Djavan anuncia turnê de 50 anos de sucessos; estreia será no Allianz Parque

A partir de 9 de maio de 2026, o cantor alagoano Djavan celebra a carreira de cinco décadas com a turnê Djavanear 50 anos. Só Sucessos, que se iniciará em São Paulo, no Allianz Parque, antes de passar por estádios e arenas de todo o país em um espetáculo formado exclusivamente por seus maiores hits. Além da capital paulista, outras dez cidades estão confirmadas até o momento: Salvador, Fortaleza, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belém, Recife e Maceió. O repertório será composto por pelo menos 25 canções que atravessam toda a sua discografia, incluindo clássicos como Sina, Oceano, Um Amor Puro, Se…, Eu Te Devoro, Samurai, Flor de Lis e Açaí. Ingressos: Clientes com cartões BB contam com benefícios exclusivos, começando com pré-venda exclusiva entre hoje (1) e amanhã (2), começando às 10h online e 11h nas bilheterias oficiais, e possuem 20% de desconto nos ingressos “inteira” (apenas durante a pré-venda). Para o público geral, a venda começa na quarta-feira (3) a partir das 11h online e ao meio-dia nas bilheterias oficiais. Os ingressos estarão disponíveis online somente na Ticketmaster e nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço). Clientes com cartões BB poderão parcelar em até 6x sem juros, enquanto os demais poderão parcelar em até 3x. Com direção artística de Gringo Cardia, a turnê conta ainda com os olhares de Césio Lima (lighting designer e diretor de fotografia), Mari Pitta (diretora de iluminação) e Sérgio Almeida (programação e operação de luz). No palco, Djavan (voz, violão e guitarra) se apresenta com Felipe Alves (bateria), Marcelo Mariano (baixo), Torcuato Mariano (guitarra e violão), Paulo Calasans (piano e teclado), Renato Fonseca (teclado), Jessé Sadoc (trompete e fluguelhorn), Marcelo Martins (sax tenor e flauta) e Rafael Rocha (trombone). TURNÊ DJAVAN – “DJAVANEAR 50 ANOS. SÓ SUCESSOS” 09 de maio – Allianz Parque (São Paulo) 23 de maio – Casa de Apostas Arena Fonte Nova (Salvador) 30 de maio – Centro de Formação Olímpica – CFO (Fortaleza) 13 de junho – Pedreira Paulo Leminski (Curitiba) 27 de junho – Arena BRB Mané Garrincha (Brasília) 18 de julho – Arena MRV (Belo Horizonte) 01 e 02 de agosto – Farmasi Arena (Rio de Janeiro) 29 de agosto – Arena Opus (Florianópolis) 24 de outubro – Hangar (Belém) 31 de outubro – Classic Hall (Recife) 05 de dezembro – Maceió (local a ser divulgado em breve)

Planet Hemp encerra 30 anos de história com show histórico e politizado no Allianz Parque

