BK’ celebra 10 anos de “Castelos & Ruínas” com show solo no Allianz Parque

O rapper carioca BK’ anunciou uma apresentação única no Allianz Parque, em São Paulo, no dia 19 de setembro de 2026. O espetáculo não apenas celebra uma década de sua carreira solo, mas marca os 10 anos do lançamento de Castelos & Ruínas (2016), álbum que redefiniu as métricas e a estética do gênero no país. Este show carrega um simbolismo histórico: será a primeira vez que um rapper brasileiro se apresenta sozinho, sem um festival por trás, no estádio que é hoje um dos principais palcos do entretenimento na América Latina. De 2016 ao topo: construção de um Gigante Lançado de forma independente em março de 2016, Castelos & Ruínas foi o “divisor de águas” que apresentou BK’ ao grande público. “Naquela época não tinha essa pressão da indústria. Era só a vontade de fazer música, de me expressar. Eu estava descobrindo até onde aquilo poderia chegar”, relembra o artista. A trajetória desde então foi meteórica e sólida: O show no Allianz Parque, realizado pela 30e e apresentado pelo Itaú Live, é o reflexo de um artista que soma mais de 215 milhões de streams apenas no Spotify. Ingressos para o show de dez anos do Castelos & Ruínas A venda ocorre exclusivamente pela plataforma Eventim. Clientes Itaú possuem 15% de desconto e parcelamento em até 3x sem juros. Setor Inteira Meia-entrada Entrada Social Cadeira Superior R$ 185,00 R$ 92,50 R$ 129,50 Pista R$ 245,00 R$ 122,50 R$ 171,50 Cadeira Inferior R$ 325,00 R$ 162,50 R$ 227,50 Pista Premium R$ 395,00 R$ 197,50 R$ 276,50 Experiências VIP: Cronograma de Vendas:

Robbie Williams confirma show único no Allianz Parque em outubro

O astro pop britânico Robbie Williams está de malas prontas para retornar ao Brasil. Após atrair mais de 1,2 milhão de pessoas em 24 países desde o início de sua atual excursão na Escócia, o cantor confirmou uma apresentação única em São Paulo, no Allianz Parque, no dia 13 de outubro de 2026. O anúncio consolida um ano histórico para o artista. Em janeiro, ele lançou o seu 13º álbum de estúdio, batizado apropriadamente de Britpop. O disco não apenas alcançou o topo das paradas, mas transformou Williams no artista solo com o maior número de álbuns número #1 na história do Reino Unido (superando inclusive o recorde anterior de Elvis Presley). Álbum de colaborações inusitadas Diferente de seus trabalhos anteriores mais focados no pop tradicional, o novo disco Britpop é um caldeirão de parcerias. No setlist e na produção, Robbie recrutou: Voz da Copa do Mundo Além da turnê, Robbie Williams ocupa atualmente o cargo de Embaixador Oficial da Música da FIFA. Ao lado de Laura Pausini, ele gravou Desire, o hino oficial que acompanhará todos os torneios da entidade, incluindo a Copa do Mundo de 2026. O cantor deve realizar uma performance de grande escala na abertura do Mundial, na Cidade do México, em junho, meses antes de desembarcar em solo paulista. * Ingressos A venda geral começa no dia 9 de abril, ao meio-dia, exclusivamente pela plataforma Ingresse. Setor Inteira Meia-Entrada Pista Premium R$ 690,00 R$ 345,00 Cadeira Inferior R$ 590,00 R$ 295,00 Pista R$ 450,00 R$ 225,00 Cadeira Superior R$ 390,00 R$ 195,00

Guns N’ Roses prova no Monsters of Rock que o gigantismo e a história superam qualquer crítica

