Fit For A King confirma estreia histórica no Brasil em outubro

A banda norte-americana de metalcore cristão Fit For A King confirmou sua primeira passagem pelo país com shows em Curitiba (24/10) e São Paulo (25/10). A turnê promove o oitavo álbum de estúdio do grupo, intitulado Lonely God, lançado pela Solid State Records. Com quase meio bilhão de streams acumulados e parcerias com nomes como August Burns Red e The Ghost Inside, o quinteto texano chega em seu auge técnico. O novo trabalho, produzido por Daniel Braunstein (Spiritbox), foi descrito pela crítica como o passo mais ambicioso da banda, unindo a agressividade do deathcore a camadas eletrônicas e refrões cinematográficos. Conceito de Lonely God O álbum Lonely God nasceu de um processo imersivo em Los Angeles, onde a banda buscou resgatar a mentalidade de seus primeiros discos, mas com a maturidade de quem já domina as paradas da Billboard. Entre os destaques do repertório que será apresentado no Brasil, estão: Dez anos de evolução Desde o lançamento independente de Descendants em 2011, o Fit For A King construiu uma “irmandade” sonora. Formada por Ryan Kirby (vocais), Bobby Lynge (guitarra), Daniel Gailey (guitarra), Ryan “Tuck” O’Leary (baixo) e Trey Celaya (bateria), a banda sobreviveu às tendências do gênero focando em letras genuínas e instrumentação poderosa. Serviço: Fit For A King no Brasil SÃO PAULO CURITIBA

Drift Mothership lança “Remedy” antes de turnê brasileira com Ill Niño

Diretamente da cena de Los Angeles, a banda Drift Mothership acaba de disponibilizar o seu novo single, Remedy, em todas as plataformas de streaming nesta sexta-feira (3). O lançamento funciona como o cartão de visitas perfeito para a turnê sul-americana que o grupo inicia no final deste mês, acompanhando os veteranos do Ill Niño como banda de abertura. A sonoridade de Remedy traduz bem a proposta do grupo: uma composição carregada de emoção que utiliza o piano como base melódica, culminando em um breakdown de guitarras pesadas que deve funcionar muito bem ao vivo. Rota sul-americana e datas no Brasil O Drift Mothership começa a maratona por Lima e Santiago antes de cruzar a fronteira brasileira. Por aqui, a banda passará por quatro capitais, incluindo uma apresentação na Audio, em São Paulo, no feriado de 1º de maio. Confira a agenda completa em solo brasileiro:

As I Lay Dying confirma shows no Brasil com guitarrista brasileiro na formação

Uma das instituições do metalcore mundial está pronta para escrever um novo capítulo no Brasil. O As I Lay Dying confirmou duas apresentações no país para o mês de maio, passando por São Paulo (03/05) e Curitiba (04/05). A turnê An Evening With As I Lay Dying marca a estreia da nova configuração da banda, que agora conta com um time de veteranos da cena pesada. Após uma reformulação drástica em 2024, o vocalista e fundador Tim Lambesis montou o que muitos fãs estão chamando de “supergrupo”. O grande destaque para o público nacional é a entrada do guitarrista brasileiro Bill Hudson (Northtale, I Am Morbid), que se junta a nomes como Tim Yeung (ex-Morbid Angel) na bateria e Chris Clancy (Mutiny Within) no baixo e vocais limpos. Equilíbrio entre clássicos e o novo álbum A turnê celebra o legado de álbuns fundamentais como Shadows Are Security (2005) e An Ocean Between Us (2007), mas também serve como cartão de visitas para o material inédito. A banda já liberou os singles “Echoes” e “If I Fall”, que antecipam o novo disco via Napalm Records, mantendo a técnica e a agressividade que definiram o gênero no início dos anos 2000. “É uma honra fazer parte deste novo capítulo. A turnê está sendo uma oportunidade incrível de tocar com amigos de longa data e os shows estão insanos. No Brasil não será diferente!”, celebra Bill Hudson sobre o retorno à sua terra natal com a banda. * 🎸 Serviço: As I Lay Dying no Brasil Os ingressos já estão disponíveis através da plataforma Ingresso Master. SÃO PAULO (SP) CURITIBA (PR)

