Jonas Brothers anunciam megashow da turnê “Jonas20” no Allianz Parque

Após arrastarem multidões pela América do Norte, os Jonas Brothers confirmaram que a gigantesca turnê comemorativa Jonas20: Greetings From Your Hometown passará pelo Brasil. O trio fará uma apresentação única no Allianz Parque, em São Paulo, no dia 13 de maio de 2026 (quarta-feira). Maior celebração da carreira do Jonas Brothers Para quem acompanhou o fenômeno dos irmãos desde a era do Disney Channel até o amadurecimento musical recente, esse show é um prato cheio. A turnê celebra os 20 anos de trajetória da banda, passando por hinos absolutos como Year 3000 até as faixas do mais recente álbum do grupo, Greetings From Your Hometown (lançado em agosto de 2025). A proposta da Jonas20 é ser o show ao vivo mais ambicioso da banda até hoje. Cada noite homenageia os diferentes capítulos que formam a história dos irmãos, incluindo os projetos paralelos: Nick Jonas & the Administration, a consolidada carreira solo de Nick, os hits do DNCE (liderado por Joe) e até a nova era solo de Kevin Jonas. O tom da turnê foi dado logo no show de abertura em Nova Jersey (EUA), que contou com participações especiais de peso que destravaram memórias de toda uma geração, como Demi Lovato, Jesse McCartney, JoJo e Switchfoot. 🎫 Serviço e venda de ingressos Prepare os alarmes e os cartões de crédito, pois a maratona de vendas começa já na semana que vem. Todas as vendas (pré-venda e geral) abrem sempre às 10h online (via Ticketmaster) e às 11h na bilheteria oficial (sem taxa). Cronograma de vendas 💰 Tabela de preços Informações importantes
Shows do Bad Bunny em São Paulo têm horário antecipado

Se você garantiu seu ingresso para ver o fenômeno Bad Bunny no Allianz Parque neste fim de semana, é hora de ajustar o relógio e a logística de transporte. A Live Nation Brasil anunciou nesta quarta-feira (18) que os shows terão seu início antecipado. As apresentações, marcadas para os dias 20 (sexta-feira) e 21 (sábado) de fevereiro, começarão 30 minutos mais cedo do que o previsto inicialmente. Novo horário antecipado: 20h30 Anteriormente marcados para as 21h, os shows do astro porto-riquenho agora terão início pontualmente às 20h30min. A mudança visa melhorar a experiência do público e o fluxo de saída do estádio. Portanto, não se atrase: o “Coelho Malvado” vai subir ao palco mais cedo. 🕒 Serviço atualizado: Bad Bunny em SP Confira a programação final para não perder nenhum minuto do espetáculo:
Com mais um grande show, entenda a história do teatro do My Chemical Romance

Após 18 anos de espera, o My Chemical Romance encerrou a passagem por São Paulo com um segundo show no Allianz Parque nesta sexta, dia 6, entregando uma apresentação que foi além do formato tradicional. A banda apostou em uma experiência grandiosa para tocar The Black Parade na íntegra, dividida entre impacto musical e narrativa cênica, transformando o palco em um espaço teatral carregado de simbolismos. A abertura ficou novamente por conta do The Hives, que aqueceu o público antes de o MCR assumir o controle da noite com uma produção visual marcada por fogo, projeções e personagens que conduzem a história do espetáculo. O setlist passou por ajustes em relação ao dia anterior (confira aqui), com menos músicas de seu debut álbum. Mesmo com a entrega intensa e a resposta imediata do público, algumas ausências chamaram atenção. A banda não tocou The Ghost Of You, apesar dos pedidos vindos das arquibancadas, e também não apresentou nenhuma música inédita ou estreia ao longo da turnê. De surpresa mesmo, apenas o fato de Helena não ser o encerramento da noite. Musicalmente, o grupo mostrou coesão e força, com Gerard Way conduzindo o espetáculo em clima dramático, alternando momentos de entrega emocional com ironia e interação pontual com o público. A segunda parte do show reuniu faixas de diferentes fases da carreira, garantindo um encerramento catártico e reafirmando a conexão do My Chemical Romance com sua base de fãs brasileira. Com menos falas e interações com o público, Gerard Way falou “obrigado” em português e disse que era a única palavra que ele sabia. Já Frank Iero, de maneira tímida, mudou “Trust Me” para “Confie em Mim” nos backing vocals de I’m Not Okay. Entenda o Teatro para a execução de The Black Parade Antes mesmo da primeira música, o espetáculo estabelece uma narrativa própria. A história apresentada se passa na chamada Era do Concreto, um período fictício de prosperidade governado por um ditador imortal. Dentro desse universo, o Black Parade, dado como morto em 2007, retorna após anos encarcerado em uma instituição chamada M.O.A.T., uma mistura de prisão, hospital psiquiátrico e centro de recondicionamento. Essa ambientação é reforçada por regras exibidas no telão em um idioma inventado e pela presença constante de vigilância no palco. A encenação ganha corpo com personagens recorrentes, como o homem que varre o palco, a enfermeira que divide os vocais de Mama com Gerard Way e o clerk, figura central que interage com a banda e conduz parte da narrativa. Os músicos entram escoltados, usam uniformes antigos e deteriorados do Black Parade e são tratados como pacientes ou prisioneiros, enquanto personagens como a The Secretary observam tudo em silêncio, reforçando a sensação de controle e hierarquia. Ao longo do show, o conceito se aprofunda em temas como obediência, perda de identidade e recondicionamento psicológico. Elementos visuais como um grande olho que desce sobre o palco, cenas de procedimentos médicos e projeções perturbadoras acompanham músicas como Sleep e Mama, transformando o concerto em uma espécie de ópera distópica. O resultado é um espetáculo que mistura música, teatro e crítica simbólica, deixando mais perguntas do que respostas e reforçando a ideia de que o My Chemical Romance não voltou apenas para tocar um disco clássico, mas para expandir sua própria mitologia diante do público. Setlist da noite The Black Parade – Parte 1The End.Dead!This Is How I DisappearThe Sharpest Lives Welcome to the Black ParadeI Don’t Love YouHouse of WolvesCancerMamaSleepTeenagersDisenchantedFamous Last Words (com trechos de The Welcome Parade)The End/Blood Hits – Parte 2 Our Lady of SorrowsBury Me in BlackNa Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na)SINGHelenaPlanetary (GO!)To the EndDESTROYAI’m Not Okay (I Promise)The Foundations of Decay (primeira vez na história como fechamento de show)
The Hives faz novamente um show gostoso como abertura para o My Chemical Romance em São Paulo

