Kacey Musgraves surpreende com versão de Three Little Birds, de Bob Marley

A cantora Kacey Musgraves divulgou sua versão para Three Little Birds, clássico de Bob Marley. A faixa faz parte da trilha sonora da biografia do lendário músico jamaicano, Bob Marley: One Love, que chega em 12 de fevereiro às salas de cinema. O longa-metragem conta com o ator britânico Kingsley Ben-Adir no papel principal e Lashana Lynch como Rita Marley. A viúva do músico jamaicano, que morreu aos 36 anos, é uma das produtoras do filme, junto com os filhos, Ziggy e Cedella Marley, bem como o ator Brad Pitt. O enredo celebra a vida e a música de um ídolo da reggae music que inspirou gerações por meio de sua mensagem de amor e união. Na tela dos cinemas pela primeira vez, o público vai descobrir a poderosa história de superação e a jornada por trás de sua música revolucionária. Dirigido por Reinaldo Marcus Green (King Richards: Criando Campeãs), o filme é estrelado por Kingsley Ben-Adir e Lashana Lynch. James Norton, Tosin Cole, Umi Myers e  Anthony Welsh também integram o elenco.  Bob Marley: One Love ainda conta com produção executiva de Brad Pitt, ao lado de Richard Hewitt, Orly Marley, Matt Solodky. A esposa de Bob, Rita Marley, e os filhos, Ziggy e Cedella assinam a produção junto com Robert Teitel, Dede Gardner e Jeremy Kleiner. Distribuído para os cinemas pela Paramount Pictures, o filme é produzido pela Plan B Entertainment, State Street Pictures e Tuff Gong Pictures. O longa estreia nos cinemas brasileiros em 12 de fevereiro.  Ouça Three Little Birds na voz de Kacey Musgraves

Bob Marley: mais dois EPs para celebrar os 75 anos; Ouça!

As celebrações do 75° aniversário de Bob Marley continuam a todo vapor. Duas coletâneas com hits, remixes e ao vivo foram lançadas na última sexta-feira (4). Em resumo, os EPs Righteousness e Rhythm Of The Game compõem o projeto Marley 75, que visa digitalizar toda obra de Bob. Aliás, alguns clássicos estão presentes. Todavia, Three Little Birds, um remix de Is This Love e uma versão ao vivo de Positive Vibration são algumas das novidades. Posteriormente, na sexta-feira (11), será lançado o último EP, Punky Reggae Party. Ademais, essas compilações estão conectadas aos episódios anteriormente apresentados de Legacy, documentário de Bob Marley, disponível no canal do artista no YouTube.

Vida de Bob Marley ganhará musical britânico em 2021

O legado de Bob Marley terá um novo lado pelas mãos do diretor britânico Dominic Cooke. Com a ajuda do roteirista Lee Hall, a dupla planeja os detalhes de um musical em homenagem ao maior ícone do reggae. A previsão é de que o espetáculo estreie em 2021. Em suma, a história será vivida pelo ator Arinzé Kene, que se diz grato por poder interpretar o ídolo. O ator de 33 anos tem, em seu portfólio, filmes como No Ritmo da Sedução e Crazyhead. Além da própria equipe de produção, o espetáculo contará com a consultoria da filha de Bob Marley, Cedella. Por fim, a expectativa é de que o musical estreie em 6 de fevereiro de 2021, quando o cantor completaria 76 anos. A estreia acontecerá no Lyric Theatre em Londres, na Inglaterra.

