Iron Maiden confirma três shows no Brasil; veja locais, preços e datas

Após esgotar os ingressos no Rock in Rio, o Iron Maiden anunciou mais shows no Brasil. A banda inglesa vai se apresentar em São Paulo, Curitiba e Ribeirão Preto, entre agosto e setembro. Os britânicos estarão em 27 de agosto na Pedreira Paulo Leminski em Curitiba, 30 de agosto na Arena Eurobike pela primeira vez em Ribeirão Preto e no dia 4 de setembro no Estádio do Morumbi em São Paulo. Os ingressos para os shows do Iron Maiden estarão disponíveis para o público em geral a partir das 10h de 28 de abril, com pré-venda para clientes do cartão de crédito Porto Seguro Bank a partir das 10h de 26 de abril, no LivePass. Legacy of The Beast World Tour 22 – Iron Maiden no Brasil Curitiba Data: 27 de agosto de 2022 (Sábado)Local: Pedreira Paulo Leminski (R. João Gava, 970 – Abranches)Classificação etária: 16 anos desacompanhados. Menores de 16 anos entram somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Pré-Venda Porto Seguro Cartões / Venda Geral*Pré-venda exclusiva clientes cartão de crédito Porto Seguro Bank começa: Terça-feira, 26 de abril de 2022, as 10h *Pré-venda exclusiva clientes cartão de crédito Porto Seguro Bank termina: Quinta-feira, 28 de abril de 2022, as 09h59Ingressos em LivePass Venda geral: Quinta-feira, 28 de abril de 2022, às 10hIngressos em LivePass PreçosPista Premium – R$ 740,00Pista Premium meia-entrada – R$ 370,00Pista – R$ 400,00Pista meia-entrada – R$ 200,00Camarote – R$ 1.200,00Camarote meia-entrada – R$ 600,00 Ribeirão Preto Data: 30 de agosto de 2022 (Terça-feira)Local: Arena Eurobike (Av. Costábile Romano, S/N – Santa Cruz)Classificação etária: 14 anos desacompanhados. Menores de 14 anos entram somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Pré-Venda Porto Seguro Cartões / Venda Geral *Pré-venda exclusiva clientes cartão de crédito Porto Seguro Bank começa: Terça-feira, 26 de abril de 2022, às 10h *Pré-venda exclusiva clientes cartão de crédito Porto Seguro Bank termina: Quinta-feira, 28 de abril de 2022, às 9h59 Ingressos em LivePass Venda geral: Quinta-feira, 28 de abril de 2022, às 10hIngressos em LivePass PreçosPista Premium – R$ 580,00Pista Premium meia-entrada – R$ 290,00Pista – R$ 350,00Pista meia-entrada – R$ 175,00Arquibancada – R$ 250,00Arquibancada meia-entrada – R$ 125,00 São PauloData: 4 de setembro de 2022 (domingo)Local: Estádio do Morumbi (Praça Roberto Gomes Pedrosa, 1 – Morumbi)Classificação etária: 14 anos desacompanhados. Menores de 14 anos entram somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Pré-Venda Porto Seguro Cartões / Venda Geral Pré-venda exclusiva clientes cartão de crédito Porto Seguro Bank começa: Terça-feira, 26 de abril de 2022, às 10h Pré-venda exclusiva clientes cartão de crédito Porto Seguro Bank termina: Quinta-feira, 28 de abril de 2022, às 9h59Ingressos em LivePass Venda geral: Quinta-feira, 28 de abril de 2022, às 10hIngressos em LivePass PreçosPista Premium – R$ 750,00Pista Premium meia-entrada – R$ 375,00Pista – R$ 430,00Pista meia-entrada – R$ 215,00Cadeira Coberta A, B, C – R$ 520,00Cadeira Coberta A, B, C meia-entrada – R$ 260,00Cadeira Coberta Premium – R$ 520,00Cadeira Coberta Premium meia-entrada – R$ 260,00Cadeira Inferior A, B – R$ 460,00Cadeira Inferior A, B meia-entrada – R$ 230,00Arquibancada A, B – R$ 280,00Arquibancada A, B meia-entrada – R$ 140,00Arquibancada C – R$ 240,00Arquibancada C meia-entrada – R$ 120,00
Esquentou de vez! Liam Gallagher revela terceiro single do novo álbum