Se durante as 12 horas de festival diversas bandas tentaram roubar a cena, o encerramento no sábado (4), no Allianz Parque, deixou claro: quando o logo da pistola e das rosas brilha no telão, o posto de “maior do mundo” é indiscutível. Em uma apresentação de cerca de 2h30, ligeiramente mais enxuta que as maratonas de três horas de outrora, mas ideal para um público já exausto, o Guns N’ Roses entregou uma aula de rock de arena. Química inabalável e sustos no palco A abertura com Welcome to the Jungle foi o gatilho necessário para incendiar o estádio e fazer o cansaço ser esquecido. A química entre Axl Rose, Slash e Duff McKagan continua sendo o pilar de sustentação do grupo. Mesmo após anos de reunião, vê-los juntos ainda é o ponto alto da noite. Um momento curioso (e tenso) ocorreu logo no início, durante Slither (sucesso do Velvet Revolver). Em um movimento brusco de Slash, Axl acabou levando uma “braçada” acidental da guitarra no rosto. O susto não abalou o vocalista, que seguiu o show firme, rindo da situação. De “Banda Mais Perigosa” a “Banda Mais Familiar” Nos bastidores e nas laterais do palco, o clima era de reunião de família. A antiga “banda mais perigosa do mundo” deu lugar a um ambiente acolhedor: famílias dos integrantes assistiam ao show, incluindo a família santista de Axl Rose. O vocalista chegou a brincar com um bebê no colo da mãe, enquanto Duff trocou um carinhoso selinho com a esposa após seu momento solo. Voz de Axl e a genialidade de Slash Sobre a voz de Axl Rose, o consenso (ou o que deveria ser) é claro: ele não tem mais o alcance de 1991, e está tudo bem. Adaptado, magro e visivelmente mais feliz, Axl corre, grita e mantém a chama acesa com uma leveza contagiante. Ele até brincou que o setlist estava sendo decidido na hora e que poderiam tocar Macarena. Do outro lado, Slash reafirmou por que é um ícone imortal. Mesmo após um dia repleto de guitarristas virtuosos no palco do Monsters, o homem da cartola mostrou que seu feeling e seus riffs são a alma do Guns. Duff McKagan também brilhou ao assumir os vocais em New Rose (The Damned), resgatando a aula de punk rock do álbum The Spaghetti Incident?. Raridades e homenagens emocionantes no show do Guns n’ Roses Para os fãs casuais, a ausência de baladas como Don’t Cry e Patience foi sentida, mas os “die-hard fans” foram presenteados com raridades como Dead Horse e a surpreendente Bad Apples, que não aparecia em um setlist desde 1991. Aliás, só havia sido tocada duas vezes na história, a primeira no Rock in Rio de 1991. O momento de maior emoção foi a estreia de Junior’s Eyes (cover de Black Sabbath), dedicada a Ozzy Osbourne, falecido no ano passado. O clima de tributo seguiu com a obrigatória Knockin’ on Heaven’s Door. Reta final apoteótica do Guns n’ Roses A celebração atingiu o ápice em Estranged, com o público arremessando golfinhos infláveis em uma referência nostálgica ao videoclipe, e o mar de luzes em Sweet Child O’ Mine. A tríade final com Axl ao piano em November Rain, a explosiva Nightrain e o hino Paradise City encerrou o festival em estado de catarse. O Guns N’ Roses fez jus ao topo do cartaz. Ninguém rouba o posto deles. Agora, a banda segue em turnê pelo Brasil até o fim do mês, provando que o “momento mágico” de um show do Guns ainda é a experiência definitiva do rock. Edit this setlist | More Guns N’ Roses setlists

Yngwie Malmsteen, o malabarista das seis cordas em um espetáculo para iniciados

Quando Yngwie Malmsteen subiu ao palco do Monsters of Rock, no último sábado (4), no Allianz Parque, ficou evidente que sua estratégia de conquista seria distinta da utilizada por Jayler ou Dirty Honey. No universo de Malmsteen, a técnica transbordante fala muito mais alto que qualquer voz. Trata-se do clássico espetáculo no estilo “ame ou odeie”. Técnica neoclássica sob o sol Devido ao calor intenso, parte do público aproveitou o início do set para se hidratar e buscar refúgio na praça de alimentação. No entanto, os entusiastas do virtuosismo e os aficionados por guitar heroes não arredaram o pé. Eles acompanharam atentamente cada nota do mestre sueco, que ainda arriscou momentos como vocalista, embora, reconhecidamente, sem o mesmo brilho que demonstra ao empunhar suas cordas. O icônico “muro” de amplificadores Marshall não apenas impressionou visualmente, mas garantiu uma sonoridade única e extremamente densa. Malmsteen conseguiu a proeza de transformar o estádio em um imenso recital particular de metal neoclássico. Performance e repertório de Yngwie Malmsteen Além da maestria musical, o sueco exibiu uma habilidade peculiar: chutar palhetas com precisão cirúrgica diretamente para as mãos dos fãs na grade. Passeando por sua extensa discografia, Malmsteen abriu o show com a clássica Rising Force, apresentando também Fire and Ice e Baroque & Roll. Contudo, o engajamento da massa aumentou quando ele recorreu a clássicos universais, como o cover de Smoke on the Water (Deep Purple) e um trecho de Bohemian Rhapsody (Queen), intercalados à complexa Trilogy Suite Op: 5. Embora a capacidade técnica de Malmsteen seja inquestionável, o excesso de solos durante uma hora de apresentação acabou limitando o alcance do show perante o grande público. Para uma plateia de festival, que muitas vezes busca por grandes hinos, como More Than Words (Extreme), Sweet Home Alabama (Lynyrd Skynyrd) ou Sweet Child O’ Mine (Guns N’ Roses), a densidade do virtuosismo sueco pode ter soado um tanto exaustiva.