O Planet Hemp escreveu seu capítulo final em São Paulo com um show histórico no Allianz Parque. A apresentação da turnê A Última Ponta, que marca o encerramento dos 30 anos de carreira, foi muito mais que um espetáculo musical: virou documento político, resgate histórico e rito de despedida para uma banda que moldou gerações, na música, na cultura e na luta pela legalização da maconha no Brasil. Aula sobre a história da maconha e do Planet Hemp em Allianz Parque Antes mesmo da banda pisar no palco, o público assistiu a um vídeo de mais de 20 minutos relembrando a trajetória da cannabis no Brasil desde os anos 70, com trechos de reportagens, registros policiais, movimentos sociais e aparições do Planet Hemp na mídia. A retrospectiva costurou, com precisão, o papel da banda no debate público, desde 1993, quando surgiu no Rio, até os anos de criminalização, perseguição e prisão, que se tornaram parte da identidade do grupo. A partir daí, o show assumiu tom celebratório e militante. Marcelo D2, BNegão e companhia revisitaram as fases da banda, exaltaram parceiros, lembraram figuras da cena punk, hardcore e hip-hop, e destacaram (várias vezes) a importância da Marcha da Maconha. O clima era de reencontro, libertação e despedida. Show politizado e clima de fim de ciclo A apresentação teve forte carga política. D2 fez discursos sobre descriminalização, encarceramento e liberdade individual. A plateia respondeu fumando, cantando e vibrando, numa cena impensável há duas décadas, quando o grupo foi parar na cadeia por defender abertamente o tema. Havia um claro tom de missão cumprida. A banda sabia que estava fechando um ciclo. O público sabia que estava presenciando um pedaço da história da música brasileira. Convidados, surpresas e emoção à flor da pele O trio de convidados já anunciado, Emicida, Seu Jorge e Pitty, elevou a energia da noite. Pitty trouxe peso, Seu Jorge trouxe groove, enquanto Emicida, emocional como sempre, reforçou o elo de gerações que o Planet Hemp ajudou a abrir. A surpresa ficou por conta de João Gordo, do Ratos de Porão, chamado ao palco como símbolo máximo da ligação da banda com o underground noventista. A galera veio abaixo. Mas nada superou o momento final. Black Alien, presença raríssima, surgiu no fim do show. D2 contou que recebeu a ligação do rapper naquele mesmo dia, avisando que estaria lá. O estádio virou um mar de gritos. Dá pra dizer que ali a banda desmontou, de emoção mesmo. Em seguida, D2 homenageou Formigão, Ganjaman, Pedro, Nobru e DJ Zé Gonzalez. Um adeus para todos os que construíram o Planet Hemp. Memorável! Edit this setlist | More Planet Hemp setlists