Assim como na noite de quinta, o The Hives subiu ao palco novamente nesta sexta-feira, dia 6, para fazer a abertura do aguardado show do My Chemical Romance no Allianz Parque. Vestidos com seus tradicionais ternos que brilhavam no escuro, os suecos mostraram desde os primeiros minutos por que são considerados uma das bandas mais explosivas do garage rock. Carismático e incansável, o vocalista Pelle Almqvist comandou o público durante cerca de 50 minutos, sem parar um segundo, transformando a função de banda de abertura em um verdadeiro evento à parte. Clássicos como Hate to Say I Told You So e até os quatro hits do novo álbum fizeram o estádio pular, algo raro para uma atração que antecede o headliner. O The Hives não sabe se portar como banda coadjuvante, eles suam sangue, atuando sempre como prato principal e deixando a sobremesa para quem vem depois. O repertório foi diferente da noite anterior, porém também destacou o álbum mais recente, The Hives Forever Forever The Hives, com suas principais faixas abrindo e fechando o show, antes da chegada do My Chemical Romance. >> LEIA ENTREVISTA SOBRE AS INFLUÊNCIAS DO THE HIVES Sempre em sintonia com a plateia, Pelle Almqvist arriscou o português durante a apresentação e arrancou risos e aplausos ao responder um “eu gostoso?” após ser chamado assim pelo público. Entre idas à plateia e palminhas comandadas com precisão, o The Hives não apenas aqueceu o público, como elevou a energia do estádio a um nível alto logo no início da noite. É impressionante a facilidade com que a banda conquista novos fãs e se adapta a qualquer ambiente, se mostrando como uma verdadeira banda de rock e que se comunica com qualquer público. Setlist do showEnough Is EnoughWalk Idiot WalkRigor Mortis RadioPaint a PictureBogus OperandiHate to Say I Told You SoCountdown to ShutdownLegalize LivingCome On!Tick Tick BoomThe Hives Forever Forever The Hives
My Chemical Romance transforma Allianz Parque em manicômio gótico para celebrar The Black Parade