Dirty Honey encanta com rock de arena no Monsters of Rock

Assim como o Jayler, o Dirty Honey dispôs de apenas 45 minutos de palco no Monsters of Rock, realizado no último sábado (4), no Allianz Parque, em São Paulo. A banda californiana, repetindo a sinergia vista na Audio dias antes, soube otimizar cada segundo para imprimir uma excelente impressão no público paulistano. Essência setentista e vocação para estádios Fortemente influenciada pelo Aerosmith, o Dirty Honey é o tipo de banda que parece ter nascido para as arenas, carregando consigo aquela aura vibrante dos anos 1970. Se na Audio o show foi uma celebração íntima do classic rock moderno, no Allianz os músicos provaram que possuem envergadura para se tornarem headliners no futuro, seguindo os passos das lendas que emulam. O vocalista Marc LaBelle, cujos trejeitos remetem inevitavelmente a Steven Tyler, conquistou a plateia com uma entrega vocal impecável e um carisma magnético. Ele não hesitou em buscar o contato direto com os fãs, chegando a descer até o “gargarejo” da pista, eliminando qualquer barreira entre o palco e o público. Setlist e impacto do Dirty Honey no Monsters of Rock O repertório foi um “tiro curto”. Embora tenha sofrido mais cortes que o show do Jayler em comparação à apresentação de quinta-feira, a espinha dorsal do setlist foi preservada. A abertura ficou por conta de Gypsy, seguida pela energética California Dreamin’. A banda ainda resgatou Heartbreaker antes de disparar Don’t Put Out the Fire, que foi acompanhada em uníssono pelo estádio. >> LEIA ENTREVISTA COM O DIRTY HONEY Enquanto Another Last Time serviu como a vitrine perfeita para LaBelle cativar a audiência com seu domínio das love songs, o encerramento com When I’m Gone chegou com autoridade, agora validada pelo grande público como parte da trilha sonora do filme do Minecraft. As duas experiências com o Dirty Honey, na quinta e no sábado, foram complementares e marcantes. A primeira, na Audio, permitiu o privilégio de observar os detalhes técnicos; a segunda, no Allianz Parque, revelou a força e o impacto do som da banda em escala monumental.

Jayler passa por batismo de fogo no Allianz Parque e mostra que está pronto para conquistar o mundo

Menos de 48 horas após uma performance visceral na Audio, a banda inglesa Jayler encarou o desafio ingrato de abrir o festival Monsters of Rock, no último sábado (4). Sob o sol a pino do Allianz Parque, em São Paulo, o grupo provou que o tamanho do palco não intimida seu talento. Sonoridade e presença de palco Enquanto na Audio o grave batia diretamente no peito, no Allianz o grande desafio era o alcance. Surpreendentemente, a “sujeira” característica do rock da banda manteve-se nítida e potente no gigantesco sistema de som (PA) do estádio. O vocalista James Bartholomew manteve sua empolgação contagiante, percorrendo cada centímetro do palco. A alegria dos integrantes ao ocuparem um espaço daquelas dimensões era evidente. Tanto que, ao ser informado de que restava tempo para apenas mais uma canção, James não escondeu a frustração, correndo para avisar os companheiros com um desânimo visível, mas genuíno. >> LEIA ENTREVISTA COM O JAYLER Repertório do Jayler O setlist foi semelhante ao apresentado na Audio, embora reduzido devido ao tempo limitado de 45 minutos. A apresentação começou com a introdução do álbum de estreia, Voices Unheard (com lançamento previsto para o dia 29 de maio), emendando com faixas já queridas pelo público, como: Conexão com o público Ao longo da performance, James notou que cada uma de suas interações era prontamente correspondida com aplausos e gritos efusivos. Essa troca foi o combustível necessário para garantir o apoio total dos fãs, muitos ali presentes para o Guns N’ Roses, do início ao fim. Curiosamente, essa “receita” de entrega total foi replicada por outros vocalistas que subiram ao palco nas horas seguintes do festival. Futuro do Jayler Após dois shows marcantes em solo paulistano, o Jayler demonstrou maturidade para encarar suas próximas turnês europeias, onde atuarão como convidados de gigantes como Sammy Hagar (ex-Van Halen) e Deep Purple. Com o álbum de estreia prestes a sair, o horizonte da banda parece não apenas promissor, mas brilhante.