Guns n’ Roses entrega melhor show em uma década com surpresas e emoção

Atrasado? Gordo? Nervosinho? Cantando mal? Os críticos de plantão tiveram que aguentar Axl Rose em plena forma, pontual, feliz e entregando o melhor show do Guns n’ Roses em São Paulo desde 2016. A apresentação no Allianz Parque, no sábado (25), foi a melhor resposta possível para quem adora malhar um dos maiores vocalistas da história do rock. “Porque o que você quer e o que você obtém são duas coisas completamente diferentes” (Because What You Want & What You Get Are Two Completely Different Things). O nome da atual turnê do Guns não poderia ser melhor, são várias interpretações que podem ser feitas. Seja pela “torcida” dos críticos por falhas do Axl ou pela alteração constante nos sets. Em tempos de repertórios decoradinhos do primeiro ao último show, o Guns quebra essa roda e surpreende com ótimos achados. Mas vamos voltar ao Axl Rose. É impressionante o trabalho de recuperação do artista desde o retorno de Slash e Duff, em 2016. Foram muitos percalços e dramas até chegar no nível atual. Da falta de ritmo à insegurança, que teve seu auge em Londres, em 2022, quando chegou a dormir no estádio do Tottenham após uma crise de ansiedade depois de uma das apresentações. Axl está com 63 anos e por muitos anos gastou sua voz com um alcance vocal poderoso. Óbvio que a conta chega, chega para todos. Steven Tyler (Aerosmith) precisou parar, Bon Jovi pausou a carreira, só para citar alguns exemplos. O líder do Guns n’ Roses se recusou a parar. E mais do que isso, não quer entregar qualquer coisa para os fãs, foram 3h10 de show. Fica a pergunta: qual banda ou cantor(a) faz isso hoje em dia? Mas os cornetinhas sempre vão achar um jeito de querer provocar ou falar besteira. Se o desempenho de Axl melhorou, “vamos caçar novos problemas”… Tentaram criar um desentendimento entre o vocalista e o novo baterista, Isaac Carpenter, após um problema técnico no retorno do som, na Argentina, algo que foi desmentido pela banda nas redes sociais. Sem o menor cabimento, aliás. Isaac tem uma performance impressionante, toca muito e esbanja carisma no banquinho. O que resta? Falar do repertório. Sim, também reclamam das escolhas para o set. Alguns choram pelo “excesso de covers”, outros pela falta de “novidades”. Não podemos esquecer que estamos falando de uma banda com 40 anos de história. É impossível fazer um set predominante com b-sides ou faixas novas. Não é assim com nenhuma grande banda com longa jornada, como o Guns, mas a implicância é sempre maior com eles. Parece um trauma vitalício decorrente da cadeira arremessada por Axl nos jornalistas, no Maksoud Plaza, em São Paulo, em 1992. Por falar em “novidades”, Hard Skool, Absurd, The General e Perhaps são canções relativamente recentes. Mas é impossível esperar um show do Guns sem protagonismo dos álbuns Appetite for Destruction e Use Your Illusion I e II, os maiores sucessos comerciais. Mas mesmo dentro desse universo, o grupo faz suas alterações. Patience saiu do set em São Paulo, Don’t Cry voltou. Yesterday foi resgatada. Duff também modifica sua participação no vocal, no Allianz Parque optou por Thunder and Lightning, do Thin Lizzy. Por falar em covers, que linda homenagem prestada ao gigante Ozzy Osbourne, com Sabbath Bloody Sabbath e Never Say Die, ambas do Black Sabbath, acompanhada de uma linda imagem do finado vocalista no telão. Human Being, do New York Dolls, que também perdeu seu vocalista, David Johansen, em março, foi outro momento memorável e inesperado. Em 3h10 de show, Axl e companhia emocionaram, divertiram e colocaram mais de 45 mil pessoas para cantar do início ao fim. E isso tudo com Slash desfilando solos e riffs marcantes da história do rock, quase todos com a sua assinatura, inclusive com um momento blues sensacional, antes de Sweet Child O’ Mine. O guitarrista Richard Fortus, com mais de 20 anos de banda, já está consolidado na formação. Se Izzy ou Gilby quiserem voltar, certamente terão que pegar uma terceira guitarra. O tecladista Dizzy Reed, desde 1990 no Guns, é um porto seguro para garantir que Axl, Slash e Duff tenham o protagonismo compartilhado na linha de frente. E todos parecem estar bem com suas posições. Axl distribui sorrisos, conversa com o público e até agradece com o bom e velho português “obrigado”. Sobrou algo para os cornetinhas? Que o Guns n’ Roses retorne muitas outras vezes ao Brasil, com ou sem álbum novo. Isso é um mero detalhe. Setlist   Welcome to the Jungle Bad Obsession Chinese Democracy Pretty Tied Up Mr. Brownstone It’s So Easy The General Perhaps Slither (Velvet Revolver) Live and Let Die (Wings) Hard Skool Wichita Lineman (Jimmy Webb) Sabbath Bloody Sabbath (Black Sabbath) Never Say Die (Black Sabbath) Estranged Yesterdays Double Talkin’ Jive Don’t Cry Thunder and Lightning (Thin Lizzy) Absurd Rocket Queen Knockin’ on Heaven’s Door (Bob Dylan) You Could Be Mine Slash Guitar Solo Sweet Child o’ Mine Civil War November Rain This I Love Human Being (New York Dolls) Nightrain Paradise City

Planet Hemp anuncia Emicida, Pitty e Seu Jorge como convidados em show no Allianz Parque

O show da turnê de despedida do Planet Hemp em São Paulo ganhou o reforço de Emicida, Pitty e Seu Jorge como convidados especiais. A apresentação será no dia 15 de novembro, no Allianz Parque. A apresentação única da tour em São Paulo também terá BaianaSystem nesta noite de celebração. Restam poucos ingressos para a data pelo site da Eventim.  “Nosso som ainda ecoa para muitas pessoas e vai seguir fazendo barulho por muito tempo. Tocar essas músicas vai ser ainda mais emocionante com nossos amigos. Construímos uma relação fraternal com essa galera que vai além da música. Somos uma turma que faz questão de trazer pra perto quem cresceu com a gente e apoiou nosso trabalho ao longo desses anos todos”, conta Marcelo D2.  O Planet Hemp tem sua história marcada por colaborações e reencontros com grandes nomes da música brasileira, reforçando sua relevância ao longo de três décadas. Emicida, um dos principais representantes do rap nacional, também soma sua voz ao legado da banda, participando do espetáculo de 30 anos e dividindo festivais emblemáticos com o grupo. Já Pitty, ícone do rock brasileiro, foi convidada tanto para a gravação do DVD comemorativo quanto para apresentações em grandes palcos, como o Rock in Rio, celebrando a união de estilos e a força coletiva que sempre pautaram o Planet Hemp. Para completar a noite, o sexteto convida ainda Seu Jorge, que além de participar do projeto audiovisual Baseado em Fatos Reais: 30 anos de Fumaça (ao vivo), de 2024, e de shows emblemáticos da banda no último ano, também atuou como percussionista do grupo na turnê A Invasão do Sagaz Homem Fumaça, no início dos anos 2000.