Esqueça o conceito tradicional de show de estádio. O que se viu na noite desta quinta-feira (5) no Allianz Parque, em São Paulo, foi uma peça de teatro macabra musicada por uma das bandas mais importantes do século 21. Para celebrar os 20 anos de The Black Parade, o My Chemical Romance não se limitou a tocar o disco, eles construíram um universo. Ao entrarem no palco, transformado em uma espécie de sanatório/prisão distópico sob a vigilância de um olho digital gigante, Gerard Way e companhia deixaram claro que a noite seria dividida entre a ficção do “Mundo de Draag” e a realidade crua dos hits. Teatro de The Black Parade Quando o MCR assumiu o palco, o clima pesou. A execução na íntegra do álbum de 2006 foi marcada pela teatralidade. Cada integrante parecia um paciente tomando sua medicação ao entrar em cena. Musicalmente, a sequência é imbatível. De Dead! a Mama, o público cantou cada verso como se fosse uma oração. Mas o destaque foi a narrativa visual. A presença dos personagens “O Cavalheiro” (o boneco de Gerard) e “O Atendente” criou uma tensão constante. >> SAIBA COMO FOI O SHOW DO THE HIVES O clímax desse primeiro ato foi chocante e inverteu a lógica da turnê de 2025. Durante a reprise de The End, numa versão melancólica de piano e violino, Gerard Way não foi a vítima. Em uma reviravolta sangrenta, o vocalista atacou “O Atendente” em uma cama hospitalar. Enquanto Blood tocava, Way encenou a remoção das entranhas do personagem, com sangue jorrando cenograficamente, um Grand Guignol que deixou a plateia boquiaberta. O público vibrou muito com o plot twist. Hits e a libertação Passada a carnificina teatral, a banda voltou para o “mundo real” no segundo set. Sem o palco B (usado em outras turnês), eles concentraram a energia na estrutura principal para desfilar o legado. A trinca I’m Not Okay (I Promise), Na Na Na e Helena (no encerramento) serviu para lembrar porque eles lotam duas vezes o Allianz Parque em São Paulo. Foi o momento da catarse coletiva, onde a atuação deu lugar à pura energia do rock. A voz de Gerard, exigida ao extremo por mais de duas horas, funcionou bem demais. The World Is Ugly e Cemetery Drive foram as surpresas da segunda parte do show, ambas estrearam na turnê no primeiro show em São Paulo. O My Chemical Romance em 2026 é uma entidade complexa. Eles conseguem satisfazer a nostalgia dos fãs de Three Cheers for Sweet Revenge enquanto entregam uma performance artística digna de grandes produções da Broadway. O show no Allianz foi visualmente denso, musicalmente impecável e, acima de tudo, corajoso. Em uma era de apresentações pasteurizadas, ver uma banda “estripar” um personagem no palco principal de um estádio é a prova de que o rock ainda pode (e deve) ser perigoso. Edit this setlist | More My Chemical Romance setlists
Para mais um público novo no Brasil, The Hives diverte fãs de My Chemical Romance com show enérgico

Antes do show emocional do My Chemical Romance no Allianz Parque, na noite desta quinta-feira (5), houve a festa. A escolha do The Hives para a abertura foi um acerto perigoso. Durante 50 minutos, os suecos entregaram uma aula de garage rock. O vocalista, Pelle Almqvist, vestido a caráter (como sempre), não parou um segundo. Hits como Hate to Say I Told You So e a explosiva Tick Tick Boom fizeram o estádio pular, algo raro para bandas de abertura. O Hives não sabe se portar como entrada, é sempre o prato principal, deixando a função de sobremesa para o headliner da noite. Vale destacar ainda a presença do novo álbum, The Hives Forever Forever The Hives, que ocupou cinco das 11 faixas do repertório, trazendo muito frescor para quem curtiu o último show no Tokio Marine Hall, em São Paulo, em 2024. Enough is Enough abriu o show, Born a Rebel e Paint a Picture surgiram no início da apresentação, enquanto Legalize Living e a faixa-título vieram na reta final. >> LEIA ENTREVISTA SOBRE AS INFLUÊNCIAS DO THE HIVES Sempre carismático, Pelle Almqvist gastou o português durante a apresentação. Ao ser chamado de “gostoso” pelo público, sorriu e afirmou: “eu gostoso”, em português, arrancando muitos risos e aplausos dos público. O Hives aqueceu o público, mas também elevou a barra de energia lá para o alto. Com Pelle indo ao público algumas vezes e comandando palminhas, o Hives mostrou que consegue se adaptar a qualquer ambiente e público. É impressionante como conseguem conquistar fãs novos com tanta facilidade. Foi a quinta vez que assisti ao Hives e somente em uma delas eles foram a atração única da noite.
Zayn no Allianz Parque: Cantor anuncia turnê “Konnakol” com show em SP e lança single

