiate Like This, o primeiro álbum em seis anos do celebrado quarteto Warpaint, já entre nós. São dez novas faixas do grupo californiano. “Fazer este álbum foi um trabalho de amor”, diz a banda. “É o culminar alegre de quatro mentes musicais ao longo de alguns anos selvagens e de coração aberto”. Estamos entusiasmadas por finalmente compartilhá-lo com vocês”. Em resumo, álbum apresenta os singles previamente lançados Hips, Champion e Stevie, que chegou junto com um vídeo feito em colaboração comFascinated By Everything. Além disso, a banda confirmou recentemente a turnê Radiate Like This, iniciando na próxima semana na Europa. Posteriormente, uma série de datas americanas começando em julho. As paradas incluem um show na cidade natal, Los Angeles, Brooklyn, Washington D.C. e mais. Aliás, Belief, o projeto paralelo de Stella Mozgawa (Warpaint) e da produtora Boom Bip, apoiará nas datas da costa leste. Enquanto o Goldensuns e JennyLee vão apoiar nas datas da costa oeste. Por fim, Radiate Like This capta o que sempre foi a magia da Warpaint – a delicada interação de quatro partes distintas reunidas em movimento – enquanto de alguma forma permite que cada indivíduo brilhe um pouco mais. O Warpaint é Emily Kokal (guitarra, vocais), Jenny Lee Lindberg (baixo, vocais), Stella Mozgawa (bateria, vocais) e Theresa Wayman (guitarra, vocais). Ouça o álbum Radiate Like This abaixo
Halestorm lança álbum Back From The Dead; ouça!

A banda de hard rock Halestorm lançou, nesta sexta-feira (6), Back From The Dead, seu quinto álbum de estúdio. O disco sucede Vicious, de 2018, responsável pela segunda indicação ao Grammy do grupo. Produzido por Nick Raskulinecz (Foo Fighters) com co-produção de Scott Stevens (Shinedown), Back From The Dead teve sua maior parte escrita e produzida em meio ao lockdown da pandemia. “É uma jornada de navegação pela saúde mental, pela sobrevivência, pela redenção, pelo redescobrimento, ainda mantendo a fé na humanidade”, diz a vocalista Lzzy Hale. Começando na próxima terça-feira (10), a nova turnê do Halestorm pela América do Norte contará com Stone Temple Pilots, Black Stone Cherry e Mammoth WVH. Posteriormente, em julho, todos os convidados especiais serão mulheres do The Pretty Reckless, The Warning e Lilith Czar. Por fim, a banda segue para a Europa com o apoio da Alter Bridge em novembro.
Supergrupo Tripa Seca lança o álbum Charivari; ouça!

As trajetórias múltiplas e renomadas dos quatro integrantes do supergrupo Tripa Seca se encontram no novo disco da banda carioca, Charivari. O projeto com jeito de coletivo criativo reúne Marcelo Callado, Renato Martins, André Paixão (Nervoso) e Melvin Ribeiro (Carbona e mais mil bandas) e faz de seu segundo disco. Em resumo, é uma ousada viagem sonora por ritmos brasileiros das últimas décadas, indo do rock ao brega, passando pelas referências ao som latino de bandas adoradas como Mano Negra, Squirrel Nut Zippers e Cafe Tacuba, chegando rock indie, com reverencia a expoentes como Pixies e Butthole Surfers. O novo trabalho de Tripa Seca surge após singles como Solstício de Inverno, Não Peida no Amor, Feitiço do Tempo e Que Dia, faixas que atestam a versatilidade do grupo. O álbum celebra o tumulto, a confusão, a discussão acalorada, a música discordante. O título do disco resume esse conceito: Charivari era um costume popular europeu e norte-americano, em que se simulava uma espécie de desfile encenado por uma comunidade, cujo objetivo era produzir o máximo de dissonância sonora possível. “Acho que tem um quê de confusão no nosso som. Confusão no sentido bom… No sentido de ser uma grande miscelânea de ideias e sons”, reforça Renato Martins, autor da ideia que deu origem ao nome do disco. A principal motivação da banda para aceitar o desafio de produzir um disco em plena pandemia foi a multiplicidade de referências inseridas nas histórias e estéticas sonoras de cada canção, organizadas como uma unidade. Com caminhos cruzados em bandas e artistas como Acabou La Tequila, Lafayette & Os Tremendões, Banda Cê (de Caetano Veloso), DoAmor, Canastra e Carbona, a Tripa surgiu em 2015 trazendo de volta os elos criativos para o círculo de amizade. Em 2019, os músicos lançaram um homônimo álbum de estreia e agora se consolidam como uma espécie de coletivo de produção, trazendo uma identidade peculiar e centrada em suas identidades múltiplas.
Influenciado por Star Wars e ufologia, Lunar Society Club lança álbum Lost Songs in Spacetime

