A Day To Remember e Alexisonfire dividem noite na Audio, em SP; confira preços

Após confirmar apresentação da banda australiana King Gizzard & the Lizard Wizard, no dia 23 de março, no Cine Joia, o Lolla anuncia uma noite dividida pelos grupos A Day To Remember e Alexisonfire, no dia 24 de março, na Audio. Os ingressos para as Lolla Parties já estão disponíveis no site da Tickets for Fun. Eles custam entre R$ 180,00 e R$ 576,00. Criada no começo dos anos 2000, em Ocala, na Flórida, a banda americana A Day To Remember traçou uma trajetória que iniciou com uma forte cena local para, em seguida, se tornar um fenômeno global – não foram poucas as vezes que alcançou as primeiras posições das paradas com a sua mistura de metalcore com pop punk. Na passagem pelas Lolla Parties e pelo Lollapalooza Brasil, o público pode esperar por show com músicas que marcaram a carreira do grupo, além de faixas do seu trabalho mais recente, You’re Welcome (2021). Também cria dos anos 2000, embalada pela onda emo e post-hardcore, a banda canadense Alexisonfire teve os seus momentos de idas e vindas. O grupo veio ao Brasil, pela primeira vez, em 2012, em uma turnê de despedida. Restabelecido, o grupo retorna ao país com um show que contempla músicas de todos os seus discos e também dos singles mais recentes. Vale lembrar que restam poucos ingressos para o Lollapalooza Brasil, que tem shows confirmados de Foo Fighters, Miley Cyrus, The Strokes, Doja Cat, A$AP Rocky e Martin Garrix, além de Emicida, Alok, Pabllo Vittar, Gloria Groove, Djonga, Fresno, Jup do Bairro, MC Tha, Rashid e muito mais. A compra de tíquetes pode ser feita no site (com taxa) e na bilheteria oficial (sem taxa). Serviço das Lolla Parties – King Gizzard & the Lizard Wizard / A Day to Remember + Alexisonfire King Gizzard & the Lizard Wizard @ Cine JoiaData: 23 de março (quarta-feira)Endereço: Praça Carlos Gomes, 82 – Sé, São Paulo A Day To Remember e Alexisonfire @ AudioData: 24 de março (quinta-feira)Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda, São PauloLink de vendas e informações Confira a programação completa do Lollapalooza Brasil 2022 25 de março, sexta-feiraThe Strokes, Doja Cat, Machine Gun Kelly, Alan Walker, Chris Lake, Jack Harlow, Marina, LP, Turnstile, Caribou, The Wombats, Pabllo Vittar, Ashnikko, Matuê, 070 Shake, Jetlag, VINNE, jxdn, Beowülf, Detonautas, Edgar, Meca, Barja 26 de março, sábadoMiley Cyrus, A$AP Rocky, A Day To Remember, Alok, Alexisonfire, Alessia Cara, Deorro, Emicida, King Gizzard & the Lizard Wizard, Remi Wolf, Silva, Jão, Boombox Cartel, Chemical Surf, Terno Rei, DJ Marky, Victor Lou, Clarice Falcão, Jup do Bairro, MC Tha, Lamparina, Ashibah, Fatnotronic, WC no Beat and Kevin o Chris + Haikaiss + PK + Felp 22 + MC TH + Hyperanhas 27 de março, domingoFoo Fighters, Martin Garrix, Alesso, Jane’s Addiction, Black Pumas, Kaytranada, IDLES, Kehlani, Goldfish, Gloria Groove, Djonga, Cat Dealers, Rashid, Fresno, Marina Sena, Planta & Raiz, Lagum, Evokings, Fancy Inc, MALIFOO, menores atos, FractaLL x Rocksted Lollapalooza BrasilDias 25, 26 e 27 de março de 2022Local: Autódromo de Interlagos, Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São PauloInformações: https://www.lollapaloozabr.com/Siga nas redes: @lollapaloozabr