Encontro das Tribos é marcado por homenagens ao Dia do Reggae

Nem a chuva ou a falta de organização foram fortes o bastante para estragar uma noite especial. Em homenagem ao Dia Nacional do Reggae, São Paulo recebeu a 22ª e maior edição do Encontro das Tribos, que contou com 15 horas de música. O festival aconteceu no sábado (11) no Estádio do Canindé. O Mundo Mágico (tema da edição) enfrentou algumas dificuldades. A confusão na liberação de arquibancadas, que dependiam de diferentes pulseiras, tornou o transito pelo evento mais lento e complicado. As dificuldades técnicas, como o baixo som entre os dois palcos, impediu que todas as bandas tivessem o mesmo impacto em suas apresentações.  Mesmo assim, a música boa não se deixou abalar. Cidade Verde, Amanajé e 3030 esquentaram o palco nas primeiras horas. Entre os primeiros artistas, destaque para Vitor Kley, que trouxe seus maiores sucessos ao palco do Encontro das Tribos. Abriu com O Sol e encerrou com Adrenalizou, seus dois maiores hits até o momento. Morena também empolgou, enquanto um cover de Rockstar, do Post Malone, surpreendeu aos menos envolvidos no show. Cheio de energia, Kley se esforçou para alcançar outros públicos. Mas tudo indica que o cantor está decolando rumo ao sucesso. Resgate das raízes do reggae Mato Seco e Mitchell Brunings embalaram trilha de sucessos de Bob Marley na Marley Experience. O show começou com um dos maiores hits do Mato Seco, Pedras Pesadas. Em seguida, Positive Vibration iniciou a homenagem ao ícone do reggae. A apresentação foi marcada por muitas luzes e total entrega da plateia. Get Up, Stand Up, uma das canções mais marcantes de Marley, levou a plateia aos gritos, lembrando da importância de se posicionar em tempos de conflitos políticos. Hits como Buffalo Soldier, Three Little Birds, Could You Be Loved e No Woman No Cry também foram tocados. O Sol, a chuva e muita energia Abrindo o set com Desejos do Mar, Rosa Norte e Eu Sou do Mar, Armandinho fez um pedido pela educação e respeito com a natureza. “Todos nós somos do mar. São Paulo é do mar!”, disse o cantor. Ele pediu para aumentar o som algumas vezes, apontando um problema recorrente na maior parte dos shows. Em seguida, embalou Reggae das Tramandas, Pescador, Casinha e Outra Vida. Para Analua e Desenho de Deus, chamou ao palco o “afilhado” Vitor Kley. “Tu é puro, o mundo precisa de gente como tu”, declarou Armando em um forte abraço. Kley se emocionou e respondeu: “meu professor da vida”. Mesmo embaixo de chuva, a atmosfera estava ensolarada com a dupla no palco. Acostumado com mais tempo, Armandinho pediu para os fãs escolherem as músicas que queriam ouvir. Embalou em seguida Lua Cheia, Toca Uma Regueira Aí e Sol Loiro. Conduziu o show inteiro com extrema naturalidade, como de costume, transformando poucos minutos de palco em uma apresentação alegre e marcante. Uma viagem pela carreira Talvez esta fosse a aposta mais distante do reggae em todo o line-up, mas Pitty eliminou todos os rótulos possíveis em sua apresentação. No clima de diversidade, trouxe um setlist agitado e bem positivo ao palco. Contemplou várias fases de sua carreira, partindo de Admirável Chip Novo, Anacrônico e Semana Que Vem. Setevidas, Equalize e Me Adora também animaram. Pitty pediu licença para apresentar algumas canções de seu novo álbum, Matriz, e emendou Noite Inteira, Te Conecta e Roda, que foram bem recebidas. Vitor Kley subiu mais uma vez ao palco, desta vez, para acompanhar Pitty em um duo profundo de Na Sua Estante. Em seguida, a banda toca Contramão e Máscara, a última arrancando fortes aplausos. Após uma palhinha de Get Up, Stand Up, Pitty encerrou uma sequência carregada de hits com Serpente. Mesmo em canções mais pesadas, conseguiu manter a atmosfera vibrante, atendendo perfeitamente a proposta do festival. Ponto de impacto A Ponto de Equilíbrio fez um show estável, atendo-se aos sucessos de carreira. Fio da Fé e Santa Kaya abriram, seguindo com Na Função, gravada junto a Rael e Rincon Sapiência, que ainda estavam para se apresentar. Seguiram com Novo Dia, Coisa Feia, Nossa Música e Janela da Favela. “Parabéns ao Reggae!”, clamou o vocalista Hélio Bentes. Seguiram com homenagem a Bob Marley, embalando I’m Rebel (Soul Rebel) com participação de Dada Yute no palco. Canções como Ponto de Equilíbrio e Profeta Rei tiraram o público para dançar, enquanto Hipócritas, O Que Eu Vejo e Malandragem Às Avessas encerraram o show numa vibe mais crítica, carregada de mensagens impactantes. Os poetas do reggae nacional O Maneva mostrou todo seu charme e romantismo. Começando com Enviado por Deus, Daquele Jeito, Pisando Descalço e Não Vá Dizer Que Não, foram completamente abraçados pelo público, que cantava junto a cada verso. Um dos pontos altos do festival. Quando Planta e Raiz subiu ao palco, o encontro tornou a energia ainda mais forte. Cantaram juntos Êxodo, Sem Jeito e Reviso Meus Planos do Maneva, além de Com Certeza e Filho do Leão, do Planta e Raiz. “Essa madrugada é de música, união entre as pessoas e respeito”, afirmou Zeider, vocalista do Planta. Na sequência, recebem Gabriel Elias como convidado para Corre Pro Meu Mar. Outros sucessos como Saudades do Tempo, Seja Para Mim, Luz Que Me Traz Paz e Lembranças também animaram o público. No ápice da agitação, encerram com Meu Pai é Rastafar-I, tirando a banda inteira para pular junto ao público. O charme das jams no palco Uma das bandas mais esperadas da noite, Soldiers of Jah Army, o Soja, trouxe força no instrumental e bons improvisos. Seus principais sucessos, como I Don’t Wanna Wait, You Don’t Know Me, Shadow e Nothing Ever Changes levaram os fãs a dançar sem parar. O set foi bem extenso, aproveitando bastante cada minuto de palco. Not Done Yet, Life Support, True Love, Here I Am e Rest Of My Life também passaram pelo palco. Na sequência de Jah Bless, embalaram uma jam carregada de solos. Depois de You And Me, surpreenderam com ritmos brasileiros, dançando em um palco cheio de luzes. Morning, feita com Natiruts e