Formada em 2020, a banda carioca Lunar Society Club nasceu com um projeto ambicioso: criar um universo totalmente fictício influenciado por SCI-FI, Star Wars, Ufologia e RPG. Foi através dessas referências, que o grupo composto por Jorge Lima (bateria), Gustavo Maizena (baixo), Lerik Lopes (guitarra) e Otto Vaz (guitarra & voz) idealizou as letras do álbum Lost Songs in Spacetime, lançado nesta quarta-feira (20) nas principais plataformas digitais. De acordo com o guitarrista Lerik, a banda de pop punk tem como tema central a história do personagem adolescente Skyler, que tem sua vida transformada após passar por uma abdução extraterrestre. Além do material musical, o projeto ganhará ainda neste ano, o primeiro livro sobre o tema – a previsão é que a história seja contada numa trilogia. O álbum de estreia, com dez faixas e um pouco mais de 35 minutos, é uma espécie de trilha sonora do ambiente arquitetado pelo grupo. “O álbum busca criar um universo ficcional, sob um pano de fundo filosófico-existencial. As músicas estão em ordem cronológica e as letras conversam com a história do livro que vamos lançar em breve. Quanto às influências sonoras, procuramos resgatar aquela ‘pegada’ das bandas que figuravam pela MTV nos anos 90, como Millencolin, Green Day, Silverchair, Descendents, e várias outras que nos inspiram, tanto por suas composições musicais, quanto por suas histórias pessoais”, conta Lerik. Uma das faixas presentes em Lost Songs in Spacetime é Cosmos, escolhida pela banda como música de trabalho. Na história criada pela Lunar Society Club, ela aparece como a última do álbum. “Ela relata os sentimentos conflitantes de Skyler ao chegar no planeta Platon, se surpreendendo por ainda estar vivo após presenciar a explosão de uma Supernova, e descobrindo o real poder da sua força interior. Cosmos é a nossa música mais marcante, especialmente pelo refrão. Vale destacar, ainda, a mensagem positiva de celebração da vida, que tentamos transparecer no verso All of us have a cosmos inside the heart. Então, Cosmos não é só o triunfo da história contada ao longo do álbum, mas também o triunfo da vida, sua celebração plena”, diz o vocal Otto Vaz.
No telhado de prédio de Manchester, Liam Gallagher lança Better Days

Liam Gallagher compartilhou, nesta sexta-feira (22), o single Better Days, que leva seu toque experimental a um novo patamar.
King Gizzard & The Lizard Wizard lança o álbum Omnium Gatherum

Omnium Gatherum, primeiro álbum de estúdio do King Gizzard & The Lizard Wizard em 2022, chegou nesta sexta (22) aos aplicativos de música. Recentemente, o King Gizzard & The Lizard Wizard cancelou duas apresentações no Brasil. A banda estava escalada para o Lollapalooza e tinha outra data em São Paulo dentro da programação do Lolla Parties. “Esta sessão de gravação foi significativa porque foi a primeira vez que todos os seis ‘Gizzards’ se reuniram depois de um tempo extraordinariamente longo em confinamento. Significativa porque produziu a gravação de estúdio mais longa que já lançamos e ainda porque (acho) mudou a maneira como escrevemos e gravamos música – pelo menos por um tempo … Um ponto de virada. Acho que estamos entrando em nosso ‘período de jam’. É bom”, disse o vocalista Stu. O disco é composto com 16 faixas, incluindo o já lançado single de 18 minutos The Dripping Tap. Concebido como um compêndio de músicas inéditas que nunca encontraram um lar nos álbuns anteriores do Gizzard, Omnium Gatherum virou uma bola de neve e logo o grupo continuou escrevendo e gravando novas músicas para o álbum.
Sticky Fingers lança quinto álbum de estúdio; ouça Lekkerboy