KoЯn retorna ao Brasil após nove anos com Spiritbox em São Paulo

Nove anos após a sua última apresentação na América do Sul (em 2017), a banda norte-americana KoЯn retorna à América Latina para a sua maior turnê na região. O Brasil recebe um único show, que ocorre em São Paulo, no Allianz Parque, no dia 16 de maio de 2026, com ingressos disponíveis a partir de quinta-feira (16), às 13h, no site da Eventim. A banda canadense Spiritbox e o Seven Hours After Violet,  grupo de metal dos Estados Unidos, farão os shows de abertura. Em uma realização da 30e, a tour também passa por Bogotá, na Colômbia, no dia 2 de maio; Lima, no Peru, no dia 5 de maio; Santiago, no Chile, no dia 8 de maio; Buenos Aires, na Argentina, no dia 10 de maio; Assunção, no Paraguai, no dia 13 de maio; e no México, na Cidade do México, no dia 19 de maio.     O KoЯn chega ao país embalado por um dos melhores momentos da carreira. Ao ocupar o posto de headliner de importantes festivais globais e esgotando os ingressos em estádios, o grupo demonstrou a atemporalidade de sua obra e ainda angariou novos fãs. A apresentação no Download Festival, em Donington (Inglaterra), por exemplo, foi transformada em uma experiência definitiva de celebração do legado da banda.  O KoЯn é formado atualmente por Jonathan Davis (vocais), James “Munky” Shaffer (guitarra), Brian “Head” Welch (guitarra), e Ray Luzier (bateria). O grupo contabiliza mais de 30 anos de carreira, vendeu mais de 42 milhões de discos em todo o mundo e recebeu dois prêmios Grammy Awards. * SERVIÇORealização: 30eKoЯn @São PauloData: 16 de maio de 2026 (sábado)Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – São Paulo/SP Horário de Abertura da casa: 16h Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços*Cadeira superior – R$ 182,50 (meia-entrada) | R$ 365,00 (inteira) *Pista – R$ 247,50 (meia-entrada) | R$ 495,00 (inteira) *Cadeira inferior -R$ 322,50 (meia-entrada) | R$ 645,00 (inteira) * Pista Premium – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira) *Hotseat – R$ 822,50 (meia-entrada) | R$ 1.145,00 (inteira) *Pacote VIP – R$ 1.287,50 (meia-entrada) | R$ 1.785,00 (inteira) Início das vendasVenda geral: 16 de outubro, às 13hVendas online em: eventim.com.br/Korn Bilheteria oficialBilheteria A – Allianz Parque – Endereço: Rua Palestra Itália, 200.Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h* Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.

