Alfie Templeman lança o álbum “Radiosoul”; ouça!

O multi instrumentista, compositor e produtor londrino Alfie Templeman lançou o álbum Radiosoul via Chess Club Records / AWAL Recordings. Radiosoul é um conjunto ambicioso de faixas que mostram uma nova e ousada direção acid-pop para o artista. O disco conta com a produção de Templeman, bem como de Nile Rodgers, Dan Carey, Karma Kid, Oscar Scheller, Will Bloomfield, Justin Young, Josh Scarbrow e Charlie J Perry. É um álbum de autodescoberta, que transita entre gêneros facilmente e mostra uma nova incisividade e humor amargo no lirismo de Templeman, ao mesmo tempo que mantém a sensação de alegria que definiu seus lançamentos anteriores. É o trabalho de um compositor prodigiosamente talentoso que realmente se destaca. “Em fevereiro de 2023, planejei uma pequena viagem aos EUA e me apaixonei por gravar música. Visitei Nile Rodgers em Miami e Oscar Scheller em Los Angeles, depois voltei e saí com vários produtores incríveis no sul de Londres: Charlie Perry, Karma Kid, Dan Carey, Will Bloomfield e Josh Scarbrow. Durante os próximos 5 meses faríamos meu próximo álbum juntos. Eu iria para casa e criaria músicas; tirando ideias que tive desde 2017. Depois nos encontraríamos e faríamos as coisas espontaneamente. Há uma energia emocionante que é capturada quando você não sabe o que está por vir”, comentou Alfie. “Cada música é intencionalmente diferente da anterior. É sobre o estranho e o maravilhoso, os momentos grandes, brilhantes e explosivos e os momentos silenciosos, crus e reflexivos. Quando comecei, o que realmente me empolgou foi usar a música como forma de documentar minha vida. Cada EP parecia um pequeno diário, condensando o último meio ano da minha vida em algumas músicas. Este álbum realmente me lembra disso, mas desta vez ele faz uma retrospectiva de toda a minha vida. Finalmente me sinto um pouco mais confiante para lutar contra a escuridão que inevitavelmente estará à espreita de vez em quando. Este álbum é sobre completar 20 anos: entrar em uma nova década da sua vida e descobrir como você se guiou até onde está agora, mesmo que não saiba realmente como.” No início desta semana, Templeman se juntou à Nile Rodgers para Just A Dance, seguindo os singles Beckham, Hello Lonely e Eyes Wide Shut. O single introdutório Eyes Wide Shut foi nomeado como Hottest Record In The World pela BBC Radio 1 após o lançamento, apareceu em 27 playlists do Spotify New Music Friday e 47 do Apple New Music Daily em todo o mundo e inaugurou a nova era de Alfie Templeman. Falando sobre sua experiência de trabalhar com Nile, Alfie comentou. “Ninguém toca guitarra rítmica como Nile Rodgers; sua música tem sido uma parte importante da minha vida. Fui a Miami para montar esse álbum com o próprio e aprendi muito sobre seu processo e como ele compõe refrões que nunca saem de sua cabeça. Nile é obviamente o rei de tudo, então fazer essa música com ele é como um distintivo de honra, um selo de aprovação para entrar na lista. A música surgiu em parte graças a Bowie. Começamos a falar sobre ele e seu álbum Let’s Dance e sobre como a faixa-título, superficialmente, tinha como objetivo fazer as pessoas se mexerem por um tempo, embora a música, na verdade, tratasse de encobrir seus sentimentos. Just A Dance se tornou uma música curta e agradável, cheia de energia e com uma mensagem simples. Apenas aproveite o agora por um tempo, tudo ficará bem. É tudo apenas uma dança.” Nile Rodgers também rebateu os elogios. “Adoro essa nova música Just A Dance que escrevi e produzi com Alfie Templeman. Ele é um guitarrista e compositor novo e empolgante e eu adoro trabalhar com ele. Ele veio me ver em Miami e trouxe o calor!”