Rush esgota ingressos e anuncia show extra no Allianz Parque

A apresentação do Rush marcada para o dia 24 de janeiro de 2027, no Allianz Parque, em São Paulo, teve seus ingressos esgotados rapidamente. Mas, para alívio de quem ficou de fora, a produtora 30e confirmou nesta segunda-feira (2) um show extra do Rush na capital paulista: o trio subirá novamente ao palco do estádio no dia 26 de janeiro de 2027 (terça-feira). 🚨 Ingressos Se você perdeu a primeira chance, prepare os alarmes e os cartões, pois as vendas para o show extra começam nesta semana: Homenagem a Neil Peart com novos talentos O formato dessa turnê sul-americana será de gala. Com a proposta “an evening with” (uma noite com), a banda tocará dois longos sets por noite, sem bandas de abertura. Eles estão ensaiando um catálogo com mais de 40 clássicos, garantindo que os setlists mudem de uma noite para a outra. Para a monumental tarefa de assumir as baquetas do inesquecível Neil Peart, a banda recrutou a baterista, compositora e produtora alemã Anika Nilles (que já tocou com Jeff Beck). O time se completa com o tecladista Loren Gold (The Who). A iniciativa tem a bênção emocionada da família de Neil. “Estamos entusiasmadas em apoiar a turnê Fifty Something. Honrar o extraordinário legado de Neil como baterista e letrista… Ao entrar neste novo capítulo, a banda promete algo verdadeiramente inesquecível”, declararam Carrie e Olivia Peart, viúva e filha do músico. * 🎫 Serviço: Rush – Show extra em São Paulo Preços (Show extra – 26/01) (Lembrando que a turnê também passará por Curitiba em 22/01, Rio de Janeiro em 30/01, Belo Horizonte em 01/02 e Brasília em 04/02).

Jonas Brothers anunciam megashow da turnê “Jonas20” no Allianz Parque

Após arrastarem multidões pela América do Norte, os Jonas Brothers confirmaram que a gigantesca turnê comemorativa Jonas20: Greetings From Your Hometown passará pelo Brasil. O trio fará uma apresentação única no Allianz Parque, em São Paulo, no dia 13 de maio de 2026 (quarta-feira). Maior celebração da carreira do Jonas Brothers Para quem acompanhou o fenômeno dos irmãos desde a era do Disney Channel até o amadurecimento musical recente, esse show é um prato cheio. A turnê celebra os 20 anos de trajetória da banda, passando por hinos absolutos como Year 3000 até as faixas do mais recente álbum do grupo, Greetings From Your Hometown (lançado em agosto de 2025). A proposta da Jonas20 é ser o show ao vivo mais ambicioso da banda até hoje. Cada noite homenageia os diferentes capítulos que formam a história dos irmãos, incluindo os projetos paralelos: Nick Jonas & the Administration, a consolidada carreira solo de Nick, os hits do DNCE (liderado por Joe) e até a nova era solo de Kevin Jonas. O tom da turnê foi dado logo no show de abertura em Nova Jersey (EUA), que contou com participações especiais de peso que destravaram memórias de toda uma geração, como Demi Lovato, Jesse McCartney, JoJo e Switchfoot. 🎫 Serviço e venda de ingressos Prepare os alarmes e os cartões de crédito, pois a maratona de vendas começa já na semana que vem. Todas as vendas (pré-venda e geral) abrem sempre às 10h online (via Ticketmaster) e às 11h na bilheteria oficial (sem taxa). Cronograma de vendas 💰 Tabela de preços Informações importantes

Shows do Bad Bunny em São Paulo têm horário antecipado

Se você garantiu seu ingresso para ver o fenômeno Bad Bunny no Allianz Parque neste fim de semana, é hora de ajustar o relógio e a logística de transporte. A Live Nation Brasil anunciou nesta quarta-feira (18) que os shows terão seu início antecipado. As apresentações, marcadas para os dias 20 (sexta-feira) e 21 (sábado) de fevereiro, começarão 30 minutos mais cedo do que o previsto inicialmente. Novo horário antecipado: 20h30 Anteriormente marcados para as 21h, os shows do astro porto-riquenho agora terão início pontualmente às 20h30min. A mudança visa melhorar a experiência do público e o fluxo de saída do estádio. Portanto, não se atrase: o “Coelho Malvado” vai subir ao palco mais cedo. 🕒 Serviço atualizado: Bad Bunny em SP Confira a programação final para não perder nenhum minuto do espetáculo: