Auri abre nova fase da discografia com intenso rock alternativo

A banda Auri busca a luz em meio à escuridão em sua primeira faixa inédita desde 2021. Em Tirar o Melhor do Pior, eles se inspiram em sentimentos de empoderamento para criar uma música ao mesmo tempo melódica e pesada. O lançamento chega junto de um clipe. “Tirar O Melhor Do Pior é uma música que fala sobre autonomia, sobre encontrar forças em si, mesmo que o ao redor não colabore para isso. É uma música que fala sobre o efeito ‘flor de lótus’, sobre florescer em um ambiente inóspito, sobre ser luz mesmo no escuro. Com esse single conseguimos uma sonoridade pesada e ao mesmo tempo pop, com riffs e convenções, mesclando novas influências”, conta o vocalista e guitarrista Ton Radaell, que também assina a direção do clipe. “O clipe mostra uma pessoa sendo sufocada por algo externo, enquanto busca forças em si para lutar contra isso e para conseguir ascender, reforçando a mensagem da música, através da metáfora”, completa Além dele, a banda é formada por Thaysa Pizzolato (teclados), Bernardo John (Baixo), Danilo Galdino (guitarra e backing vocal) e Bruno Miranda (bateria). Após o álbum de estreia, Resiliência (2017), dois EPs lançados em 2020 e uma série de singles, Auri está pronta para a próxima fase da carreira, com uma identidade e sonoridade renovadas.
Novos EPs: Auri, Martin Mendonça, Make It Stop e The Self-Escape

Auri – Atauri Indie rock, alternativo, riffs e sintetizadores se encontram na sonoridade da Auri, expoente do cenário autoral de Vitória (ES). Se a intensidade das canções ganhou destaque no recente EP Ao Vivo no Estúdio Mantra – Formemus 2020, a banda se reinventa em um inusitado lançamento. Atauri é um EP que, inspirado por trilhas de videogames e filmes, transforma as canções em versões eletrônicas instrumentais. O trabalho da Auri está disponível em todas as plataformas de streaming e ganhou vídeos inspirados em videogames para cada faixa. Martin Mendonça – MATRIZ.doc – Trilha Sonora Original “É um resgate de identidade, é uma retomada. É uma ocupação de uma coisa que é nossa, que é nossa cultura. Porque é isso: ou você respeita a existência ou espere resistência”. Com essa declaração, Pitty abre o documentário MATRIZ.doc, que passeia pela jornada da cantora e compositora desde o início de sua história na música. A obra, dirigida por Otavio Sousa, conta com trilha sonora original criada pelo guitarrista Martin Mendonça. As quatro músicas criadas por Martin são inteiramente instrumentais, e ajudam a compor diferentes cenas do documentário. Para tanto, o guitarrista usou diferentes canais e efeitos que dialogam entre si. Desde loops e reverbs na contemplativa Dos Perigos a riffs reproduzidos de trás para frente em Desdobramento. Make It Stop – Sobrevivência Sobrevivência, o EP de sete músicas do quinteto hardcore paulista Make it Stop, cujo conceito está impresso também num webzine, já está disponível. É o terceiro, mais sólido e maduro registro da banda, que como sugere o nome, é uma reflexão sobre vivências do terceiro mundo brasileiro. “Trata-se de defender a vida, sobrevivência”, a frase inaugural do EP é uma constante ao longo das sete faixas. Implicam na luta constante de sobreviver, seja como vida ou ideal. O conceito gráfico de Sobrevivência, em vermelho e preto, dialogam com as músicas. A capa vem com um vermelho forte contra a onda de criminalizar a cor; trabalha com tipografias manuscritas diretas, com elementos em branco e um design aplicado a foto de uma zapatista, que representa a luta. A arte foi desenvolvida pelo @oRubrica. Sobrevivência conta com duas participações: de Chris Justtino, da Vermenoise, e July Salazar, da Tomar Control. The Self-Escape – Polarize (Pt.2) R&B, rock, indie, pop. Tudo isso é reverenciado no novo EP do cantor e compositor The Self-Escape, intitulado Polarize (Pt. 2). A obra reflete sobre as relações contemporâneas, abordando desde a toxicidade entre falsos amigos à paixões intensas. O mini-álbum conta com seis faixas, incluindo o single Go e as músicas From Lovers to Dust, Again, Good Guy, I Know e Kill for You. Na ocasião, o próprio músico gravou a voz e todo o instrumental das faixas de casa, adicionando sintetizadores e linhas de guitarra e violão. O artista é natural de Recife (PE) e atualmente reside na capital paulista. Para ele, o EP Polarize (Pt. 2) é lançado com o intuito de polarizar ideias e opiniões. “Me doei 100% aqui. Este EP é fruto de uma imersão de seis meses no meu home studio. Ele fica no meu quarto. E bem, não saio de casa há mais de seis meses devido ao COVID-19. Isso mostra a profundidade que essas músicas têm para mim. Me inspiro em The Weeknd, The xx, Lana Del Rey e Khalid enquanto crio o meu próprio estilo. Não me preocupei com o que está ou em alta ou rende dinheiro. Apenas coloquei tudo o que penso e sinto”, frisou.
Anos 80, indie e melancolia pautam single novo da Auri