As últimas horas foram gigantes para os fãs de Zayn. O astro britânico, que tem explorado sonoridades cada vez mais maduras e alternativas desde sua saída da One Direction, anunciou nesta sexta-feira (6) sua maior turnê mundial até hoje. E o Brasil está na rota. A Konnakol Tour aterrissa em São Paulo no dia 10 de outubro (sábado), para uma apresentação no Allianz Parque. Esta será a primeira vez que Zayn assume o posto de atração principal em estádios e arenas na América do Sul. Single novo na pista O anúncio da turnê chega acompanhado de música nova. Foi lançado o single Die For Me. A faixa é o primeiro gosto do quinto álbum de estúdio do cantor, intitulado Konnakol, que tem lançamento marcado para 17 de abril. Segundo o artista, este é seu projeto com maior influência cultural até o momento, expandindo a sonoridade R&B/Pop que os fãs conheceram em Mind of Mine, mas com um apelo pop ainda mais forte. Zayn, de Vegas para o mundo Zayn vem de uma fase produtiva intensa. Recentemente, ele encerrou sua primeira residência em Las Vegas e colheu os frutos do aclamado álbum Room Under the Stairs (2024). Além disso, sua colaboração com Jisoo (do Blackpink) na faixa Eyes Closed continua rendendo números impressionantes e uma indicação ao iHeartRadio Music Award de 2026. 🎫 Ingressos A venda de ingressos será dividida em duas etapas e promete ser concorrida. A comercialização acontece pela Ticketmaster. 📅 Serviço: Zayn – Konnakol Tour no Brasil Ingressos
My Chemical Romance inicia maratona de shows em SP nesta quinta; veja horários

Após um hiato de quase duas décadas longe dos palcos brasileiros, o My Chemical Romance finalmente está entre nós. A banda liderada por Gerard Way desembarca em São Paulo nesta semana para duas apresentações históricas no Allianz Parque. Os shows, realizados pela 30e em parceria com a Move Concerts, acontecem nesta quinta-feira (5) e sexta-feira (6). Ingressos para o My Chemical Romance A demanda reprimida de uma geração inteira fez com que a primeira data (dia 5) esgotasse rapidamente. No entanto, para quem deixou para a última hora, ainda há uma chance: restam os últimos ingressos para a apresentação extra de sexta-feira (6). As vendas continuam pelo site da Eventim. Abertura de peso com The Hives Antes de entoar hinos como Helena e Welcome to the Black Parade, o público terá um aquecimento de luxo. A abertura fica por conta dos suecos do The Hives. Conhecidos pelos ternos preto e branco e pela energia caótica do garage rock, o grupo traz a experiência de 30 anos de estrada para o estádio. Relevância contínua O MCR chega ao Brasil surfando na nostalgia, mas também celebrando seu legado técnico. Recentemente, em 2024, o grupo lançou uma edição expandida do clássico Three Cheers For Sweet Revenge (2004), com novas mixagens de Rich Costey e faixas bônus gravadas para a BBC. ⏰ Horários Para quem vai ao Allianz Parque, a organização divulgou os horários oficiais para não perder nenhum acorde: 🎫 Serviço: My Chemical Romance em São Paulo Preços (data extra – 06/02) Vendas
M. Shadows rebate críticas, improvisa clássico e comanda maratona do Avenged Sevenfold no Allianz

Quando o Avenged Sevenfold assumiu o palco do Allianz Parque para fechar a noite de sábado (31), encontrou um público já completamente aquecido pelas apresentações anteriores. O que se seguiu foi uma maratona: mesmo com um repertório enxuto de 17 músicas, o show ultrapassou duas horas de duração, sustentado por uma produção impecável e pela habitual entrega técnica da banda. No entanto, a noite não foi feita apenas de celebração. O vocalista M. Shadows se mostrou visivelmente irritado com as críticas prévias sobre o setlist, apontado por muitos como bastante similar ao apresentado no Rock in Rio. Resposta às críticas e improviso de “Seize The Day” As reclamações online não passaram despercebidas. Shadows comentou o assunto diretamente no palco, justificando as escolhas artísticas e defendendo a construção narrativa do show atual. Porém, em um gesto claro de respeito e conexão com os fãs, a banda quebrou o protocolo e improvisou Seize The Day, atendendo a pedidos insistentes da plateia. A execução deixou evidente que a faixa não estava ensaiada para o roteiro da noite, mas a promessa do vocalista de tocá-la perfeitamente na próxima vinda ao Brasil foi recebida com entusiasmo, transformando um momento de tensão em cumplicidade. Pedidos de casamento e chá revelação O caráter emocional da apresentação foi reforçado por momentos inusitados que quebraram a rigidez de um show de metal. O palco do Allianz Parque serviu de cenário para um “chá revelação” diante de milhares de pessoas e, pelo menos, dois pedidos de casamento ao longo da apresentação, reafirmando a relação próxima que o grupo mantém com seu público brasileiro. Saldo do Avenged Sevenfold em São Paulo O único ponto que soou como um leve tropeço na dinâmica do espetáculo foi a reta final. A dobradinha formada por Cosmic e Save Me, faixas longas, esta última ultrapassando os dez minutos, acabou esfriando parte da plateia após um show intenso e carregado de energia. Ainda assim, o saldo geral foi altamente positivo. O Avenged Sevenfold consolidou a noite no Allianz Parque como um evento que soube equilibrar espetáculo visual, identidade artística e uma conexão genuína, ainda que por vezes conflituosa, com seus fãs. Setlist do Avenged Sevenfold em São Paulo (31/01)