A banda australiana Sticky Fingers está com álbum novo na praça. Lekkerboy é o reflexo da jornada em que o Sticky Fingers esteve até agora. Escrito durante a pandemia e com os integrantes isolados um do outro, morando em diferentes lugares do país, a banda acabou se reconectando para fazer alguns de seus melhores trabalhos até hoje. O baterista Eric “Beaker Best” da Silva Gruener compartilhou seu pensamento sobre o novo álbum. “Mesmo quando o mundo para, nossa história continua se desenrolando e somos bons em capturar essa história. Lekkerboy está aberto à sua própria interpretação e a poesia é deixada para ser tomada… mas para mim este álbum é potente e já soa nostálgico – é grande e cheio de coração”. >> Confira entrevista com o Sticky Fingers sobre o Lekkerboy O tecladista Daniel “Freddy Crabs” Neurath explica: “O momento era muito forte e as sessões de gravação resultantes no Grove afirmaram ainda mais o quão grande todas essas músicas eram. Lekkerboy é o nosso maior e mais longo álbum, pelo qual eu sei que os fãs estão loucos. Estou muito orgulhoso do que alcançamos e mal posso esperar para levar isso ao mundo. É hora do bop!” A banda segurou Lupo the Wolf até o fim, pois sabiam que era algo que os fãs iriam adorar e queriam fazer um momento em torno da música e do videoclipe. Um “clássico” Sticky Fingers, com todos os sons certos nos lugares certos, estão muito animados em lançar. Para o guitarrista Seamus Coyle, Lupo The Wolf tem muita energia. “É uma música bombástica. É suja, é legal e tem um retrocesso às nossas coisas antigas, mas também avança de uma maneira nova. O clipe dela é foda. Dizza disse que estava lendo sobre esse cara Lupo The Wolf, e Pats tipo foda-se, vamos escrever sobre isso. Foi uma das primeiras sessões que fizemos em Wollongong, então realmente levantou o ânimo desde o início e fez a bola rolar.”
Interpol conclui seu filme de duas partes com Something Changed

Na semana passada, o Interpol estreou Toni, o primeiro single de seu novo álbum The Other Side Of Make-Believe, que será lançado em 15 de julho pela Matador. A música foi acompanhada pela estreia de um filme de duas partes dirigido por Van Alpert (Machine Gun Kelly), que desde então conquistou mais de 250 mil visualizações no YouTube. Agora, o Interpol lançou a segunda e última parte, bem como revelou a nova música Something Changed. Paul Banks comentou sobre a música em nota enviada pela assessoria de imprensa. “Em Something Changed, parte dois do nosso curta-metragem com Van Alpert, realidade e devaneio convergem e nossos dois personagens principais se encontram em uma espécie de estado de sonho – sendo perseguidos inexoravelmente por uma figura sinistra (interpretada por eu mesmo). As vidas dos três estão entrelaçadas em uma nebulosa de medo, retribuição, desejo e desafio. Quem receberá seus justos desertos? Fique atento e descubra”. O diretor Van Alpert também falou sobre a ideia pensada para a canção. “Paul e eu gostamos da ideia de que Something Changed seria como um sonho. É como se nossos dois personagens principais acordassem do que aconteceu em Toni e suas vidas fossem irreparavelmente diferentes. Eles agora estão fugindo de alguma força obscura que é um pouco mais primitiva e invasora”. O álbum abre novos caminhos para o grupo: paralelamente à exploração das tendências da vida contemporânea, as novas músicas da Interpol estão imbuídas de desejo pastoral e graça recém-descoberta. O Interpol toca no Roundhouse em Londres nos dias 14 e 15 de junho e em alguns de seus maiores shows até hoje, no Rose Bowl Stadium em Los Angeles e na arena Palacio De Los Deportes na Cidade do México. Confira a tracklist do novo álbum do Interpol Toni Fables Into The Night Mr Credit Something Changed Renegade Hearts Passenger Greenwich Gran Hotel Big Shot City Go Easy (Palermo)