O terceiro álbum solo de estúdio de Liam Gallagher, C’mon You Know, que sai em 27 de maio, promete ser um dos grandes lançamentos do ano. A espera por ele já conta com a ansiedade gerada pelo single Everything’s Electric, que já figura entre os Top 20 maiores solos do artista até agora. Agora é a vez da faixa-título ser revelada. Aliás, não há pausas para Liam, apresentando grandes performances no BRIT Awards, no The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, além do prêmio Music Moment of the Year pela NME e a recente capa da publicação. Embora C’mon You Know carregue os traços que fizeram de Liam uma figura tão icônica e seja um hino do rock‘n’roll com sua assinatura, ele é também um passo à frente em termos de atitude e sonoridade. Musicalmente, o single traz camadas inesperadas, com backing vocals gospel com tintas de Motown, o saxofone de Ezra Koenig, do Vampire Weekend, e os synths vintage Moog completando esse turbilhão sonoro. As letras também vêm de um lugar de frescor. Ao invés de ser combativo, seus versos brilham com positividade e a alegria de se reunir com seus amigos e fãs. Como ele abertamente admite: “Estou cansado de ser durão.” A canção foi toda escrita por Liam e produzida por seu colaborador criativo de longa data Andrew Wyatt. Liam também lançará álbum ao vivo Junto a C’mon You Know, que sai no dia 27 de maio, Liam também vai lançar o álbum ao vivo Down By The River Thames. Originalmente transmitido no dia 5 de dezembro de 2020, o show se tornou uma das mais memoráveis performances da era do lockdown. O artista seguiu o caminho aberto por Sex Pistols e The Clash, e decidiu se apresentar no rio Tâmisa em um bote junto a banda. Aliás, a banda incluia Bonehead, co-fundador do Oasis e um carregamento de clássicos a bordo. Liam recentemente foi destaque no Royal Albert Hall na apresentação em prol do Teenage Cancer Trust. Em resumo, foi o início para uma série de shows ao ar livre que acontecem esse semestre no Reino Unido e Irlanda. O artista vendeu 160 mil ingressos para as duas noites no Knebworth Park em questão de minutos, antes de anunciar um show no Etihad Stadium, em Manchester, assim como apresentações em Belfast, Glasgow e Dublin. Posteriormente, ele vai tocar em festivais europeus no final do primeiro semestre e fará uma turnê pela Austrália e Nova Zelândia em julho. Por fim, na América do Sul em novembro, incluindo dois shows no Brasil. Para detalhes de datas e ingressos, acesse o website do artista.
Entrevista | Hanson – “Prefiro sangrar a ter que viver uma vida acorrentada”

Em outubro, o Hanson desembarca no Brasil com a turnê mundial Red Green Blue 2022. O trio irá se apresentar em sete cidades: Porto Alegre (11 de outubro no Bourbon Country), Curitiba (12 no Live Curitiba), Ribeirão Preto (14 na Arena Eurobike), São Paulo (15 no Espaço das Américas), Uberlândia (16 no Sabiazinho), Brasília (19 no Centro de Convenções Ulysses Guimarães) e Rio de Janeiro (21 no Qualistage). A tour chega ao Brasil após rodar Europa, Reino Unido, Estados Unidos, México e alguns países da América do Sul. Os ingressos já estão à venda. Confira mais detalhes no fim do texto. Responsável por um dos maiores hits dos anos 1990, MMMBop, o trio composto pelos irmãos Clarke Isaac Hanson (guitarra, baixo, piano e vocal), Jordan Taylor Hanson (piano, percussão e vocal) e Zachary Walker Hanson (bateria, piano e vocal) completa 30 anos de carreira com mais um álbum no forno, Red Green Blue. Com um terço do álbum escrito e produzido por cada irmão (Taylor’s Red, Isaac’s Green e Zac’s Blue), o novo trabalho reúne as três vozes criativas e únicas como nunca antes e uma equipe de colaboradores. No repertório dos shows, além das músicas do novo álbum, o Hanson irá apresentar pela primeira vez as canções de Against The World (2020) e grandes sucessos, como MMMBop, Where’s the Love e Save Me. Isaac Hanson conversou com o Blog n’ Roll sobre a turnê, novo álbum, relação com o Brasil e influência de MMMBop na vida dele e dos irmãos. Confira abaixo. Já são 30 anos de estrada e vários lançamentos marcantes até aqui. Qual é o balanço que vocês fazem desse período? Bom, foi muita coisa vivida nesses álbuns e músicas. Nosso primeiro single fala para se preocupar com o que realmente importa, porque no fim essas são as coisas que são preciosas. Em outras palavras, colocar seu coração e alma no