Alfie Templeman convoca Dan Carey para o super single Beckham

O multi-instrumentista londrino Alfie Templeman lançou o single Beckham, extraído de seu aguardado segundo álbum Radiosoul, que será lançado em 7 de junho pela Chess Club Records / AWAL Recordings. Templeman comemorará o lançamento do álbum com uma série de datas de turnê em lojas de discos. Produzido com o produtor cult Dan Carey, Beckham apresenta um groove suave, vocais leves e um refrão viciante. “O refrão dessa música é a lista de lugares para onde eu estava querendo me mudar em Londres. Eu me mudei pela primeira vez na vida no verão de 23, o que foi muito empolgante, mas os dias que faltavam para a mudança foram os momentos mais reais e dignos da minha vida. Parecia que um capítulo totalmente novo havia começado”, comentou Templeman. Expandindo sua experiência de trabalho com Carey, Templeman compartilhou que é um sonho fazer música com o produtor. “Ele confia em cérebros dispersos como o meu, onde você tem tantas ideias batendo na porta implorando para sair. Beckham aconteceu em poucas horas, é tão cheia de vida e energia. Eu realmente queria construir o final e criar todo esse pavor e pânico para que ele caísse sobre si mesmo. Há um instrumento insano durante a construção chamado Swarmatron, que usa oito tons diferentes, afinados em alturas diferentes, e os envia em uníssono até que os reunimos novamente antes do drop da música. E pegamos minha voz durante os versos e a colocamos em um sampler que tritura e cospe minhas palavras. É tudo muito louco, coisa de Dan”.
Alfie Templeman lança álbum de estreia Mellow Moon

A sensação de 19 anos Alfie Templeman lançou o álbum de estreia Mellow Moon via Chess Club Records/AWAL. Comentando sobre Mellow Moon, Alfie detalhou o momento da carreira. “É praticamente impossível um álbum definir quem você é quando você tem 19 anos, mas acho que a mensagem real que quero dizer com este álbum é que ainda estou descobrindo minha vida, e o passeio está apenas começando. Aprendi muito sobre mim desde que comecei Mellow Moon, e espero que você também aprenda muito mais.” >> Confira entrevista com Alfie Templeman << Ele acrescenta sobre o novo vídeo, Colour Me Blue, também lançado hoje. “Não corro mais. Não quero mais correr e não me associo a isso. Mas foi ótimo filmar o vídeo, e Martyn, meu pai, fez um pequeno cameo também, veja se consegue vê-lo!”.
Entrevista | Alfie Templeman – “Minha música é muito real time”

A sensação da música britânica Alfie Templeman, de 19 anos, lançará seu álbum de estreia, Mellow Moon, em 27 de maio, pela Chess Club Records/AWAL. O single mais recente da fase de divulgação desse trabalho é Broken, que veio acompanhado de um videoclipe dirigido por Jack Turner. “É um hino para pessoas da minha idade, todas as oscilações de ser adolescente e descobrir a si mesmo. É sobre perceber que analisar a si mesmo é uma parte importante do crescimento”, comentou o músico. Alfie Templeman embarcará em uma turnê no Reino Unido nos próximos meses – com o apoio da colega de gravadora Pixey – que inclui shows esgotados em Manchester, Bristol, Brighton. Em conversa com o Blog n’ Roll, Alfie Templeman conversou sobre a expectativa para o lançamento do álbum, processo de gravação e Brasil. Confira abaixo. Como está a expectativa para o lançamento de Mellow Moon? Eu estou muito animado em ver o quanto as pessoas ficarão surpresas com o álbum porque é tão diferente do que já fiz. Acho que a expectativa das pessoas até agora é que eu faça um álbum pop. Mas acho que eles ficarão totalmente surpresos com os diferentes lados que não tinha explorado antes, diferentes sons. Estou muito animado! Como foi o processo de