Ingressos para o show do Molchat Doma em SP já estão à venda

Os ingressos para a única apresentação no Brasil do Molchat Doma, banda bielorrussa fundada em 2017 e que se tornou uma das maiores sensações virais de plataformas como o Tik Tok e o Spotfy, já começaram a ser vendido. A apresentação vai acontecer em São Paulo, em 11 de abril, na Áudio e os tickets estão disponíveis no Eventim. O show no Brasil é mais uma realização da 30E – Thirty Entertainment. Os ingressos para várias datas anunciadas em sua turnê pelos Estados Unidos e América Latina esgotaram em menos de 48 horas, comprovando a força da banda de Minsk no mundo ocidental. O sucesso da banda é tanto que eles já se apresentaram em clubes lotados em cidades como Londres, Varsóvia, Helsinque, Belgrado ou Berlim. Os ingressos para várias datas anunciadas em sua turnê pelos Estados Unidos e América Latina esgotaram-se em menos de 48 horas, comprovando a força da banda de Minsk no mundo ocidental. Por mais de um ano, o single Sudno tem sido tendência nas paradas do Spotify Viral 50, chegando ao primeiro lugar na parada dos Estados Unidos e aparecendo em mais de 200.000 TikToks. O Molchat Doma (traduzido como “Casas do Silêncio”), foi fundado em 2017 em Minsk, e está na interseção do pós-punk, new wave e synth-pop. Sombria, mas dançante, e com uma forte dose de conceito gótico, sua música lembra os mestres que os antecederam, mas não se engane: Molchat Doma cria um som e um significado que é imediatamente reconhecível como todo seu. A banda é composta por Egor Shkutko, que canta as letras russas em seu tom profundo e monótono, Roman Komogortsev na guitarra, sintetizadores e bateria eletrônica, e Pavel Kozlov no baixo e sintetizadores. Seu segundo LP, Этажи (pronuncia-se Etazhi, que significa Chaos) foi lançado em 2018. Já vendeu mais de 10.000 cópias e está atualmente sendo reprensado devido à grande demanda. Em 2020 lançaram seu terceiro álbum, Монумент (Monumento), aclamado pela crítica como uma mistura instigante de pós-punk e electro-pop dos anos 80. O canal punk Harakiri Diat, que pode ter sido o primeiro a subir a música do trio no YouTube, estima que seu vídeo para o álbum de 2018 do Molchat Doma, Etazhi, do qual faz parte o single Sudno, teve pelo menos dois milhões de visualizações antes de ser retirado do ar.

Balaclava traz The Drums ao Brasil em março para show único

Para celebrar os 10 anos da Balaclava Records, o selo e produtora traz a São Paulo a banda norte-americana The Drums. A apresentação acontecerá em 31 de março na Audio, em São Paulo. Os ingressos estarão à venda a partir desta quinta-feira (3), no site da Ticket 360. A banda formada no Brooklyn, Nova Iorque, rapidamente se tornou ícone indie da década passada com seus dois primeiros e aclamados álbuns, The Drums de 2010 e Portamento de 2011. Com uma sonoridade post-punk e o new wave e famosa por remeter a grupos oitentistas como The Smiths, Joy Division e The Wake, a banda liderada pelo vocalista Jonathan Pierce passeia pelo indie pop e bebe na fonte do rock alternativo. O grupo comemora sua ótima fase, em turnê de dez anos de seu segundo disco, com sucessos como I Don’t Know How To Love, Days e o grande hit Money. Aliás, Money, em 2021, voltou a popularizar graças ao TikTok, onde viralizou com mais de 500 mil vídeos compartilhados. Além disso, o grupo promete incluir músicas que marcaram sua trajetória, como Let’s Go Surfing, Down By The Water e Me And The Moon. O lançamento mais recente do The Drums é o excelente álbum Mommy Don’t Spank Me de 2021. Aliás, essa é a quarta passagem do grupo pelo Brasil, que já se apresentou no Cine Joia e no festival Planeta Terra. Serviço – The Drums (EUA) em São Paulo 31 de março – quinta A partir de R$ 130 (vendas a partir de 3/2 na Ticket 360) Audio Club – Av. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda

Big Up adia gravação de DVD diante do surto de covid e influenza

O trio paulistano Big Up adiou a gravação de seu DVD que aconteceria na Audio, em São Paulo, na quinta-feira (27), devido ao crescente número de casos de influenza (H3N2) e de covid-19 com a nova variante Ômicron. Mas a gravação já tem data para acontecer, o grupo promete muita música boa , participações e surpresas em sua apresentação no dia 14 de abril. “Nós queremos voltar para a estrada com a energia renovada, tocando as melhores músicas e entregando um espetáculo para a nossa família. Trabalhamos muito para deixar tudo perfeito, mas não poderíamos seguir com a gravação na data inicial com o cenário que temos hoje. A segurança de novos fãs e equipe é prioridade, por isso, decidimos fazer essa alteração de data. A expectativa para voltar a se conectar com a galera está na altura máxima, até lá, esperamos que todos se cuidem”, afirmou o trio. Os ingressos adquiridos para a apresentação marcada para dia 27 de janeiro serão válidos para a nova data. Quem não quiser ou puder comparecer no novo dia, poderá solicitar o reembolso. A Big Up tem como características em seu trabalho muita atitude e brasilidade. “O som da banda mistura reggae e rap com o suingue da música brasileira, além de conter elementos do candomblé, do misticismo rasta e das vozes das ruas das periferias”, informam os integrantes. As letras com mensagens positivas são outra característica marcante no repertório do trio paulistano. Canções como Xangô, Eleva e Pequena, essa última com Melim, conquistam novos fãs a cada show. Por fim, no Spotify, as faixas da banda com maior número de plays são Xangô, Eleva, Deixa o Amor, Deixa Fluir com participação especial de Gilsons e Terra com Seu Jorge, já acumulam mais de 15 milhões de streams.

Planta e Raiz faz show online no palco da Audio, em São Paulo

Sem data prevista para retorno das atividades, a ​Audio​, casa de shows de São Paulo, vem explorando a ferramenta “ao vivo” do Instagram e do YouTube. Essa é uma forma de entreter seu público durante o período de distanciamento social. O projeto, que ganhou o nome de #AudioemCasa,​ já trouxe Marcelo D2​, ​Di Ferrero​, Dexter (509-E), Emicida, entre outros. Neste domingo (21), a partir das 17h, é a vez dos paulistas do Planta e Raiz estrelarem o #AudioemCasa. Direto do palco da Audio e seguindo todas as recomendações da OMS, a banda de reggae faz um show completo. A live será transmitida pelos canais da Audio e do Planta e Raiz no YouTube. No repertório, clássicos do reggae nacional como Aquele Lugar, Chuva, Com Certeza, Filho do Leão e Vamos Fugir.