Babymetal confirma retorno ao Brasil em novembro de 2026

O “Fox Day” (1º de abril no Japão) trouxe a notícia que os fãs brasileiros mais esperavam: o Babymetal está voltando. Após uma passagem arrebatadora em 2024 pelo Knotfest e pela Audio, o trio formado por Su-Metal, Moametal e Momometal confirmou uma apresentação única em São Paulo, no Espaço Unimed, no dia 28 de novembro de 2026. O anúncio consolida o Brasil na rota obrigatória do grupo, que em 2025 fez história com o álbum Metal Forth. O disco estreou na 9ª posição da Billboard 200, tornando o BABYMETAL a primeira banda 100% japonesa a figurar no Top 10 da principal parada dos Estados Unidos. Kawaii Metal O que começou como um experimento inusitado, fundir a doçura do J-Pop com a agressividade do heavy metal, tornou-se um dos maiores nomes da música pesada contemporânea. O BABYMETAL já ultrapassou a marca de 3 bilhões de streams e coleciona elogios de lendas como Lars Ulrich (Metallica) e Rob Halford (Judas Priest). No palco, a experiência é catártica. Além dos clássicos Gimme Chocolate!! e Pa Pa Ya!!, o público brasileiro poderá ouvir ao vivo as novas colaborações que dominam as paradas, como Ratatata (com o Electric Callboy) e from me to u (com a cantora Poppy). Guia de ingressos e pré-venda A venda de ingressos será realizada pela Eventim e contará com o benefício exclusivo para clientes Itaú: 💿 Serviço: Babymetal em São Paulo PREÇOS (Os valores detalhados por setor serão divulgados em breve pela produtora 30e).

Seal celebra 30 anos de clássicos com shows no Brasil e convoca Seu Jorge para a abertura

Sete anos após a sua última passagem pelo Brasil, uma das vozes mais inconfundíveis e sofisticadas do pop/soul britânico está de malas prontas para retornar. O lendário cantor Seal confirmou duas apresentações no país no mês de novembro, com a turnê global “Celebrando 30 Anos dos Clássicos Álbuns I e II”. Os espetáculos acontecem no dia 26 de novembro (quinta-feira), no Qualistage, no Rio de Janeiro, e no dia 28 de novembro (sábado), no Allianz Parque, em São Paulo. A realização é da 30e. Fator ‘Wes Anderson’ e a conexão com Seu Jorge Para além de ouvir os mega hits Crazy e Kiss from a Rose ao vivo, os fãs brasileiros ganharam um presente inesperado. A abertura de ambos os shows ficará a cargo de Seu Jorge. A escolha não foi mercadológica, mas sim artística: Seal tomou conhecimento do talento do brasileiro após assistir ao cultuado filme A Vida Marinha com Steve Zissou (2004), do diretor Wes Anderson, onde Seu Jorge interpreta brilhantes versões acústicas em português para clássicos de David Bowie. A paixão de Seal pelo Brasil não é nova. A sua história com o país começou em 1992, no histórico festival Hollywood Rock. Hoje, a conexão reflete-se nos números: a cidade de São Paulo é o local com o maior público mensal de Seal no Spotify no mundo inteiro (com mais de 165 mil ouvintes), superando até mesmo a sua cidade natal, Londres. 🎫 Serviço: Seal no Brasil Atenção aos prazos! A pré-venda de ingressos já começa nesta quarta-feira (25 de março). Os valores podem ser parcelados em até 3x sem juros. SÃO PAULO (SP) RIO DE JANEIRO (RJ) CRONOGRAMA DE VENDAS (online e bilheterias oficiais):

ZZ Top anuncia três shows no Brasil em novembro

Mais de 16 anos após a sua última passagem pelo Brasil, o ZZ Top confirmou o seu aguardado retorno ao país com a turnê mundial The Big One! A maratona de shows da lendária instituição do blues-rock acontecerá em novembro de 2026, passando por Porto Alegre (18/11, na KTO Arena), Curitiba (20/11, no Igloo Super Hall) e encerrando a perna brasileira em São Paulo (21/11, sábado, no Suhai Music Hall). A realização é da Infinito Entretenimento e MCA Concerts. Trem da festa continua Com mais de 50 anos de estrada e mais de 60 milhões de álbuns vendidos (incluindo o status de Diamante pelo clássico atemporal Eliminator), a banda prova que não tem planos de se aposentar. O grupo chega ao Brasil com sua nova formação, agora consolidada com Elwood Francis assumindo as quatro cordas e o visual característico da banda, juntando-se aos membros fundadores Billy F. Gibbons (voz e guitarra) e Frank Beard (bateria), após o falecimento do lendário baixista Dusty Hill em 2021. “Temos passado muito tempo na estrada e, quanto mais estamos por aí, mais isso parece ser o nosso lar. Nossa filosofia é seguir em frente. É incrível se conectar com públicos que agora já atravessam três gerações. O trem da festa continua em movimento!”, celebra Billy F. Gibbons. * 🎫 Serviço: ZZ Top no Brasil Atenção, fãs: a pré-venda exclusiva (Pré-venda Artista) começa nesta quarta-feira (25 de março), a partir das 10h da manhã, pelo site Uhuu.com. A venda geral abre na sexta-feira (27), no mesmo horário. O evento oferece ingressos de Meia-Entrada Legal e Meia Solidária (mediante doação de 1kg de alimento, válido para Curitiba e Porto Alegre). SÃO PAULO (SP) PORTO ALEGRE (RS) CURITIBA (PR)

Com o quinto vocalista da carreira, suecos do Crashdïet anunciam shows em São Paulo e no ABC

Se há uma banda no underground do rock mundial que se recusa a morrer, essa banda é o Crashdïet. Um dos principais nomes do renascimento do glam/sleaze rock dos anos 2000 confirmou o seu retorno ao Brasil para duas apresentações exclusivas no início do próximo ano. A produtora Dark Dimensions agendou os espetáculos para os dias 30 de janeiro de 2027 (sábado, na Vip Station, na capital paulista) e 31 de janeiro de 2027 (domingo, no Santo Rock Bar, em Santo André). Os ingressos já se encontram disponíveis para compra de forma antecipada. Arte do caos e a nova formação A quarta passagem dos suecos pelo Brasil servirá de suporte para a turnê do seu sétimo disco de estúdio, batizado de Art of Chaos, que tem lançamento mundial marcado para o dia 8 de maio deste ano, através da Ninetone Records. Para os fãs de longa data, a curiosidade reside em ver como a banda se comporta no palco com a sua mais recente (e caótica) encarnação. O grupo chega ao país liderado por John Elliot, anunciado no início de 2024 como o quinto vocalista a assumir o microfone da banda (sucedendo nomes como Gabriel Keyes, Simon Cruz, H. Olliver Twisted e o falecido fundador Dave Lepard). Além do novo frontman, o Crashdïet também se apresenta com uma alteração na cozinha: o querido baixista Peter London está afastado por motivos pessoais, tendo sido substituído por Chris Young, que gravou o novo disco e segue na turnê ao lado dos veteranos Martin Sweet (guitarra) e Michael Sweet (bateria). Os singles recém-lançados Loveblind e Satizfaction prometem um resgate da crueza do clássico absoluto Rest in Sleaze (2005). 🎸 Serviço: Crashdïet na América do Sul Os ingressos para as duas datas já estão disponíveis e a organização exige a apresentação de documento de identidade na porta (eventos para maiores de 18 anos). SÃO PAULO (SP) SANTO ANDRÉ (ABC PAULISTA)

A Wilhelm Scream e MakeWar anunciam turnê com cinco datas pelo Brasil em 2026

A banda A Wilhelm Scream confirmou uma nova turnê pelo Brasil com cinco datas já anunciadas, sendo quatro delas na região Sul, reforçando a conexão histórica da banda com o público nacional. A série de shows contará com abertura da MakeWar em todas as apresentações, ampliando o peso do evento para os fãs de punk e hardcore melódico. A proposta da turnê passa longe de grandes festivais e aposta em casas menores, privilegiando a intensidade e a proximidade com o público. A ideia é recriar a energia crua que consolidou o nome da banda ao longo das últimas décadas, com apresentações mais diretas e sem filtros. Entre os destaques está o lendário Hangar 110, em São Paulo, um dos templos do hardcore no Brasil. O espaço, conhecido por shows históricos e atmosfera visceral, reforça o conceito intimista da turnê e deve ser um dos pontos altos da passagem da banda pelo país. Conheça A Wilhelm Scream Formada em 1999 em Massachusetts, a A Wilhelm Scream construiu uma carreira sólida dentro do hardcore melódico, misturando velocidade, técnica e agressividade. Ao longo dos anos, a banda se destacou por discos como “Ruiner” e “Career Suicide”, além de uma reputação consistente como uma das melhores performances ao vivo do gênero. A turnê acontece em meio ao lançamento de “Cheap Heat”, novo álbum do A Wilhelm Scream, lançado em 2026. O disco mantém a identidade da banda, com hardcore veloz, riffs intensos e vocais marcantes, mas também apresenta uma sensação de renovação criativa, com composições afiadas e forte carga melódica, reforçando o status do grupo como um dos nomes mais consistentes do estilo. Abertura MakeWar Já a MakeWar traz uma abordagem mais emocional dentro do punk rock, combinando energia com letras introspectivas. O grupo ganhou espaço na cena alternativa nos últimos anos justamente por equilibrar peso e sensibilidade, criando um contraste interessante com o som mais técnico e agressivo do headliner. Datas no Brasil:🇧🇷 27.10 – Porto Alegre🇧🇷 28.10 – Criciúma🇧🇷 29.10 – Florianópolis🇧🇷 30.10 – Curitiba🇧🇷 31.10 – São Paulo Os ingressos já estão à venda por meio da 101ticketsbr, e a expectativa é de rápida procura, especialmente pelo formato reduzido das casas escolhidas. A combinação entre novo material e shows próximos do público tende a transformar as apresentações em experiências intensas para fãs antigos e novos.

Entrevista | Black Label Society – “Usei a The Grail em Ozzy’s Song. Foi a primeira guitarra que gravei com ele”

O Black Label Society retorna ao Brasil como uma das atrações do Bangers Open Air, com show marcado para o dia 25 de abril. Liderada pelo guitarrista e vocalista Zakk Wylde, a banda é conhecida por misturar riffs pesados, grooves inspirados no heavy metal clássico e uma forte identidade sonora construída ao longo de mais de duas décadas. O grupo se consolidou como um dos projetos mais consistentes do metal moderno, com uma base de fãs fiel em todo o mundo e uma relação histórica com o público brasileiro. A apresentação acontece poucas semanas após o lançamento de Engines of Demolition, novo álbum de estúdio da banda, previsto para 27 de março. O disco marca o primeiro trabalho inédito do grupo em alguns anos e reúne músicas escritas ao longo de diferentes períodos de turnê. Segundo Wylde, o tempo maior entre gravações acabou permitindo que ele continuasse desenvolvendo riffs e ideias até chegar a um resultado que o deixou plenamente satisfeito. A trajetória de Zakk Wylde também ajuda a explicar o peso do nome Black Label Society no cenário do rock. O guitarrista ganhou projeção mundial ao integrar a banda de Ozzy Osbourne no fim dos anos 1980, participando de discos clássicos e se tornando um dos músicos mais associados ao vocalista. Ao longo da carreira, Wylde também se envolveu em diversos projetos paralelos, incluindo o tributo Zakk Sabbath e a atual turnê de celebração do Pantera, tocando as músicas do amigo e guitarrista Dimebag Darrell. Em entrevista ao Blog N’ Roll, Zakk Wylde falou sobre o novo álbum Engines of Demolition, sua relação com o público brasileiro e as histórias envolvendo Ozzy Osbourne ao longo da carreira. Ele confirmou que o “Madman” queria gravar mais um álbum. Você está mais animado para ver o público brasileiro do palco ou para ir a uma churrascaria por aqui? Eu adoro comida brasileira, cara. Não tem como perder isso, é a melhor coisa. Acho que estamos aqui agora na estrada e mais tarde vamos acabar indo em uma churrascaria brasileira. E quando chegarmos mais ao sul provavelmente vamos fazer isso de novo. O público brasileiro é conhecido por ser um dos mais intensos do mundo. Você sente essa diferença quando toca aqui? Eu acho que sempre que tocamos na América do Sul as pessoas têm uma paixão enorme pela vida em geral. Sabe o que quero dizer? E isso acaba se refletindo no amor pela música e simplesmente no amor pela vida. Você gosta da ideia de tocar músicas novas do Black Label Society em um festival como o Bangers, onde o público é bem diverso? É uma boa forma de testar a reação das pessoas? Para mim isso realmente não faz diferença. Nós apenas subimos no palco e fazemos o nosso trabalho da melhor forma possível. Quando você vem ao Brasil, além das churrascarias, o que costuma tentar fazer fora dos shows? Na maioria das vezes não temos muito tempo livre porque geralmente é um dia de viagem, então você acaba não vendo muita coisa. Mas quando temos um dia de folga tentamos sair pela cidade, ir até a praia ou algo assim. Só relaxar, curtir um pouco e passar um bom tempo. As pessoas aqui são sempre ótimas, todo mundo é muito positivo. Falando sobre o novo álbum do Black Label Society, ele chega depois de alguns anos. O que você acha que define esse disco? Esse foi o primeiro álbum do Black Label Society em que tivemos tanto tempo entre um disco e outro. Normalmente tudo acontece muito rápido. A gente grava, os caras saem em turnê e pronto. Mas dessa vez gravamos algumas coisas, depois saímos para a celebração do Pantera, voltamos para casa, saímos de novo. Isso durou uns três anos e meio. Então eu pensei que simplesmente continuaria escrevendo. Em vez de lançar um disco e não poder sair em turnê com ele, eu só continuei compondo. No final fiquei muito feliz com o resultado. Quais são suas expectativas para a reação do público ao novo álbum? Você ainda fica nervoso antes de um lançamento? Hoje em dia não mais. No passado você sempre esperava que todo mundo gostasse, mas acho que você não pode pensar assim. Você precisa fazer o disco que ama fazer. Não importa se é a sua banda ou se é Led Zeppelin, Black Sabbath, Elton John ou Billy Joel. Você tem que fazer aquilo que te deixa feliz. Se você está satisfeito com o resultado, é isso que importa. Depois é só esperar que as pessoas embarquem na viagem com você. Muitas músicas foram escritas ao longo de vários anos. Você acha que isso deixa o álbum mais diverso? Não necessariamente. Quando tocamos músicas como Stillborn ou Suicide Messiah, que foram escritas lá atrás, elas ainda têm impacto hoje. Se uma música funciona e as pessoas gostam, não importa quando ela foi escrita. A música Name in Blood foi um dos singles escolhidos para divulgação e já é uma das minhas favoritas do Black Label Society. Existe alguma história por trás da letra? Que bacana. Bom, isso significa compromisso total com o projeto. É como quando você tem uma namorada e decide dar o próximo passo e casar. Você está comprometido com aquilo. É disso que Name in Blood fala. Esse é seu momento romântico então? Com certeza, cara. Com certeza. E quando você escreve um riff, já imagina como ele vai soar ao vivo? Não, nunca penso nisso. Tudo começa com o riff, principalmente nas músicas mais pesadas. Se o riff está naquele código de Sabbath, Zeppelin ou Deep Purple, que para mim são o Monte Rushmore dos riffs, então estamos no caminho certo. Depois disso geralmente surge a melodia e, por último, a letra. Muita gente pergunta sobre guitarras, mas quais foram suas inspirações para cantar? Meus cantores favoritos sempre foram Ozzy e Gregg Allman. Essas são provavelmente minhas duas maiores influências vocais. Mas também adoro Joe Cocker, Paul Rodgers, Elton John e Neil Young. Ainda ouço esses