gravação? Começou em 2020, após a pandemia. Estava fazendo demos instrumentais e músicas das quais eu estava bem animado com o som delas. Aí a pandemia veio e fiquei sem inspiração, não conseguia fazer nada. No final do ano, acabei eventualmente fazendo mais algumas músicas e comecei a escrever as letras… Quando comecei a sair e ver as coisas de novo, no início de 2021, foi quando as letras começaram a casar com as músicas e tudo começou a se juntar. E eu tinha esses diferentes sons que faziam muito sentido para mim de maneiras diferentes. Foi como a tracklist do álbum surgiu. Eu o gravei praticamente todo em casa. Fui em alguns estúdios para gravar algumas coisas com o Will Bloomfield e Justin Young (The Vaccines)… Acho que no total seis pessoas ajudaram, o que não é muita gente para um álbum. A maior parte fiz sozinho, escrevi todas as letras e as produzi, apenas com uma ajuda em algumas partes. Na maior parte do tempo estava fazendo as coisas em casa. O que procurou levar de influência e inspiração para o seu trabalho novo? O melhor é falar por décadas. Dos anos 1960, trouxe influências de Beatles, Zombies e Rolling Stones. Dos anos 1970, as batidas do Led Zepellin e Free, além de músicas do Fleetwood Mac. Dos anos 1980, Michael Jackson, Quincy Jones, Nile Rodgers também. Ele teve uma influência muito forte nisto. Phil Collins e tudo isso, claro. E também muita influência indie como Steve Lacy, até de pessoas como Ambush? Norah Jones, Jamiroquai… Então é uma mistura maciça de diferentes estilos que se juntaram para isso. Você acredita que levar oscilações de Alfie Templeman como jovem para as canções pode ajudar pessoas da mesma idade que sofrem com ansiedade e depressão, por exemplo? Sim, definitivamente acredito. Minha música é muito “real time”… Então se me sinto de um jeito, vou falar como é quando acontecer. Acho que as pessoas realmente gostam disso, dessa honestidade. E pode ajudar as pessoas a lidar com os sentimentos, as oscilações e altos e baixos delas. Acho que o distanciamento ajudou a limpar minha mente. Acho que todo mundo teve tempo de entender os próprios problemas. Isso foi o que me ajudou a escrever as músicas. Você fez uma tour pela América do Norte e agora divulgará seu novo trabalho com uma série de shows na Europa e Reino Unido. Como está sua expectativa? O que os fãs podem esperar desses shows? Shows ao vivo não são mais comuns desde a internet porque muita gente escolhe não fazer.. porque não precisa fazer. Por isso muita gente acha que a música ao vivo é automaticamente a mesma da gravação feita em um estúdio. Mas tem muito trabalho envolvido para fazer justiça a isso. Também é sobre se divertir, as pessoas sabem que… por sorte nós temos aquele tipo de público que sabe que vamos fazer graça. Nós ainda fazemos covers no palco e jams bestas, além de coisas estúpidas. As pessoas sabem que somos este tipo de banda. Também é muito difícil porque tem um certo nível musical que você precisa alcançar toda noite. Realmente curto, mas é um desafio. Tem muita coisa rolando no meu álbum para apenas quatro pessoas no palco, é uma grande tarefa. Mas nós resolvemos como fazer isso, é muito trabalho envolvido, mas vale a pena. Por falar em shows, você pensa em trazer sua turnê ao Brasil também? Você já esteve no Brasil? Sim, com certeza! Ainda estamos planejando isso, mas queremos fazer uma tour adequada pela América Latina. Nunca fui ao Brasil, mas eu quero. O que vem a cabeça quando pensa no País? Com certeza penso em futebol. Futebol todo dia, o que é muito incrível. Eu nem curto tanto futebol assim, mas sei que é outro nível. Também tem praias lindas, a vida selvagem. ***Entrevista e tradução: Isabela Amorim