que realmente importa. Seja no nosso relacionamento com a audiência que ficou com a gente todos esses anos, ou encontrando sua coragem, escrevendo a melhor canção que você pode ou aceitando riscos e começando um selo de gravadora e todos a sua volta não acreditarem que você consegue. É muito tempo de vida, nós passamos de adolescentes para adultos, que têm seus próprios adolescentes. Eu me sinto muito sortudo. Tem muita (experiência de) vida nessas músicas. E nos sentimos gratos de poder compartilhá-las com as pessoas. O que você acredita que mudou, evoluiu na trajetória de vocês e o que procuraram manter como característica da banda? Certamente uma parte significante que as pessoas conhecem da gente é a nossa harmonia cantando juntos e isso é algo que temos feito consistentemente ao longo dos anos. Não é algo que tentamos manter, é algo divertido de fazer. E é algo meio que fácil de fazer para nós. Fazemos tanto e há muito tempo. Também é algo meio que especial… não tem nada como harmonia, literalmente, música e vozes harmonizadas. Mas também harmonia no sentido de juntar as pessoas seja pela música na performance ao vivo ou lançar álbuns e as pessoas ouvirem juntas pelo telefone, rádio ou TV. A nossa esperança é reunir as pessoas e ajudá-las a encontrarem um pouco de paz, alegria e força para enfrentar o mundo. Muito se fala sobre uma banda estar junta há tanto tempo e o quão desgastante isso pode ser para a relação entre os integrantes. No caso do Hanson, formado por três irmãos, a situação é mais controlada? Como é o entendimento entre vocês depois de tanto tempo trabalhando juntos? Eu estaria mentindo se não disse que em vários momentos meus irmãos me deixam louco. E eu também os enlouqueço. As coisas que você ama também são as coisas que o enlouquecem. Se você já esteve em um relacionamento longo, sabe que geralmente não vai brigar no primeiro mês que vocês se conheceram, a menos que você realmente não goste da pessoa. Geralmente você não briga até conhecer muito bem a pessoa e algumas situações desafiadoras aparecerem. Eu e meus irmãos temos muito em comum e confiança um no outro, mas isso também tem seus limites e você tem que achar maneiras de minimizar essas questões. Uma das coisas que acho muito valiosa desse último álbum é que nos apoiamos uns nos outros de uma maneira que nunca tínhamos feito. Pela primeira vez em nossas carreiras nós não iríamos escrever músicas juntos. Cada um teria cinco músicas. Vamos fazer nosso melhor e ir em busca de ideias como compositores individuais e artistas individuais. Podemos trabalhar e gravar esse disco juntos, mas eu não vou falar para você o que fazer, não serei seu editor, produtor, vou confiar em você e servir sua visão criativa… e isso é muito difícil de fazer e muito poderoso quando você consegue. Eu estaria mentindo se dissesse que esse processo curou algumas feridas que nós não sabíamos que tínhamos porque foi muita coisa que cada um teve que se responsabilizar. Eu preciso sustentar essa ideia de um jeito diferente. Porque eu amo escrever com o Taylor e o Zac, eles são excelentes compositores. Nós escrevemos coisas diferentes quando fazemos isso juntos. As ideias que eu quero que eles sigam, às vezes são diferentes das que eles querem. Então foi muito interessante nos permitir que cada um pudesse fazer isso individualmente. E cada um vai poder falar: “Isso é o que eu quero, essa é minha música favorita e é isso que vou tocar”. O álbum é obviamente dividido em três partes, isso é muito claro. Até porque nós três temos vozes muito diferentes. Nós temos vozes similares, mas a minha é mais profunda que a deles. Zac e Taylor têm vozes similares, mas também diferentes. Foi muito incomum para o Ben poder falar que iria fazer três projetos solos e cada um seria o vocalista em cada parte deste disco. O Kiss fez isso, acho que em 1978, eles lançaram quatro discos em que cada um deles era o vocalista. E o meu