Fall Out Boy honra posto de headliner no Wanna Be Tour com show incendiário

Fall Out Boy

Um pouco antes da pandemia estourar, Green Day, Weezer e Fall Out Boy anunciaram a super turnê mundial Hella Mega Tour. Obviamente os shows foram adiados e a turnê postergada para 2021-2022, mas nada da América do Sul ser incluída. Agora, três anos após o término da turnê, as três bandas vêm ao Brasil em um curto intervalo, entre o último fim de semana de agosto e o primeiro de novembro. Primeiro a chegar por aqui, o Fall Out Boy foi o grande headliner do Wanna Be Tour, no Allianz Parque, em São Paulo, no último sábado (30). E entregou uma apresentação digna de nome grande no topo do cartaz: telão animado, show pirotécnico, interação ao máximo com o público e uma cacetada de hits. A pirotecnia do Fall Out Boy foi tão grande que ficou difícil distinguir quando era fogo cênico do telão, labaredas de fogo na frente do palco ou Pete Wentz disparando chamas com o seu baixo. Mas nenhum show se sustenta apenas com foguinho. O repertório do Fall Out Boy no Wanna Be Tour foi muito poderoso. Todos os clássicos entraram na apresentação: Sugar, We’re Goin Down, Dance, Dance, This Ain’t a Scene, It’s an Arms Race, Thnks fr th Mmrs, Centuries, entre muitos outros. O Fall Out Boy pode não ter a dimensão de um Green Day, mas aprendeu muito bem como se entrega um show de headliner veterano. O Blog n’ Roll já tinha comprovado isso em Londres, quando assistiu a Hella Mega Tour de perto. Setlist   Love From the Other Side Sugar, We’re Goin Down Grand Theft Autumn/Where Is Your Boy A Little Less Sixteen Candles, a Little More “Touch Me” Uma Thurman Disloyal Order of Water Buffaloes I Don’t Care The Phoenix Dance, Dance Immortals This Ain’t a Scene, It’s an Arms Race My Songs Know What You Did in the Dark (Light Em Up) The Last of the Real Ones What a Catch, Donnie Golden So Much (for) Stardust Thnks fr th Mmrs Headfirst Slide Into Cooperstown on a Bad Bet Centuries Saturday

Story of the Year faz repeteco da noite anterior no Wanna Be Tour

Story of the Year

Outra banda que não teve descanso de mais de 24 horas na maratona do Wanna Be Tour foi a norte-americana Story of the Year. Sem novidades no set, a banda manteve o mesmo repertório da noite anterior, deixando de fora apenas Take Me Back, muito provavelmente por conta da falta de tempo. A participação do público foi boa, garantindo alguns circle pits animados mais no meio da pista, além de sing along nos principais hits. Foi a apresentação mais animada até o início da tarde. O público que curtiu o show do Neck Deep instantes antes no palco ao lado dançou bastante enquanto acompanhava tudo pelo telão. Until the Day I Die, clássico absoluto da banda, fechou o set e fez com que o vocalista Dan Marsala elogiasse bastante a interação dos fãs. Será que teremos uma tour do Story of the Year em breve, como ele prometeu durante o show? O jeito é torcer e aguardar por essa confirmação logo. Setlist  Tear Me to PiecesWarAnd the Hero Will DrownDive Right InAnthem of Our Dying DayThe AntidoteReal LifeSidewalksIn the Shadows“Is This My Fate?” He Asked ThemUntil the Day I Die

Limp Bizkit anuncia show único em São Paulo com Yungblud e 311

O Limp Bizkit anunciou um show único no dia 20 de dezembro, no Allianz Parque, em São Paulo. A apresentação faz parte da turnê Loserville Tour 2025, que passou pelos Estados Unidos e pela Europa recentemente. O mini festival também contará com a sensação Yungblud, os veteranos do 311, além de Ecca Vandal, Riff Raff e Slay Squad. A abertura da venda geral de ingressos começa nesta quarta (6), ao meio-dia, no site da Eventim. Já a venda na bilheteria oficial tem início na quinta (7), às 10h. Confira os valores dos ingressos (inteira).

Kendrick Lamar anuncia único show em SP em setembro

Kendrick Lamar desembarca com a turnê Grand National Tour em São Paulo. O show acontece no dia 30 de setembro, no Allianz Parque. A pré-venda de ingressos começa na próxima segunda (30), às 11h, na Ticketmaster, e às 12h, na bilheteria do estádio. Os preços variam entre R$ 280,00 (cadeira superior/meia) e R$ 990,00 (pista premium/inteira). A venda geral começa na quarta (2). Fãs podem comprar ingressos sem taxas na bilheteria do Allianz Parque (av. Francisco Matarazzo, 1705, Água Branca). No site, há a cobrança da taxa de serviço, que custa 20% do valor do bilhete, e da taxa de administração, que soma R$ 21,74. KENDRICK LAMAR: GRAND NATIONAL TOURAllianz Parque – av. Francisco Matarazzo, 1.705, Água Branca, região oeste. 30/9Ingr.: a partir de R$ 560 (cadeira superior) em Ticketmaster