Entrevista | Gogol Bordello – “Esse álbum é a minha vingança pós-punk contra mim mesmo”

O Gogol Bordello lançou, na última sexta-feira (13), o álbum We Mean It, Man!, um trabalho que reafirma a identidade combativa e multicultural da banda formada em Nova York no fim dos anos 1990. O disco amplia a sonoridade do grupo ao mergulhar ainda mais em sintetizadores, camadas eletrônicas e influências pós-punk, sem abandonar as raízes ciganas, latinas e do hardcore que consolidaram o chamado gypsy punk. O álbum carrega senso de urgência e posicionamento político, mas também mantém o espírito festivo que transformou o Gogol Bordello em uma das bandas mais intensas ao vivo da cena alternativa. A produção aposta em texturas mais eletrônicas e uma abordagem moderna, reforçando a ideia de que o grupo nunca foi preso a um purismo acústico, mas sempre dialogou com tecnologia, experimentação e cultura urbana global. Em entrevista ao Blog N’ Roll, Eugene Hütz, vocalista do Gogol Bordello, falou sobre o simbolismo do lançamento do álbum e do selo, a proposta sonora mais eletrônica do novo álbum e a relação histórica e afetiva da banda com o Brasil. O álbum foi lançado na sexta-feira 13. A data teve algum simbolismo especial para a banda ou foi coincidência? Eu não acho que existia nenhum simbolismo antes. Mas agora existe. Porque não foi apenas o lançamento de um álbum. Nós também começamos nosso próprio selo. Então essa data virou o nascimento oficial do nosso selo e das bandas que fazem parte dele, como Puzzled Panther, Greatest Berger, Pons e nós. Eu estou produzindo várias bandas de Nova York agora. Então, a partir deste momento, essa data se tornou simbólica. Como você descreveria a essência desse novo álbum? É a minha vingança pós-punk contra mim mesmo. Algumas pessoas passaram a enxergar o Gogol Bordello como uma banda que cortou ligações com o resto do mundo musical, como se fôssemos anti-tecnologia ou neo-primitivistas. Isso nunca foi verdade. Antes mesmo da banda, eu já tocava com sintetizadores e experimentava com sons eletrônicos. Sempre usamos eletrônicos. Até Immigrant Punk é totalmente programada com loops e samples. Esse álbum deixa isso claro. É post-punk, post-hardcore, com mais sintetizadores. É sobre avançar, não sobre voltar para a montanha com um violão. Quando ouço o disco, sinto uma grande fusão entre punk, eletrônico e ritmos globais. É isso. Exatamente. Fusão é a palavra. Existe uma faixa que represente melhor o espírito do álbum? São as 11 faixas. Se alguma não representasse, não estaria no álbum. Eu não conseguiria eliminar nada. Há muita vida ali, muitas influências de Nova York, de Manchester psicodélica, da música cigana e da América Latina. Temos integrantes latino-americanos na banda, inclusive um baixista de Minas Gerais, Gil Alexandre, que, aliás, é especialista em cachaça. E quais foram as selecionadas para entrar no setlist dos shows? Todas. Fizemos uma grande turnê na Europa tocando basicamente o álbum inteiro. É raro quando músicas novas se tornam imediatamente destaques do show. Mas está acontecendo. O clima político e social atual dos Estados Unidos influenciou o álbum? Por que limitar aos Estados Unidos? O mundo inteiro está perdendo a cabeça. O ponto central é a perda do pensamento crítico. O pensamento crítico era essencial para o punk rock. Hoje, muita gente faz qualquer coisa por seguidores e publicidade e chama isso de punk. Isso não é punk. O espírito original era quase o oposto disso. Há planos para trazer essa nova turnê ao Brasil? Esperamos que sim. Eu amo o Brasil. É um dos meus lugares favoritos no mundo. Pessoas incríveis, cultura incrível. Passei muito tempo aí e penso nisso todos os dias. O que faz o Brasil diferente de outros lugares? No Brasil