Multishow e Canal Bis farão transmissão completa do Lollapalooza

Depois de um intervalo de três anos, o Lollapalooza Brasil está de volta. E os três dias terão transmissão ao vivo, direto do Autódromo de Interlagos, em São Paulo, no Multishow e Canal Bis. A cobertura será completa, desde a exibição ao vivo na TV de todos os quatro palcos com cerca de 50 atrações, aos bastidores no YouTube, site e conteúdos exclusivos para as plataformas digitais dos canais. O Multishow prepara uma extensa cobertura. Serão mais de 8 horas seguidas de música por dia dos grandes nomes que sobem nos palcos 1 e 2, entre eles, The Strokes, Emicida, Miley Cyrus e Foo Fighters. Já o Canal Bis exibe as performances dos palcos 3 e Perry´s, que contarão com atrações como Jetlag, Gloria Groove, Alok, Marina Sena, Pabllo Vittar e muito mais. LOLLAPALOOZA BRASIL Horário das transmissões Multishow e Canal Bis: a partir das 14h30 YouTube Musica Multishow: a partir das 19h30
Entrevista | Detonautas – “A gente não procurou uma ação reativa”

Atração de abertura do palco principal do Lollapalooza, na sexta-feira às 13h05, o Detonautas vive um momento muito especial na carreira. Após altos e baixos, o grupo se firmou como uma potência no cenário nacional mais uma vez, durante a pandemia do coronavírus. Com letras ácidas e carregadas de críticas políticas e sociais, a banda conquistou muitos fãs novos e se reaproximou dos mais antigos. O resultado disso foi o Álbum Laranja, lançado no ano passado. Álbum Laranja faz alusão ao White Album (Álbum Branco), dos Beatles, e o Black Album (Álbum Preto), do Metallica. Entretanto, a escolha da cor é um trocadilho com o que está acontecendo no Brasil. Em resumo, a história dos laranjas no Governo Bolsonaro. “A gente não procurou uma ação reativa, de protesto, com uma linguagem pesada ou raivosa, buscamos abordar de forma mais sarcástica, mais irônica, isso foi muito bom, porque acabou chegando em um público que não escuta rock, uma garotada mais jovem, que está meio desconectada do rock”, explicou Tico Santa Cruz. “Eu acho que o Detonautas conseguiu abrir um diálogo com uma galera que há muito tempo não parava para ouvir música no rock, e que estava conectada com outros estilos”, completou. No Lollapalooza, o vocalista Tico Santa Cruz promete ser cirúrgico na escolha das canções, apesar do pouco tempo no palco. “A gente tem 45 minutos só de apresentação, é um show bastante objetivo, então eu que gosto muito de festival, entendo que o Lollapalooza é muito importante para o Detonautas. A gente fez um mix dos hits do Detonautas com algumas coisas do Álbum Laranja e também alguns lados B, digamos assim, que a galera gosta de ouvir. Mas é um show bem direto e inclui os últimos lançamentos que a gente fez também”. Quando se refere a lançamentos, além do Álbum Laranja, Tico Santa Cruz pensa no álbum Esperança, divulgado no mês passado. A partir do momento recluso por conta da pandemia, o vocalista começou a compor, e acabou gravando um disco inteiro entre março e junho de 2020. Durante o festival, Tico pretende assistir a alguns shows, caso a agenda permita. Apesar disso, confessa que ficou chateado com o cancelamento do Jane’s Addiction, sua banda favorita no lineup original. “O show que estava mais ansioso para assistir era do Jane’s Addiction, fiquei muito triste por conta do cancelamento em virtude do covid, mas o festival está repleto de muitos shows legais. Tem o Black Pumas, Foo Fighters, Doja Cat, essa fase incrível que a Miley Cyrus está apresentando. No nosso dia a gente tem o Strokes, que já tive a oportunidade de ver em outro festival. O Lollapalooza é uma ótima oportunidade também para conhecer bandas novas, novas porque muitas vezes não temos acesso a todo lineup, mas é uma boa oportunidade de conhecer artistas que você ainda não fez contato”. Confira a programação completa do Lollapalooza Brasil 2022 25 de março, sexta-feiraThe Strokes, Doja Cat, Machine Gun Kelly, Alan Walker, Chris Lake, Jack Harlow, Marina, LP, Turnstile, Caribou, The Wombats, Pabllo Vittar, Ashnikko, Matuê, 070 Shake, Jetlag, VINNE, jxdn, Beowülf, Detonautas, Edgar, Meca, Barja 26 de março, sábadoMiley Cyrus, A$AP Rocky, A Day To Remember, Alok, Alexisonfire, Alessia Cara, Deorro, Emicida, Two Feet, Remi Wolf, Silva, Jão, Boombox Cartel, Chemical Surf, Terno Rei, DJ Marky, Victor Lou, Clarice Falcão, Jup do Bairro, MC Tha, Lamparina, Ashibah, Fatnotronic, WC no Beat and Kevin o Chris + Haikaiss + PK + Felp 22 + MC TH + Hyperanhas 27 de março, domingoFoo Fighters, Martin Garrix, Alesso, The Libertines, Black Pumas, Kaytranada, IDLES, Kehlani, Goldfish, Gloria Groove, Djonga, Cat Dealers, Rashid, Fresno, Marina Sena, Planta & Raiz, Lagum, Evokings, Aliados, Fancy Inc, MALIFOO, menores atos, FractaLL x Rocksted Lollapalooza BrasilDias 25, 26 e 27 de março de 2022Local: Autódromo de Interlagos, Av. Sen. Teotônio Vilela, 261 – Interlagos, São PauloInformações: https://www.lollapaloozabr.com/
Compositora de gigantes da música pop, LP mostra voz potente no Lolla

Na sexta-feira, primeiro dia do Lolla, às 16h40, no palco principal, entre os shows do Turnstile e Machine Gun Kelly, a cantora LP, abreviatura de Laura Pergolizzi, promete entregar um dos shows mais interessantes do festival. A cantora de Long Island, nos Estados Unidos, já tem mais de 20 anos de carreira, seis álbuns cheios e três EPs. Na bagagem, traz o fresquíssimo Churches, lançado no ano passado. Aliás, o álbum deve ser uma das bases do show em São Paulo, caso role o repeteco das edições argentina e chilena do Lolla, que rolaram no último fim de semana. A outra base do repertório é o disco de maior sucesso comercial de LP, Lost On You. O que muita gente não sabe é que LP, além de ter uma voz muito acima da média, também compõe para grandes artistas. A lista dela inclui nomes como Backstreet Boys, Christina Aguilera, Rihanna, Rita Ora, Celine Dion e Cher. LP é uma das artistas escaladas para o Lollapalooza 2020, aquele que não rolou em função da pandemia. Felizmente, ela foi mantida na programação. Terá uma concorrente de peso no horário, a hypada Pabllo Vittar. “Acho que definitivamente continuo aprendendo o que está envolvido e pude ver meu corpo de trabalho crescendo. Isso me inspira a fazer mais e continuar. Sinto que, depois de cada disco, mesmo os que tinha quando não era maior, estava sempre pensando em como posso cantar melhor ou como posso escrever melhor ou de maneira diferente. Isso me inspira a empurrar o envelope e alcançar mais pessoas”, comentou a artista, que conversou com o Blog n’ Roll há dois anos, pouco antes do cancelamento do Lollapalooza 2020. LP ativista e com influências pesadas Conhecida por ser ativista pelos direitos da comunidade LGBTQI+ e por ter um visual andrógino, LP afirma que possui um caldeirão de influências em seu trabalho. Aos 40 anos, ela tenta equilibrar a conta entre jovens artistas e os mais clássicos. “Estudo mais clássicos, tento ouvir álbuns que nunca ouvi de artistas que amo, porque às vezes você se escuta ouvindo todos os seus maiores sucessos, mas pode entender melhor como artistas das músicas que não eram tão populares”. Rolling Stones, Queen, Led Zeppelin, Nirvana, Jeff Buckley, Aretha Franklin, Joni Mitchell e Stevie Nicks são alguns dos nomes que mais a inspiram. Aliás, a cantora tem incluído em seu repertório uma bela versão de Dazed & Confused, do Led Zeppelin. Se alguém ainda tem dúvidas sobre sua potente voz, está aí ótima amostra. Heart to Mouth, de 2018, seu penúltimo álbum de estúdio, consolidou ainda mais o crescimento de LP. Foi com esse trabalho que, em 2019, a cantora visitou a América do Sul pela primeira vez. O Brasil, no entanto, ficou de fora da turnê. “Eu ainda não estive no Brasil, mas estou muito animada para me apresentar no Lollapalooza. Tive uma experiência incrível na América do Sul, na última turnê, e estou ansiosa para experimentar mais”.