Passenger esbanja personalidade com show lotado em SP

Passenger

Encerrando sua turnê pela América do Sul, o britânico Passenger investiu em um show regado a boas histórias e risadas. O cantor se apresentou neste sábado (7) na Audio, em São Paulo. Mesmo com um setlist onde 80% das canções eram tristes, o músico garantiu uma noite de extremo alto astral. A recepção do Passenger foi calorosa, regada a aplausos. Com apresentação de pouco mais de uma hora, o músico fez um set consistente em um show extremamente autêntico. Com presença de palco bem natural, o músico transborda personalidade e cria uma experiência folk divertidíssima. Ele esbanja simpatia, tornando uma apresentação para centenas de pessoas em uma roda de conversa familiar. Entre alguns goles de seu “apple juice” e contação de histórias, Passenger interage até mesmo durante as músicas. Com isso, quebra as barreiras invisíveis entre músico e público. “Logo no começo preciso avisá-los de duas coisas: Se vocês vieram aqui e acharam que Passenger era uma banda, sinto muito, é só um cara barbudo com um violão. E a segunda coisa: se vocês acham que tenho muitos hits, na verdade eu só tenho um, acho que vocês devem conhecer. Por isso vou tocá-lo várias e várias vezes, tudo bem?”. O show todo segue entre piadas internas e sacadas divertidas, que fazem até as canções mais tristes soarem mais positivas. Passenger anima com canções tristes Abre o set já com uma das mais tristes, Fear of Fear. De tempos em tempos coordena os fãs se são músicas para dançar ou ficar em silêncio. A platéia aquiesce, seguindo suas orientações com firmeza, para surpresa do músico. Life’s for the Living e Hell or High Water vieram na sequência, junto a David, onde conta uma triste história sobre solidão. Segundo o músico, a letra foi inspirada em um senhor que conheceu na Escócia. Como formou-se artista nas ruas de Londres, todas as suas histórias vêm dos pequenos detalhes. E é justamente neles que conquista os fãs, verso por verso. Emendou The Sound of Silence, de Simon & Garfunkel, no momento mais introspectivo do show. “Hoje é o último show da turnê, então vamos lá São Paulo, sei que vocês conseguem cantar mais alto”, convidou Passenger, seguindo com Survivors, para entusiasmo geral. O britânico aproveitou para comentar sua experiência com a música brasileira. Inclusive, até cantou uma bem tradicional: Cai Cai, Balão! Aos três anos, Passenger teve uma au pair brasileira, que lhe ensinou o famoso versinho. Inclusive, ele agradeceu pela presença da moça no show. As histórias mais sinceras Em mais uma pausa para contexto, Passenger confessou o fim de um relacionamento recente. Ele confidencia que a composição a seguir seria sua maior declaração de amor, feita pouco antes do término. The Way That I Need You traz as emoções a flor da pele, e transparece a sinceridade do cantor em cada escolha vocal. Em contraste, I Hate exalta todas as coisas que mais odeia e dá um tom descontraído ao show. Todos os momentos são tomados por um mar de celulares, mas quando começa as notas de Let Her Go, a casa acende com tantos flashes. “As pessoas sempre me perguntam se um dia vou ficar puto de cantar essa música. E eu sempre respondo que não. Eu adoro essa música, e vou cantá-la sempre que puder. Para todas as pessoas que foram tocadas por ela e a tornaram parte de suas vidas”. Ele se despede após Scare Away the Dark, sob fortes aplausos. A música traz suas impressões sobre temas importantes, com destaque para a questão climática. “Se você não tem medo das coisas que estão acontecendo com o mundo, deveria ter”. Para o bis, traz Stu Larsen de volta ao palco e emendam juntos Heart’s On Fire. Depois de agradecer imensamente aos fãs da primeira fileira, que chegaram a conhecê-lo pessoalmente na fila, cantou Home, a pedidos. “Não canto essa há muito tempo, se soar mal, vocês já sabem, é culpa do pessoal aqui da frente”, brincou. Mesmo as canções mais tristes ganham um tom bem humorado, fluindo como anedotas naquele estilo ‘fazer o que?’. Com Holes, encerra um setlist que é triste sem ser deprimente, sensível sem autopiedade e otimista, mesmo diante das melodias mais dolorosas. Stu Larsen, uma grata surpresa Com casa cheia, a abertura de Stu Larsen já parecia o show principal. Mesmo sem a devida apresentação, nem sequer na própria divulgação do evento, o cantor australiano conquistou o público. O set curto incluiu um lançamento em primeira mão, Hurricane. A canção precede o novo álbum de Larsen, que será lançado no ano que vem. Com alguns fãs presentes, curtiu um breve coro de vozes acompanhando suas letras. Mas Stu acertou de fato quando emendou Fix You, do Coldplay, em uma versão acústica bem apaixonante.