as pessoas, na maior parte do tempo, estão de bom humor. Em outros lugares, você precisa quase levantar peso para sentir essa energia, como se tivesse que puxar as pessoas pelo cabelo. Eu amo a cultura do Nordeste. Já estive no Carnaval em Recife e Olinda várias vezes. Me aproximei quase como um antropólogo cultural. Qual foi o show mais marcante da banda no Brasil? Acho que foi o Lollapalooza em São Paulo, com Gogol Bordello. Foi um momento muito forte para a banda. Mas eu também vivi muitas experiências especiais no Brasil fora dos nossos próprios shows. Durante o Carnaval, fiz participações com Mundo Livre, DJ Dolores, Nação Zumbi e uma Orquestra de Frevo. Toquei e convivi com Seu Jorge, Otto e Lenine. Com Lenine, fizemos inclusive uma apresentação longa no Rock in Rio, algo como 30 minutos juntos, com músicos ciganos do Rio de Janeiro. Também toquei como DJ em cidades como São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. Tenho amigos aí, como o pessoal do Comunidade Ninjitsu, especialmente o Freddy Chernobyl. Então é difícil escolher um único momento, porque minha relação com o Brasil vai muito além de um show específico. Álbum novo e independência com o selo. Como você enxerga o futuro do Gogol Bordello? Você planeja um tempo para lançar um trabalho novo? Nós agora existimos no nosso próprio tempo. Não temos uma grande gravadora dizendo quando lançar algo. Às vezes um álbum vem em um ano e meio, às vezes leva três anos. Não dependemos do ciclo da indústria. Claro que quando saímos em turnê existe um ciclo, mas temos liberdade. Há muito trabalho envolvido, mas estamos acostumados. Além do Gogol Bordello, eu tenho outra banda chamada Puzzle Panther, com o Brian Chase, do Yeah Yeah Yeahs, e músicos mais jovens de Nova York que estão começando a deixar sua marca. É uma formação diferente, mais voltada para um dance punk psicodélico. O Brian e eu nos conhecemos antes de existir Yeah Yeah Yeahs, antes de existir Gogol Bordello, antes de existir Interpol, The Strokes, Liars. Era só um grupo de pessoas fumando e bebendo juntas, imaginando que um dia começariam bandas. E então, entre 1999 e 2000, todas essas bandas explodiram. Depois disso, a gente só se via em festivais, no catering, uma vez a cada cinco anos. Agora está tudo um pouco mais organizado. Todo mundo tem a própria vida
As I Lay Dying anuncia turnê no Brasil celebrando 20 anos de “Shadows Are Security”

Uma das bandas pilares do metalcore, o As I Lay Dying, confirmou o seu retorno ao Brasil. A turnê An Evening With As I Lay Dying desembarca no país em maio para celebrar duas décadas de um disco que definiu uma geração: Shadows Are Security. Com realização da Dark Dimensions, a passagem da banda contará com duas datas: Celebração de um clássico Lançado em 2005, Shadows Are Security foi o álbum que catapultou o As I Lay Dying para o reconhecimento internacional, entregando hinos como Confined e Through Struggle. A turnê promete revisitar essa fase de ouro, sem deixar de lado sucessos posteriores de An Ocean Between Us e faixas recentes. Nova formação do As I Lay Dying com DNA brasileiro O As I Lay Dying vive um novo capítulo. Liderada pelo fundador Tim Lambesis, a banda passou por uma reformulação completa e agora conta com um time de peso, incluindo o guitarrista brasileiro Bill Hudson (Northtale, Doro). Completam o line-up Don Vedda (guitarra), Chris Clancy (baixo e vocais) e o monstruoso baterista Tim Yeung (ex-Morbid Angel). A banda também apresentou recentemente os singles Echoes e If I Fall, que mostram a direção do próximo álbum de estúdio via Napalm Records. Serviço: As I Lay Dying no Brasil Os ingressos já estão disponíveis através da plataforma Ingresso Master. São Paulo Curitiba Classificação: 18 anos.