Jão abrirá show de Maroon 5 em São Paulo

No dia 5 de abril, o cantor Jão abrirá o show do Maroon 5 em São Paulo, no estádio Allianz Parque. A apresentação é a primeira das duas datas que a banda fará no Brasil, sendo a segunda no dia 6 em Porto Alegre no Centro de Eventos FIERGS. Sua atual turnê, PIRATA, que teve início no último dia 12 no Vivo Rio, vem esgotando data atrás de data, e a confirmação dele como o ato de abertura do Maroon 5 é mais uma das provas de sua grandeza, de seu sucesso, e que ele é definitivamente, o maior nome do pop masculino nacional da atualidade. Jão sobe aos palcos do Allianz às 20h, uma hora antes do show do Maroon 5, e tem tudo para ser mais um grande passo para sua carreira. Seu último clipe lançado, para a música Idiota, conta com mais de 11 milhões de visualizações no YouTube e o álbum PIRATA passou das 100 milhões de plays no Spotify.
Entrevista | Spoon – “A pandemia me fez confrontar questões sombrias”

Veterana do rock alternativo dos EUA, a banda Spoon lançou recentemente o seu décimo álbum de estúdio, Lucifer On The Sofa. O disco é o primeiro desde Hot Thoughts, de 2017. Com gravações no Texas e Califórnia, Lucifer On The Sofa traz nove faixas autorais e uma releitura de Held, do Smog, que abre o álbum. Um dos membros originais do Spoon, ao lado do vocalista e guitarrista Britt Daniel, o baterista Jim Eno conversou com o Blog n’ Roll sobre o novo álbum, lembranças do Brasil, pandemia e influências na carreira. Como surgiu o título deste álbum? Qual foi a inspiração para este nome curioso? Britt escreveu a música e decidimos dar esse nome ao álbum. Não é como se eu e ele falássemos muito sobre os significados por trás das coisas. Para mim, é como se a pandemia me fez confrontar questões sombrias como mais importantes ou que vieram à tona. Sou um workaholic, consigo sempre me distrair e não ter que lidar com essas coisas, mas não tem para onde correr quando você está nesse lockdown há dois anos. Você meio que tem que olhar o que está escondido. Olho para isso como algo que você vai ter que lidar em algum momento e ele está lá sentado no sofá, te observando. Como foi o processo de gravação do álbum? Teve alguma dificuldade por causa da pandemia? Precisou adaptar algo? Sim, foi bem no meio da nossa gravação. Nós tivemos que fazer várias mudanças no cronograma. Nós tínhamos talvez três quartos do álbum finalizados, estávamos muito perto de terminar e prontos para mixar e então veio a pandemia. O que aconteceu foi que nós não conseguimos mais nos encontrar, obviamente porque era uma sala pequena e essa é uma doença transmitida pelo ar, não era seguro ficarmos juntos. Então o Britt usou seu tempo para escrever mais músicas. Então tem músicas como, obviamente, Lucifer on The Sofa, acho que Wild e Devil and Mr. Jones que não estariam no disco, sabe? Mas acho que tiveram duas vezes em que todos voariam para Austin (Texas) e tivemos que cancelar porque os números (da covid) estavam tão altos. Tivemos que pensar muito rápido, cortando coisas no último momento… Felizmente, Britt estava em Austin e ele aparecia e fazíamos algumas coisas, mas a pandemia nos afetou muito. No entanto, nós conseguimos superar! O Spoon carrega uma forte influência do rock clássico e do art rock em seus trabalhos. É algo que predomina em suas influências? Você consegue pensar em alguma influência de sua terra natal também (Texas)? Sim, eu sinto que esse disco teve muita influência do rock clássico, do começo do ZZ Top, Cheap Trick, John Lennon, Plastic Ono Band… o som de um bando de caras apenas tocando em uma sala. Esses são os discos que amamos, que crescemos ouvindo. Para nós esse é o disco que mais tentamos chegar próximo disso. Como é sua expectativa de viajar e divulgar Lucifer on the Sofa em outros países? O que significa para você fazer uma turnê com o Spoon? Nós adoramos ir para o Brasil… Nós queremos tocar para todos, sabe? E o público brasileiro é incrível, nós não vemos a hora de ir para o Brasil. Você tem alguma previsão do Spoon vir para o Brasil? Um mês ou ano? Nós definitivamente não temos um mês. Vocês terão Lollapalooza no mês que vem. Será que vai ter ou não? Tem muita incerteza ainda e acho que não conseguimos planejar se vocês ainda não sabem se os shows irão acontecer ou não, entende? Talvez no final do ano. Se tivermos o ok e estiver tudo bem, nós podemos ir e fazer funcionar. Você se lembra de alguma história curiosa da passagem de vocês pelo Brasil, em 2018? Eu lembro de uma história, mas não é muito engraçada. Nosso último show foi em São Paulo e nós terminamos muito cedo, então eu e o Gerardo, guitarrista, pensamos, vamos mudar nossos voos e voar essa noite. Então trocamos os voos, entramos na van para o aeroporto e colocamos no Google e apareceu que iríamos demorar quatro horas para fazer 24Km… Isso não pode ser verdade, eu pensei. Nós ficamos sentados na van por 4 horas, perdemos nosso voo e tivemos que ficar em um hotel de merda. E acabamos pegando exatamente o mesmo voo que iríamos pegar no dia seguinte, que havíamos cancelado. O tráfego nos ferrou (risos). Chegou a assistir algum show no momento que as regras ficaram mais brandas? Teve uma janela no ano passado, quando as pessoas começaram a se vacinar e antes da chegada da Ômicron, foram os nossos “Loucos Anos 20”, aquele período entre a Primeira e Segunda Guerra Mundial, quando todos estavam dançando, muito felizes. Em resumo, acho que essa pequena janela foi como yeah, legal… nós fizemos alguns shows, foi muito legal, todos estavam curtindo… até que veio a Ômicron e tudo voltou a fechar. Consegui ver alguns shows nesse período. Você se sente seguro para viajar com seus colegas de banda? Acho que sim… nós vamos fazer tudo que for possível na tour para tentar minimizar e não ficarmos doentes. Porque se um de nós testar positivo, temos que encerrar tudo. Então agora nós estamos comendo todos juntos, nós não permitimos ninguém nos bastidores, estamos fechando tudo para tentar ser mais seguro. É um novo modelo de fazer tour, todos estão fazendo. Não levamos a família, somos só nós mesmos. A primeira música de um álbum costuma ser o cartão de visitas de muitos artistas. O que motivou a escolher um cover do Smog (banda) para abrir? O que procuramos em uma música de abertura é aquela que vai estabelecer um tom para o álbum. Então sentimos que aquela definitivamente conseguiu isso. Tem muita conversa de estúdio antes da música começar, o que é legal e divertido. É como se te desse a sensação que estávamos na mesma sala quando gravamos, o que foi mesmo… mas também é um ritmo mais lento
Phoebe Bridgers cancela show no Lollapalooza Brasil

O Lollapalooza Brasil anunciou nesta quarta-feira (2) o cancelamento do show de Phoebe Bridgers, três semanas antes do festival. “Pessoal, devido a um imprevisto de última hora, a cantora Phoebe Bridgers precisou cancelar todas as suas apresentações na América do Sul, incluindo o seu show no domingo, dia 27/03, no Lollapalooza Brasil”, diz publicação da produção. “Estamos muito tristes, mas esperamos por ela em uma próxima edição.” Por enquanto, o substituto ainda não foi anunciado. Na edição argentina, que acontece entre os dias 18 e 20 de março, a espanhola Lola Índigo foi anunciada no lugar de de Phoebe Bridgers. O Lollapalooza Brasil vai acontecer nos dias 25, 26 e 27 deste mês no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Nomes como Miley Cyrus, The Strokes, Foo Fighters e Machine Gun Kelly estão confirmados no festival.