Portugal. The Man confirma sua primeira turnê solo no Brasil com dois shows

A banda Portugal. The Man acaba de anunciar sua primeira turnê solo no Brasil. Conhecidos pela mistura contagiante de rock alternativo e pop, os norte-americanos desembarcam no país em maio para duas apresentações exclusivas. The Denali Tour A vinda da banda faz parte da The Denali Tour, que marca uma nova era na carreira do grupo. O show apresenta as faixas de seu 10º álbum de estúdio, intitulado SHISH. Claro que o repertório não deixará de lado os hinos que consolidaram a trajetória da banda, como a favorita dos fãs Purple Yellow Red and Blue e o fenômeno Feel It Still. É a chance de ver o grupo com um setlist completo e imersivo, fora da correria dos festivais. Guia de ingressos para Portugal. The Man no Brasil A venda de ingressos será dividida em várias etapas, começando já nesta terça-feira (27). Confira o cronograma para não perder a chance. Serviço CURITIBA (PR) SÃO PAULO (SP)
The Red Jumpsuit Apparatus estreia no Brasil com turnê de 20 anos

A espera de duas décadas finalmente acabou para os fãs brasileiros do emo e do rock alternativo. A banda norte-americana The Red Jumpsuit Apparatus confirmou sua primeira apresentação no Brasil. O show acontece no dia 28 de março de 2026, no Hangar 110, em São Paulo. A venda de ingressos já está aberta. A apresentação integra uma turnê internacional muito especial. O grupo celebra os 20 anos de lançamento de Don’t You Fake It (2006). Este álbum de estreia se tornou um marco da explosão do gênero nos anos 2000, figurando ao lado de clássicos de bandas como My Chemical Romance e Fall Out Boy. “Face Down” e o impacto cultural Formada em Jacksonville, na Flórida, a banda rompeu a bolha do underground rapidamente com o single “Face Down”. A música dominou as paradas da Billboard e a programação da MTV, tornando-se um hino da época. Mas o sucesso da faixa foi além das melodias cativantes. A letra chamou a atenção por denunciar explicitamente a violência doméstica, narrando a história de uma mulher vítima de agressões. Esse posicionamento transformou a banda em uma voz ativa em campanhas e debates sobre relacionamentos tóxicos. Até hoje, a canção permanece central nos shows e na identidade do grupo. Hits nostálgicos do The Red Jumpsuit Apparatus e fôlego novo Além da mensagem poderosa de “Face Down”, o público do Hangar 110 poderá cantar outros sucessos. O repertório promete incluir o hit do Warped Tour, “False Pretense”, e a balada onipresente “Your Guardian Angel”. No entanto, o The Red Jumpsuit Apparatus não vive apenas do passado. Em 2025, a banda lançou os singles “Perfection” e “Slipping Through”, mostrando uma sonoridade atualizada. Eles também participaram recentemente de um tributo ao Twenty One Pilots, provando que dialogam bem com as novas gerações. Portanto, se você viveu a era de ouro do emo ou descobriu o som deles agora, esta é uma oportunidade única. Confira o serviço completo abaixo e garanta seu lugar. 📅 Serviço The Red Jumpsuit Apparatus em São Paulo
Manu Chao anuncia turnê acústica com cinco datas no Brasil

Manu Chao está de volta ao Brasil. O músico anunciou cinco datas no país entre janeiro e fevereiro de 2026. O ícone da música latina vem com uma nova turnê acústica e intimista. Os shows do Manu Chao no Brasil acontecem em Porto Alegre, no Araújo Vianna (23 de janeiro), em Florianópolis, no Vereda Tropical (28 de janeiro), em São Paulo, no Cine Joia (1 de fevereiro), em Ribeirão Preto, no Armazém Baixada (8 de fevereiro), e no Rio de Janeiro, no BCO (11 de fevereiro). Os ingressos já estão à venda no Sympla. Viva Tu, o último álbum de Manu Chao, foi uma viagem ao coração dos homens, onde as emoções não enganam. Guia de um mochileiro cujo único passaporte é a música, aquela que une corações e supera diferenças. Viva Tu foi menos um retorno do que uma confirmação: Manu Chao continuará fazendo o que lhe der na telha. Viaja de um continente a outro, toca aqui e ali, em salões lotados e em povoados que mal aparecem no mapa. E, quando decide gravar novas canções, não o faz por uma agenda, mas pelo desejo de testemunhar um pedaço de vida — a sua e a das almas que cruza ao acaso em suas peregrinações. Liberdade total. Em A me mi piace, um aceno para Me gustas tú, colaborou com Alfa, o artista italiano. Em Solamente, dirige-se ao México para um dueto com Santa Fe Klan, o rapper originário de Guanajuato. E, com Viajando por el Mundo, presenteia com o tempo de uma canção ao sol, um momento de comunhão no álbum da estrela colombiana Karol G. Hoje, ele apresenta um novo EP de sete faixas, La Couleur Du Temps. Nele estão incluídas duas faixas de Viva Tu, Tom & Lola e La Couleur du Temps, em suas versões originais e, em seguida, remixadas por Mariano Mellino, o jovem prodígio da cena eletrônica argentina. Passamos do acústico, do sussurro, para um sopro sintético, um baixo com redondezas aveludadas e um ritmo que marca o compasso perfeitamente. O remix de La vie à 2, publicado em 1998 em seu primeiro álbum solo, Clandestino, nos transporta para o passado para escrever melhor o presente. “É meia-noite em Tóquio, são 5 da manhã no Mali, que horas são no paraíso?”, canta ele. Esta canção trata de um amor que se consome na intimidade, de carícias e despedidas. Manu Chao desfia seus remorsos e lembranças em uma atmosfera quase apagada, como se sussurrasse sentimentos que se desvanecem. Aqui, Demayä, o DJ e produtor, nos revela um remix intrépido, uma imersão no coração de uma boate sem porteiros nem áreas reservadas, onde os corpos se esquecem de si mesmos dançando, suados e cúmplices, apesar dos porquês. Em seguida, temos a alegria de reencontrar Sénégal Fast Food e sua harmônica esperançosa, com Amadou e Mariam, de 2004 — um hino aos deslocados, àqueles que viajam impulsionados pela miséria, uma canção que ressoa dolorosamente em 2025, em uma época de discursos retrógrados e desinibidos… — e L’Automne est las, retirada de seu álbum gravado inteiramente em francês em 2004, Sibérie m’était contée, um pop com uma magia melancólica e mil cores, um aceno à poesia de Jacques Prévert, quando as folhas caem e a chuva anuncia o fim do verão. Por fim, a faixa Où tu veux, on y va marca a gravação conjunta de Manu Chao e Gambeat, seu amigo e baixista de longa data. Inspirada no dub, no reggae e em um espírito sem fronteiras, a canção encarna a essência de Manu Chao: uma mistura de gêneros e a vontade de superar todas as barreiras para celebrar livremente os prazeres simples da vida. É um táxi sem destino, que compreendeu que o terminal importa menos do que o caminho percorrido e que uma aventura só é bonita quando se avança juntos. É inevitável pensar no falecido Amadou quando Manu e Gambeat revivem a memória de um táxi em Bamako… É uma faixa luminosa e reconfortante, uma mão estendida para partir longe, lá onde a humanidade ainda respira.
Unto Others anuncia primeira apresentação no Brasil

Formada na cidade de Portland em 2017 (inicialmente sob o nome Idle Hands) por ex-integrantes da banda de heavy metal Spellcaster, o Unto Others é uma das revelações mais bem-quistas do rock com sua mistura de peso e molodia. A banda, cuja sonoridade remete a nomes como Sisters of Mercy, Type O Negative e Paradise Lost, vem pela primeira vez ao Brasil em 2026 com show único em São Paulo, em 28 de março no Burning House. Rapidamente o Unto Others se tornou conhecido por suas apresentações impactantes e cheias de carisma. Ao longo de quase uma década de atividade, a banda já dividiu palco com grandes nomes do metal, como King Diamond, Arch Enemy, Carcass e Behemoth, além de ter excursionado pelos Estados Unidos e pela Europa. Strength, de 2021, o disco de estreia sob o nome Unto Others, traz uma fusão poderosa de heavy metal tradicional e goth rock, com produção marcante e elementos que crescem a cada audição. Já Never, Neverland, de 2024, lançado pela gigante Century Media Records, é ainda mais coeso e acessível, com melodias cativantes, performances vocais marcantes e diversidade de estilos. Unto Others em São Paulo Data: 28 de março de 2026 (sábado) Local: Burning House – Av. Santa Marina, 247 – Água Branca, São Paulo (ao lado da estação Água Branca da CPTM – Linha 7 Rubi) Abertura da casa: 23h Ingressos
Guns n’ Roses confirma décimo show no Brasil; veja local e data

O Guns N’ Roses anuncia a décima data no Brasil da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things. Headliner do Monsters of Rock, que acontece no dia 4 de abril, no Allianz Parque, em São Paulo, a banda incluiu Campo Grande no giro. O show será em 9 de abril, no Autódromo Orlando Moura. Além dos dois shows, o Guns n’ Roses já havia anunciado apresentações nos dias 1/4, em Porto Alegre, no Jockey Club; 7/4, no Centro Regional de Eventos, em São José do Rio Preto; 10/4, no Estádio Nilton Santos (Engenhão), no Rio de Janeiro, 12/4, no Estádio Estadual Kleber José de Andrade, em Cariacica; 15/4, na Arena Fonte Nova, em Salvador; 18/4, na Arena Castelão, em Fortaleza; 21/4, no Estádio Governador João Castelo (Castelão), em São Luís; e 25/4, no Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão), em Belém. O novo giro pelo país é resultado do estrondoso sucesso de público e crítica registrado neste ano, quando a banda lotou estádios, quebrou recordes e mobilizou fãs de todas as regiões do Brasil pedindo novas apresentações. Com Axl Rose, Slash e Duff McKagan em plena forma, o Guns N’ Roses retorna ao Brasil com um repertório repleto de hinos atemporais — como Sweet Child O’ Mine, Welcome to the Jungle, Paradise City e November Rain — em uma performance explosiva que promete repetir — e superar — a energia que conquistou o público brasileiro. * SERVIÇO Data: 09/04/2026 (quinta-feira) Local: Autódromo Orlando Moura – Campo Grande Endereço: Rodovia BR 262, KM 12 Abertura dos portões: 16h Showtime: 20h30 Ticketeira: Bilheteria Digital * Principais datas e vendas 21/12: 8h – pré-venda para fã clube (24h) – 8 ingressos por CPF 22/12: 8h/10h – Pré-venda EXPERIENCE 9h30/10h – Pré-venda GRUPO VIP (todos os setores) 10h – Vendas Gerais (On line + Ponto de venda) *As vendas serão feitas por lote, a quantidade é determinada pela produção. SETORES Arena – a partir de R$ 285,00 Front Stage – a partir de R$ 595,00 Camarotes – área reservada com serviços de banheiros e bares exclusivos – a partir de R$ 890,00 Experience (Frontstage + serviço) – Setor premium do evento, com ingresso para frontstage + serviço de open bar e open food – a partir de R$ 1.500,00
Blackberry Smoke retorna ao Brasil em abril de 2026 para quatro shows

Banda que liderou o renascimento moderno do southern rock nas últimas duas décadas e conquistou plateias devotas ao redor do globo, Blackberry Smoke volta ao Brasil após sete anos de espera para uma série de quatro shows em abril de 2026. Com realização da Solid Music Entertainment, a turnê passará por Porto Alegre/RS no dia 8/04 (Urb Stage), Belo Horizonte/MG dia 10/04 (Mister Rock), São Paulo/SP dia 11/04 (Audio) e Curitiba/PR no dia 12/04 (Tork n’ Roll). Os ingressos começam a ser vendidos às 15h de hoje (17) no site da 101 Tickets. Ao longo de sua carreira, o Blackberry Smoke tem incorporado a rica herança musical da Geórgia, homenageando as pessoas, os lugares e os sons de seu estado natal. A banda carrega de forma sólida a herança de Lynyrd Skynyrd, The Allman Brothers Band e Marshall Tucker Band. Grandes mídias dos EUA e da Europa costumam situar o Blackberry Smoke ao lado de nomes como Drive-By Truckers, Gov’t Mule e Chris Stapleton como parte de um novo ciclo de valorização do southern rock, iniciado após décadas em que o estilo ficou fora do mainstream. Seu álbum mais recente, Be Right Here, busca inspiração no southern rock, no blues, no classic rock com forte inclinação para essas raízes e no country vintage de caráter orgânico, reunindo personagens vívidos e identificáveis que fazem com que as canções frequentemente se assemelham a contos curtos densos e envolventes. Nas últimas duas décadas, o Blackberry Smoke construiu uma base de fãs extremamente fiel, o que levou seus seis álbuns de estúdio mais recentes a alcançarem expressivo sucesso nas paradas. Entre os destaques estão You Hear Georgia (2021), que chegou ao primeiro lugar da parada Americana/Folk Albums da Billboard, e o citado Be Right Here (2024), que alcançou o top 5 da Top Current Album Sales. Já Holding All the Roses (2015) foi relevante por representar, na época, um feito raro: um disco independente alcançando o primeiro lugar na parada country da Billboard na era moderna. Com uma agenda intensa de turnês, a banda conhece bem a estrada e a busca por um lugar ao qual pertencer. Amparados pela sólida comunidade de fãs conhecida como Brothers and Sisters, muitos dos quais viajam pelo mundo para apoiar o grupo, eles retribuem oferecendo aos admiradores um verdadeiro espaço de pertencimento. Ao longo dos anos, a banda se apresentou em palcos consagrados ao redor do mundo, como Austin City Limits, Bonnaroo, Summerfest, Glastonbury e Download UK, entre outros. A última e até então única passagem da banda pelo Brasil aconteceu em maio de 2019, quando lotou shows em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. SERVIÇO Blackberry Smoke em Porto Alegre (8/04) Ingresso Blackberry Smoke em Belo Horizonte (10/04) Ingresso Blackberry Smoke em São Paulo (11/04) Ingresso Blackberry Smoke em Curitiba (12/04) Ingresso
Lynyrd Skynyrd confirma mais três shows no Brasil; veja locais e datas

Lenda absoluta do southern rock, o Lynyrd Skynyrd confirmou novos shows no Brasil além de sua participação no Monsters of Rock. A banda se apresenta no Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre no início de abril, em uma sequência de shows que celebra mais de cinco décadas de uma das trajetórias mais influentes da história do rock. As apresentações acontecem no dia 1º de abril, em Curitiba (Live Curitiba), 5 de abril, no Rio de Janeiro (Qualistage), e 7 de abril, em Porto Alegre (Auditório Araújo Vianna). No show do Rio de Janeiro, o Dirty Honey será o convidado especial da noite. A venda de ingressos para o Rio de Janeiro começa no dia 17 de dezembro (quarta-feira), às 10h, exclusivamente pelo site Eventim. Para Curitiba e Porto Alegre, haverá pré-venda com início no dia 17 de dezembro (quarta-feira), a partir das 10h, por 72 horas (até 9h59 do dia 20/12, sábado). A venda geral terá início às 10h do dia 20 de dezembro (sábado), exclusivamente pelo site Bilheteria Digital.